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Congresso do Planeta Verde terá Professora do UNISAL entre os palestrantes

Evento é considerado o principal na área ambiental na América Latina

O 22º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental, que será realizado em junho, em São Paulo, terá como um dos palestrantes a Professora do UNISAL, Patrícia Bianchi. 

patricia bianchi lancamento livro livraria cultura (1)

 A docente coordena o Núcleo de Direito Ambiental do UNISAL Lorena, além de ministrar aulas no Curso de Mestrado em Direito do UNISAL Lorena. A participação dela no encontro leva o nome do UNISAL para uma expansão ainda maior em termos de sustentabilidade do meio ambiente, um dos intuitos do Núcleo e também do PIS- Plano Institucional de Sustentabilidade do UNISAL Lorena.

O evento, promovido pelo Instituto O Direito por Um Planeta Verde, vai abordar o tema “Direito e Sustentabilidade na Era do Antropoceno: Retrocesso Ambiental, Balanço e Perspectivas”.

Além do Congresso Brasileiro, também acontecerá o 12º Congresso de Direito Ambiental das Línguas Portuguesa e Espanhola, o 12º Congresso de Estudantes de Direito Ambiental (Graduação e Pós Graduação) e o VI Prêmio José Bonifácio de Andrada e Silva.

CONGRESSO PLANETA VERDE- JUNHO- PATRICIA BIANCHI

O 22º Congresso Brasileiro de Direito Ambiental é considerado o principal Congresso na área ambiental da América Latina.

“Muita nomes de peso estarão neste encontro, estou muito feliz, pois vou proferir uma palestra no mesmo painel do Henry Aceslrad, professor Titular do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Veja um recorte da programação!

 09h30 – 12h (Auditório São Paulo): Painel VI (simultâneo): Justiça ambiental, retrocessos e perspectivas

Presidente de Mesa: A definir

  1. Henry Acelsard (UFRJ)
  2. Guilherme Purvin (IBAP, PUCRIO – RJ, PUCSP – SP)
  3. Eliane Moreira (MPPA, UFPA – PA)
  4. Patrícia Bianchi (UNISAL – SP)

 Confira todas as informações pelo site:http://congresso.planetaverde.org/

Artigo: Bacia Hidrográfica Tabuão ou Lorena: Mudança de visão

Por Euni Vieira

Um dos temas mais discutidos nos últimos tempos é a água. Isto se dá devido a vários fatores, dentre eles, as mudanças climáticas que causam impactos no país e no mundo, como o aquecimento global, a seca em alguns lugares e excesso de chuvas em outros, favorecendo a maior crise do século XXI, a escassez da água.

Cientistas afirmam que a forma como o homem usa e ocupa o solo, ao longo do processo histórico, vem determinando alterações significativas no ambiente.

No Brasil, ao longo dos 500 anos, passamos por vários processos  de uso e de ocupação do solo: derrubada do pau- brasil, produções de cana de açúcar, café, carvão, leite, carne bovina, cereais, eucaliptos e construções de prédios residenciais.

A ONU (2016) declara que metade da força de trabalho mundial está empregada em oito setores dependentes de recursos hídricos e naturais: agricultura, silvicultura, pesca, energia, manufatura com uso intensivo de recursos, reciclagem, construção e transporte.

Considerado o mais importante recurso natural mundial, no qual dependem todas as espécies de vida, muitos se perguntam: será que a água irá acabar? Estudos afirmam que a água que utilizamos é a mesma desde a época dos dinossauros, sendo assim, ela não irá acabar, entretanto, teremos dificuldades em acessá-la.

 A redução da disponibilidade de água irá intensificar ainda mais a disputa pela água por seus usuários, incluindo a agricultura, a manutenção de ecossistemas, assentamentos humanos, a indústria e a produção de energia. Isso afetará os recursos hídricos regionais, a segurança energética e alimentar, e potencialmente a segurança geopolítica, provocando migrações em várias escalas. Neste contexto, faz-se necessário compreender os processos de produção, conservação e gestão das bacias hidrográficas.(CONNOR E PAQUIN, 2016, p. 04)

 Entretanto, o que sabemos sobre bacias hidrográficas?

