Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
padre.mario.bonatti-2

Considerado por muitos, Dom Bosco na terra, P. Mario relata fatos curiosos nos 61 anos de trajetória na Instituição Salesiana 

O dia era 12 de março de 1952. Nascia a Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras, em Lorena, São Paulo.

Durante a inauguração, um olhar atento e cheio de dúvidas também se fazia presente. O jovem de 21 anos, Mario Bonatti, se alegrava em participar daquele evento, que tinha na lista de convidados o Ministro da Educação, Senhor  Ernesto Simões Filho. Tal presença foi possível por ser um marco para o Brasil. Afinal, estava sendo inaugurada a segunda Instituição de Educação Superior Privada a se instalar no interior do estado de São Paulo e a primeira particular no Vale do Paraíba. Naquela época só havia a USP e PUC. Padre Mario Bonatti tem uma memória de surpreender no alto de seus 85 anos. Em um bate-papo com a equipe de Comunicação e Marketing do UNISAL, ele recordou a fala do Ministro na ocasião: “O bom professor não é o que aperta, mas sim o que ensina. Como o bom médico é quem cura”, destacou em seu discurso, o Ministro da Educação, Ernesto Simões Filho.

Mario Bonatti concluía o 3º ano do Colegial, hoje ensino médio. Junto com a inauguração da faculdade, também tinha início um laço de amor, permanente até os dias de hoje.

No ano seguinte, em 1953, se inscreveu para o Curso de Letras Neolatinas: português, espanhol e francês, apesar de não esconder de ninguém o anseio em aprender outros dois idiomas: inglês e alemão.

Após 4 anos de formação em Letras, ganhou um bolsa de estudos e embarcou em uma viagem de conhecimento. Roma (Itália) foi o local escolhido, e se tornou residência do estudante Mario ao longo de seus 5 anos de formação em Teologia. “Foram anos incríveis, aperfeiçoei os idiomas e aprendi novos com meus colegas de classe”, revelou P. Mario, que na época também se tornou um craque no basquete, modalidade ensinada pelos professores norte-americanos aos quais ele se afeiçoou.

No UNISAL já houve defesa de tese de doutorado

Após 5 anos em Roma (Itália), ele voltou para Lorena onde continuou a lecionar na Faculdade de Letras (década de 60). No interior do Vale, percebeu que as letras poderiam levá-lo para uma nova missão: Doutorado sobre a língua materna: dialeto trentino de Rio dos Cedros com o que é falado em Trento (Mattarello). Com tanto envolvimento na pesquisa comparativa sobre o que mudou do vocabulário cultural e universal, o teólogo conseguiu uma façanha incrível: saiu da graduação direto para o doutorado. “Acharam a tese importante para a cultura, o meu trabalho foi analisado por 3 professores da USP e 2 da PUC/SP”, disse P. Mario, que depois teve a tese traduzida para o italiano.

Enquanto Mario aperfeiçoava seus estudos, o Brasil passava por mudanças políticas. Mudanças às quais fizeram P. Mario se aproximar de uma daquelas personalidades marcantes ao longo de sua história no UNISAL: professor José Luiz Pasin, um dos presos pelos militares, em 1970, acusados de subversão. Para P. Mario, o saudoso Pasin sempre buscou praticar, mesmo que em plena ditadura, a leitura e a discussão entre os alunos de História do UNISAL.

Ao longo de quase 4 anos de Doutorado, Mario viu que a língua progride ao ser apresentada à cultura local e moderna. Ao final do estudo, o salesiano foi convidado a dar aula na Universidade de Coimbra, Portugal, onde permaneceu por um ano, e, por isso, se afastou das atividades no UNISAL. No ano seguinte, ele ministrou aulas de Linguística Antropológica no programa de Mestrado em Linguística na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. Dois anos de docência provocaram nele saudades da casa que o acolheu ainda como aluno. De 1970 até os dias de hoje P. Mario permanece no UNISAL.

As decisões em âmbito nacional eram acompanhadas atentamente por P. Mario. Após 11 anos de estudo, desde a saída do Colégio até a ordenação sacerdotal em Turin, Itália, ele acumulou conhecimento, livros, amizades e histórias.

P. Mario Bonatti hoje é o assessor salesiano no UNISAL Lorena. Fala 8 idiomas, é autor de 13 livros, corintiano de coração, fundador da extinta Revista da Faculdade Salesiana de Lorena e um dos símbolos vivos de Dom Bosco. Acredita no amor como maior herança deixada pelo homem ao próximo. Ao ser perguntado sobre o que sempre permaneceu nesses mais de 60 anos de história no UNISAL, ele é enfático em dizer: “A vontade de ajudar os jovens, como aprendi com Dom Bosco”, revelou P. Mario, que utilizou de seu conhecimento e habilidade com idiomas para ensinar ao próximo.

Ah, e para quem tem dúvidas sobre o acento no nome “Mario”, o Padre ressalta que os anos de estudo o revelaram uma curiosidade. “O acento é inútil, inexistente em idiomas como inglês, alemão, russo e outras línguas. Ele só atrapalha, atrasa o aprendizado”, concluiu o assessor salesiano.

Conheça mais sobre P. Mario Bonatti

Padre Mario Bonatti, é natural da localidade entre Rio dos Cedros e Pomerode em Santa Catarina. É o mais velho de 8 irmãos, 4 homens e 4 mulheres. Os irmãos ainda são todos vivos, por isso na agenda de lazer estão incluídas viagens, pelo menos duas vezes ao ano, à cidade natal.

Saiba mais.

formatura-unisal-americana

UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Americana, realizou a Colação de Grau oficial dos formandos 2016 de forma festiva.  A entrega dos certificados e do histórico escolar foi realizada em sessão solene e proporcionou um momento especial a todos os Alunos que finalizaram a graduação. O evento aconteceu em 26 e 27 de janeiro e de 01 a 03 de fevereiro de 2017, no anfiteatro do Campus Dom Bosco, e contou com a presença de professores, familiares e amigos dos formandos. Foram mais de 550 formandos dos Cursos de Administração, Ciências Contábeis, Moda, Publicidade e Propaganda, Sistemas de Informação, Engenharia Elétrica, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Ambiental, Pedagogia, Psicologia, Direito e Serviço Social.

O Diretor de Operações, Homero Tadeu Colinas, parabenizou os formandos, agradeceu aos pais pela confiança depositada na instituição e, quebrando o protocolo, dirigiu-se à plateia para que os familiares parabenizassem seus filhos.

diadedombosco-01

A misericórdia do pai pelos jovens

Sentir dó, misericórdia pelos jovens foi o início de toda pedagogia salesiana, uma parceria que hoje é mundial para atender os jovens.

Dom Bosco sentia se atraído pelos jovens e eles sentiam se atraídos por Dom Bosco. Estava feita uma grande parceria no campo da educação. A riqueza de Dom Bosco foi seu coração, seu grande coração. Sua aparência era de um padre muito simples, um homem de pequena estatura mas de um grande coração sensível aos pobres. Ele mesmo foi pobre, muito pobre desde pequeno.

Dom Bosco sempre valorizou o afeto, a empatia que manifestava pelas pessoas e as tornava simpáticas. Confessando os meninos nas cadeias de Turim, percebeu muito claramente que os corações eram bons, igual ao de todos os jovens, abertos às mudanças de vida e ali estavam traídos pela pobreza.

Sua caridade era sobrenatural, ligada à presença de Deus dentro de cada pessoa. Era a forma concreta de sua religião: amar a Deus e ao próximo. Cuidar do bem estar, da felicidade, da vida do outro, dedicar-se às necessidades do próximo, essa é a forma do amor cristão, uma ação carinhosa e prática pelo bem do outro, era o caminho mais curto para chegar a Deus.

O Deus cristão é amor que se preocupa com as pessoas, procura os pobres, os perdidos, abençoa os pequenos, acolhe os pecadores e os perdoa. Assim é o Deus de Jesus Cristo. A existência do Deus de Jesus Cristo não se prova, sente-se pelo coração. Assim é que Dom Bosco apresentava a figura de Deus em Jesus Cristo, uma presença viva, como uma companhia, um Deus que era como a água para os peixes, um Deus de um coração que ama. Foi o exemplo de Jesus Cristo que levou Dom Bosco a criar uma pedagogia eficiente, cheia de simpatia, divina e humana ao mesmo tempo.

