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Professora do UNISAL publica livro sobre “proteção jurídica ao meio ambiente”

A Professora do UNISAL, Daisy Rafaela, é autora do livro Direito Social e Patrimônio Cultural. Uma obra lançada em 2016 e que apresenta os principais tratados internacionais e as leis brasileiras que regulam a proteção do ambiente natural e cultural, e provoca uma discussão sobre suas nuances, abrangência e impacto. Pela importância que o tema assume na atualidade, trata-se de uma leitura que pode auxiliar não só profissionais da área do direito, mas também orientar e respaldar juridicamente todos aqueles que lidam com a preservação do meio ambiente em seus vários aspectos.

O livro, lançado pela Editora     Alínea, conta com 82 páginas e é vendido a  R$ 27,00.

Acesse aqui.

LIVRO DAISY RAFAELA- LANÇADO EM 2016

Sobre a autora

Doutora em Direito. Mestre em Direitos Difusos e Coletivos. Professora Titular do Programa de Mestrado em Direito do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (UNISAL), de Lorena/ SP e nos Cursos de Graduação e Pós-Graduaçao. Professora e Pesquisadora do Programa de Mestrado em Direito do Centro UNISAL de Lorena – SP. Professora Doutora III da EEL USP, onde ministra Legislação Ambiental e Direito aplicado à Engenharia. Pesquisadora dos Grupos de Estudos “Ética e Meio Ambiente”, “Direito das Minorias” e do Observatório de Violências nas Escolas UCB/UNESCO/ UNISAL. Coordenadora do Núcleo de Estudos de Direitos Humanos do UNISAL – Lorena-SP Líder do Grupo de Pesquisa “Direitos Humanos”cadastrado junto ao CNPq Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direitos Difusos e Coletivos, atuando principalmente nos seguintes temas: Direitos humanos, direito ambiental,direitos culturais , inclusão social (igualdade e desigualdades).

Em tempos de compromisso com a sustentabilidade, UNISAL apresenta palestra com Leonardo Boff

Inscrições limitadas!!!!

Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL (Unidade Lorena – Campus São Joaquim), irá promover no dia 18 de agosto de 2017 palestra gratuita com Leonardo Boff. O evento será realizado às 19h no Teatro São Joaquim, com o tema “Cuidar da vida: sustentabilidade e desafios da sociedade”.

O evento coincide com o primeiro ano de implantação do Plano Institucional de Sustentabilidade do UNISAL (PIS), que faz parte de uma campanha ainda maior, “Recicle suas Atitudes” (saiba mais em www.unisal.br/hotsite/recicle).

A organização, feita pelo Setor de Comunicação e Marketing do UNISAL e pelo PIS, conta também com o apoio do IEV (Instituto de Estudos Valeparaibanos) e Academia de Letras de Lorena.

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 SOBRE LEONARDO BOFF

Leonardo é Doutor em Teologia, conferencista e autor de vários livros sobre a sustentabilidade do planeta – entre eles “Sustentabilidade: o que é – o que não é” e “O Cuidado Necessário”. Atualmente integra o grupo de reforma da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo um dos autores da “Declaração Universal do Bem Comum da Terra e da Humanidade. Saiba mais sobre o palestrante em www.facebook.com/leonardoboff)

DETALHES DO EVENTO

O formulário de inscrição está disponível em unisal.br/eventos/palestrasustentabilidade e deve ser preenchido até o dia 11 de agosto de 2017. O prazo poderá ser encerrado antes, caso as vagas se esgotem. Os inscritos receberão um e-mail de confirmação até o dia 12 de agosto. 

No ato da inscrição, o participante pode fazer uma pergunta sobre a temática do evento (sustentabilidade), e no dia 11 de agosto serão sorteadas algumas perguntas que serão respondidas pelo palestrante no dia do evento. Haverá venda de livros no local e sessão de autógrafos logo após a palestra.

O evento é gratuito, mas os participantes podem adotar uma árvore que fará parte do projeto de restauração da Mata Atlântica – veja mais detalhes em www.corredorecologico.com.br.

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA:

Setor de Comunicação e Marketing do UNISAL / Unidade Lorena: imprensa@lo.unisal.br ou pelo telefone (12) 3159-2039.

Saiba mais em: http://unisal.br/eventos/palestrasustentabilidade

UNISAL comemora Dia do Meio Ambiente e 1 ano do Plano Institucional de Sustentabilidade

Dia do Meio Ambiente, comemorado neste dia 05 de junho de 2017, não passou em branco no UNISAL Lorena.  O mês de junho também marca o primeiro ano da implantação do Plano Institucional de Sustentabilidade (PIS).

AÇÕES NO UNISAL

Dois painéis feitos com papéis recicláveis foram colocados na entrada da instituição para a participação dos Alunos, Professores e visitantes.  Os trabalhos foram feitos pelo CESAPER, Centro Salesiano de Pesquisas Regionais “Prof. José Luiz Pasin”, por meio dos Professores Aparecida Uchôas, Arison Lopes e Diego Amaro.

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A Equipe do PIS também registrou a participação de 18 depoimentos sobre ações voltadas para a proteção dos recursos naturais.

Sobre o quiz a respeito da coleta seletiva e que foi criado com base na separação do lixo iniciada em fevereiro de 2017, foram registradas 21 respostas para dois questionamentos e 16 participações em outra pergunta.

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* “Isopor” e “Embalagem metalizada”, produtos os quais foram lançadas perguntas sobre se seriam recicláveis ou não, a resposta é a seguinte: são recicláveis, entretanto, no UNISAL, o depósito desse material deve ser feito no recipiente de “orgânicos”, pois a Cooperativa Amigos do Lixo de Guaratinguetá (SP), que mantém parceria com o UNISAL, não recolhe.

*Já os “Guardanapos”, quando sujos, devem ir para no cesto de produtos “orgânicos”. Se estivesse limpo, poderia ser depositado em “papéis”. O papel é totalmente reciclado.

As ações também contaram com a apresentação de trabalhos por parte dos alunos. “Desde a implantação do Plano, temos visto inúmeros alunos de todos os Cursos com ideias sustentáveis”, revela Silvia Oliveira, Gestora do Financeiro do UNISAL Lorena e também integrante do PIS.

Alguns deles resolveram apresentar seus trabalhos interdisciplinares dentro do Curso de Administração. Eles falaram sobre a Sustentabilidade nas Empresas. As apresentações foram realizadas nos dias 25 de 26 de maio de 2017, contou com a coordenação do Professor Wagner Godoi, e a avaliação nas bancas dos  professores Diego Amaro, Luís Flávio Alves e Sirlene Batista. Em seguida, passou pela avaliação de Lílian de Paula Santos, que integra, juntamente com Diego, Sirlene e outros colaboradores do UNISAL, a equipe do Plano Institucional de Sustentabilidade. Conforme acertado com a coordenação dos trabalhos, os projetos mais bem avaliados foram expostos no Blog do Recicle suas Atitudes- Plano Institucional de Sustentabilidade.

ENTREVISTAS E PARTICIPAÇÕES EM CONGRESSO

Como parte das comemorações, alguns professores do UNISAL toparam o desafio de falar deste assunto. Dentre eles, Diego Amaro, Jorge Gomes e Patrícia Bianchi.

A entrevista sobre o que temos a comemorar em relação ao meio ambiente foi concedida pelo Professor Jorge à Tv Band Vale, e exibida no dia 03 de junho de 2017 no Jornal Band Cidade 2ª edição. Confira aqui.

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 A Professora Patrícia Bianchi esteve no 22º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental, em São Paulo. Ela participou como Conferencista no evento que reuniu especialistas do Brasil e do mundo. O tema tratado foi Justiça Ambiental: a desigualdade de gênero.