 De acordo com os Cadernos de Educação Ambiental, Recursos Hídricos, publicado pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Governo do Estado de São Paulo, bacia hidrográfica (BH) é: o conjunto de terras drenadas por um rio principal e seus afluentes. A área da bacia hidrográfica é delimitada das cabeceiras ao ponto de saída da água (exutório). As chuvas e os fluxos subterrâneos são as entradas de água na bacia. A evaporação, a transpiração das plantas e animais e o escoamento das águas superficiais e subterrâneas são as saídas. Nas bacias hidrográficas a água escoa normalmente dos pontos mais altos para os mais baixos. A área de drenagem, calculada em quilômetros quadrados (km²), a extensão do rio principal em quilômetros (km) e sua declividade e a declividade do terreno caracterizam cada bacia hidrográfica. A vazão é expressa de modo geral, em metros cúbicos por segundo (m³/s) ou em litros por segundo (L/s). (SÃO PAULO, 2014, p. 16)

A definição acima, nos apresenta três elementos importantes para constituir uma bacia hidrográfica: o ciclo da água, o relevo e o uso e a ocupação do solo.

 O ciclo da água cumpre o seu papel quando realiza o processo de precipitação, infiltração e evaporação e condensação da água, formando os lençois freáticos, nascentes, rios e lagos (superficiais e voadores) de uma bacia hidrográfica.

 Os rios voadores são “cursos de água atmosféricos”,  formados por massas de ar carregadas de vapor de água, muitas vezes acompanhados por nuvens, e são propelidos pelos ventos. Essas correntes de ar invisíveis passam em cima das nossas cabeças carregando umidade da Bacia Amazônica para o Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. (BRASIL, 2013)

 O termo “rios voadores” foi popularizado pelo prof. José Marengo do CPTEC- Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do INPE, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais.

 Já o relevo, devido à inclinação do solo, é que determina o caminho das águas, fazendo nascentes, córregos, riachos, ribeirões, desaguarem no mesmo ribeirão ou rio, nomeando a bacia.

O uso e a ocupação do solo, conforme já tratado, inicialmente, tudo o que o homem realiza no ambiente, traz consequências para ele. Ou melhor, toda ação sobre o solo, interfere na quantidade e qualidade da água.

 As principais bacias hidrográficas brasileiras são as do rio Amazonas; Tocantins-Araguaia; Paraguai; Paraná; São Francisco; Parnaíba; Atlântico Nordeste Ocidental; Nordeste Oriental; Atlântico Leste; Atlântico Sudeste; Atlântico Sul e Uruguai. A bacia hidrográfica do Rio Paraíba é uma das principais do Atlântico Sudeste.

 No Vale do Paraíba, a principal bacia hidrográfica é a do Rio Paraíba do Sul, que banha o município de Lorena, num curso de 16 km e cuja largura média é de 100 metros. (SÃO PAULO-LORENA, 2007)

 A bacia hidrográfica é composta por várias microbacias. De acordo com Faustino (1996 apud TEODORO el al, 2007)  a microbacia possui toda sua área com drenagem direta ao curso principal de uma sub-bacia, várias microbacias formam uma sub-bacia, sendo a área de uma microbacia inferior a 100 km2.

 No município de Lorena, o Rio Paraíba do Sul possui vários afluentes e microbacias:

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Seus afluentes da margem direita são: Ribeirão São João, Córrego Farroupilha, Ribeirão Tabuão, Córrego Quatinga e Córrego dos Panos. Na margem esquerda são os seguintes: Córrego da Fazenda do Porto do Meira, Ribeirão da Posse (Macacos), Ribeirão da Limeira, Córrego do Campinho e Córrego Fazenda Vista Alegre. (SÃO PAULO-LORENA, 2007)

 A microbacia  hidrográfica do Tabuão ou Lorena é uma das mais importantes, embora sua ocupação seja predominantemente rural, abriga a área urbana do município. O UNISAL está localizado nesta microbacia.  Suas nascentes ficam na área rural, na Serra Quebra Cangalha, no bairro Pedroso, na Fazenda Santa Edwiges, há 1239 m de altitude, divisa com o município de Cunha e possui dois afluentes principais, o córrego Três Barras e o ribeirão São Francisco. (SILVA, 2004). Possui uma represa de contenção das águas de chuva, onde se localiza o Parque Ecológico Tabuão.

