Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
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Todos queremos ser jovens para sempre!

Ao ouvir isso pode vir em nossa cabeça coisas como: “mas não devemos ficar querendo ser jovem”, “devemos ser o que somos”, “precisamos aceitar a idade que temos”, “cada idade tem suas dificuldades e suas alegrias” etc. etc. etc. Mas não. Não é nada disso. Ser jovem no sentido apresentado é ir além, é buscar o amanhã, é apaixonar-se pela vida. Ser jovem é ter “um moleque morando sempre no seu coração. Toda vez que adulto fraqueja o menino te dá a mão!”, relembrando o poeta.

Dizer que todos queremos ser jovens, nos nossos dias pode parecer estranho. Quantas vezes nos deparamos com situações onde adultos teimam em ser crianças. Mães e pais que se vestem como filhos e filhas, pais que ensinam seus filhos a ter comportamentos que parecem mais de animais do que de crianças. Surgem conceitos novos que, valorizados, estão presentes na fala do jovem o tempo todo. Agora a moda é ser “safadão”, “metê o loko”, “tá favorável”, e mais uma variedade de frases, termos e memes que mostram com despropósito a transitoriedade da vida. E mais, até uma certa indiferença quanto ao correto, ao bom, ao belo. Contudo, ser jovem aqui não tem nada a ver com isso.

Mas então quem é o jovem? Por que ser jovem pra sempre? O que o jovem tem a nos ensinar? Em que ser jovem pode me tornar uma pessoa melhor? E mais, o que o jovem tem que não podemos deixá-lo esquecer? A criança, o adolescente, o jovem, enfim todo aquele que ainda não alcançou a vida adulta não tem raízes, raízes no sentido de aquilo que o prenda, que o fixe. Ou seja, ele ainda não tem o que o prender. Claro que tem a educação da família, a escolarização, os valores, as regras sociais, mas não algo que vá além disso. O jovem é nômade, está sempre a procura, está sempre indo ao encontro, ao encontro do mundo, de descobrir o que não sabe, de reinventar o que já descobriram, de ver de outra forma aquilo que já foi visto, de descobrir o outro, de se abrir para conhecê-lo, de encontrar sua realização, de dar novo sentido às coisas e à vida, de encontrar a si mesmo.

O jovem tem esperança, esperança de mudança, tem um encanto pela vida que em geral o adulto vai perdendo. Quer deixar sua marca, ser único, fazer diferente, dar sua contribuição, ser reconhecido pelos seus feitos, inclusive para se sentir pertencente ao mundo adulto. Ele encara as coisas e procura um sentido para elas, um sentido ao que ele faz. Busca ter prazer no trabalho e na vida. Quer se encantar pelo que estuda. Enquanto que o adulto já compreendeu todos os sentidos, já entendo como as coisas funcionam, sabe como dar um “jeitinho” em tudo, esquece que há sempre um modo diferente de fazer as coisas. O adulto as vezes esquece o sabor das coisas, deixa de apreciar a riqueza do momento, já não vê com o mesmo frescor a vida.

O adulto tende a achar que sabe tudo e que deve ser ouvido e obedecido pelo simples fato de ser adulto. Ele zela mais pela estabilidade: “Aqui as coisas sempre foram assim”, “não adianta que nada melhora, nada muda”, “espere até passar um tempo e você vai perceber que não adianta”, “melhor deixar assim, vai que fica pior”, “em time que está ganhando não se mexe”.

Os valores para o adulto são sempre condicionados. Não consegue mais entregar-se todo ao momento. Ele tem outros valores que são importantes e isso o torna mais imóvel, imobilidade que pode ser transitória, mas que muitas vezes cai no comodismo. Cria-se uma zona de conforto, na qual é mais fácil deixar do jeito que está, pois mudar implica sair do lugar. Nesse sentido o jovem é uma pedra no sapato. Enquanto um diz que tudo está bom do jeito que está, ou tudo está o melhor que pode ser, o jovem é uma pessoa sem muita “experiência”, propõe fazer as coisas diferentes, mudar, deslocar para um outro modo. Quer tentar, quer fazer sua história, sem medo de bater cabeça. Seu orgulho não é ferido pelo erro, e sim por dizerem que ele não pode.