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O Professor Diego Amaro esteve na Tv Aparecida para falar sobre a importância de a sociedade consumir e descartar menos e reaproveitar mais. Acesse o site A12 e confira o Programa Manhã Leve exibido em 08/06/17.

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DIVULGAÇÃO NAS REDES SOCIAIS

Além dessas comemorações, a rede social (Fanpage) do UNISAL, com mais de 16 mil curtidas, também foi usada como canal de informação para divulgar personagens do Vale, Brasil e mundo, que têm sido ícones de proteção aos recursos naturais, consequentemente à sustentabilidade do planeta.

Dentre eles, o saudoso historiador do UNISAL, José Luis PasinPapa Francisco e o ator Leonardo DiCaprio, mensageiro da paz da ONU.

Confira algumas postagens: https://www.facebook.com/unisallo/

 

Destaque para trabalhos Interdisciplinares no Blog Recicle- Plano Institucional de Sustentabilidade

Como parte das comemorações ao Dia do Meio Ambiente e a 1 ano do PIS- Plano Institucional de Sustentabilidade, serão publicados abaixo o trabalho dos Alunos do Curso de Administração sobre Sustentabilidade nas Empresas apresentados nos dias 25 de 26 de maio de 2017, como Projetos Interdisciplinares, e que contou com a coordenação do
Professor Wagner Godoi.
Os trabalhos foram avaliados em bancas pelos professores Diego Amaro, Luís Flávio Alves e Sirlene Batista. Em seguida, passou pela avaliação de Lílian de Paula Santos, que integra a equipe do Plano Institucional de Sustentabilidade. Conforme acertado com a coordenação dos trabalhos, os projetos mais bem avaliados serão expostos abaixo.

A equipe do PIS agradece o envolvimento de todos com os projetos e, mais ainda, com a sustentabilidade do planeta.

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A exemplo dos Cursos ativos do UNISAL, os futuros administradores percorreram dez empresas  da região do Vale do Paraíba para analisar e propor mudanças sustentáveis às elas.

Desde escritório de contabilidade a pesqueiros. Inúmeros ramos de atividade econômica aos quais temos de agradecer pela abertura em receber nossos alunos.

Após leitura dos trabalhos, escolhemos como destaques:

Grupo 1: Ecomachine- dos Alunos do 2º ano de Administração (B), Álvaro Franco Foneseca Faria,Izabea Camargo Maximiano, Larissa Bruna Cornélio, Natália Ribeiro Chagas, Thais Sabattini, Victor Marques Dos Reis 2° ADM B.

“A logística reversa é um fator muito positivo, tendo em vista que os fabricantes hoje, em muitos casos, só precisam se preocupar em fornecer. E só cabe ao consumidor o descarte. Gosto deste comprometimento da empresa, pois isso reflete e aumenta a responsabilidade do consumidor também”, avalia Lílian de Paula, equipe PIS.

Grupo 2: Pesqueiro Recanto do Cedro- dos alunos Bianca Costa da Silva, Elias Vicente dos Santos Espindola, Fernando Wilder Da Silva, Gabriela De Cássia Lacerda De Oliveira, Michele Rodrigues Mendes De Andrade e Rodrigo Silva Garcia

“Destaco a forma com que os alunos abordaram as questões e as colocaram em prática. Ações simples em um ambiente que recebe inúmeras pessoas e que pode ser exemplo para esse público. O fato de a empresa depender da natureza como todas as outras, mas por estar inserida visivelmente nesse contexto (rios, canteiros, árvores, peixes, hortas), faz desse trabalho uma proposta diferenciada e tão desafiadora quanto implantar o projeto em uma indústria tecnológica, por exemplo. Digo isso, pois os recursos são abundantes num pesqueiro e fica difícil a percepção da importância de se preservar”, afirma Lílian de Paula, equipe PIS.

Abaixo, os trabalhos para a conferência.

 GRUPO 1

ÁLVARO FRANCO FONESECA FARIA

IZABELA CAMARGO MAXIMIANO

LARISSA BRUNA CORNÉLIO

NATÁLIA RIBEIRO CHAGAS

THAIS SABATTINI

VICTOR MARQUES DOS REIS

2° ADM B

PROJETO INTERDISCIPLINAR:

EcoMachine

LORENA-SP

1. Introdução

 O projeto do grupo é uma máquina automática (vending machine), que chamamos de EcoMachine, fornece garrafinhas de água, sucos, isotônicos e outras bebidas saudáveis. Temos exemplos destas máquinas no UNISAL – Centro Salesiano de São Paulo, porém fornece somente bebidas que necessitam de embalagens descartáveis não retornáveis.

A máquina possui um coletor ao lado que recolhe qualquer tipo de lata ou garrafa pet. Ao introduzir latas e garrafas vazias, a máquina gera um desconto na compra da próxima bebida.

Nossa ideia é implantar a EcoMachine na Clinica Bonaldi, que reúne diversos médicos conceituados da cidade de Guaratinguetá e possui diariamente um grande fluxo de pessoas.

A intenção é tornar a maquina um diferencial para a clínica e os pacientes, oferecendo diversas opções saudáveis de bebidas, com o benefício de retornar as embalagens e obter um abatimento em compras futuras.

As garrafas e latas serão recolhidas e encaminhadas a Cooperativa Amigos do Lixo de Guaratinguetá, com a intenção de assessorar a instituição e todos os empregados, visando gerar mais empregos para os moradores das comunidades carentes.

O Projeto “Amigos do Lixo” nasceu da junção de dois outros projetos. Um deles foi elaborado pelo engenheiro André Luiz de Paula Marques, técnico da Secretaria de Serviços Urbanos de Guaratinguetá e especialista em tratamento do lixo urbano, e buscava realizar um programa integrado de gestão dos resíduos sólidos para Guaratinguetá. Isso significava, entre outras coisas, a introdução da coleta seletiva para a reciclagem em toda a cidade e a transformação do “lixão” em um aterro sanitário. O outro projeto, elaborado pela psicóloga e técnica social da Caixa Econômica Federal, Ana Marina Lourenço Pereira de Almeida, colocava em evidência a preocupação com a situação social dos catadores do “lixão” e dos que trabalhavam na rua, sem, contudo esquecer a dimensão ambiental do tratamento que o município vinha dando ao lixo (AÍMOLA, 2002).

De acordo com Deccache J. P., após a síntese dos dois projetos iniciou-se, em junho de 2000, a formação da cooperativa “Amigos do Lixo”. Tendo assim, como principal objetivo um projeto que visaria a coleta seletiva de lixo com a finalidade de melhorar as condições de trabalho dos catadores e iniciar um processo de participação de toda a comunidade na preservação do meio ambiente. Tendo suas atividades iniciadas com o apoio de vários cidadãos voluntários, dentre eles estudantes, professores e empresários locais.

A EcoMachine já foi apresentada aos consumidores de nossa região através de um questionário online feito pelo Google e obteve resultados satisfatórios e positivos  em relação à ação, pois visa a contribuição na comunidade carente.

  1. Conceito de Sustentabilidade

 Segundo Jaqueline Roberta (2013) do website Sustentabilidade Ambientais, o termo desenvolvimento sustentável foi utilizado pela primeira vez, em 1983, por ocasião da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pela ONU. Presidida pela então primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brudtland, essa comissão propôs que o desenvolvimento econômico fosse integrado à questão ambiental, estabelecendo-se, assim, o conceito de “desenvolvimento sustentável”.

Reinaldo Dias (2015) acrescenta que sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.

3. Sustentabilidade Social e RIO+20

 De acordo com Gisele Silva Barbosa (2008) O termo “desenvolvimento sustentável” surgiu a partir de estudos da Organização das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, como uma resposta para a humanidade perante a crise social e ambiental pela qual o mundo passava a partir da segunda metade do século XX.