Alguém escreveu: O que permanece depois da morte de um ser humano não é o que ele fez durante a vida, mas o que ele fez em doação pelo outro. Dom Bosco doou uma vida tão rica que ainda não terminamos de fazer o seu inventário.

padre-mario-unisal

Padre Mario Bonatti, Assessor Salesiano em Lorena/SP.

Metodologias-ativas-unisal (4)

Capacitação é aberta também a professores da rede pública de ensino médio da Região.

O Laboratório de Inovação Acadêmica (LIA) do UNISAL Lorena realizou, no segundo semestre de 2016, uma série de formações gratuitas em Metodologias Ativas de aprendizagem, e que contou com a participação de 83 pessoas, entre Alunos do Mestrado em Direito, Ex-Alunos e Professores do UNISAL Lorena, Professores do Colégio São Joaquim e Professores de Escolas Públicas. Os temas tratados foram os seguintes:

Nos dias 20 e 27 de setembro, foi realizada a Oficina Tecnologia e Educação, com o Professor do UNISAL, Me. Warner Brezolin. Na oportunidade, ele apresentou diferentes tipos de ferramentas digitais para facilitar o trabalho do professor e melhorar a experiência do aluno em sala de aula, como por exemplo: Objetos digitais de aprendizagem, Plataformas, Ferramentas de Gestão, Ambientes Virtuais, entre outros.

Os Professores Mestres, Ana Valéria Reis e Diego Amaro, administraram nos dias 4 e 11 outubro a oficina com o tema: Sala de Aula Invertida – Modelo de rotação por estações. O curso contou com 38 participantes, que aprenderam mais sobre o método ou disciplina em que os estudantes têm para o ensino online fora da sala, em lugar da lição de casa tradicional, e, então, frequentam a escola física para práticas ou projetos orientados pelo professor.

“Achei o formato e a aula interessantes, os professores nos avaliaram de forma ativa e absorveram do grupo conteúdo dinâmico, à altura do que propõe a inovação acadêmica”, avaliou André Pirtouscheg, professor do UNISAL e  participante da oficina.

No dia 18 de outubro, a mesma dupla de professores ministrou a Oficina Clearest Point, que teve como foco o Livro “Técnicas de Avaliação da sala de aula”.  A obra, considerada um manual para professores universitários, é de autoria de Thomas A. Angelo e K. Patricia Cruz. Trata-se, segundo o LMI, de um método que envolve todos os estudantes de modo que nenhuma dúvida fique sem resposta ou qualquer assunto do conteúdo não fique esclarecido.
Esta oficina proporcionou aos participantes  algumas das técnicas utilizadas nesse método, que podem ser usadas desde o ensino básico até o ensino superior.

A Professora Dr.ª Renata Perrenoud ofereceu dois dias de oficina sobre Project Based Learning (PBL). A metodologia PBL tem como fundamento que o aluno aprenda os conceitos da disciplina por meio do desenvolvimento de projetos. Essa formação tem o objetivo de ensinar a montagem da disciplina passo a passo, com a utilização das técnicas do PBL.

Confira aqui o álbum com as fotos da formação!

 

Você pode se inscrever para as formações do próximo semestre.
Informações: lmi@lo.unisal.br

Horário de Plantão do LIA – Laboratório de Inovação Acadêmica

O Laboratório de Inovação Acadêmica convida-o a compartilhar suas experiências ou dúvidas sobre os temas. Seguem os horários de atendimento:

Prof.ª Ana Valéria – Toda Segunda-Feira, das 10h às 11h.
Prof. André Ribeiro – Toda Quarta-Feira, das 17h às 18h.
Prof. Diego Amaro – Toda Quinta-Feira, das 18h às 19h.
Prof. Warner Brezolin – Toda Quinta-Feira, das 20h40 às 21h40.
Prof.ª Renata Perrenoud – Toda Sexta-Feira, das 10h30 às 11h30.

Local: Sala LIA, no Prédio Padre Carlos Leôncio- UNISAL Lorena

Caso alguém precise de algum horário em especial, entre em contato conosco pelo e-mail lmi@lo.unisal.br.

 

Consórcio STHEM 2.0. Metodologias Ativas de Aprendizagem

Desde abril, o Consórcio está em fase de planejamento do Consórcio STHEM Brasil 2.0. Em nova fase o foco do Consórcio irá além das metodologias ativas. Agora abrange a Inovação Acadêmica. O planejamento foi construído com a participação de especialistas em educação, inovação, gestão e planejamento e com a efetiva colaboração do Comitê Gestor do Consórcio e o apoio do SEMESP. Hoje há 46 IEs participantes e a parceria de Laspau/ Harvard continua.

Assista ao vídeo do Professor Fábio Reis.

Formatura_UNISAL_18.08-6

O UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Campinas, Campus São José, realizou em 18 de agosto de 2016 a Colação de Grau Oficial dos formandos do 1.º semestre de 2016. Nesse semestre, foram formandos dos Cursos de Administração, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Elétrica – Telecomunicações, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Tecnologia em Automação Industrial, Tecnologia em Sistemas Automotivos, Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos e Tecnologia em Logística.

A entrega dos certificados foi solene e proporcionou a todos os Alunos que finalizaram os Cursos um momento especial. O evento aconteceu no auditório Artêmides Zatti e recebeu cerca de 400 pessoas, entre formandos, professores, familiares e amigos.

A Pastoral da Universidade fez momento de reflexão, apresentou um vídeo de Dom Bosco, a missão e propósitos do pai e mestre da Juventude. O momento também contou com juramento de cada Curso e a participação dos professores e coordenadores.

Os professores homenageados foram: Prof. Moacir Pereira, representando os Cursos de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos, Tecnologia em Logística e Administração. Prof. Celso Eduardo Vieira Oliveira, representando os Cursos De Tecnologia em Automação Industrial e Tecnologia em Sistemas Automotivos e a Prof.ª Zaida Jova Aguila, representando as Engenharias.

Flávia Chollet Boni 2

Sou Flávia Chollet Boni, formada em 2012 pelo Curso de Pedagogia, na Unidade São Paulo, campus Santa Teresinha.

Desde o primário, no Colégio Salesiano Santa Teresinha, tinha o sonho de tornar-me professora. Por isso, em 2006, decidi fazer o Curso de Magistério junto ao Ensino Médio. Então, estudei em outra Casa Salesiana, o Instituto Madre Mazzarello. Aprendi que devemos fazer nosso melhor e trabalhar bastante, sempre com muito amor, carinho, respeito, ética e honestidade, porque, quando fazemos aquilo que gostamos, o sucesso é consequência.

Durante o Magistério, tudo fez muito sentido na minha vida: eu amava os estágios, mergulhava e envolvia-me em projetos voluntários e sempre procurei ser uma boa aluna. Antes mesmo de concluir o curso, já trabalhava em escolas de pequeno porte da Zona Norte de São Paulo, como Auxiliar de Classe e já havia decidido que faria a faculdade de Pedagogia. A escolha pelo UNISAL foi rápida e simples, pois sempre fui muito grata a toda comunidade Salesiana pela formação e as oportunidades que me proporcionaram.

Após terminar Pedagogia, decidi que ficaria com a Recreação e a Educação e assumi uma turma de período integral na Escola de Extensão do Colégio Salesiano Santa Teresinha. No primeiro ano de formada, me dediquei a Magic Star Eventos e foi quando consegui a primeira sede da empresa, em uma sala comercial, na zona norte de SP. O próximo passo foi buscar mais conhecimento e, então, fiz duas Pós-Graduações, a primeira de Educação Infantil, no UNISAL, e a segunda de Recreação e Lazer, na FMU. Esse foi um período de enorme aprendizado, em que adquiri muita bagagem pessoal e profissional, conhecendo pessoas incríveis e que muito me ensinaram.

Flávia Chollet Boni 3A área acadêmica e a possibilidade de lecionar para adultos começaram a fascinar-me. Ministrei cursos e palestras no SENAC, na Faculdade Gama Filho, no Instituto Acolher, no UNIESP, no Seminário Nacional de Buffets Infantis e na casa que me criou e sempre me recebeu de braços abertos, o UNISAL.

No ano de 2013, a Magic Star Eventos foi reconhecida nacionalmente pelo ENAI (Encontro Nacional de Buffets Infantis) como a melhor empresa de animação infantil do Brasil. Atualmente, a empresa foi ampliada, conta com uma equipe interna, coordenadores de eventos, monitores em restaurantes. Hoje sinto-me plenamente realizada como empresária do segmento de entretenimento infantil, a frente da Magic Star Eventos.