Um exemplo muito simples disso é a vida profissional. Valores como realização, liberdade, salário valorizado, realização pessoal são importantes tanto para o jovem quanto para o adulto. Contudo, um jovem que mora sozinho, ou ainda mora na casa dos pais, pode se dar ao luxo de estar insatisfeito com o trabalho e discutir com o patrão, fazer críticas às ações da empresa, já que não tem tantas coisas que o prendam, não tem grandes responsabilidade ou contas inadiáveis a pagar. É diferente de um pai ou mãe de família com dois filhos que dependem do emprego para o sustento, que tem responsabilidades como aluguel, prestação da casa, despesas escolares. Enfim, com certeza esse último pensará duas vezes em suas atitudes e as consequências em sua vida.

Mas, o jovem cresce, e começa a aprender a dar respostas prontas e ditas certas, que existe sempre um modo de fazer tudo, que sempre fizeram assim, que dá trabalho mudar, que as coisas não melhoram do dia para a noite e que para melhorar seria muito difícil. E daí vamos convencendo o jovem que não há outra forma se não continuar a fazer o mesmo, do mesmo jeito. Vamos convencendo o jovem a deixar de ser jovem, convencendo o jovem que, como diz a poetisa Veronica A. Shoffstall no texto Menestrel (atribuído erroneamente a Shakespeare), sonhos são bobagens, mas seria uma tragédia se eles acreditassem.

“Todos querermos ser jovens para sempre”, é isso! É mantermos viva nossa esperança, esperança de um mundo melhor, de um jeito diferente de fazer tudo. É não deixar que a rotina nos engula, que a vida se torne um peso, que não percamos nossas ambições. É deixar falar em nosso coração “a amizade, a palavra, o respeito, o caráter, a bondade, a alegria e o amor”, “não aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal…”.

E, além das palavras emprestadas do poeta, que não deixemos morrer o moleque que mora em nós e, principalmente, o moleque que mora no jovem!

Paulo Pereira concluiu os cursos de Filosofia e Pedagogia. Atualmente é Professor e Assessor Educacional.

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O Papa Francisco nomeou, neste mês de outubro de 2016 (19), Arnaldo Carvalheiro Neto como bispo da Diocese de Itapeva, em São Paulo. Ele irá substituir José Moreira de Melo.

Arnaldo Carvalheiro Neto

Arnaldo Carvalheiro Neto, que ocupava o cargo de bispo coadjutor da mesma diocese, nasceu em São Paulo, em 11 de abril de 1967. Graduou-se em Filosofia na Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras (agora UNISAL) em Lorena, no ano de 1991, e Teologia no Instituto Teológico Rainha dos Apóstolos, em Marília.

A notícia completa está disponível aqui.

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A notícia de que Silvia Abravanel, filha do apresentador Silvio Santos, iria abrir uma filial da Escola de Princesas em São Paulo, teve grande repercussão em veículos de comunicação de todo o país. A reportagem do Portal UOL contou com o apoio do Ex-Aluno de Filosofia e Pedagogia do UNISAL, Paulo Pereira Neto, hoje, professor de filosofia do Liceu Coração de Jesus, em São Paulo, e assessor educacional do Instituto Juvenescer, que trabalha o diálogo e formação humana de adolescentes.

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Paulo Pereira Neto

Leia na íntegra a análise feita pelo especialista sobre o fato de o ato de alimentar essa fantasia de ser princesa fazer as meninas acreditarem que precisam de um marido ou namorado para se sentirem completas.

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A educação pode ser tema considerado em diferentes áreas do conhecimento. Desde a pedagogia até os mais complexos sistemas científicos e epistemológicos. Queremos neste texto, chamar a atenção para a consideração do tema educação na perspectiva teológico-pastoral.

Partimos do livro do Deuteronômio: “O Senhor teu Deus te educou, como um homem educa seu filho” (Dt 8,5). Fomos todos chamados à vida para que elevemos, cada vez mais, a condição humana em dignidade, por isso, segundo o texto sagrado, Deus envolve o ser humano num permanente projeto educativo.

O Livro da Sabedoria promove uma reflexão ao afirmar que Deus envia dos céus sua Sabedoria para que “ela assista (o homem) nos trabalhos, ensinando-o o que de fato lhe agrada” (Sb 9, 10).