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20 é um processo intergovernamental dirigido pelos Estados-Membros das Nações Unidas com a participação plena do Sistema ONU, com a presença de Chefes de Estado e de Governo ou outros representantes a expectativa é de uma Conferência do mais alto nível, sendo que dela resultará a produção de um documento para orientar as políticas públicas de desenvolvimento sustentável.

O objetivo da Conferência é assegurar um comprometimento político renovado para o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes.

5. Composição do preço de venda

 

  • Aluguel vending machine;
  • Bebidas;
  • Impostos (despesa variável);
    • Aluguel da colocação e energia utilizada pela vending machine (despesa variável);
    • Cesto coletor (contentor);
    • Lucro de 10%.

 

5.1. Capacidade de atendimento

A máquina tem capacidade para 540 produtos, que dividimos em:

  • 270 garrafas pet de agua 500 ml
  • 270 caixinhas de sucos “do bem” 200 ml

 5.2. Despesas fixas

  • Aluguel: R$ 550,00
  • Bebidas: R$ 200,00 (agua) + R$ 500,00 (suco) = R$ 700,00
  • Cesto coletor (contentor): R$ 120,00
  • Lucro: 10%

Total: R$ 1370,00+ R$ 400,00 (despesas variáveis)+ 10% = R$ 1947,00

R$ 1947,00 / 540 = R$ 3,61

R$ 3,61 / 2 = R$ 1,81 valor unitário da agua e suco

5.3. Preço de venda da água

Pv= 1,81+0,67+0,10Pv

Pv-0,10 Pv= 2,48

0,90 Pv= 2,48

Pv= 2,48/0,90= R$ 2,76

5.4. Preço de venda do suco

Pv= 1,81+1,85+0,10Pv

Pv-0,10 Pv= 3,66

0,90 Pv= 3,66

Pv= 3,66/0,90= R$ 4,07

6. Logística reversa e meio ambiente

Sabemos que uma empresa, é uma unidade econômica na qual são reunidos e combinados fatores de produção, desenvolvendo uma determinada atividade com o objetivo de lucro.

Em uma empresa temos a operações de entrada (INPUT), um processamento, onde a matéria prima passa por transformações, através da utilização de maquinários e recursos humanos, para que no final do processo possamos ter um produto acabado (OUTPUT) e que este por sua vez seja distribuído ao cliente final através da utilização de um sistema logístico.

Comumente, conhecemos a Logística como ação que visa disponibilizar determinados produtos a seus clientes, no menor espaço de tempo possível.

Na atualidade, com os grandes impactos causados no meio ambiente pelo homem, através de adoção de práticas nocivas, tem-se estimulado por parte das autoridades e iniciativa privada a busca de soluções para o tema.

É crescente o número de indústrias que estão desenvolvendo práticas de Produção Mais Limpa e ações baseadas nos princípios de sustentabilidade. Dentre as diversas ações destaca-se a Logística Reversa, a qual consiste no fluxo reverso, ou seja, o produto volta do cliente para a unidade fabril (empresa), que dará um fim ambientalmente correto.

Em linhas gerais, a Logística Reversa consiste na coleta de embalagens, equipamentos eletrônicos e outros produtos pós-uso, visando o descarte ou reutilização em outros segmentos de atividade industrial.

 

7. Redução de danos ambientais e melhorias econômicas na gestão dos gastos ocorridos nas empresas.

Um conceito de sustentabilidade muito aplicado visando o gerenciamento dos resíduos sólidos é o conceito dos 3 R’s, que tange tanto a área ambiental quanto a econômica e a social. O significado dos 3 R´s é “Reduzir, Reutilizar e Reciclar.”

  • Reduzir: ajuda a acabar com desperdícios e representa o fato de usar e tirar da natureza somente o necessário. Além da diminuição de resíduos e da economia dos recursos naturais, reduzir significa também economia de dinheiro.
  • Reutilizar: é o 2º passo dos 3 R´s e orienta a necessidade de buscar novas utilidades para materiais que supostamente não seriam mais úteis.
  • Reciclar: é a transformação física e química de um produto, ou seja, o formato físico e suas características químicas são alterados para a confecção de um novo produto. Isso elimina a necessidade de extrair novos recursos naturais, usa a matéria-prima que já foi gerada e aumenta a vida útil dos aterros sanitários.

Antes de reciclar, é preciso refletir sobre a necessidade do consumo, respeitando a natureza e os limites das suas necessidades, buscando sempre novas utilidades aos objetos, transformando e mudando para melhor o mundo em que vivemos.

Existem ainda outros conceitos associados ao tema e que estão bastante difundidos no meio empresarial, trazendo resultados igualmente expressivos ao serem implementados. A Logística Reversa associada à gestão de resíduos sólidos, a aplicação de técnicas do programa de Produção mais Limpa e programas de gerenciamento que visam o Resíduo Zero são alguns destes conceitos que apresentam boas soluções.

É possível aplicar estes conceitos e gerar excelentes benefícios para as atividades, sejam econômicos, ambientais ou sociais, exemplificando assim os conceitos de sustentabilidade tão em evidência no meio empresarial.

 O gerenciamento eficaz de resíduos sólidos proporciona benefícios econômicos, uma vez que permite que os materiais recicláveis que possuam valor comercial sejam vendidos nos mercados específicos para cada tipo material. Assim, o resultado financeiro da operação, medido pela diferença entre a receita gerada pela da venda dos materiais e a despesa com movimentação e destinação dos mesmos representa uma fonte de geração de receita muitas vezes bastante significativa para as empresas.

Ao integrar diferentes atores no processo de gerenciamento de resíduos sólidos, criam-se condições de gerar benefícios sociais em várias esferas da sociedade. Desde a geração de emprego e renda aos trabalhadores que estão direta e indiretamente ligados as atividades de prestação de serviços ou indústria de reciclagem, passando por empresas e cooperativas de reciclagem, por programas de educação ambiental, por ONGs e outras organizações que promovem a ética, o desenvolvimento sustentável e a proteção do meio ambiente, todos são beneficiados pela adoção desta medida.

Para um gerenciamento adequado dos resíduos sólidos gerados pelas atividades não existem fórmulas prontas, métodos garantidos, caminho mais fácil ou atalhos para se obter sucesso. O que deve existir é a percepção de todos sobre a relevância e importância do assunto, um ordenamento mínimo da forma de atuação e muita persistência e dedicação na execução daquilo que for proposto.

8. Conclusão

O objetivo desse projeto é incentivar a sociedade a reciclar, evitando ruas sujas e lixos espalhados, para diminuir o entupimento das bocas de lobo e bueiros que causam alagamentos, diminuir a contaminação do solo e proliferação de bactérias.

Constamos também que em decorrência dos impactos ambientais, é fato que todos estão preocupados com o meio ambiente e com o futuro das gerações, fazendo com que as empresas, estados e a população em geral repensem sobre o consumo exagerado. Muitas empresas estão optando por mudar seus processos de produção e de logística para gerar menos resíduos e usar menos matéria-prima, algumas empresas optam pela logística reversa.

Hoje a população é mais consciente, praticando o conceito dos três R’s, descartando lixos em lugares corretos, como por exemplos pilhas, baterias e celulares, onde antigamente eram descartados juntamente com o lixo de casa.

Não somente o Brasil, mas quase todos os países se interessam e participam de conferências que se preocupam com o futuro e a vida do planeta.

Portanto, quando ouvimos falar de sustentabilidade, imediatamente o que vem à cabeça é preservação do meio ambiente. Mas, por trás dessa palavra há um conceito que ultrapassa as “fronteiras do verde” e tem a ver com legado. Ser sustentável é ter características e assumir comportamentos que permitam a permanência de um estilo de vida, de uma comunidade, de uma empresa, de um sistema e do planeta.

