Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
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Muito se fala sobre as necessidades de utilizar a tecnologia em sala de aula. Há os que defendem a prática e outros que nem sequer querem entrar na discussão. Porém em um ponto os educadores precisam concordar: Os alunos não são mais os mesmos.
Sendo assim, é evidente que o processo de ensino deve acompanhar as mudanças e contribuir para um ensino mais prazeroso e eficaz. Neste sentido, tratamos a tecnologia não só como uma recurso para a execução de tarefas, mas também para o acompanhamento pedagógico do aluno.

Este texto não tem a intenção de apresentar uma opinião encerrada, mas sim um caminho para que haja outras discussões sobre o tema. Este é um espaço aberto. Sintam-se a vontade.
Portanto, encontram-se aqui os 5 motivos pelos quais se faz relevante o uso da tecnologia em sala de aula:

1. Estamos falando com outra geração. Por isso é preciso que os educadores se coloquem no lugar dos alunos, um público que respira tecnologia.

2. Os alunos convivem bem com a tecnologia e outras atividades. Se para os educadores fazer várias atividades ao mesmo tempo é algo complexo, para o estudante isso é muito comum. Uma dica: Use isso ao seu favor!

3. A tecnologia traz dinamismo ao processo de aprendizagem. Com a utilização de sistemas informatizados, uma tarefa que seria monótona e complexa, pode se tornar mais prazerosa e descontraída.

4. As informações tornam-se mais rápidas e seguras. Os educadores podem utilizar os recursos da informática para melhorar os processos, economizar tempo e ter maior segurança quanto aos resultados.

5. É possível realizar uma análise contínua do desempenho de cada estudante. A tecnologia oferece a possibilidade não só de avaliar uma atividade, mas sim o aprendizado individual. Este é um ponto de extrema importância e que cada vez mais vem ganhando importância para a gestão escolar.

É evidente que a tecnologia sozinha, não faz nada. De acordo com o Professor americano Jose Oscar, da Olin College, a tecnologia deve ser para nos servir e não o contrário. Ou seja, a tecnologia precisa se adequar aos alunos e aos professores para que ambas as partes possam se beneficiar dela.

O primeiro passo, portanto, está na atitude do professor e de toda a comunidade acadêmica. É preciso deixar claro que a educação deve vir para tornar a criança, o adolescente um ser autônomo, capaz de ser agente protagonista de sua carreira e seus projetos. Resumindo. A educação deve ser focada no futuro.

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

*Texto originalmente desenvolvido para a Plataforma JUNTOS.

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O mundo muda. Isto é fato! Seja qual for o aspecto que deseja analisar, vai perceber que as relações entre as pessoas sofrem constantes alterações, por diversos fatores, controláveis ou não. Na educação as mudanças são ainda mais evidentes. Basta conversar com pais e avós para ter uma noção de como eram as salas de aula, os métodos de ensino e o comportamento dos alunos e professores.

Neste sentido, com as inúmeras possibilidades que se apresentam aos estudantes, é necessário que os professores se adaptem e compreendam que a escola deve ser um espaço, não mais obrigatório, mas sim de construção de sua identidade.

Se antes, o professor era visto como o detentor do conhecimento e com métodos rígidos de imposição do respeito, hoje ele tem o papel de orientador e mediador de um aprendizado que parte do aluno.

Este texto, portanto, vem apresentar, em tópicos, algumas considerações sobre o novo papel do professor. Uma maneira de contribuir, de certo modo, para a reflexão sobre o tema e a busca por novas formas de contribuir para um processo educativo mais adaptado às novas realidades.

1. Orientar o aprendizado.
Com as inúmeras fontes de informação, o professor deixa de ser o único a deter o conteúdo. Então, o aprendizado requer um espaço de compartilhamento e diálogo.

2. Estimular a curiosidade e a busca pela informação.
Crianças e adolescentes são curiosos por natureza. Um professor que limita essa busca, tem grandes chances de fazer com que os alunos se contentem somente com o padrão, logo eles deixam de assumir riscos para buscar novos desafios.

3. Oferecer um espaço de troca de ideias e trabalhos em grupo.
Trabalhar em equipe é necessário em vários ambientes. O novo professor, portanto, precisa contribuir para que essa troca ocorra de maneira saudável e que cada aluno compreenda a sua importância no grupo e contribua com suas melhores habilidades.

4. Aproximar-se da tecnologia e utilizá-la como recurso para o aprendizado.
As novas gerações nascem conectadas. Se a tecnologia é utilizada com responsabilidade, ela se torna uma aliada para o processo de ensino.

5. Contribuir para a aproximação dos pais na escola.
Um dos maiores desafios dos professores é trazer os pais para o ambiente educacional e fazer com que eles participem da evolução dos filhos.

A missão não para por aí. De acordo com Jean Piaget “o professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir”. Isso significa que, mais do que tudo, o professor tem o papel de fazer o aluno protagonista do seu conhecimento e de sua vida. É preciso educar para que os futuros adultos assumam a responsabilidade de suas escolhas e tracem seus próprios caminhos com segurança ética e comprometimento. Aquele que conseguir isso terá deixado um legado na terra.

A equipe JUNTOS admira o trabalho dos educadores e deseja sucesso nessa jornada.

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

*Texto originalmente desenvolvido para a Plataforma JUNTOS.