A partir dessas motivações, entendemos que a Revelação em Jesus de Nazaré mantém a dinâmica educativa do Deus de Abraão. Parafraseando um versículo do prólogo joanino, podemos dizer: “A Pedagogia se fez carne e continuou a nos educar” (Cf. Jo 1, 14a). Jesus é a Pedagogia da Trindade, testemunhando-nos que o amor divino e misericordioso é constante, pois: “Quem crê em mim fará as obras que eu faço, e inclusive outras maiores.” (Jo 14,12). Interessante notar que a Epístola a Tito declara: “A graça de Deus – o próprio Cristo – se manifestou para a salvação do gênero humano. Ela nos educa a abandonar a impiedade e as paixões, e a viver neste mundo com autodomínio, justiça e piedade.” (Tt 2, 11-12). O verbo que descreve a ação da graça, em grego, é exatamente παιδενο / paideno – e significa, educar, formar, instruir. Deus é educador. Destacamos ainda: esse texto é proclamado na Liturgia da Palavra da Noite do Natal (2ª leitura), tamanha sua importância para a assimilação da ação educadora divina na História da Salvação.

No início da sua vida pública, encontramos o Divino Educador lançando um sereno e comprometedor convite: “Vinde em meu seguimento” (Mc 1, 17). Seguir algum mestre na perspectiva bíblica é algo muito sério. Implica assumir o projeto de quem se segue. Um educador qualquer não merece e não deve ser seguido.

O Mestre educa por meio da transformação. Ele ganha o coração de Zaqueu, entrando na sua casa, certificando-se de que aquela vida será diferente; desse modo, Zaqueu doará o que tem e restituirá a quem defraudou; apresenta a garantia de salvação na sua casa (Cf. Lc 19, 1-10).

Segundo a comunidade do evangelista Mateus, a qual narra a aula magna entre os discursos em favor do Reino – Mt 5-7 -, o Divino Educador também avalia seus discípulos-educandos. Sua pergunta não se preocupa com conteúdos; antes, é busca por algo essencial: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” (Mt 16, 13). De maneira alguma o Mestre quis causar constrangimento, afirmando as respostas estarem certas ou erradas, porém era necessário que os frequentadores da sua escola respondessem. Depois disso, conforme segue o texto, continua ministrando uma grande conferência e, exatamente na sequência, anuncia pela primeira vez a paixão para a qual se encaminha (Cf. Mt 16, 21ss.). O Mestre não pode manter seus discípulos no engano, na ignorância, no equívoco.

Para a Igreja, ao longo dos dois milênios da sua existência, a educação permaneceu objeto de preocupação. Desde os tempos apostólicos até a Idade Média, com o surgimento das universidades; desde a Reforma até o desenvolvimento das muitas correntes de pensamento, são inegáveis os exemplos de empenhos eclesiais entre conquistas e perdas, acertos e descompassos, derrotas e vitórias no seguimento da educação-evangelização.

A V Conferência do Episcopado Latino-Americano e Caribenho, em Aparecida (2007) também abordou o tema da educação em diferentes matizes (social, antropológica, cultural, política, eclesial, …) a fim de chamar a atenção para ações pastorais mais eficazes.

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Ao tratar da educação como bem público, Aparecida parte da necessidade da formação integral da pessoa humana a fim de manter sua abertura à transcendência (Aparecida,  481). A partir disso, pensamos no quanto é importante a atuação dos educadores e educadoras cristãos, tanto na educação formal quanto informal, acompanhando nossas crianças e adolescentes em busca de sentido da vida. Aparecida chama a atenção para a amplitude da ação educativa do ponto de vista antropológico.

O mundo, as sociedades, as comunidades precisam de pessoas de consciência reta (Aparecida, 482) e para a formação dessas consciências, os contributos dos valores cristãos são preciosos. Nossa ação pastoral, independente da organização institucional, pode ser exercida com inteligência e dedicação. Podemos formar redes de educadores cristãos em favor da vida, em busca de cidadania, por um  mundo melhor.

Para quebrar os esquemas viciosos da corrupção marcadamente estabelecidos nos diferentes níveis da sociedade, e até mesmo das Igrejas, uma nova educação dependerá de mulheres e homens comprometidos com interesses maiores que os particulares (Aparecida, 507). Nessa mesma esteira, lemos na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, um importante princípio lógico-filosófico: “O todo é mais do que a parte, sendo também mais do que a simples soma delas.” E mais ainda, no mesmo número, uma aplicação prática na atuação pastoral: “É necessário mergulhar as raízes na terra fértil e na história do próprio lugar, que é um dom de Deus. Trabalha-se no pequeno, no que está próximo, mas com uma perspectiva mais ampla. Da mesma forma, uma pessoa que conserva a sua peculiaridade pessoal e não esconde a sua identidade, quando se integra cordialmente numa comunidade não se aniquila, mas recebe sempre novos estímulos para o seu próprio desenvolvimento.” (EG, 235). Nosso interesse primordial deve manter o núcleo único do anúncio do Reino/Reinado de Deus.