Ser sustentável é ter visão de futuro. E essa visão não começa apenas com grandes projetos, mas no cotidiano de cada pessoa e de cada organização. Para ser sustentável é preciso transformar o modo de ver o mundo, percebendo que o que cada um de nós faz tem impacto na vida de diversas pessoas, não só das próximas gerações, mas do presente também.

 

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 GRUPO 2

UNISAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO SALESIANO DE SÃO PAULO

BIANCA COSTA DA SILVA

ELIAS VICENTE DOS SANTOS ESPINDOLA

FERNANDO WILDER DA SILVA

GABRIELA DE CÁSSIA LACERDA DE OLIVEIRA

MICHELE RODRIGUES MENDES DE ANDRADE

RODRIGO SILVA GARCIA

SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS

Pesqueiro Recanto do Cedro

 

LORENA

2017

 

Diante do grande avanço tecnológico e o grande crescimento populacional, o planeta terra vem passando por várias mudanças às quais impactam de forma negativa a vida do ser humano, diante dessa situação surge em tempos recente a necessidade de preocupar-se com a preservação das reservas naturais para que nossas gerações futuras não sofram por consequência das atividades exercidas hoje no presente, ao analisar e verificar a importância dessa prática o grupo acadêmico teve a oportunidade de aplicar seus conhecimentos sobre o assunto em uma empresa que atua no ramo alimentício, conscientizar as pessoas nem sempre é uma tarefa fácil, mas espera-se que de forma clara e objetiva o grupo consiga levar a todos a real necessidade que temos em fazer da sustentabilidade uma grande pilastra de sustento para o futuro do nosso planeta.

 

Palavras-Chave: Crescimento; Planeta; Preservação.

1. INTRODUÇÃO

A sustentabilidade, hoje, é uma das principais preocupações das grandes empresas e indústrias, pois a mídia em geral, tem mostrado por meio de documentários, entrevistas e propagandas, em telejornais ou programas exclusivos, os estragos do aquecimento global e da poluição, além de alternativas a favor do meio ambiente. Na formação escolar, as crianças aprendem desde cedo, os cuidados que devem ter com a natureza e com o meio ambiente, para que possam usufruir de um futuro melhor.

O mercado que não oferecer produtos desenvolvidos com base em uma cadeia sustentável perderá fôlego. A legislação tem mudado os parâmetros de produção e a fiscalização tem sido implacável contra a má utilização dos recursos naturais.

O presente trabalho tem como proposta implantar atividades sustentáveis, na empresa Pesqueiro Recanto do Cedro, com o objetivo de introduzir o conceito de sustentabilidade para os proprietários e colaboradores afim de que a prática sustentável aperfeiçoe o reaproveitamento e complemente a receita da empresa.

O Pesqueiro Recanto do Cedro é uma empresa familiar situada no município de Silveiras / SP, composta por uma equipe de 09 integrantes, entre proprietários e colaboradores; que visam proporcionar ao público momentos de lazer e interatividade com a natureza através de sua estrutura e produtos de consumo, neste contexto, buscou-se enfatizar a necessidade de práticas sustentáveis em seu processo diário, a fim de evitar desperdícios e inserir na sociedade de forma simples e objetiva os resultados positivos que a sustentabilidade nos trás.

  1. SUSTENTABILIDADE

Oxigênio, água e alimentos, esses são os principais elementos que nos mantêm vivos, e é o que caracteriza a Terra como sendo um planeta habitável.

Embora a Terra possua uma biodiversidade inimaginável e uma incrível abundância de elementos naturais, a humanidade passa por graves problemas socioambientais. A relação entre o homem e o meio ambiente provavelmente nunca esteve tão crítica. (ALBUQUERQUE, 2007)

Dessa crescente desordem nasceram então os pensamentos voltados para um desenvolvimento sustentável, chamado simplesmente como sustentabilidade, que prega e busca um continuo desenvolvimento cientifico e tecnológico que não coloque em risco a sustentabilidade do planeta.

TORRESI et al. (2010) diz que o termo desenvolvimento sustentável abriga um conjunto de paradigmas para o uso dos recursos que visam atender as necessidades humanas. Este termo foi cunhado em 1987 no Relatório Brundtland da Organização das Nações Unidas que estabeleceu que desenvolvimento sustentável, seja o desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades”.

Visando esses pensamentos nasceu a necessidade da introdução dos conceitos de sustentabilidade no âmbito empresarial, ou seja, introduzir esse conceito na administração das mais diversas empresas, tentando fazer com que o conceito seja praticado, ou ao menos que ocorra um planejamento que vise uma produção mais sustentável.

Dessa maneira foi criado um conjunto de normas da ISO (InternationalOrganization for Standardization), sendo a mais conhecida ABNT NBR ISO 14000, de maneira a auxiliar as administrações empresariais em sua busca por sustentabilidade, criando então um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) que usa como diretriz as normas ISO para Auditorias Ambientais, Avaliação do Desempenho Ambiental, Rotulagem Ambiental e Análise do Ciclo de Vida dos Produtos. Ou seja, especifica os requisitos relativos a um sistema de gestão ambiental, de modo a permitir que a organização formule políticas e objetivos que levem em conta os requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais significativos. (SOLEDADE, et al. 2007)

As ISOs como forma de incentivo premia as empresas com um “Selo” que tende a tornar esta como “bem vista” entre a população, por possuir práticas que levam a sustentabilidade. Na administração empresarial a conquista desse “Selo” traz um ganho econômico, de maneira que a busca por sustentabilidade se torna vantajosa.

Dessa forma, se incentiva no meio empresarial a busca por ferramentas, projetos e tecnologias que preguem a sustentabilidade, ou que de alguma forma auxiliem. Ou seja, o proprietário de uma empresa deve se preocupar não somente com a produção bruta, mas sim em reverter à poluição causada pela sua produção, de maneira a não afetar o futuro da humanidade.

Buscando em sua administração todas e quaisquer ferramentas, tais como projetos de reuso, reciclagem, replantio, descarte correto, diminuição de perda de matéria, sistemas de captação de poluentes, tratamentos de efluentes, tratamento de resíduos, entre outros.

Sendo assim, encontramo-nos em um mundo completamente diferente de anos atrás, o processo desenfreado da globalização fez com que as autoridades mundiais se posicionassem a respeito do uso limitado sobre os recursos naturais e seu descarte irregular. Mas o sistema capitalista que vivenciamos impõe métodos que atendam apenas as necessidades de consumo visando lucro.

Acreditamos que o capitalismo gera um círculo vicioso no qual o lucro cada vez mais se faz necessário, que difere dos projetos sustentáveis que visam o bom uso dos recursos naturais e a preocupação com gerações futuras para suprir suas necessidades.

Embora o consumo seja inevitável, além de ser importante para a cadeia produtiva do país e do mundo, vale lembrar que se deve pensar no ciclo de vida do produto, desde sua produção até o descarte da matéria-prima. Assim, é fundamental conhecer como os produtos são fabricados, usados, trocados ou deixados no ambiente, e quais as alternativas para retardar o descarte desses materiais e produtos.

 

Com base nas informações de pesquisa o grupo interdisciplinar obteve clareza no que diz respeito à sustentabilidade, observando o avanço que essa prática obteve ao longo dos anos, impactando de forma positiva em atividades nas organizações.

  1. PESQUEIRO RECANTO DO CEDRO

O Pesqueiro Recanto do Cedro é uma empresa familiar situada no município de Silveiras /SP subscrito no CNPJ: 24.561.556/0001-15 atende o público de várias faixas etárias e diferentes cidades.

Seu ramo de atuação se dá no setor alimentício e entretenimento (pescaria), seu funcionamento de atendimento ao público ocorre aos finais de semana e feriados nacionais, atendendo em média 60 a 100 pessoas por fim de semana.