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Fonte: Instituto OIKOS de Agroecologia/ UNISAL/INPE, 2006.

Conforme a Lei Nº 9.433, de 8 de Janeiro de 1997, que institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, a água é um bem de domínio público, essencial à sadia qualidade de vida, e de acordo com o Artigo 225 da Constituição Brasileira, a garantia do seu uso, impõe ao poder público e à coletividade o dever de defendê-la e preservá-la.

 A melhor forma de defendê-la e preservá-la é o gerenciamento das bacias hidrográficas, conforme determina a Política Nacional de Recursos Hídricos, em que  poder público e coletividade têm papéis fundamentais, de um lado, conhecimento técnico, recursos financeiros, planejamento, fiscalização e, de outro,  educação e cuidado.

Precisamos mudar nossas atitudes, deixando a visão extrativista no uso dos bens naturais, para uma visão integrada de vida e ambiente!

 Referências:

 AQUINO. Celina. Retirada da cobertura vegetal do solo contribui para reduzir mais a água nas torneiras. UAI.EM.COM.BR 2015.  Disponível: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2015/03/02/interna_tecnologia,623045/o-fantasma-da-desertificacao.shtml Acesso: 11 abril 2017.

 BRASIL. LEI Nº 9.433, de 8 de JANEIRO de 1997. Política Nacional de Recursos Hídricos. Disponível em:  http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9433.htm Acesso: 11 abril 2017.

COMITÊ DE INTEGRAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL. Mapa da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul. Disponível em: http://www.ceivap.org.br/orgbacia.php. Acesso em 20 de abril 2017.

CONNOR, Richard e PAQUIN, Marc. Água e Emprego. Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2016. WWAP e UNESCO. 2016.

 EXPEDIÇÃO RIOS VOADORES. Governo Federal. 2013. Disponível em: http://riosvoadores.com.br/o-projeto/fenomeno-dos-rios-voadores/ Acesso: 11 abril 2017.

 INSTITUTO OIKOS DE AGROECOLOGIA. Planejamento para gestão participativa do uso dos recursos naturais da bacia do ribeirão dos macacos, tributária do paraíba do sul, são paulo. Relatório de atividades. Período: 01 Dezembro 2005 a 28 Fevereiro /2006. Lorena: Agroecologia, CEIVAP, 2006 in SILVA, Euni Vieira e Silva. Dissertação de Mestrado. A construção do conceito de bacia hidrográfica por alunos do ensino fundamental: uma proposta sociointeracionista para o ensino de ciências, 2016. 132 f. Dissertação (Mestrado em Projetos Educacionais em Ciências)- Universidade de São Paulo. Lorena. 2016.

 INSTITUTO OIKOS DE AGROECOLOGIA/ UNISAL/ INPE. Bacias Hidrográficas e Educação. Curso de Capacitação de Professores da rede municipal de ensino de Lorena, 2006.

 SÃO PAULO-LORENA. Plano Municipal Integrado de Saneamento Básico de Lorena. Consórcio Plan San 123. 2007.

 SÃO PAULO. Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Cadernos de Educação Ambiental: Recursos Hídricos. Secretaria Estadual de Meio Ambiente, São Paulo, 2014.

TEODORO, Valter Luiz Lost  et al. O Conceito de Bacia Hidrográfica e a Importância da Caracterização Morfométrica para o Entendimento da Dinâmica Ambiental Local. REVISTA UNIARA, n.20, 2007. Disponível em: http://www.uniara.com.br/legado/revistauniara/pdf/20/RevUniara20_11.pdf. Acesso: 11 abril 2017.

 

SILVA, Euni Vieira et al. Expedição ao Ribeirão Tabuão ou Lorena. UNISAL, CBH PARAÍBA DO SUL, PROGAIA (Promotora de Grupos de Apoio à Interação Ambiental). Lorena, 2004.