É preciso lembrar que o “mundo da educação” (Texto-base CF 1998, 194) deve estar a serviço do Reino. Pessoas dignamente de pé, em pleno exercício da sua Cidadania – com toda a carga de sentido que a palavra carrega – é sonho do Divino Educador. Aqui buscamos uma imagem apresentada no evangelho segundo Marcos: “Jesus, tomando-o pela mão ergueu-o, e ele se levantou.” (Mc 9, 27). Esse é apenas o desfecho da cena, na qual a ação de Jesus complementou a libertação do homem de um mal – epilepsia – que lhe roubava a dignidade. A comunidade de Marcos preocupa-se muito em expressar o encontro com Jesus como erguimento (no sentido de levantar); basta conferir as seguintes passagens: 1,31; 2,9; 3,3; 5,41; 10,49. ‘Levantar’ está ligado à ressurreição. Estar de pé é a posição do Ressuscitado, segundo as históricas ilustrações dos primeiros cristãos. Quem está de pé tem a oportunidade de verdadeiramente mostrar-se livre, afirma Romano Guardini, em Os sinais sagrados. Nenhum agente educador cristão escapa do ministério de “levantar pessoas”.

Os pontos de partida para a atividade de uma Pastoral da Educação, tais como a erradicação do analfabetismo, são tão importantes quanto a garantia de vagas nas universidades para pessoas nas mais variadas situações etno-econômicas. Por isso, perguntamos:

- Qual é o meu/seu papel na constituição dos processos educativos na sociedade e das/nas nossas Igrejas?
- Quais atitudes a favor da Educação demonstram que fomos/somos educandos na escola do Mestre Jesus?
- Você já se percebeu membro de Pastoral da Educação?
- Quais ações podemos desenvolver em busca de interação entre nossas escolas?
- Nossas comunidades dispõem de pessoas capacitadas para contribuir mais para a formação dos nossos jovens em vista do melhor preparo profissional ou para a entrada na vida universitária?
- Como podemos organizar eventos e subsídios para que os professores, membros das nossas comunidades, sintam-se acompanhados e estimulados pela fé cristã?
- Tem sentido pensarmos em Pastoral da Educação para o aumento e a consolidação do ecumenismo e do diálogo inter-religioso?

Educadores e educadoras cristãos, somos interpelados por Jesus mediante as inúmeras possibilidades favoráveis ao mundo contemporâneo. Mundo melhor, sociedades melhores são expressões de proximidade do Reino, no qual a solidariedade e a paz são conselheiras permanentes, presididas pela caridade.

Se nosso Deus é educador, que nossas comunidades sejam igualmente educadoras!

Eraclides Reis Pimenta concluiu o Curso de Filosofia no UNISAL Lorena em 2013. Faz parte da Congregação Salesianos de Dom Bosco.

trabalhos sobre Antropologia Cultural

A ideia partiu do Professor de Antropologia Cultural, Ex-Aluno do Curso.

  

O UNISAL – Unidade Lorena, ficou pequeno para tanta cultura, criatividade e conhecimento. Neste dia 15 de junho de 2016, o Curso de Filosofia apresentou por meio da disciplina  de Antropologia Cultural do Prof. Esp. Douglas Rodrigues, os resultados de 11 trabalhos sobre a expressão cultural de várias  cidades, regiões e até países.

A missão foi dada aos Alunos do 1º ano do Curso. Aílton Evangelista não teve dúvida e apostou num dos maiores símbolos de cultura e folclore da Região Metropolitana do Vale: a turma do Sítio do Picapau Amarelo.

O pórtico do UNISAL lembrou de perto a casa por onde se passavam as aventuras da boneca de pano, Emília, e sua turma. “Desde o início do semestre, pensei em falar desse assunto, tive comigo vários anjos que me ajudaram nessa missão”, disse o seminarista e Aluno.

Os anjos a quem Aílton se refere são artistas plásticos como o Ex-Aluno Angelito Ramos, de Areias, que assinou as obras do sítio. Além disso, o futuro sacerdote também atribuiu à gratidão aos personagens do sítio. “Personagens ricos como Tia Anastácia e Dona Benta mostram bem o retrato do que é o país. Tia Anastácia é a versão humana da literatura, Dona Benta é a expressão viva do folclore”, afirmou ele.