Não tenho palavras para agradecer aos meus mestres (Tathiane Cecília Arruda, Silvio Guarde, Karen, Beatriz, Alexandre de Paula Franco, Flávio Camilo, Adalgisa). Com certeza, foram os vencedores em formar tantos profissionais com altíssima competência, que hoje atuam com excelência no mercado de trabalho!

palavras-mario-bonatti

Há alguns dias atrás, no Facebook surgiu uma brincadeira com palavras. Você precisava usar sua criatividade para escrever uma frase que representasse uma ideia específica com 3 palavras. O Padre Mario Bonatti não quis ficar de fora e decidiu compartilhar as reflexões do Irmão Silvio Fritzen sobre “Caridade e Relações Humanas”. Uma forma descontraída, mas que também traz uma bela reflexão.

Confira!

As seis palavras mais importantes: Admito que o erro é meu.
As cinco palavras mais importantes: Você fez um bom trabalho.
As quatro palavras mais importantes: Qual a sua opinião?
As três palavras mais importantes: Faça o favor.
As duas palavras mais importantes: Muito obrigado.
A palavra mais importante: Nós.

 

E você, quer participar também? Compartilhe aqui suas frases seguindo a proposta apresentada pelo Irmão Silvio!

padre-mario-unisal

Padre Mario Bonatti, Assessor Salesiano em Lorena/SP.

mesa-redonda-ex-alunos

 

Ex-alunos participam deste debate.

Em ano de decisão política e econômica, o UNISAL Lorena promove a conscientização do eleitor. Você é o nosso convidado para uma programação especial sobre temas relevantes no processo democrático do país.

Será dia 19 de agosto, das 19h às 21h30, no Teatro São Joaquim, no UNISAL Lorena.

Um evento aberto a todo público. Mas para isso é preciso se inscrever gratuitamente aqui.

Confira a programação:

> A herança política e os reflexos no cenário atual do Brasil, com o Prof. Tadeu Miranda, Mestre em História Social pela PUC-SP, Coordenador e Ex-Aluno do Curso de História do UNISAL Contemporânea (mediador da mesa).

> A cobertura da imprensa nas Eleições, com o jornalista Moura Reis, da Associação Brasileira de Imprensa/ Diretoria São Paulo.

> O posicionamento do Tribunal Regional Eleitoral, com Paulo Sérgio Brant de Carvalho Galizia,  juiz substituto do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e desembargador do Tribunal Superior de Justiça.

> A Igreja na formação de eleitores, com o Prof. Padre Ilmário Pinheiro, Mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Sergipe. Professor do UNISAL Lorena e Coordenador da Pastoral Universitária.

> A Responsabilidade Civil e Administrativa do Gestor público,  com a Ex-Aluna e Prof.ª Fernanda Lage, Mestre em Direitos sociais, econômicos e culturais pelo UNISAL.

> Lançamento da Cartilha Especial Eleições, com a apresentação da Ex-Aluna e Prof.ª Dr.ª Milena Sellmann, docente dos Cursos de Mestrado em Direito e Direito do UNISAL, que representa o projeto.

*Participação do público com perguntas e distribuição de brindes.

Simpósio RH UNISAL

Em 11.06.2016, representantes de empresas da Região Metropolitana do Vale e Litoral Norte, associações de classe, Alunos e Ex-Alunos do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena (Graduação  e Pós-Graduação), alunos e ex-alunos de instituições de ensino superior (IES)  do Vale e demais interessados no tema estiveram reunidos no 1º Simpósio de RH. O encontro reuniu cerca de 120 pessoas no UNISAL.

Os objetivos do evento foram trazer temas relevantes ao mundo corporativo, como os direitos comuns a todos os cidadãos, e as relações interpessoais entre líderes e colaboradores numa empresa.

A Diretora de Operações, Prof.ª Dr.ª Grasiele Nascimento, fez a abertura do evento e destacou a importância da legislação para a defesa dos direitos dos trabalhadores. A Coordenadora de Extensão e de Pós-Graduação, Prof.ª Fátima Medeiros, também falou sobre os desafios de assumir o cargo de gestora. “Todos os dias tenho de lidar com desafios, conversar com pessoas e manter uma boa relação interpessoal”, revelou a professora durante seu discurso.

O tema: “Inclusão no mercado de trabalho de pessoas com deficiência” foi apresentado por Marcelo Pires, empresário de São Sebastião, litoral norte paulista e um exemplo na inclusão da pessoa com deficiência no mercado. O paulista de 45 anos também é o fundador da Consolidar, iniciativa criada para capacitar essas pessoas e transformar vítimas em protagonistas.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos deixa claro que todas as pessoas devem ser tratadas igualmente, independentemente de qualquer deficiência que possam ter. A mesma Declaração também assegura que pessoas deficientes devem ter todos os tipos de necessidades especiais levadas em consideração no desenvolvimento econômico e social. No caso do Brasil, a Constituição Federal define como meta a busca do bem-estar de todos, sem qualquer tipo de discriminação. Da mesma maneira, o Código Penal brasileiro determina como passível de punição os atos criminosos e de desrespeito.

Um painel de debates abriu a programação na parte da tarde, com um tema: “Intraempreendedorismo e Inovação.” O Diretor de Inovação Acadêmica do SEMESP (Sindicato das mantenedoras do ensino superior), Prof. Dr. Fábio Garcia dos Reis, trouxe aos participantes as experiências vividas no SEMESP e em instituições de ensino de todo o mundo. Durante 15 anos, Fábio ocupou o cargo de Diretor Operacional do UNISAL,  firmando parceria no Consórcio STHEM de inovação. Ao longo da apresentação no Simpósio, ele falou sobre a importância de ser empreendedor e também destacou as dificuldades para se implantar inovação em todos os campos da sociedade.

O coach Marcos Ferreira recorreu à mitologia grega para explicar como as oportunidades não devem ser desperdiçadas e deu o exemplo de Kairós, conhecido como o Deus das oportunidades, atleta de agilidade incomparável.  Ainda na parte da tarde, o evento trouxe um  home office  com o Executivo Ronaldi Cassarini, com a professora do Curso de Psicologia e Gestora de RH, Prof.ª Paula Amaral, e a advogada e Coordenadora do Curso de Mestrado em Direito do UNISAL, Prof.ª Maria Aparecida Alkimin.

Cidinha Alkimin ressaltou a importância do RH para que o empregado entenda seu real papel na empresa.  Paula Amaral afirmou que o discurso teórico e o prático caminham juntos para a construção da formação universitária e mercadológica nas empresas. Em seguida, o empresário Marcelo Pires, o Prof. Marcos Corrêa e a Coordenadora do Curso de RH do UNISAL, Prof.ª Me. Márcia Rubez,  participaram de uma última roda de conversa.  O Coordenador do Curso de Administração, Élcio Henrique dos Santos encerrou o evento.

Clique aqui e veja mais fotos!

geg-lorena (11)

“Se o Google tivesse um rosto, eu diria que ele seria como o Vinicius Anjo. Ou seja, divertido e comunicativo”. A fala é do Ex-Aluno de História e docente, Prof. Me. Diego Amaro, que palestrou na 1ª edição do Encontro de Educadores Google, realizada neste dia 11 de junho de 2016, no UNISAL Lorena.

O desafio trazido pelo time de Lorena é aliar a tecnologia à sala de aula. Como fazer com que jovens alunos usem os celulares, tablets e todas as ferramentas de última geração para o desenvolvimento de pesquisa e, consequentemente, para o crescimento intelectual.

A iniciativa oferece uma plataforma para que os educadores colaborarem mutuamente. “É uma troca de ideias que permite ajudar colegas a atender melhor as necessidades dos alunos por meio de soluções tecnológicas, dentro e fora da sala de aula”, afirma o site do Grupo.

As atividades do GEG acontecem online e offline. Nesse espaço de aprendizado os educadores podem discutir juntos e conhecer uns aos outros por meio do Google+.

Em Lorena, o evento foi realizado com o apoio do Programa de Relacionamento com o Ex-Aluno que é o elo entre UNISAL e GEG Lorena, com patrocínio do Espaço Ação e Prevenção da Terapeuta Ocupacional Juliana Darrigo e Casa de Frios Frilat da empresária Luiza Sene, que oportunizou aos participantes do evento material e kit lanche.

Liderados pela Ex-Aluna Walquíria Silva, o time de membros da Liderança Adriana Neves, Thiago Borges e Antonio Marcos e Marciela Castro planejou tudo para tornar possível esta primeira edição, reunindo educadores de várias áreas e locais.