O grupo interdisciplinar pretende desenvolver, com base nas orientações do corpo docente e o aprendizado acadêmico, sugestões que visem à iniciativa sustentável da empresa; com intuito de orientar e adicionar conceitos sobre sustentabilidade que levem aos gestores uma nova visão sobre a lucratividade que a empresa pode adquirir com a preocupação do impacto ambiental.

O objetivo principal do projeto interdisciplinar é desenvolver prática sustentável e através do reaproveitamento de óleo alimentício a produção de sabão artesanal, assim agregar valor a geração de receita, também à reutilização de dejetos alimentícios e sua transformação em substrato para plantio de hortaliças, reduzindo custos, buscando lucratividade e com isso minimizar o desperdício.

  1. PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

Baseado nos conceitos adquiridos em sala de aula sobre teoria da Psicologia Organizacional buscou a percepção das pessoas em relação à sustentabilidade, o grupo interdisciplinar através de um questionário composto por 05 (cinco) questões com o tema de Sustentabilidade nas Empresas, afim de que tivéssemos a compreensão dos integrantes da empresa sobre o entendimento da sustentabilidade.

Foram entrevistadas 05 (cinco) pessoas, com faixa etária de 33 a 72 anos, das quais obtivemos resultados da pesquisa em anexo.

Todos os entrevistados concordaram com o processo de instauração de sustentabilidade na empresa, acreditam serem viáveis as sugestões apresentadas pelo grupo interdisciplinar.

As pessoas quando olharem para a organização não irá enxergá-la apenas como uma organização qualquer, mas irá enxergá-la com outros olhos sendo ela uma organização que pensa no meio ambiente e que realiza atividade que pratica gestos positivos e solidários ao meio ambiente”.

(Terezinha Costa Lacerda, proprietária).

As sugestões, segundo a proprietária, auxiliam a mudança de comportamento não apenas dos colaboradores, mas também da clientela, que terá uma nova visão sobre a empresa.

Conseguimos realizar em um dia pesquisas com os funcionários da empresa, e notamos que todos têm uma percepção aguçada no que tange o termo sustentabilidade, foram unânimes em reconhecer o exercício dessa prática não somente no âmbito empresarial, mas, também no cotidiano de suas vidas.

Através dos resultados obtidos, o grupo prosseguiu suas pesquisas dentro da empresa, para buscar mais informações e conteúdos importantes para a realização do presente trabalho.

 

  1. SABÃO SUSTENTÁVEL

Elaboramos um produto sustentável através de reutilização de óleo alimentício, com baixo custo de fabricação uma vez que a matéria prima é oriunda do reaproveitamento, a receita caseira passada de geração dentre os membros da família, servirão de incentivo para o aumento da receita da empresa.

Os custos de fabricação com produtos químicos que darão estrutura ao sabão sustentável ao óleo reaproveitado foram aromatizantes, base para sabão e recipientes de manuseio que totalizaram um custo de R$ 36,90.

São utilizados 15 litros de óleo alimentício por semana do qual serão destinados para base do sabão sustentável que se destina ao uso de higienização de produtos como roupa, calçados e utensílios domésticos, não sendo próprio para o consumo humano.

Semanalmente são desperdiçados em torno de 30 kg de dejetos alimentícios que serão reaproveitados para a fabricação do substrato para plantio.

Ao substrato serão replantadas mudas de hortaliças e ofertadas ao cliente como gratificação, desde que este se proponha a evitar o desperdício durante a consumação em sua estadia no pesqueiro, assim instaurando a consciência sustentável.

Financeiramente é viável a prática sustentável, pois com ela minimizamos os gastos e tudo que antes não era aproveitado, será reciclado, o óleo utilizado transformado em sabão sustentável que aperfeiçoará a receita e o substrato utilizado para plantio reduzindo custos e garantindo qualidade aos produtos orgânicos do próprio restaurante.

De imediato não será realizada a formulação do preço do sabão sustentável, pois estamos em trâmites de pesquisas no mercado para assim elaborarmos um preço digno do custo que a empresa terá na fabricação do sabão, realizando essa proposta de trabalho juntos com os proprietários os mesmos, se prontificaram junto ao grupo interdisciplinar a rever a cultura da empresa e gradativamente colocar em prática as técnicas de sustentabilidades.

Eles acreditam que com o grande número de pessoas que frequentam o ambiente é possível mostrar a todos a importância dessa prática para manutenção do nosso planeta, se cada um contribuir com uma, pequena atitude certa, que as coisas podem estacionar no que está ou progredirem dia após dias com a conscientização das pessoas.

 

  1.  HORTA SUSTENTÁVEL

Após pesquisas realizadas encontramos um método muito eficiente que contribui de forma positiva para a prática da sustentabilidade, a agricultura orgânica tem sido ponto de vários estudos, ao qual mostra que sua prática pode garantir alimentação para a população mundial.

Embasado nessas afirmações o grupo acadêmico, verificou que no terreno do Pesqueiro Recanto do Cedro existe uma grande área a qual pode ser ocupada com plantações de hortaliças e gerar verduras e legumes para a própria empresa reduzindo assim seus custos e contribuindo com o meio ambiente fazendo a extinção do uso de agrotóxicos que são principais causadores de contaminações ambientais.

Foi proposta a criação de um pequeno cultivo de hortaliças utilizando o substrato que o próprio grupo utilizando conhecimentos de um dos seus integrantes desenvolveu.

No intuito de aproveitar o lixo orgânico da melhor forma possível, o grupo elaborou um processo para transformar esse lixo em adubo ou substrato para o plantio de hortaliças.

Esse processo se dividiu em três etapas as quais denominamos etapa A, etapa B, etapa C as quais serão realizadas gradativamente.

Etapa A, separa-se todo o lixo orgânico produzido.

Etapa B se faz uma mistura com 10 kg de lixo orgânico, para cada 5 kg de terra estercada, matéria prima essa que podemos encontrar em áreas rurais, após essa mistura é alocada em um lugar apropriado para sofrer um descanso de um á dois meses, quanto maior o descanso melhor resultado iremos obter, esse substrato tem que ser regado com água diariamente para que através desse processo adquira uma maior concentração de fungos que é algo muito importante para o solo.

Etapa C, após o tempo necessário o aplicamos já enriquecido de nutrientes no solo, e semeamos as sementes de hortaliças, os resultados são surpreendentes, dentro de poucos dias teremos um produto 100% orgânico e natural, para o pesqueiro Recanto do cedo essa ideia foi muito útil e já foi aplicada.

  1. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O grupo acadêmico através da elaboração do projeto interdisciplinar tinha como objetivo adquirir uma ferramenta que pudesse contribuir para o crescimento de uma empresa que obtenha lucro e demonstre a preocupação com o impacto ambiental causado pela má utilização dos recursos naturais.

Através de pesquisas realizadas para o entendimento sobre sustentabilidade, compreendemos fazer parte de um todo e que devemos preservar o ambiente que vivemos para que gerações futuras possam ser beneficiadas, a análise de lucro deve se basear não apenas no monetarismo e sim nas oportunidades que o sistema capitalista promove.

Após todas as pesquisas realizadas, o grupo ainda percebeu que falta muito para termos uma sociedade que coloque em primeiro plano a prática da sustentabilidade, grandes avanços foram realizados em prol dessa questão tão importante, mas muito trabalho ainda tem a se fazer, o trabalho proposto trouxe a todos os envolvidos um amplo conhecimento, de que estamos inseridos num planeta que dia e noite clama por socorro e se não nos movermos a seu favor aqueles que ainda estão por vir pagarão pelas nossas negligencias atuais.

Não existe mais tempo para ficarmos acomodados e dizer que nada está acontecendo em nosso planeta, uma pequena atitude consciente hoje resultará a favor do ecossistema no porvir.