Exposição “Amazônia Legal: Desenvolvimento ou Degradação” no UNISAL

???????????????????????????????Exposição é organizada por Alunos do Curso de Direito do Projeto Casoteca

A Amazônia invadiu o UNISAL Lorena (SP). Um trabalho dos Alunos do Curso de Direito é o resultado de uma Exposição que segue aberta à visitação na Biblioteca Ativa do UNISAL, de 24/04 a 06/05/17.

Intitulada “Amazônia Legal: Desenvolvimento ou Degradação” é organizada por Alunos dentro do Projeto Casoteca. A ideia de abordar o tema que trate do desmatamento da Amazônia surgiu da crescente expansão da agropecuária em solo rico em flora, fauna, água, cultura e tudo o que é capaz de gerar uma vida em um meio ambiente ecologicamente equilibrado.

Motivados pelo Projeto Casoteca, do Curso de Direito do UNISAL Lorena, é abordado um estudo de caso sobre o tema, em que se percebe o desencadear de inúmeros outros problemas. O objetivo do grupo, ao desenvolver o Projeto, é a conscientização da população dando ênfase àqueles que estão na universidade e podem contribuir com a preservação da Amazônia.

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 A exposição busca apoio no material desenvolvido pela Igreja e nos dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o INPE, que realiza inúmeras pesquisas e monitoramentos na Região Amazônica.

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Informações sobre a cultura indígena e mudas de espécies de árvores nativas da Região também são abordadas na exposição.

Alunos responsáveis: Ana Beatriz Rocha Vidinha, Drielly Faria Vasquez, Luiza Claudia Faria dos Santos, Lais Caroline Monteiro, Luiz Gustavo dos Santos, Maria Clara do Nascimento e Rafael Diovani Lima Tereza. 

Acesse http://unisal.br/eventos/biblioteca-ativa-abril2017/ e saiba mais.

 

UNISAL recolhe lixo eletrônico e elétrico e dá o destino correto

Comunicamos a todos que há um local correto para o descarte de lixo eletrônico no UNISAL Lorena.

Todos os produtos eletrônicos e elétricos podem ser entregues no Laboratório das Engenharias no UNISAL, que fica no prédio Padre Mario Bonatti.

Os produtos podem ser entregues das 9h às 20h, de segunda a sexta-feira.

O material recebido é encaminhado a uma empresa especializada de Cachoeira Paulista, que retira os produtos no UNISAL sempre que há uma demanda grande.

Os materiais que podem ser descartados são todos aqueles que se encaixam no nicho eletrônico (televisor, celular, computadores, impressora). Também podem ser descartados aparelhos elétricos (torradeira, batedeira, liquidificador, pilha, baterias).

Em caso de dúvidas, basta enviar um e-mail para labmb@lo.unisal.br, aos cuidados de Diogo Andrade ou Fagner Santos.

Não descarte equipamentos eletrônicos e elétricos. Seja responsável!

O UNISAL conta com um Plano Institucional de Sustentabilidade.

O Laboratório das Engenharias transforma o que é considerado lixo em conhecimento.

 

 

 

Cooperativa faz campanha para arrecadar embalagens Tetra Pak

A COOPERATIVA AMIGOS DO LIXO DE GUARATINGUETÁ, responsável pela arrecadação de resíduos da coleta seletiva no UNISAL e Colégio São Joaquim de Lorena precisa arrecadar 11 toneladas de embalagem Tetra Pak. 

Eles ganharam uma prensa, em troca têm de provar que vão utilizá-la bem com a arrecadação desse material. Para isso contam com nossa ajuda.

Aqui no UNISAL teremos dois locais para o depósito apenas das embalagens Tetra Pak (suco, leite, creme de leite, água de coco por exemplo).

PLANO INSTITUCIONAL DE SUSTENTABILIDADE

PLANO INSTITUCIONAL DE SUSTENTABILIDADE- Foto: endpoint895270.azureedge.net

Toda ajuda é muito bem-vinda! Participe!

Quer fazer doações maiores de embalagens para a Cooperativa? Ligue para Claudinéia, o telefone é 01299621-0270.