Nem mesmo as temperaturas baixas do outono vale paraibano espantaram os 30 participantes. Os irmãos e professores “Paixão” estiveram na formação, pois pretendem aperfeiçoar em suas ações e aprender com outros educadores. Débora já ministrou aulas de robótica e Rafael (também Egresso UNISAL) implantou a EAD em uma empresa.

Um Ex-Aluno entende a importância de utilizar o conteúdo absorvido durante os anos de formação para ajudar na construção de uma sociedade melhor. Foi com esse objetivo que Diego Amaro compareceu ao evento. Em 40 minutos, ele falou sobre a atual experiência em Ensino Híbrido e de que forma esse método se mostra como sendo o futuro da educação.  “É um desafio, pois a implantação deste modelo de forma integral pede mudança de estrutura, currículo e postura”, revelou o docente.

Além dele, Vanessa Polli e Vinicius Anjo, Líderes GEG São José dos Campos, também mostraram por qual motivo vieram. Vanessa falou sobre o “Uso Consciente das Tecnologias” e Vinicius contou sobre as experiências que ele teve com a Tecnologia Google em sala de aula.

geg-lorena (17)

Ex-Aluna e Líder GEG Lorena, Walquíria Silva.

Para Walquíria, reunir educadores do ensino básico ao ensino superior nesta primeira edição, para compartilhar ideias, inspirar projetos, capacitar para uso de soluções tecnológicas dentro e fora da sala de aula foi um tanto desafiador ao time, mas ao mesmo tempo um sonho possível e a certeza de que conectados podemos mudar a educação.

“Independentemente do sistema de ensino, do âmbito em que se atua o encontro nos possibilitou ter uma visão global do quanto a educação tem urgências e que em Lorena e Região temos aproximadamente de 30 a 60 educadores que entenderam a essência do GEG´s e sua importância para que esta transformação aconteça. Foi um primeiro passo, na construção de um grupo que deseja transformar a educação.” – afirma a Psicopedagoga.

Saiba mais sobre os GEGs:

Qualquer pessoa pode participar do GEG: diretores, administradores de escolas, professores, alunos ou pessoas interessadas em usar os produtos do Google para ajudar as pessoas a aprender. Cada grupo é organizado por um voluntário local (líder do GEG) e é totalmente independente do Google enquanto corporação.

Em agosto e outubro irão acontecer novos encontros, em diversos espaços atendendo as solicitações dos membros.

Informações:

Google PlusFacebook ou pelo e-mail walquiria.geg.lo@gmail.com.

Confira mais fotos do 1º encontro aqui e no Álbum no Facebook do UNISAL Lorena.

 

el-pais-unisal-cabette-2

O tema estupro tem tido grande repercussão na mídia, por isso jornalistas de vários veículos buscam fontes seguras para entender o tema. O artigo “Crime de estupro: até quando julgaremos as vítimas?”, dos Ex-Alunos Eduardo Cabette e Verônica Magalhães, mais uma vez, foi destaque em um grande veículo de comunicação. Dessa vez, no El País.

“A cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil e a culpa nunca é da vítima”. A voz, saída de um megafone no entardecer na avenida Paulista na última quarta-feira, deu início a uma marcha - de mulheres em sua maioria – contra o machismo e em protesto ao estupro coletivo de uma jovem de 16 anos ocorrido no Rio de Janeiro na semana passada. A segunda informação da frase que abriu a marcha – “a culpa nunca é da vítima” – deveria ser óbvia. Mas não é.

Assim que a notícia sobre o estupro da adolescente começou a ser veiculada na imprensa, a sociedade se dividiu entre os que condenaram o crime e os que culparam a garota pelo ocorrido. Mulheres, inclusive, atribuíram à vítima a responsabilidade pelo crime.

Em busca de tentar entender por que parte da sociedade ainda culpa a vítima por um crime como esse, incluindo mulheres que não se solidarizam com a dor da vítima, a advogada Verônica Magalhães de Paula e o delegado e professor do UNISAL, Eduardo Cabette, publicaram o estudo “Crime de estupro: até quando julgaremos as vítimas?”. A publicação é de 2013, mas para o nosso azar, o tema é atemporal.

E com séculos de história. De acordo com o texto, “mesmo em plena aurora do século 21, as mulheres ainda são julgadas como na Idade Média, onde somente a mulher honesta e virgem poderia ser vítima de crime de estupro e desde que também ficasse comprovado que ela havia lutado e gritado por socorro, pois o silêncio da vítima significava o consentimento do ato praticado”. Para Verônica de Paula, parte da sociedade julga a vítima por ela não se enquadrar nos padrões idealizados da mulher correta, aquela que é casada e cuida do marido e dos filhos. “Somos educadas desta forma”, diz. “A mulher tem que ser submissa, recatada, falar baixo, sair de casa apenas para ir ao trabalho, no máximo”.

O estudo compara dois casos que ocorreram em 2012. Um, aqui no Brasil, de duas adolescentes de 16 anos que foram estupradas por seis integrantes de uma banda de pagode, a extinta New Hit, na Bahia. Na época, houve protestos contra a prisão dos criminosos. As vítimas foram ameaçadas de morte e tiveram que entrar no Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente Ameaçados de Morte, assim como a vítima do estupro no Rio de Janeiro de duas semana atrás. O outro caso foi o de uma mulher de 23 anos que sofreu um estupro coletivo na Índia, quando voltava para a casa, em um ônibus. Ela não resistiu aos ferimentos – foi perfurada internamente – e morreu. Milhares de pessoas em todo o mundo ficaram chocadas com o crime, e na Índia, foram às ruas por leis mais rígidas e maior proteção para as mulheres. Os criminosos quase foram linchados pela população indignada. A história é contada no documentário India’s Daughter.

“Mesmo em plena aurora do século 21, as mulheres ainda são julgadas como na Idade Média, onde somente a mulher honesta e virgem poderia ser vítima de crime de estupro”

O que diferencia um episódio do outro? Segundo os autores do estudo, a jovem indiana era vista como uma mulher honesta. Voltava da Universidade quando foi abordada. Estava coberta dos pés à cabeça. Não pediu para ser estuprada. Já as garotas na Bahia não deveriam estar naquele local, assistindo a um show de uma banda com letras de duplo sentido e com coreografias de conotação sexual. Com essas atitudes, elas estavam sujeitas a passar pelo que passaram. Ou pior: pediram para ser estupradas.

No ano passado, a Justiça condenou os integrantes da banda a 11 anos e oito meses de prisão, mas coube recurso e eles respondem em liberdade.

O pré-julgamento da vítima se repete agora, três anos depois, com o caso da jovem no Rio de Janeiro. Muitas pessoas usaram o argumento de que a garota era usuária de drogas, frequentava o morro e usava roupas curtas para culpá-la pelo crime do qual foi vítima. Assim como as meninas na Bahia, ela não deveria estar em um baile funk. “Culpamos a vítima porque partimos do pressuposto de que a mulher não pode ter uma vida sexual ativa”, disse Eduardo Cabette, o co-autor do estudo.

Segundo Cabette, se a vítima em questão fosse uma garota de classe média, usando roupas compridas, o tratamento do público seria diferente. Mas, perante à lei, alerta Cabette, isso não faz – ou não deveria fazer – nenhuma diferença. “A população pode até pensar diferente, mas juridicamente, se a mulher é uma prostituta, por exemplo, e no meio do programa ela decide não continuar a relação e o cliente a força a seguir em frente, ela pode ser vítima de estupro”.

“Culpamos a vítima porque partimos do pressuposto de que a mulher não pode ter uma vida sexual ativa.”

O delegado afirma que no caso do crime no Rio de Janeiro, os suspeitos podem ser julgados por estupro de vulnerável, se for comprovado que a garota estava desacordada quando o crime ocorreu. “E esse crime tem pena mais grave que o crime de estupro comum, aliás”, diz. “Não importa se ela se drogou ou se a drogaram”.

“A culpa é da crise”

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Mágino Alves Barbosa Filho, afirmou ao jornal O Estado de São Paulo que a crise econômica é uma das culpadas do crime de estupro coletivo ocorrido no Rio, assim como outros crimes dessa espécie. “Muita gente cai em depressão porque perdeu o emprego e começa a beber. E aí termina perdendo a cabeça e praticando esse tipo de delito. Não estou falando que é a principal causa, mas uma das causas com certeza é essa aí”, afirmou, em entrevista publicada na sexta-feira da semana passada.