Destarte queremos melhorar a cada dia que passa e fazer do nosso planeta terra um lugar agradável de viver, em busca dessa melhora o grupo através deste trabalho colocou em prática tudo o que aprendeu como futuros gestores, entendendo que compete a nós optar em ficar onde estamos, ou saltar para o sucesso deste planeta.

APÊNDICE A – Questionário 1

1.1

Nome:Edna Monteiro, 33 anos.

Profissão: serviços gerais

Escolaridade: ensino médio completo

Questão 1.

“Sustentabilidade”: É toda ação que praticamos no meio ambiente, sem que comprometa o futuro.

“Sustentabilidade nas Organizações”: Manter a produção ativa, de maneira que não prejudique o meio ambiente.

Questão 2.

R: Buscar caminhos alternativos para a produção, com o objetivo de minimizar os impactos ambientais.

Questão 3.

R: As empresas que aponham a sustentabilidade nas organizações podem ter grandes destaques no meio empresarial e ser reconhecida positivamente por todos.

Questão 4.

R: A partir do momento que investimos na sustentabilidade, já é uma maneira de aumentar a lucratividade da empresa, mais para que dê certo é preciso que seja bem elaborado, administrado e contabilizado.

Questão 5.

R: Apresentar sempre os resultados gerados com o uso das atividades sustentáveis para todos os colaboradores, a fim de reforçar a importância da sustentabilidade dentro da organização.

1.2

Nome: Fabiano Barbosa de Oliveira, 43 anos.

Profissão: gerente

Escolaridade: Ensino Fundamental incompleto

Questão 1.

“Sustentabilidade”: São as ações que nós seres humanos realizamos para ajudar o planeta .

“Sustentabilidade nas Organizações”: Realizar as atividades no ambiente de trabalho, mais ao mesmo tempo saber economizar, reciclar e reutilizar os produtos.

Questão 2.

R: Ambos têm que saber lidar e reciclar todos os tipos de produtos e materiais que são utilizados nas organizações e com isso reduzir a produção de lixos que serão descartados no ambiente.

Questão 3.

R: Acredito que a partir do momento em que utilizamos a sustentabilidade no ambiente de trabalho e por meio dela criamos mecanismo que realizam o reaproveitamento irá obter á redução do custo, porque irá diminuir o desperdício do material utilizado na produção.

Questão 4.

R: Acredito que tudo que investimosde maneira correta, podemos obter lucro, mais deve sempre manter a qualidade de seu produto, para que ele se mantenha sempre nesta escala.

Questão 5.

R: Em relação à sustentabilidade, podemos notar que os desmatamentos em grande parte nas áreas vegetativas veem sendo grandes problemas para o meio ambiente por isso acreditam que plantação de árvores deveria ocorrer sempre e todos os territórios.

1.3

Nome: Leandra Paula Costa Lacerda, 42 anos.

Profissão: cozinheira

Escolaridade: Ensino superior completo

Questão 1.

“Sustentabilidade”: É uma atitude positiva que todos os seres humanos devem praticar com o objetivo de corrigir os danos causados no planeta.

“Sustentabilidade nas Organizações”: Embora em algumas organizações haja o uso exagerado de certos materiais na produção, é necessário saber manusear suas “sobras” e os resíduos antes de ser exposto ao meio ambiente.

Questão 2.

R: Seria a reciclarem de embalagens, reutilização de produtos utilizados na produção, economizar no uso de energias elétricas e o consumo de água.

Questão 3.

R: A partir do momento em que aderimos as práticas sustentáveis dentro das organizações, as chances de ser punidos e penalizados serão minimizado, pois estão contribuindo para a melhoria do ambiente.

Questão 4.

R: A sustentabilidade pode ser uma ação prática, simples e barata para realizar na organizaçãoe com o desenvolvimento poderá visualizar um aumento significativo na lucratividade.

Questão 5.

R: Mesmo com toda a informação presente no dia a dia, pode-se notar que o descarte de produtos ocorre de forma incorreta, por isso devem reforçar a separação dos lixos de acordo com sua característica e ser descartado de forma correta, em alguns casos realizar a reciclagem.

1.4

Nome: Rosimara Aparecida Costa Lacerda de Oliveira, 46 anos

Profissão: recepcionista

Escolaridade: Ensino superior completo

Questão 1.

“Sustentabilidade”: Uma prática colaborativa que realizamos hoje com o intuito de fazer com que o planeta não se acabe de maneira drástica.

“Sustentabilidade nas Organizações”: As organizações tem que saber trabalhar junto a sustentabilidade, porque de certa forma elas precisam do meio ambiente para se manter no mercado e por esse motivo tem que realizar ações que reverta esta situação, como por exemplo a implantação de projetos sustentáveis.

Questão 2.

R: Criar ferramentas que estimulem a sustentabilidade dentro das organizações e que os colaboradores levem este aprendizado para o ambiente externo e em seu dia a dia.

Questão 3.

R: Temos como beneficio com a implantação da sustentabilidade de acreditar que as futuras gerações poderão usufruir de tudo que há de melhor no meio ambiente e com isso melhorar a condição de vida e bem-estar da população.

Questão 4.

R: Em relação à sustentabilidade se realizar o reaproveitamento e reciclagem de todo ou quase todo o material utilizado para a elaboração e produção de um produto, de certa forma será possível obter lucro.

Questão 5.

R: Como em todas as organizações é possível notar que a energia elétrica é um dos fatores que se faz presente em grande escala de consumo, esta organização pode optar por fontes de energias alternativas, como as energias solares através de um painel solar.

1.5

 Nome: Terezinha Costa Lacerda, 72 anos.

Proprietária da Empresa

Escolaridade: Ensino médio completo

Questão 1.

“Sustentabilidade”: A sustentabilidade é uma forma de ajudar o planeta a se reerguer e se manter firme para novas gerações futuras, na sustentabilidade também pode estar presente os fatores econômicos.

“Sustentabilidade nas Organizações”: A sustentabilidade nas organizações é uma maneira de mostrar que eles também se preocupam com o meio ambiente e dessa maneira realizar ações que poderão de certa forma minimizar parte dos danos causados no ambiente.

Questão 2.

R: As organizações devem preservar o meio ambiente e não apenas tirar proveito dele, uma das práticas positivas seria plantação árvores, economizar água, economizar energia elétrica, ter um descarte correto dos lixos.

Questão 3.

R: As pessoas quando olharem para a organização não irá enxerga-la apenas como uma organização qualquer, mais irá enxerga-la com outros olhos sendo ela uma organização que pensa no meio ambientee que realiza atividade que pratica gestos positivos e solidários ao ambiente.

Questão 4.

R: A lucratividade pode ser analisada em um pequeno gesto.

Se uma empresa que utiliza muita água para a lavagem de um produto que não apresenta características de contaminação, esta poderá passar pelo processo de reutilização nos setores sanitários e assim diminuir o custo com uso de água e diminuirá o consumo e assim obter nova fonte de lucro.

Questão 5.

R: Podemos observar que nas organizações há um uso excessivo de produtos descartáveis, dessa forma poderia ocorrer a diminuição desses produtos e assim evitar novas gerações de lixos.

4ª Formação do Consórcio STHEM no UNISAL Lorena registra ações de sustentabilidade

STHEM MANHA- SEGUNDO DIA (9)foto menor

150 professores reunidos no UNISAL entre os dias 22 de 26 de maio de 2017 para a realização da 4ª Formação do Consórcio STHEM Brasil. Eles vieram de 47 instituições de ensino de 12 estados brasileiros. Dentre eles, docentes do UNISAL. O objetivo é aprender mais sobre inovação acadêmica.

Além dos flagrantes de educadores concentrados,  também foram registrados os momentos de descontração. O professor Bruno  Vidal, por exemplo, fez uso de sua caneca reciclável doada pelo UNISAL durante os dias de evento. Com essa atitude, ele evitou o uso de copos plásticos.