Essa é mais uma ação do Plano Institucional de Sustentabilidade do UNISAL. 

Setores do UNISAL promovem modificações sustentáveis

No último post vimos que as Coordenações de alguns Cursos do UNISAL estão promovendo ações simples, mas que representam uma nova postura e um novo olhar sobre a sustentabilidade.

Dessa vez o destaque é para a Biblioteca do UNISAL.

O setor realizou de 17 a 19 de abril de 2017 uma oficina com papéis recicláveis. Aqueles de etiqueta que são descartados.

Pelas mãos da Colaboradora Izabel Eloy eles ganharam um novo intuito: viraram arte.

Crianças do Colégio São Joaquim participaram de uma oficina de marca páginas recicláveis.

OFICINA MARCA PÁGINA RECICLÁVEL-BIBLIOTECA UNISAL 4

Veja as fotos! Além da criatividade, desde cedo, aprenderam que dá pra reciclar e tornar o mundo mais consciente.

OFICINA MARCA PÁGINA RECICLÁVEL-BIBLIOTECA UNISAL 2 OFICINA MARCA PÁGINA RECICLÁVEL-BIBLIOTECA UNISAL

A equipe do PIS- Plano Institucional de Sustentabilidade do UNISAL – agradece e parabeniza a Biblioteca pela iniciativa.

OFICINA MARCA PÁGINA RECICLÁVEL-BIBLIOTECA UNISAL 2 OFICINA MARCA PÁGINA RECICLÁVEL-BIBLIOTECA UNISAL 6

 

 

Iniciativas de Cursos e setores, exemplos de sustentabilidade

A equipe do PIS (Plano Institucional de Sustentabilidade) fez um convite inicial à duas Coordenações de Cursos do UNISAL Lorena.

A ideia era implantar 4 lixeiras pequenas nos escritórios, com descrição dos resíduos semelhantes à colocada nas lixeiras instaladas em toda a dependência (corredores, espaços de uso público) do UNISAL.

A intenção dessa ação é convidar as coordenações a participarem do processo de educação e conscientização de Alunos, Colaboradores, Professores e comunidade em geral para a separação do lixo. 

O convite foi feito inicialmente à duas coordenações (Engenharias e Direito).

A recepção e adesão ao projeto foram rápidas, o que faz com que o PIS se torne realidade na busca por um mundo mais consciente.

“Aqui vai um agradecimento especial a todos vocês”, equipe PIS.

Além disso, o Professor Bruno Creado, Coordenador do Curso de Direito do UNISAL, fez questão de publicar uma notícia em sua página em uma rede social.

“Destacados e queridos Alunos e Professores do Curso de Direito do UNISAL Lorena, é com imensa alegria e satisfação que divulgo que nosso Curso honrosamente foi escolhido para iniciar as atividades dos cestos recicláveis nas Coordenações, assim, peço a todos que não deixem de contribuir com mais esse maravilhoso projeto dos amigos da sustentabilidade!”.

PUBLICACAO BRUNO CREADO LIXEIRAS

Lixeiras na Coordenação de Direito

A equipe do PIS instalou as lixeiras nas duas coordenações no dia 07 de abril de 2017. Veja a foto na coordenação das Engenharias!

LIXEIRAS COLOCADAS NO DIREITO E ENGENHARIA 07-04-17

 

Lixeiras na Coordenação das Engenharias

Além dessas duas coordenações, as lixeiras cinzas e maiores foram direcionadas para setores que demandam de mais recipientes para alguns resíduos.  No caso das Cantinas, servem para recepcionar os orgânicos.

Na Biblioteca, há lixeiras para papéis e orgânicos. E os Colaboradores precisam da ajuda dos visitantes para que haja eficácia na separação do lixo.

No Laboratório das Engenharias, que recebe um grande fluxo de Alunos, Professores e até visitantes, também houve a destinação das lixeiras para a separação correta de resíduos.

LIXEIRAS NO LABORATORIO (1) menor LIXEIRAS NO LABORATORIO (2) menor

Lixeiras nos laboratórios das Engenharias- UNISAL Lorena.