A ideia de que o criminoso que pratica o estupro está fora de si, ou mesmo é um doente, é duramente condenada por feministas. No estudo de Cabette e Verônica, há uma menção à visão distorcida da condição desse homem na sociedade: “A vítima sempre será aquela mulher promíscua de moral duvidosa ou o estuprador será um homem “anormal”, com perturbações mentais e a moral distorcida, que não consegue conter seus instintos animalescos”, diz o texto. “Esse mecanismo de proteção impede que as pessoas aceitem que não há um perfil específico de vítima e que o agressor pode ser o homem honesto, trabalhador, pai de família”, concluem os advogados.

Na mesma semana em que o secretário deu a entrevista ao Estadão, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo divulgou um levantamento apontando que apenas 30% dos casos de estupro registrados pela polícia são cometidos por pessoas desconhecidas. Ou seja, de cada dez casos de estupro que a polícia tem conhecimento, sete são cometidos por uma pessoa que tem algum vínculo com a vítima. A maioria das vítimas tem entre 12 e 17 anos, de acordo com o Mapa da Violência. Um caso notório que ilustra esse perfil aconteceu no interior de São Paulo. O delegado de Itu Moacir Rodrigues de Mendonça estuprou sua neta em um hotel, durante uma viagem familiar, forçando-a a ato sexual, segundo relato da vítima. A jovem, de 16 anos, só o denunciou semanas depois do ocorrido, em setembro de 2014. Atônita com a investida do avô, a jovem ficou atordoada com o ocorrido e não contou para ninguém o crime. Ela chegou a tentar o suicídio, mas foi impedida pelo padrasto. Só então revelou a verdade para a mãe, que levou o caso à Justiça.

Mendonça ficou preso por um ano e seis meses aguardando julgamento do caso, mas conseguiu liberdade no mês passado porque um juiz de Olímpia, onde ocorreu o ato sexual, entendeu que houve consenso da vítima. Não há prova segura e indene de que o acusado empregou força física suficientemente capaz de impedir a vítima de reagir. A violência material não foi asseverada, nem esclarecida. A violência moral, igualmente, não é clarividente, penso”, escreveu o juiz Luiz de Abreu Costa, que em nenhum momento questiona o fato de um avô ter tido relações sexuais com uma neta menor de idade. O fato ilustra como a cultura do estupro está arraigada até mesmo na leitura de representantes da Justiça. No último dia 26, o Ministério Público de Olímpia recorreu da sentença do juiz.

Fonte: Jornal El País

Foto: Manifestação em São Paulo na quarta-feira contra o machismo e em protesto ao estupro coletivo de uma jovem de 16 anos no Rio. /M. SCHINCARIOL (AFP)

cidinha-alkimin-2

O som do violino, as aulas de latim, os ensinamentos de astronomia e o dom do acolhimento e da solidariedade com os pobres

 

Maria Aparecida Alkimin
Formada em Direito em 1991
Professora da Graduação e do Mestrado em Direito

É certo que o dinamismo da vida traz três componentes importantes: sonhos, esperanças e recordações. De fato, vivemos de sonhos, esperanças e recordações dos momentos importantes e também das pessoas que participaram de vários processos que integram a nossa vida ou passaram por nossa vida e marcaram-nos com atitudes, gestos ou palavras de carinho, amor, solidariedade; enfim, pessoas que deixam ensinamentos e valores que carregamos por toda a nossa existência.

Minhas recordações no ambiente salesiano remontam ao ano de 1987, quando então passei a integrar a instituição salesiana de duas formas: como aluna do recente curso de Direito (2ª. turma) e como empregada no exercício da função de auxiliar de departamento pessoal junto ao departamento da instituição de ensino que, naquela ocasião, estava localizado onde hoje é o laboratório de química.

Nesse ano de 1987, meu primeiro dia de trabalho foi especial e marcante, pois estava retornando do almoço para assumir o trabalho a ser desenvolvido no período vespertino e, quando ainda estava na portaria, comecei a ouvir o som de um violino. Ao me aproximar do corredor, próximo ao local do meu trabalho (departamento pessoal) deparei-me com a imagem que mais me encantou nesses anos todos de convivência no ambiente salesiano: era o Padre Hugo Greco, do andar tranquilo e dos olhos azuis, com seu violino, fazendo ecoar um som suave, cuja melodia fazia coro com o cantar dos pássaros, Ele me olhou profundamente e deslizou um sorriso cativante, fazendo-me sentir acolhida e também me fez crer que estava em um lugar especial, pois senti que ele era especial.

padre-hugo-greco (5)

Padre Hugo. Fonte: Jornal O Lince

Foram poucos anos compartilhando a presença do Padre Hugo, haja vista que adoeceu e veio a falecer no dia 22/6/90, mas o pouco tempo foi de muita satisfação e de muita graça, por ter encontrado no meio salesiano pessoa tão encantadora, cativante, generosa, solidária e acolhedora e que me proporcionou muito aprendizado, além de lição de vida, com seus atos de amor e de entrega ao próximo.

Tive oportunidade de participar da vida do Padre Hugo, acompanhando sua arte de tocar o violino, cujo horário preferido era o início da tarde, logo após o almoço, aprendendo latim nas aulas que ministrava nos dias de sábado pela manhã e, também, desfrutando de ensinamentos de astronomia que ele tinha prazer de transmitir aos alunos e demais interessados nessa ciência.

Padre Hugo Greco possuía um jeito muito especial de ensinar a ciência da astronomia, um método que ensinava e fazia com que assimilássemos os conceitos e termos científicos por meio da associação, ou seja, a ligação entre o termo científico e algum objeto, característica pessoal ou parte do corpo. Em um dos seus ensinamentos sobre constelações, quando com seu telescópio apontou-me as estrelas Canopus (estrela gigantesca localizada no hemisfério sul) e Sirius (uma das estrelas mais brilhantes que se avista no céu noturno), Padre Hugo disse-me: “Minha filha, você nunca vai esquecer se associar canopus a cano e sirius a cílios.” De fato, nunca esqueci!

Mas, as recordações do Padre Hugo Greco, marcantes na minha vida, não se limitam apenas ao som arrebatador do seu violino, às aulas de latim no dia de sábado pela manhã e aos ensinamentos de astronomia que ensinava nos pátios com o seu telescópio. Ele me marcou, principalmente, pela sua simplicidade e humildade, no falar, no vestir, no agir, bem como no modelo de pessoa humana que fez renúncias pelos pobres.

Nos dias de sábado, Pe. Hugo dirigia-se até a portaria da instituição onde tinha encontro com os pobres e entre eles distribuía o ganho auferido das aulas que ministrava, cujo gesto de solidariedade, cuidado, acolhimento e ajuda ao próximo foi a maior das suas lições. E essa lição de vida e modo de ser o tornou para mim muito mais que uma pessoa especial, mas também um homem santo, que reproduziu na sua vida os gestos de S. João Bosco.

O download do E-Book pode ser feito gratuitamente. Clique aqui e confira!

Esta é “A vida nos pátios do UNISAL”…

Porque o que dá sentido à vida não pode se perder no tempo!

 

jessica-rosestolato-2

Jessica dos Santos Rosestolato
Formada em Pedagogia em 2014

 

A minha história no UNISAL começou em 2010, após um projeto de que eu participei, totalmente patrocinado pela Empresa Basf, da cidade de Guaratinguetá. Ao término deste, alguns dias depois de minha formatura no Ensino Médio, eu recebi um telefonema da idealizadora do projeto oferecendo-me uma bolsa de estudo de 50% de desconto no UNISAL de Lorena. Aceitei, fiz o vestibular e passei.

O meu grande sonho realmente era estudar jornalismo, porque eu amo escrever e ler, mas não queria perder a oportunidade que estava tendo e optei por fazer o curso de Pedagogia no UNISAL, que era a faculdade a que a empresa estava dando-me oportunidade.

Eu sou deficiente e acredito ter-me adaptado muito bem ao ambiente universitário, por sempre ter estudado com alunos sem deficiência e em escolas municipais e estaduais. Senti-me muito bem amparada por todos da Instituição.

Alguns dias depois das apresentações da coordenadora do meu curso, do auxiliar de coordenação, Douglas Rodrigues (o qual durante o tempo de faculdade eu incomodava e perturbava muito), e dos professores daquele primeiro semestre de aula, eu conheci uma pessoa maravilhosa, o Padre Mario Bonatti.