Bruno foi acompanhado por outros docentes do UNISAL também.

Leandro Costa, Humberto Felipe e Cleginaldo Carvalho são apenas alguns exemplos que citamos. Além daqueles que optaram pela garrafinha para evitar o uso de copo plástico.

O Consórcio STHEM também promoveu outra ação sustentável. A chamada “Carona Solidária” entre os participantes também é destaque aqui no Blog do Plano Institucional de Sustentabilidade.

Parabéns a todos!

Congresso do Planeta Verde terá Professora do UNISAL entre os palestrantes

Evento é considerado o principal na área ambiental na América Latina

O 22º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental, que será realizado em junho, em São Paulo, terá como um dos palestrantes a Professora do UNISAL, Patrícia Bianchi. 

patricia bianchi lancamento livro livraria cultura (1)

 A docente coordena o Núcleo de Direito Ambiental do UNISAL Lorena, além de ministrar aulas no Curso de Mestrado em Direito do UNISAL Lorena. A participação dela no encontro leva o nome do UNISAL para uma expansão ainda maior em termos de sustentabilidade do meio ambiente, um dos intuitos do Núcleo e também do PIS- Plano Institucional de Sustentabilidade do UNISAL Lorena.

O evento, promovido pelo Instituto O Direito por Um Planeta Verde, vai abordar o tema “Direito e Sustentabilidade na Era do Antropoceno: Retrocesso Ambiental, Balanço e Perspectivas”.

Além do Congresso Brasileiro, também acontecerá o 12º Congresso de Direito Ambiental das Línguas Portuguesa e Espanhola, o 12º Congresso de Estudantes de Direito Ambiental (Graduação e Pós Graduação) e o VI Prêmio José Bonifácio de Andrada e Silva.

CONGRESSO PLANETA VERDE- JUNHO- PATRICIA BIANCHI

O 22º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental é considerado o principal Congresso na área ambiental da América Latina.

“Muita nomes de peso estarão neste encontro, estou muito feliz, pois vou proferir uma palestra no mesmo painel do Henry Aceslrad, professor Titular do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Veja um recorte da programação!

 09h30 – 12h (Auditório São Paulo): Painel VI (simultâneo): Justiça ambiental, retrocessos e perspectivas

Presidente de Mesa: A definir

  1. Henry Acelsard (UFRJ)
  2. Guilherme Purvin (IBAP, PUCRIO – RJ, PUCSP – SP)
  3. Eliane Moreira (MPPA, UFPA – PA)
  4. Patrícia Bianchi (UNISAL – SP)

 Confira todas as informações pelo site:http://congresso.planetaverde.org/

Artigo: Bacia Hidrográfica Tabuão ou Lorena: Mudança de visão

Por Euni Vieira

Um dos temas mais discutidos nos últimos tempos é a água. Isto se dá devido a vários fatores, dentre eles, as mudanças climáticas que causam impactos no país e no mundo, como o aquecimento global, a seca em alguns lugares e excesso de chuvas em outros, favorecendo a maior crise do século XXI, a escassez da água.

Cientistas afirmam que a forma como o homem usa e ocupa o solo, ao longo do processo histórico, vem determinando alterações significativas no ambiente.

No Brasil, ao longo dos 500 anos, passamos por vários processos  de uso e de ocupação do solo: derrubada do pau- brasil, produções de cana de açúcar, café, carvão, leite, carne bovina, cereais, eucaliptos e construções de prédios residenciais.

A ONU (2016) declara que metade da força de trabalho mundial está empregada em oito setores dependentes de recursos hídricos e naturais: agricultura, silvicultura, pesca, energia, manufatura com uso intensivo de recursos, reciclagem, construção e transporte.

Considerado o mais importante recurso natural mundial, no qual dependem todas as espécies de vida, muitos se perguntam: será que a água irá acabar? Estudos afirmam que a água que utilizamos é a mesma desde a época dos dinossauros, sendo assim, ela não irá acabar, entretanto, teremos dificuldades em acessá-la.

 A redução da disponibilidade de água irá intensificar ainda mais a disputa pela água por seus usuários, incluindo a agricultura, a manutenção de ecossistemas, assentamentos humanos, a indústria e a produção de energia. Isso afetará os recursos hídricos regionais, a segurança energética e alimentar, e potencialmente a segurança geopolítica, provocando migrações em várias escalas. Neste contexto, faz-se necessário compreender os processos de produção, conservação e gestão das bacias hidrográficas.(CONNOR E PAQUIN, 2016, p. 04)

 Entretanto, o que sabemos sobre bacias hidrográficas?

 De acordo com os Cadernos de Educação Ambiental, Recursos Hídricos, publicado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo, bacia hidrográfica (BH) é: o conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes. A área da bacia hidrográfica é delimitada das cabeceiras ao ponto de saída da água (exutório). As chuvas e os fluxos subterrâneos são as entradas de água na bacia. A evaporação, a transpiração das plantas e animais e o escoamento das águas superficiais e subterrâneas são as saídas. Nas bacias hidrográficas a água escoa normalmente dos pontos mais altos para os mais baixos. A área de drenagem, calculada em quilômetros quadrados (km²), a extensão do rio principal em quilômetros (km) e sua declividade e a declividade do terreno caracterizam cada bacia hidrográfica. A vazão é expressa de modo geral, em metros cúbicos por segundo (m³/s) ou em litros por segundo (L/s). (SÃO PAULO, 2014, p. 16)

A definição acima, nos apresenta três elementos importantes para constituir uma bacia hidrográfica: o ciclo da água, o relevo e o uso e a ocupação do solo.

 O ciclo da água cumpre o seu papel quando realiza o processo de precipitação, infiltração e evaporação e condensação da água, formando os lençois freáticos, nascentes, rios e lagos (superficiais e voadores) de uma bacia hidrográfica.

 Os rios voadores são “cursos de água atmosféricos”,  formados por massas de ar carregadas de vapor de água, muitas vezes acompanhados por nuvens, e são propelidos pelos ventos. Essas correntes de ar invisíveis passam em cima das nossas cabeças carregando umidade da Bacia Amazônica para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. (BRASIL, 2013)

 O termo “rios voadores” foi popularizado pelo prof. José Marengo do CPTEC- Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

 Já o relevo, devido à inclinação do solo, é que determina o caminho das águas, fazendo nascentes, córregos, riachos, ribeirões, desaguarem no mesmo ribeirão ou rio, nomeando a bacia.

O uso e a ocupação do solo, conforme já tratado, inicialmente, tudo o que o homem realiza no ambiente, traz consequências para ele. Ou melhor, toda ação sobre o solo, interfere na quantidade e qualidade da água.

 As principais bacias hidrográficas brasileiras são as do rio Amazonas; Tocantins-Araguaia; Paraguai; Paraná; São Francisco; Parnaíba; Atlântico Nordeste Ocidental; Nordeste Oriental; Atlântico Leste; Atlântico Sudeste; Atlântico Sul e Uruguai. A bacia hidrográfica do Rio Paraíba é uma das principais do Atlântico Sudeste.

 No Vale do Paraíba, a principal bacia hidrográfica é a do Rio Paraíba do Sul, que banha o município de Lorena, num curso de 16 km e cuja largura média é de 100 metros. (SÃO PAULO-LORENA, 2007)

 A bacia hidrográfica é composta por várias microbacias. De acordo com Faustino (1996 apud TEODORO el al, 2007)  a microbacia possui toda sua área com drenagem direta ao curso principal de uma sub-bacia, várias microbacias formam uma sub-bacia, sendo a área de uma microbacia inferior a 100 km2.

