Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
seminario-inovacao-unisal-2

Ex-Alunos participam e integram quadro de professores que apresentaram trabalhos e oficinas

O Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena- Campus São Joaquim, realizou nos dias 2 e 3 de dezembro de 2016 o 2º Seminário de Inovação Acadêmica, com o tema “Desafios da Educação do Século 21”. O evento teve 156 inscritos de 36 instituições diferentes vindas de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins. A capacitação foi realizada pelo LIA – Laboratório de Inovação Acadêmica do UNISAL – e NAP – Núcleo de Assessoria Pedagógica – e teve como coordenação a secretária do Consórcio STHEM e Coordenadora do Centro de Extensão, Prof.ª Fátima Medeiros.

A busca constante pela inovação no ensino superior foi aceita pelas IEs para passar pelas atuais dificuldades enfrentadas no mercado da educação. Segundo a organização, o número de inscritos ultrapassou a capacidade, o que resultou em uma lista de espera de 42 pessoas. O vice-diretor escolar da Faculdade Don Domênico de Guarujá, litoral sul de São Paulo, Prof. Fernando Passaes, disse que a mudança é uma questão de sobrevivência num mercado competitivo e de formação integral de profissionais.

O Coordenador do LIA e Diretor de Inovação do SEMESP (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo), Professor Fábio Reis, comandou o  primeiro dia de atividades, em que foi realizada uma mesa de debates sobre Inovação Acadêmica.

Fábio destacou em sua fala a surpresa ao saber do anseio de tantas instituições diferentes em busca de um resultado promissor, que sirva de modelo para outros países.

A Professora Me. Maria Aparecida Felix do Amaral e Silva, que coordena o NAP, Núcleo de Assessoria Pedagógica e o Prof. Fernando Domingues, Diretor de Inovação e Novos Negócios do Colégio e Faculdade ENIAC, São Paulo, também participaram da atividade.

Para Fernando, a inovação está muito atrelada à tecnologia, mas o professor e o aluno devem saber lidar com o quesito mais especial para o sucesso desse processo: a relação humana.

O UNISAL vem ao longo dos últimos anos priorizando e investindo em processos de inovação acadêmica. O Laboratório de Inovação Acadêmica (LIA), responsável pela implantação e análise de resultados dessas metodologias, contribui para a capacitação e formação dos docentes e para a implementação de metodologias ativas de aprendizagem. Os resultados desse trabalho foram apresentados no segundo dia do evento, que contou com workshops e apresentações de trabalhos (rodas de conversa) sobre metodologias ativas de aprendizagem.

Pesquisadores, Professores e Gestores Acadêmicos participaram dos seguintes Workshops:

- “Sala de Aula Invertida: modelo de rotação por estações” com o Prof. Me. Diego Amaro (UNISAL);
- “O que é avaliar no Ensino Superior?” com a Prof.ª Me. Maria Aparecida Felix do Amaral e Silva, Prof. Dr. Mario José Dias e Prof.ª Me. Maria Cristina Santos (UNISAL);
- “Práticas Inovadoras da Educação Básica” com o Prof. André Ribeiro Soares Borges (Colégio São Joaquim);
- “Project Basic Learning (PBL)” com a  Prof.ª Dr.ª  Renata Perrenoud (UNISAL);
- “O Perfil do Professor no Processo de Inovação Acadêmica” com a Prof.ª Maria Aparecida Felix do Amaral e Silva, Prof. Dr. Mario José Dias e a Prof.ª Dr.ª Maria Cristina Santos (UNISAL);
“Plataforma adaptativa e outras tecnologias da educação” com o Prof. Me. Warner Brezolin, Prof.ª Me. Ana Valéria de Almeida Reis e o Prof. Me. Diego Amaro (UNISAL).

O Professor do Colégio São Joaquim e integrante do LIA, André Ribeiro Soares Borges, enfatizou o papel de líderes em sala de aula. Para ele, a inovação pode ser entendida como insatisfação constante e estreitamento de relacionamento entre professor e aluno.

seminario-inovacao-unisal-4

As rodas de Conversa tiveram como tema:

- Tecnologias e aprendizagem ativa;
- Gestão da inovação acadêmica;
- Avaliação e aprendizagem ativa;
- Formação de professores;
- Metodologias Ativas I: Problem Basic Learning (PBL); Team-Based Learning (TBL); Estudo de casos; Flipped Classroom;
- Metodologias Ativas II: Peer Instruction; Blended Learning; Ensino baseado em narrativas; Think Pair Share (TPS); Writing Across the Curriculum (WAC).