O Padre Mario Bonatti, encanta a todos com o jeito carinhoso de ser, com um sorriso sempre sincero que não sai nunca dos seus lábios. Algumas vezes, ele ia até a sala durante as aulas da Professora Cidinha e de outros professores também, para dar boa noite aos alunos, ficava, um pouco, vendo as aulas dos professores e sempre antes de sair falava uma mensagem de amor e de paz para os alunos. O gesto que o Padre Mário mostrava em fazer isso algumas vezes foi algo que me marcou muito.

Eu, sempre correndo nos corredores do UNISAL por conta do trânsito de Guará – Lorena ou por algum problema com alguém da minha van. Praticamente todos os dias chegava atrasada no primeiro tempo de aula. Quase todos os dias, correndo para não perder muito o início da aula, deparava-me com o Padre Mario, sempre com o seu jeito cativante de ser, com uma palavra ou uma mensagem incentivadora. Isso fazia valer o cansaço do dia.

No começo do ano, eu não gostava muito da faculdade, por fazer algo que eu não queria, mas acabei aceitando o curso. Pensava comigo mesma: “Se eu não estou cursando a faculdade de jornalismo, é porque não é da vontade de Deus e Ele, e só Ele, sabe o que é melhor para cada um de nós.” Sempre acreditei fielmente que Deus sabe todas as coisas e Ele faz de nós, seres humanos, seus seguidores. Acredito que não devemos fazer a nossa vontade e sim a vontade de Deus. Por isso, algumas coisas que tanto queremos em nossa vida não dão certo. Só dá certo o que Deus quer e planeja para nós. Não sabemos o que pedimos, mas Deus sabe do que realmente precisamos e necessitamos. Temos de pedir a Ele que faça o que for da sua vontade e o que considera ser o melhor para cada um de nós, seus filhos, e não que faça a nossa vontade.

A capela do Centro Universitário passou a ser, para mim, nos meus dois últimos anos de faculdade, um lugar estritamente de oração e conversa com Deus. Só eu e Ele. Foi, inclusive, nesse período em que eu passava na capela, rezando, agradecendo e pedindo, que ao final de 2014 eu entrei para um grupo de oração da minha Paróquia, chamado “Circulo Bíblico”. Hoje eu posso dizer com total confiança, que estou, dia após dia, mais próxima e perto de Deus. Acredito que as minhas visitas na capela da faculdade favoreceram bastante a minha opção e a minha decisão em entrar para um grupo de oração. Hoje eu compreendo o que ouvia de algumas pessoas da minha paróquia: “Não somos nós que escolhemos ser ou não religiosos e participantes dentro da igreja, mas sim, e unicamente, Deus. Só Ele tem o poder de escolher quais dos seus filhos o seguirão e como seguirão.”

download do E-Book com todas as histórias pode ser feito gratuitamente. Clique aqui e confira!

Esta é “A vida nos pátios do UNISAL”…

Porque o que dá sentido à vida não pode se perder no tempo!

como-realizar-apresentacao-poderosa

Primeiramente gostaria de agradecer por acompanhar os conteúdos deste hotsite.

Você, em algum momento já deve ter enfrentado o desafio de falar em público, correto? Ainda que se torne algo corriqueiro, o frio na barriga, as mãos suadas o acompanha por um tempo, não é?

Acalme-se! Este é um “mal” necessário. Afinal de contas, em algum momento você precisa expor suas ideias, seja em sala de aula, seja para um grupo de empresários, ou em um evento.

Muitas pessoas avaliam uma apresentação como algo ruim por conta do medo que sentem. O Jornal Inglês, Sunday Times, realizou uma pesquisa e detectou que 41% dos entrevistados têm medo de falar em público, enquanto somente 19% têm medo da morte.

A pesquisa realizada pela Revista VOCÊ SA mostrou que 64% de 481 leitores dizem ter medo de falar em público.

De acordo com o site Somos Todos Um, a dificuldade de falar em público está ligada à insegurança interna, à ilusão da perfeição e à falta de maturidade. O medo de se expor está ligado ao receio de uma análise negativa, de reprovação e do ridículo.

Mas essa dificuldade pode ser combatida. E o combate exigirá de você preparação, segurança e confiança no que tem a dizer.

Neste post é apresentado um roteiro. Isso mesmo! Um roteiro de apresentaçãopara que você se planeje e se sinta mais confiante no momento de expor suas ideias e com isso realize uma apresentação poderosa. Eu tomei conhecimento dele no Curso de Formação de Palestrantes que participei, com o Marcelo de Elias. Trata-se de um roteiro desenvolvido pelo Roberto Shinyashiki, adaptado pelo Marcelo e divulgado amplamente.

como-fazer-apresentacao-poder

Aliás, este roteiro serve para tudo: Um texto, uma apresentação oral, um vídeo, um podcast. Vamos a ele:

1. Agradecimento
Seja rápido e preciso.

2. Tema
Apresente a ideia central.

3. Problema/ Desafio/ Oportunidade
Aponte o problema. Mostre empatia.

4. Sinais do Problema/ Desafio/ Oportunidade
Fale sobre situações que evidenciem o problema. Aproveite as pesquisas. Utilize gráficos e imagens.

5. Causa
Demonstre conhecimento sobre a raiz da questão.

6. Desejo/Limitações
Aponte as limitações que impedem a resolução do problema, mas com um toque de positividade.

7. Método
Apresente o método para resolver o problema.

8. Motivação para realizar o método
Utilize frases motivadoras que despertem as pessoas para uma ação.

9. Chave de Ouro
Feche com uma citação, uma mensagem positiva.

10. Agradecimento
Seja rápido e preciso.

Ou seja, vá da angústia ao alívio! Utilize o bom humor, conte histórias, dê exemplos… Isso ajuda a envolver o público.

Tenha consigo este roteiro, não como uma fórmula mágica, mas sim como um instrumento que dará maior segurança para apontar os pontos necessários para envolver a plateia, passar o seu conteúdo e garantir uma apresentação poderosa. Adapte-o de acordo com a ocasião. E treine! Treine muito. Tenha em mente que podemos desenvolver várias habilidades. Enquanto você não se desafiar, nunca saberá até onde pode chegar.

Já dizia Aristóteles que a excelência é um hábito. Então pratique!

Agora que você já leu o conteúdo, repare: este texto foi todo elaborado seguindo o roteiro. Leia-o novamente e observe. Use-o como um exemplo e veja o poder que terá suas apresentações.

Muito obrigada pela leitura. Volte sempre!

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

Fernanda Ribeiro UNISAL

Congresso online contou com a participação de Ex-Alunos

 

Se você pensa que os Ex-Alunos do UNISAL estão parados, engana-se. A todo tempo eles aproveitam as oportunidades para compartilhar experiências e trocar ideias sobre as mais diversas áreas de atuação.

Como a gente sabe disso? Por meio dos inúmeros eventos e atividades que eles participam. Um exemplo é o  1º Congresso Online Talk About sobre as experiências profissionais realizado de 2 a 7 de maio de 2016.

Exatamente o ano considerado de mudança no cenário econômico e político. E, porque não mudança também no campo profissional e até pessoal?

Especialistas dizem que no atual período que vivemos de preocupações e incertezas com o futuro  é justamente o momento de investir em educação.

A 1ª edição do Congresso contou com o apoio e infraestrutura do Ex-Aluno, Alexandre Espada, Gerente de Projetos na Sforweb. Ele foi o responsável por toda a transmissão e acompanhamento do evento.

O tema foi tão instigante que até contrariou as estatísticas de mercado, que comprovam que  apenas 25% dos inscritos em algum tipo de evento online costumam participar efetivamente da formação. Para a surpresa da organização as palestras do Talk About tiveram uma média de 42,15% de participação com relação aos inscritos.

O Congresso teve como tema geral: ECOnomia no mercado: Como ser um profissional resiliente, sustentável e único?

Um tema abrangente que atinge inúmeros públicos, sejam relacionados diretamente ao meio ambiente ou não.

Fernanda RibeiroNo dia 2 de maio foi realizada a palestra sobre o tema “Planejamento de Carreira: nunca é cedo para construir seu futuro”, com a Ex-Aluna de Psicologia, Fernanda Ribeiro.
A Educadora Social pôde dar dicas para que todos tenham a percepção de que a carreira não se constrói apenas com teorias, mas também com as relações interpessoais que se cria. A psicóloga é a prova disso. Atualmente ela trabalha com os amigos da faculdade em um projeto que visa auxiliar os adolescentes no consumo consciente de bebida alcoólica.

Vanessa EspíndolaA palestra do dia 3 de maio, “Gestão da Comunicação com Colaboradores”, ficou por conta da Ex-Aluna de MBA em Gestão de Pessoas, Vanessa Espíndola.
Ela levantou questões importantes de demanda do mercado, como por exemplo, a necessidade de pensar a comunicação na empresa de forma estratégica.