 No município de Lorena, o Rio Paraíba do Sul possui vários afluentes e microbacias:

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Seus afluentes da margem direita são: Ribeirão São João, Córrego Farroupilha, Ribeirão Tabuão, Córrego Quatinga e Córrego dos Panos. Na margem esquerda são os seguintes: Córrego da Fazenda do Porto do Meira, Ribeirão da Posse (Macacos), Ribeirão da Limeira, Córrego do Campinho e Córrego Fazenda Vista Alegre. (SÃO PAULO-LORENA, 2007)

 A microbacia  hidrográfica do Tabuão ou Lorena é uma das mais importantes, embora sua ocupação seja predominantemente rural, abriga a área urbana do município. O UNISAL está localizado nesta microbacia.  Suas nascentes ficam na área rural, na Serra Quebra Cangalha, no bairro Pedroso, na Fazenda Santa Edwiges, há 1239 m de altitude, divisa com o município de Cunha e possui dois afluentes principais, o córrego Três Barras e o ribeirão São Francisco. (SILVA, 2004). Possui uma represa de contenção das águas de chuva, onde se localiza o Parque Ecológico Tabuão.

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Fonte: Instituto OIKOS de Agroecologia/ UNISAL/INPE, 2006.

Conforme a Lei Nº 9.433, de 8 de Janeiro de 1997, que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, a água é um bem de domínio público, essencial à sadia qualidade de vida, e de acordo com o Artigo 225 da Constituição Brasileira, a garantia do seu uso, impõe ao poder público e à coletividade o dever de defendê-la e preservá-la.

 A melhor forma de defendê-la e preservá-la é o gerenciamento das bacias hidrográficas, conforme determina a Política Nacional de Recursos Hídricos, em que  poder público e coletividade têm papéis fundamentais, de um lado, conhecimento técnico, recursos financeiros, planejamento, fiscalização e, de outro,  educação e cuidado.

Precisamos mudar nossas atitudes, deixando a visão extrativista no uso dos bens naturais, para uma visão integrada de vida e ambiente!

 Referências:

 AQUINO. Celina. Retirada da cobertura vegetal do solo contribui para reduzir mais a água nas torneiras. UAI.EM.COM.BR 2015.  Disponível: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2015/03/02/interna_tecnologia,623045/o-fantasma-da-desertificacao.shtml Acesso: 11 abril 2017.

 BRASIL. LEI Nº 9.433, de 8 de JANEIRO de 1997. Política Nacional de Recursos Hídricos. Disponível em:  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9433.htm Acesso: 11 abril 2017.

COMITÊ DE INTEGRAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL. Mapa da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Disponível em: http://www.ceivap.org.br/orgbacia.php. Acesso em 20 de abril 2017.

CONNOR, Richard e PAQUIN, Marc. Água e Emprego. Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2016. WWAP e UNESCO. 2016.

 EXPEDIÇÃO RIOS VOADORES. Governo Federal. 2013. Disponível em: http://riosvoadores.com.br/o-projeto/fenomeno-dos-rios-voadores/ Acesso: 11 abril 2017.

 INSTITUTO OIKOS DE AGROECOLOGIA. Planejamento para gestão participativa do uso dos recursos naturais da bacia do ribeirão dos macacos, tributária do paraíba do sul, são paulo. Relatório de atividades. Período: 01 Dezembro 2005 a 28 Fevereiro /2006. Lorena: Agroecologia, CEIVAP, 2006 in SILVA, Euni Vieira e Silva. Dissertação de Mestrado. A construção do conceito de bacia hidrográfica por alunos do ensino fundamental: uma proposta sociointeracionista para o ensino de ciências, 2016. 132 f. Dissertação (Mestrado em Projetos Educacionais em Ciências)- Universidade de São Paulo. Lorena. 2016.

 INSTITUTO OIKOS DE AGROECOLOGIA/ UNISAL/ INPE. Bacias Hidrográficas e Educação. Curso de Capacitação de Professores da rede municipal de ensino de Lorena, 2006.

 SÃO PAULO-LORENA. Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Lorena. Consórcio Plan San 123. 2007.

 SÃO PAULO. Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Cadernos de Educação Ambiental: Recursos Hídricos. Secretaria Estadual de Meio Ambiente, São Paulo, 2014.

TEODORO, Valter Luiz Lost  et al. O Conceito de Bacia Hidrográfica e a Importância da Caracterização Morfométrica para o Entendimento da Dinâmica Ambiental Local. REVISTA UNIARA, n.20, 2007. Disponível em: http://www.uniara.com.br/legado/revistauniara/pdf/20/RevUniara20_11.pdf. Acesso: 11 abril 2017.

 

SILVA, Euni Vieira et al. Expedição ao Ribeirão Tabuão ou Lorena. UNISAL, CBH PARAÍBA DO SUL, PROGAIA (Promotora de Grupos de Apoio à Interação Ambiental). Lorena, 2004.


Exposição “Amazônia Legal: Desenvolvimento ou Degradação” no UNISAL

???????????????????????????????Exposição é organizada por Alunos do Curso de Direito do Projeto Casoteca

A Amazônia invadiu o UNISAL Lorena (SP). Um trabalho dos Alunos do Curso de Direito é o resultado de uma Exposição que segue aberta à visitação na Biblioteca Ativa do UNISAL, de 24/04 a 06/05/17.

Intitulada “Amazônia Legal: Desenvolvimento ou Degradação” é organizada por Alunos dentro do Projeto Casoteca. A ideia de abordar o tema que trate do desmatamento da Amazônia surgiu da crescente expansão da agropecuária em solo rico em flora, fauna, água, cultura e tudo o que é capaz de gerar uma vida em um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Motivados pelo Projeto Casoteca, do Curso de Direito do UNISAL Lorena, é abordado um estudo de caso sobre o tema, em que se percebe o desencadear de inúmeros outros problemas. O objetivo do grupo, ao desenvolver o Projeto, é a conscientização da população dando ênfase àqueles que estão na universidade e podem contribuir com a preservação da Amazônia.

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 A exposição busca apoio no material desenvolvido pela Igreja e nos dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o INPE, que realiza inúmeras pesquisas e monitoramentos na Região Amazônica.

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Informações sobre a cultura indígena e mudas de espécies de árvores nativas da Região também são abordadas na exposição.

Alunos responsáveis: Ana Beatriz Rocha Vidinha, Drielly Faria Vasquez, Luiza Claudia Faria dos Santos, Lais Caroline Monteiro, Luiz Gustavo dos Santos, Maria Clara do Nascimento e Rafael Diovani Lima Tereza. 

Acesse http://unisal.br/eventos/biblioteca-ativa-abril2017/ e saiba mais.

 

UNISAL recolhe lixo eletrônico e elétrico e dá o destino correto

Comunicamos a todos que há um local correto para o descarte de lixo eletrônico no UNISAL Lorena.

Todos os produtos eletrônicos e elétricos podem ser entregues no Laboratório das Engenharias no UNISAL, que fica no prédio Padre Mario Bonatti.

Os produtos podem ser entregues das 9h às 20h, de segunda a sexta-feira.

O material recebido é encaminhado a uma empresa especializada de Cachoeira Paulista, que retira os produtos no UNISAL sempre que há uma demanda grande.

Os materiais que podem ser descartados são todos aqueles que se encaixam no nicho eletrônico (televisor, celular, computadores, impressora). Também podem ser descartados aparelhos elétricos (torradeira, batedeira, liquidificador, pilha, baterias).

Em caso de dúvidas, basta enviar um e-mail para labmb@lo.unisal.br, aos cuidados de Diogo Andrade ou Fagner Santos.

Não descarte equipamentos eletrônicos e elétricos. Seja responsável!

O UNISAL conta com um Plano Institucional de Sustentabilidade.

O Laboratório das Engenharias transforma o que é considerado lixo em conhecimento.