Os Alunos de Psicologia aproveitaram a ocasião para fazer uma homenagem a um docente do Curso, que ministrou um dos trabalhos em metodologia. Felipe Stiebler Leite Vilela recebeu um vídeo com uma apresentação, resultado de seu trabalho ao longo do ano em sala de aula.

Para o Professor e também integrante do LIA e Ex-Aluno, Diego Amaro, o 2º Seminário representou a importância do trabalho do LIA e do NAP, que teve como termômetro o engajamento dos participantes. “Os inscritos se mostraram preocupados com a mudança, que envolve ensino-aprendizagem”, revelou Diego.

O Ex-Aluno de Administração, Rodolfo Rosa, fez questão de deixar registrado no álbum do evento no Facebook sua opinião. “Evento incrível! Muito acima de minha expectativa. Parabéns a todos envolvidos.”

Quer conferir também o álbum com demais fotos? Elas estão disponíveis neste link.

 Sobre o LIA

Este foi o primeiro grande evento desde que foi criado o LIA – Laboratório de Inovação Acadêmica no UNISAL, coordenado pelo Professor Fábio Reis, e que tem como membros os Professores Ana Valéria Reis, André Borges, Diego Amaro, Renata Perrenoud e Warner Brezolin.

Acesse o site e saiba mais!

Metodologias-ativas-unisal (4)

Capacitação é aberta também a professores da rede pública de ensino médio da Região.

O Laboratório de Inovação Acadêmica (LIA) do UNISAL Lorena realizou, no segundo semestre de 2016, uma série de formações gratuitas em Metodologias Ativas de aprendizagem, e que contou com a participação de 83 pessoas, entre Alunos do Mestrado em Direito, Ex-Alunos e Professores do UNISAL Lorena, Professores do Colégio São Joaquim e Professores de Escolas Públicas. Os temas tratados foram os seguintes:

Nos dias 20 e 27 de setembro, foi realizada a Oficina Tecnologia e Educação, com o Professor do UNISAL, Me. Warner Brezolin. Na oportunidade, ele apresentou diferentes tipos de ferramentas digitais para facilitar o trabalho do professor e melhorar a experiência do aluno em sala de aula, como por exemplo: Objetos digitais de aprendizagem, Plataformas, Ferramentas de Gestão, Ambientes Virtuais, entre outros.

Os Professores Mestres, Ana Valéria Reis e Diego Amaro, administraram nos dias 4 e 11 outubro a oficina com o tema: Sala de Aula Invertida – Modelo de rotação por estações. O curso contou com 38 participantes, que aprenderam mais sobre o método ou disciplina em que os estudantes têm para o ensino online fora da sala, em lugar da lição de casa tradicional, e, então, frequentam a escola física para práticas ou projetos orientados pelo professor.

“Achei o formato e a aula interessantes, os professores nos avaliaram de forma ativa e absorveram do grupo conteúdo dinâmico, à altura do que propõe a inovação acadêmica”, avaliou André Pirtouscheg, professor do UNISAL e  participante da oficina.

No dia 18 de outubro, a mesma dupla de professores ministrou a Oficina Clearest Point, que teve como foco o Livro “Técnicas de Avaliação da sala de aula”.  A obra, considerada um manual para professores universitários, é de autoria de Thomas A. Angelo e K. Patricia Cruz. Trata-se, segundo o LMI, de um método que envolve todos os estudantes de modo que nenhuma dúvida fique sem resposta ou qualquer assunto do conteúdo não fique esclarecido.
Esta oficina proporcionou aos participantes  algumas das técnicas utilizadas nesse método, que podem ser usadas desde o ensino básico até o ensino superior.

A Professora Dr.ª Renata Perrenoud ofereceu dois dias de oficina sobre Project Based Learning (PBL). A metodologia PBL tem como fundamento que o aluno aprenda os conceitos da disciplina por meio do desenvolvimento de projetos. Essa formação tem o objetivo de ensinar a montagem da disciplina passo a passo, com a utilização das técnicas do PBL.