Aos poucos, o UNISAL caminha para a separação correta do lixo. A equipe do PIS reconhece que conscientização vem acompanhada de formação. Por isso, sempre que for possível, irá fazer um convite aos Alunos, Professores, Gestores e comunidade para a conscientização. Isso poderá ser feito por meio de formações, cartazes, exposição de vídeos.

Participe da campanha conosco: por um mundo mais reciclável, menos descartável.

Você sabe para onde vai o lixo que você produz? (visita à Cooperativa Amigos do Lixo)

Cooperativa Amigos do Lixo vira parceira do UNISAL na Coleta Seletiva

VISITA À COOPERATIVA AMIGOS DO LIXO (8) menor

Uma visita à Cooperativa Amigos do Lixo é um convite feito a todos que querem conhecer o destino correto dos resíduos produzidos diariamente pelos cidadãos.

Na Região Metropolitana do Vale estima-se que de 39 municípios, apenas 10 tenham aterros sanitários para depósito desse material. Mas todo aterro tem vida útil. Em Taubaté e São José dos Campos, as maiores cidades do Vale, a vida desses locais está por um fio, com os dias contados.

VISITA À COOPERATIVA AMIGOS DO LIXO (23) menor

Se cada pessoa produz por dia 1 quilo de lixo/dia, o cálculo, é no mínimo, assustador. Afinal, a RM Vale conta com mais de 2.7 milhões de habitantes.

Um jeito de diminuir essa quantidade é reciclando, quando  for possível, quando as cidades oferecem infraestrutura.

Desde o dia 16 de fevereiro de 2017 o UNISAL Lorena deu início a uma parceria inédita com a Cooperativa Amigos do Lixo.

A ação faz parte do Plano Institucional de Sustentabilidade do UNISAL.

Todo o lixo reciclável está sendo depositado em lixeiras instaladas em toda a infraestrutura do UNISAL. No total, são 44 conjuntos padronizados para o depósito de papel, plástico, metal e orgânico. Esses itens foram escolhidos por serem considerados os de maior descarte por parte da Comunidade acadêmica do UNISAL.

coleta seletiva unisal foto menor

Mas outros setores que têm lixos específicos, como são os casos da Limpeza e Manutenção também passaram a direcionar lixos para a Cooperativa. São os casos de recipientes plásticos específicos,  ferragens, cobre, arames, canos e tubos PVC, por exemplo.

O depósito de todo o lixo reciclável é feito em um espaço localizado no estacionamento do UNISAL, onde antes funcionava um incinerador.

A equipe do Plano Institucional de Sustentabilidade quis saber como é o real caminho do lixo. E foi conhecer a Cooperativa no dia 29 de março de 2017.

A Cooperativa foi fundada em 2000. Hoje funciona à rua Alfonso Giannico, 700 – Pedregulho, Guaratinguetá. Lá há cerca de 30 cooperados, entre jovens, adultos e idosos.

O espaço foi doado pela Prefeitura de Guaratinguetá, que cede também, por meio do SAEG (Serviço Autônomo de Agua e Esgoto) caminhão de grande porte, motorista e combustível para que possam fazer a retirada de lixo reciclável em empresas e shoppings da Região.

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Notícia publicada pela SAEG, em 2014, revelava números preocupantes quanto à quantidade de lixo arrecada pela Cooperativa. Em média, a coleta mensal era de 100 toneladas de resíduos/mês, passando para 30 toneladas/mês, por conta do grande crescimento de catadores de lixo, que também fazem um serviço digno.

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Apesar da preocupação, no galpão o serviço não para. De segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, mãos dão destino correto a cada tipo de “lixo reciclável”. Todo o material coletado pela Cooperativa é separado em sacos grandes. No caso de papelão, alumínio, revistas, tudo é prensado e vendido para empresas de São Paulo. No caso de lâmpadas fluorescentes, o material é destinado para um casal de artesão da cidade de Potim, que faz do produtos artes incríveis. Confira aqui.