.

Rita ReisO tema “Os Desafios da Gestão Educacional em um Mundo que pede Sustentabilidade”, com a Ex-Aluna de História, Rita Reis, foi abordado dia 4 de maio.
A atual secretária de Educação de Aparecida destacou a importância de todo o profissional e cidadão pensar no todo na sociedade que vivemos. Reflexão que vai ao encontro do tema da Campanha da Fraternidade 2016 “Casa Comum, Nossa Responsabilidade”.  E também deixou uma mensagem aos educadores sobre a missão que eles têm, de educar com o coração e sempre ter brilho nos olhos, independentemente do cenário crítico da educação no país.

Alexandre EspadaDia 5 de maio foi a vez de saber um pouco mais sobre “Marketing Digital para pequenos e médios negócios”, com o Ex-Aluno de Ciência da Computação, Alexandre Espada.
Um momento para conhecer mais sobre as necessidades de investir no marketing digital mesmo com poucos recursos. Alexandre apresentou algumas ferramentas disponíveis e deu exemplos concretos que vive em sua empresa.

José Pablo CortesNo dia 6 de maio, “A Era da Sustentabilidade e a Advocacia” foi assunto suficiente para a palestra do Ex-Aluno de Direito, José Pablo Cortes.
Para ele, “o termo Sustentabilidade não é mais um modismo que, por vezes, aparece em questões de gestão; Sustentabilidade é uma realidade presente”. O Advogado também apontou a grande concorrência em sua área e a necessidade do profissional se capacitar para atender às expectativas com diferencial.

Dia 7 de maio foi um sábado atípico. Foi dia da Maratona Talk About: a última oportunidade para que os inscritos pudessem ver ou rever todas as palestras.

.

Feedbacks sempre são importantes. Veja a opinião sobre o evento!

Para a Ex-Aluna de Psicologia e Gestão de RH, Mônica Alves, os palestrantes conseguiram envolvê-la nas experiências deles com um discurso atual e objetivo. “Espero novos encontros como este, que ofertem a excelência e a qualidade – bases do sucesso profissional.” – finaliza ela.

Andrea Moreira considerou o evento muito bem organizado, com informações claras e concisas. “As palestras foram ministradas por excelentes profissionais e trataram de assuntos muito relevantes que, com certeza, contribuíram para o aumento de meu conhecimento.” – afirma a participante.

Já para o Assistente de Coordenação de Curso, Aramis Pereira, o conteúdo foi muito enriquecedor, mesmo com um tempo restrito. “Espero que tais ações se repitam para que tenha a oportunidade de participar.” – declara o colaborador.

E por fim, a Ex-Aluna de Pedagogia, Jéssica Rosestolato, afirmou que o 1° Congresso Online Talk About foi excelente. Ela pôde ouvir, compartilhar e comentar sobre os itens do Congresso que achou mais relevante com os demais participantes. “Aprender, compartilhar e vivenciar experiências, situações e realizações diferentes e com sucesso, sempre é muito bom”. – avalia ela.

Perdeu o evento? Não se preocupe. Você pode conferir todas as palestras na hora em que quiser. CLIQUE AQUI e confira!

Metodologias Ativas

A meta é ambiciosa:  formar professores que transformem a sociedade. Mas se precisar de ferramenta e gente qualificada para atingir o objetivo, isso não será problema.

A cada semestre, a equipe do Laboratório de Metodologias Inovadoras do UNISAL Lorena oferece uma formação gratuita para ensinar um novo jeito de incentivar o aprendizado dos alunos em diversas áreas.

Afinal, é essa a demanda do mercado, apontam pesquisas de empresas renomadas em qualificação profissional.

“A expectativa da sociedade com o desempenho dos profissionais mostra-se cada vez mais elevada. É justamente neste contexto que a comunidade acadêmica é cobrada a criar um formato de ensino que leve à superação dos limites do conhecimento apresentado em sala.”- (Fonte: STHEM Brasil)

O conceito “Metodologias Ativas de Aprendizagem” já existe há algum tempo nos Estados Unidos, Canadá e em outros países. No Brasil, o Consórcio STHEM, encabeçado pelo UNISAL, tem espalhado a ideia pelos 4 cantos do país.

Segundo Adriana Neves, responsável pelo Programa de Relacionamento com o Ex-Aluno, em 2015, cerca de 150 pessoas receberam a qualificação em Metodologias Ativas.

“Os relatos e exemplos colocados em prática mostram que esses professores passaram a enxergar a sala de aula como um espaço de compartilhamento mútuo e os alunos como protagonistas de seu próprio conhecimento”, revelou Adriana.

Além dos Ex-Alunos, podem participar das formações Professores do UNISAL, do Colégio São Joaquim e de Escolas Públicas e Alunos do Mestrado em Direito do UNISAL.

Neste semestre já foram realizadas as seguintes formações:

Plataforma Moodle: Como explorar seus recursos

Peer Instruction com novas tecnologias

TPS – Think Pair Share: Pensar, compartilhar e socializar

Clique aqui para acompanhar as próximas datas das formações.

O LMI  também realiza plantões para atender os interessados.

Quer bater um papo com a equipe?  Mande um e-mail para lmi@lo.unisal.br e agende uma conversa.

Adriano Fernandes - Ex-Aluno

Não é de hoje que a Biblioteca do UNISAL Lorena realiza eventos abertos à comunidade acadêmica e comunidade externa. Inserido no público que conheceu de perto da doutrina de Dom Bosco, estão os Ex-Alunos. Basta uma oportunidade, e eles retornam à instituição.

Dessa vez, a “Biblioteca Ativa” foi o convite  para egressos estreitarem o relacionamento com os atuais Alunos.

Exposição Monteiro LobatoEm abril, (18 a 25 de abril) a Semana do Livro Infantil contou com a Exposição Monteiro Lobato, arte em grafite, cedida pelo Ex-Aluno de Matemática Angelito Márcio Ramos. Já imaginou um Aluno dos cálculos falando de Monteiro Lobato, o mestre da literatura? Essa mistura atraiu visitantes e Alunos e foi considerada pela coordenação da Biblioteca, um sucesso.

.

Livro Guarda-chuvas e BicicletasAinda em abril, (07 de abril), o bate-papo rolou com o Ex-Aluno de Geografia,  Adriano Fernandes. O escritor e autor do livro “Guarda-chuvas e bicicletas”, contou o motivo pelo qual escolheu o  título curioso, além  de outras histórias sobre sua formação, infância e  carreira profissional. O evento contou com a participação de Colaboradores, Alunos e Comunidade.

.

Exposição Cultura IndígenaO Dia do Índio também foi lembrado pela Biblioteca do UNISAL. Entre os dias 06 a 15 de abril, o setor virou uma oca para a exposição Cultural Indígena, do Instituto UKA. O acervo é  do Ex-Aluno de Filosofia, Daniel Munduruku.

Escritor indígena, graduado em Filosofia, e com licenciatura em História e Psicologia, Daniel coleciona títulos e prêmios.  Recebeu diversos reconhecimentos no Brasil e Exterior, entre eles os Prêmios Jabuti e Tolerância (outorgado pela UNESCO).  Daniel Munduruku é autor de 43 livros sobre educação e povos indígenas voltados para os públicos infantil, juvenil e educadores.

O Diretor-Presidente do Instituto UKA – Casa dos Saberes Ancestrais, aborda uma questão crucial para a construção da cidadania, tendo em vista que essa parcela da população é predominante em várias partes do país. De acordo com o levantamento mais recente do censo demográfico do IBGE, mais de 817 mil brasileiros se declaravam indígenas no ano 2010. A pesquisa registrou 274 idiomas entre as trezentas e cinco etnias encontradas.

“O tema ‘povos indígenas’ torna-se relevante pela questão histórica, ainda mais se levarmos em conta o crescimento exponencial dessa população nas últimas duas décadas”, afirmou Daniel a uma entrevista ao Canal Futura em 2015.

Clique aqui para saber mais sobre o Instituto UKA!

Além das atividades com a participação dos Ex-Alunos, nos dias 05 e 19 de abril aconteceu o Projeto de Incentivo à Leitura com os Colaboradores dos setores de Manutenção, Limpeza e Segurança do UNISAL

É aí que entra a ”Biblioteca Ativa”, para tratar desses e outros temas que ajudam a construir a cidadania.