Confira aqui o álbum com as fotos da formação!

 

Você pode se inscrever para as formações do próximo semestre.
Informações: lmi@lo.unisal.br

Horário de Plantão do LIA – Laboratório de Inovação Acadêmica

O Laboratório de Inovação Acadêmica convida-o a compartilhar suas experiências ou dúvidas sobre os temas. Seguem os horários de atendimento:

Prof.ª Ana Valéria – Toda Segunda-Feira, das 10h às 11h.
Prof. André Ribeiro – Toda Quarta-Feira, das 17h às 18h.
Prof. Diego Amaro – Toda Quinta-Feira, das 18h às 19h.
Prof. Warner Brezolin – Toda Quinta-Feira, das 20h40 às 21h40.
Prof.ª Renata Perrenoud – Toda Sexta-Feira, das 10h30 às 11h30.

Local: Sala LIA, no Prédio Padre Carlos Leôncio- UNISAL Lorena

Caso alguém precise de algum horário em especial, entre em contato conosco pelo e-mail lmi@lo.unisal.br.

 

Consórcio STHEM 2.0. Metodologias Ativas de Aprendizagem

Desde abril, o Consórcio está em fase de planejamento do Consórcio STHEM Brasil 2.0. Em nova fase o foco do Consórcio irá além das metodologias ativas. Agora abrange a Inovação Acadêmica. O planejamento foi construído com a participação de especialistas em educação, inovação, gestão e planejamento e com a efetiva colaboração do Comitê Gestor do Consórcio e o apoio do SEMESP. Hoje há 46 IEs participantes e a parceria de Laspau/ Harvard continua.

Assista ao vídeo do Professor Fábio Reis.

Fábio Reis - SEMESP

O Diretor do núcleo do SEMESP convida instituições com projetos inovadores

Ele é professor, já foi coordenador e diretor do UNISAL Lorena, mas, antes de tudo, temos orgulho de dizer que é nosso Ex-Aluno. E pelo que temos visto, o mundo está pequeno para esse desbravador. Do Brasil para a Coréia do Sul. Do Brasil para o Chile. Do Brasil para inúmeros países, lugares e culturas. Ele encara um avião, ônibus, metrô e até uma longa caminhada, tudo pela inovação acadêmica.

No início deste ano, Fábio Reis foi convidado a criar e dirigir a área de Inovação Acadêmica e Redes de Cooperação no Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior. Fundado em 1979, o SEMESP reúne 362 mantenedoras em mais de 140 cidades do Estado de São Paulo.

De acordo com o site oficial, o objetivo da nova unidade é “instigar os associados do SEMESP a implementarem processos de inovação acadêmica. O novo núcleo pretende criar uma rede para colaborar na divulgação de projetos inovadores já em prática e exemplos de sucesso.  Com esse novo serviço, será possível  realizar estudos comparativos sobre a dinâmica do ensino superior, além de buscar a parceria com organizações como Banco Mundial”.

 Após essa etapa, será possível organizar redes de cooperação nacionais e internacionais, que  irão permitir aos participantes instituírem diversas formas de sinergias. O novo núcleo quer colher frutos e, para isso, conta com a ajuda de todas as IEs associadas.

Segundo Fábio, a aprendizagem por meio das Metodologias Ativas ocupam um parcela do grande iceberg da inovação acadêmica.

“De um lado, gestores e professores de IES não conhecem a ‘imensidão do mundo da inovação’. De outro, quem está inovando, quer apresentar suas ideias e projetos. O SEMESP quer conectar as IES, com quem está inovando. O SEMESP colabora com a melhoria da qualidade do ensino superior”, afirma Fábio.

O recado abaixo é para quem trabalha com startup, tecnologia aplicada no ensino superior, ensino híbrido, aprendizagem/metodologia ativa, formação por competências, plataformas adaptativas, currículos interdisciplinares, Fab Lab e outras ações focadas na inovação a fim de construir um processo de cooperação com diversas IES.  Vale para todas as instituições de ensino superior do Estado e não precisa ser associada.

inovacao-academica-2

A intenção é que  IES possam inovar em seus processos acadêmicos e administrativos e se tornem mais competitivas e sustentáveis.