A Cooperativa nasceu da necessidade de se erradicar o lixão, que representava um fator negativo para Guaratinguetá na questão do meio ambiente. Um local no qual a presidente da Cooperativa, Claudinéia Aparecida, passou boa parte da infância com a mãe. “A gente separava o lixo desde pequena, o que me preparou para trabalhar hoje à frente da Cooperativa”, afirma Claudinéia.

A irmã de Claudinéia, Rosana Aparecida, também afirma que aquilo que é lixo para a maioria dos cidadãos é sustento para ela e outras 29 famílias há quase duas décadas. “Pensem bem antes de descartarem corretamente o lixo, quando separamos o que podemos ajudamos a melhorar o meio ambiente”.

Ao depositar o lixo no recipiente correto informado na parte externa do lixo, toda a comunidade acadêmica e externa colabora com o Plano Institucional de Sustentabilidade, com a Cooperativa e com o universo mais sustentável.

Confira o material que fizemos sobre o que é e  o que não é reciclável. 

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Quer saber mais sobre a Cooperativa? Acesse o livro produzido pelo Professor do UNISAL, José Augusto Deccache, intitulado “Cooperativa de Trabalho como opção de Inclusão Social: Amigos do Lixo. Acesse aqui:

Ou assista ao vídeo de nossa visita à Cooperativa abaixo: 

https://www.youtube.com/watch?v=SRC1Gs_U6as

A Cooperativa está aberta para novas parcerias com empresas da Região. O telefone de contato é 01299621-0270.

Fotos: Diego Amaro

 

Núcleo Educacional de Agrofloresta e de Permacultura de Lorena fecha parceria com o UNISAL

A ação vai permitir ações de Alunos para a prática da educação ambiental no local

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Um Projeto Interdisciplinar Ambiental do Curso de Pedagogia UNISAL, da Coordenação de Estágios e do Núcleo Educacional de Agrofloresta e de Permacultura de Lorena vai permitir a estudantes conhecerem de perto os benefícios de ações ambientais para a recuperação de áreas.

O projeto, sob supervisão da Coordenação de Estágio, por meio da Prof.ª Euni Vieira, da Prof.ª Irani Tirelli, do Curso de Pedagogia, e do Prof.º de Engenharia, Bruno Pardal, possibilita aos alunos  dos 2º e 3º anos do Curso de Pedagogia interagirem com ambiente em que ocorre a implantação da agroecologia, analisar e discutir as consequências benéficas para a Bacia Hidrográfica do Ribeirão Mandi.

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A visita técnica ao Sítio das Quintas das Flores, em Lorena, foi realizada dia 25 de março de 2017. O intuito do trabalho foi fazer com que os alunos pudessem perceber a caracterização da área de estudo em cada um dos seus aspectos (solo, vegetação, fauna e, em alguns casos, água) e o diagnóstico geral, estabelecendo relação com o conceito de BH.

O professor Bruno solicitou aos grupos que sugerissem ações para melhorar as condições do ambiente. Cada grupo apresentou as sugestões e, em seguida, elaborou um plano de ação, colocando-o em prática.

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“Reconhecer o solo, experimentar, tocar a vegetação, a água e os animais, e até estabelecer relações entre a ação humana e suas consequências para o ambiente provocam identificação com a sustentabilidade do meio ambiente”, afirmam os professores responsáveis pelo Projeto.

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 Ao conhecer a proposta do local, as 11 alunas de Pedagogia levantaram dados sobre os diferentes ambientes: pasto e agroflorestal, realizaram  um  diagnóstico ambiental do local; identificaram a interdependência entre meio físico, químico e biológico, e estabeleceram relações entre a ação humana e suas consequências para o ambiente. Houve, ainda, a interação com a natureza na busca pelo resgate das experiências das alunas com a terra. As futuras educadoras foram convidadas a refletirem respeito da necessidade da mudança de atitude e da importância de iniciar a educação para o meio ambiente desde cedo, com a criança pequena.

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Ao final do encontro, um café e uma carona compartilhados.

Isso é Sustentabilidade, que vai além do ambiental, passando pelo econômico e social.

 Saiba mais sobre o Projeto nos links:

https://www.facebook.com/estagiounisal/?fref=ts

 https://www.facebook.com/groups/255462604545999/?fref=ts