O paraguaio Lucas Torres apostou no ritmo que embala o país de origem. Ele destacou a Polka e Guarânia, dois estilos musicais carregados de patriotismo nas composições. “Também trouxe aos Professores e Alunos outros ritmos que mostram a insatisfação com a situação atual do país, são eles reggae e rock”, disse Lucas.

Como a expressão religiosa é muito rica na Região do Vale, não poderia faltar a cidade de Guaratinguetá. A terra das Garças foi tema da apresentação dos Alunos Jhonatan dos Santos e Eduardo Augusto Rosa Matos. Jhonatan descobriu curiosidades sobre a vida de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro. Já Eduardo disse que aprendeu muito sobre as construções antigas e mais recentes de Guará.

A atividade só foi possível graças ao empenho da coordenação do Curso, Professor Mário Dias e Árison Lopes.

professor da disciplina e também Ex-Aluno UNISAL, Douglas Rodrigues, afirmou que, diferentemente, do que muitos pensam, a cultura não é estática, está em constante mudança, de acordo com as situações vividas por seus sujeitos. “Ela não está fora de nós, mas sim é configurada mediante o desenvolvimento do ser humano. É democrática, todos participam, é parte do que somos, nela se encontra o que regula nossa comunicação em sociedade”, ressaltou o docente.

Douglas também disse que, ao longo da produção dos trabalhos, os Alunos tornaram-se mais críticos sobre a realidade de cada espaço onde vivem e a importância de valorizar culturas diferentes da nossa, seja na dimensão material ou imaterial.

Mario Dias e Douglas Rodrigues

Mário Dias e Douglas Rodrigues avaliando um dos trabalhos.

As apresentações também contaram com trabalhos que ressaltaram, por exemplo, a Procissão de Corpus Christi. Veja abaixo o nome dos trabalhos e dos Alunos.

Lucas Renato T Reyes
Tema: Polka e Guarânia: ritmos da cultura paraguaia

Ailton Evangelista
Tema: Sítio do Pica Pau Amarelo: marca da cultura vale paraibana

Leandro Francisco
Tema: A fé do sertanejo: símbolo da cultura pernambucana

Gilberto Tres
Tema: A Festa de Nossa Senhora da Penha no Espírito Santo

Brendo Santos
Tema: São José do Egito: terra da poesia popular de Pernambuco

Lucas Lamancusa
Tema: A capela de São Miguel Arcanjo

Fabiano Gonçalves e Gustavo César
Tema: O histórico do Corpus Christi em Lorena

Brunael Barbosa
Tema: A Chapada Diamantina como símbolo da Bahia

Jaqueline Aparecida C. Pio
Tema: O grafite como expressão cultural em Pindamonhangaba

Luiz Almeida
Tema: O Círio de Nazaré como expressão religiosa no Pará

Eduardo Augusto/ Alisson Rafael / Jhonatan dos Santos
Tema: A história de Guaratinguetá e Lorena pelo patrimônio material e imaterial

https://www.cordis.com.br/

Dom Arnaldo Carvalheiro Neto estudou Filosofia na então Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena (hoje UNISAL).

De acordo com o site da Rádio Vaticana, o Ex-Aluno nasceu em 11 de abril de 1967 em São Paulo. Estudou Filosofia na Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras (UNISAL) em Lorena (1989-1991) e Teologia no Instituto Teológico “Rainha dos Apóstolos” em Marília (1993-1996). Frequentou cursos de Direção Espiritual no “Institute for Spiritual Leadership” em Chicago-EUA (2002-2003) e de Capelania Hospitalar no “Mater Misericordiae Hospital” em Dublin-Irlanda (2006).

Além disso, obteve a Licenciatura em “Pastoral Counseling” na “Loyola University of Chicago” (2003-2006).

Recebeu a ordenação sacerdotal em 17 de maio de 1997 e foi incarinado na Diocese de Araçatuba (SP).  Foi pároco da paróquia de “São Brás” em Birigui (1997-2000) e em Chicago foi Vigário Paroquial da paróquia “Saint Roman” (2003-2006). Além disso, desempenhou o cargo de Diretor Espiritual do Instituto Teológico “Rainha dos Apóstolos” em Marília (SP). Atualmente, era Pároco da paróquia “São Pedro Apóstolo” em Gabriel Monteiro (desde 2007) e Reitor do Seminário Propedêutico de Araçatuba.

Fonte da imagem: Cordis

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O livro “O conceito de Justiça em Paul Ricoeur”, organizado pelos professores Lino Rampazzo e Mario José Dias, foi uma iniciativa conjunta entre a coordenação do Mestrado em Direito e o Curso de Filosofia do UNISAL  - Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena. A ideia partiu do “Seminário Internacional Ricouer”, que aconteceu na Unidade de 05 a 07 de agosto de 2013, para celebrar o centenário do nascimento do filósofo francês, Paul Ricoeur (1913-2005).

A obra, de 196 páginas, disponibiliza a síntese das palestras proferidas no evento. Encontram-se, na edição, as reflexões de dois professores do Mestrado em Direito, José Marcos Miné Vanzella e Ana Maria Viola de Sousa, como as de dois professores do Curso de Filosofia, Jefferson da Silva e Marcius Tadeu Nahur.

E nem precisa dizer que eles, além de professores, os escritores e organizadores são Ex-Alunos UNISAL, por isso o PRA SEMPRE divulga e incentiva essa e demais iniciativas.

A publicação também destaca o diálogo com pesquisadores de outras Instituições Universitárias, Alino Lorenzon (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Hélio Salles Gentil (Universidade São Judas Tadeu – SP), Roberto Roque Lauxen (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Vitória da Conquista, BA) e Ricardo Rossetti (Universidade Metodista de São Paulo).

Há, ainda, a contribuição de Andréa Santos Souza, Mestre em Filosofia e em Direito e Promotora de Justiça do Estado de São Paulo. E, por se tratar de “Seminário Internacional”, é apresentada a contribuição das palestras de Giulia Paola Di Nicola e Attilio Danese, fundadores e diretores do “Centro Ricerche Personaliste” e da Revista Internacional “Prospettiva Persona”, profundamente ligada ao pensamento de Ricoeur.

A obra está sendo vendida por R$ 44,90 e pode ser adquirida por meio do link.

Você, Ex-Aluno, tem um livro publicado e gostaria de divulgar neste hotsite? O espaço é seu. Envie suas informações para adriana.neves@lo.unisal.br.

Formatura Filosofia UNISAL

12 de dezembro, às 18 horas. Data e hora marcadas para uma bela comemoração: A formatura dos alunos do curso de Filosofia no UNISAL Unidade Lorena.

A turma não era grande, mas sua energia tomava conta dos espaços por onde passavam.

A comemoração iniciou com uma missa no Santuário São Benedito, como é costume no curso. Logo após, os formandos, seus familiares e familiares se dirigiram ao Teatro São Joaquim para a Cerimônia de Colação de Grau, marcada por muita emoção e alegria.

Dentre os professores participantes, Március Nahur foi o paraninfo, Padre Mario Bonatti, o Patrono. Já as homenagens foram para os professores Elisa Maria Soares, Padre Dílson, Mário José Dias e o assistente de curso Árison Lopes.

O momento da formatura é muito especial, pois, além da formação como professor, os alunos estão dando o 1º passo para a vida sacerdotal.

Como agradecimento, Árison deixou uma mensagem especial aos, agora, Professores de Filosofia:

Formatura Filosofia UNISAL“Todo final de ano o coração aperta, os olhos começam a marejar, a saudade se acomoda no peito e fica aquele friozinho de uma certeza que o destino transformará nossos caminhos paralelos… Mas a alegria de ver os alunos conquistando seus sonhos e alcançando um pedaço de seus objetivos está estampado no sorriso que mostro a eles. Isso é ser professor, se alegrar na despedida e vibrar junto dos alunos as suas conquistas.

São poucas horas juntos, que aos poucos se formam em dias e que o tempo se encarrega de transformar em anos, esses que foram ricos na convivência, na troca de valores e na construção de uma amizade, que particularmente, será duradoura.

Cada um que passou pelo curso, e também pela minha vida, passou sozinho, e deixou um pouco de si, do qual levarei na memória e também no coração. Se posso desejar algo aos oito formandos do curso de Filosofia 2015 é que Deus possa dar várias oportunidades de serem felizes e realizados nesse caminho de paz e bênçãos. Que o mundo se alegre, pois ganhamos mais oito autores que escreverão suas histórias e deixarão suas marcas.”

Agora eles compõem o grupo de mais de 16 mil Ex-Alunos “Pra Sempre UNISAL”.

Clique aqui e confira as fotos da formatura!