7-comportamentos-sucesso-2

Quando se passa algum tempo trabalhando com executivos e empreendedores é impossível não observar e perceber o que funciona e principalmente o que não funciona para se alcançar sucesso nos negócios.

Embora para alguns pareça mito, existem comportamentos que estão presentes na maioria das pessoas que conseguem tirar suas ideias do papel e transforma-las em negócios lucrativos.

Características intrínsecas, hábitos, habilidades… muitos são os fatores que atuam diretamente sobre a nossa personalidade e são responsáveis por caracterizarem e formarem pessoas bem sucedidas.

O comportamento é o que difere os homens dos meninos, no caso, o que diferencia empreendedores de pessoas que não conseguem sair do lugar.

Todos nós possuímos alguma deficiência nesse sentido e o quanto antes conseguirmos identificar quais são elas, mais rápido poderemos adotar ações corretivas e assim minimizar seus impactos negativos em nossa vida pessoal e profissional.

Quando se é empreendedor ou quando se ocupa algum cargo de liderança, nem sempre é comum receber feedbacks. A importância do cargo ou o nível hierárquico dentro da empresa muitas vezes inibe que as pessoas sejam sinceras e nos indiquem possíveis pontos de melhoria, dificultando assim, a percepção de nossas ações negativas e suas consequências.

Assim como o empreendedor deve desenvolver a habilidade de se motivar para inspirar a outras pessoas, é necessário também que realize constantemente processos de auto análise, buscando se conhecer cada vez mais.

Pode parecer estranho, mas nos conhecermos a fundo é um processo de longo prazo que requer exercícios, percepção e inclusive a ajuda de pessoas especializadas.

O quanto você acha que se conhece? Vamos praticar?

Reflita e procure responder com o máximo possível de sinceridade:
> Como você reage sob estresse? Nessa condição tem dificuldade de tomar decisões?
> Você cumpre sempre compromissos? Nas exceções, sob quais circunstâncias?
> Como você interage com outras pessoas? Sua postura é sempre ética e igualitária?
> O quanto você está disposto a trabalhar para fazer algo bem feito?
> Você tem a preocupação de desenvolver suas atividades com o máximo de qualidade ou com o mínimo aceitável?
> Você é focado e disciplinado ou dispersa e se distrai com facilidade?

As respostas para essas perguntas podem dizer muito sobre você. E o principal, podem sinalizar o que desencadeia reações positivas e negativas em seu comportamento, mas isso é assunto para outro post.

Se você quiser transformar o seu negócio em algo realmente grande, mesmo que ainda não esteja empreendendo, dê uma boa olhada no espelho e procure identificar se algum desses comportamentos limitantes estão presentes em sua personalidade. Caso sim, procure trabalhá-los o mais rápido possível, assim estará trazendo seus objetivos para mais perto de você:

Ingenuidade

Aprenda a questionar tudo o que lê, ouve e aprende. Sempre considere também sua fonte.
Quem empreende ou pretende empreender, precisa buscar constantemente informações e transforma-las em conhecimento prático. Porém, é preciso sempre considerar se a informação é correta, ou se a fonte a está repassando de forma integral e imparcial, sem omissões ou interesses.
Não existem verdades absolutas. Não é porque a maioria das pessoas acredita em algo que ele está correto. Duvide, busque e tire sempre suas próprias conclusões.

Pânico

Situações de alta pressão são comuns no mundo dos negócios. As coisas quase nunca saem como planejado e, muitas vezes dão terrivelmente errado.
Se você não consegue conter a adrenalina e manter a calma em uma crise, certamente tomará muitas decisões erradas e impensadas.
Manter a serenidade favorece o raciocínio lógico e a lucidez, indispensáveis em situações de risco.

Fanatismo

A paixão é um grande condutor de sucesso, mas em excesso pode transformar-se em fanatismo. Tenha cuidado para que ela não trabalhe contra você, levando-o a ter uma percepção distorcida da realidade.
Pessoas apaixonadas por uma ideia tendem a se fechar para opiniões divergentes. Tornam-se cegas, surdas e mudas, oferecendo um grande risco ao negócio.

Preguiça

Para se conseguir êxito em um empreendimento é preciso ter visão de longo prazo e trabalhar muito. É por isso que empreendedores bem sucedidos estão sempre tão focados e em constante atividade.
Infelizmente a grande maioria das pessoas é preguiçosa, procrastinam ao máximo suas tarefas, mesmo as que consideram importantes, o que as deixam cada vez mais distantes de seus objetivos.
Steve Jobs disse: “Metade do que separa os empreendedores de sucesso dos mal sucedidos é a perseverança.” Atualmente, tem se buscado cada vez mais gratificações instantâneas. Porém, no mundo real elas não vem antes de muita dedicação.

Egoísmo

Se você agir como se o mundo girasse em torno de você, o máximo que irá conseguir é que as pessoas se afastem. E isso diminuirá sua eficácia.
Com esse comportamento, como fará sua ideia prosperar? Negócios não se referem apenas a você. Eles envolvem pessoas e suas experiências com os seus produtos e serviços.
Lembre-se, clientes e colaboradores é você quem primeiro deve servir.

Nostalgia

Sem dúvida nós podemos aprender muito com o passado, mas se prender excessivamente ao que já passou é autodestrutivo. Da mesma forma, você pode planejar e sonhar com o futuro, mas se suas ações não estiverem focadas no presente, nunca irá conseguir transformar seus projetos em realidade.

Hipersensibilidade

Se você tem problemas para lidar com críticas e qualquer objeção lhe incomoda, certamente terá muitos problemas no mundo dos negócios.
Ninguém consegue estar certo 100% do tempo e errar faz parte de todo processo de aprendizado. É preciso saber lidar com opiniões divergentes e usá-las como feedback para o seu crescimento.
Líderes bem sucedidos costumam ter um apurado senso de humor e uma dose extra de humildade.

Uma última coisa. Se alguma dessas características está presente em seu comportamento, saia do piloto automático e reflita sobre elas.
O primeiro passo para solucionarmos problemas é sabermos que eles existem.

Alexandre Espada concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2010. Atualmente é gerente de projetos.

sandra-ex-aluna-unisal

Tecnóloga se forma aos 50 anos e quer “resgatar o tempo perdido”

Três cânceres e algumas falências deram a Sandra de Nigris uma “vontade feroz” de adquirir novos conhecimentos para empreender um negócio social.

 

Depois de ter superado três cânceres e algumas falências como microempreendedora, Sandra de Nigris diz que tem uma “vontade feroz” de adquirir novos conhecimentos. No fim de 2015, aos 50 anos, concluiu sua primeira graduação. Já engatou neste ano a segunda, com uma bolsa de pesquisa científica no próprio UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo. A meta é abrir um negócio social. “Tenho pressa; quero resgatar o tempo perdido”, justifica.

Leia, abaixo, os principais trechos da entrevista.

O que te levou à universidade aos 48 anos?

No momento em que eu deveria estar estudando, conheci meu atual marido, casei, tive um filho, que morreu quando estava completando nove meses de gestação, e seis meses depois já estava grávida da minha filha. Tínhamos um negócio, que deu muito retorno financeiro, até compramos nossa casa, mas veio o Plano Collor e afundamos em dívidas. Fiz de tudo um pouco para sobreviver. Tive até uma tapeçaria.

Quando tudo estava se estabilizando, vieram três cânceres: em 2001, em 2002 e em 2008. Quando recebe um diagnóstico de uma doença que leva muita gente à morte, você fala o seguinte: “Preciso ir à luta”.

Foram dez anos até eu retornar ao mundo acadêmico. Porque, até você buscar tudo aquilo que deixou para trás, entra um monte de coisas na fila que, na sua cabeça, são prioritárias: dar risadas, fazer amigos.

Em 2013, fiz o Enem. Surpreendentemente, passei. Escolhi Tecnologia em Processos Gerenciais, porque eu queria um curso curto. Pelo meu histórico, não tinha direito de fazer planos a longo prazo. Pensei: seu eu morrer, morro com o sonho realizado de ter um curso superior.

 “A universidade mudou minha vida, minha cabeça; hoje consigo fazer planos para o futuro”

E a segunda graduação?

Gestão em Recursos Humanos. A universidade mudou minha vida, minha cabeça, hoje consigo fazer planos para o futuro. Quero fazer mestrado, dar aulas. Quero muita coisa e tenho pressa.

Como foi a volta à sala de aula?

Eu achei que a diferença de idade ia ser um problema. Mas me surpreendi. Me envolvo, muito, em tudo, mais do que os meninos, até mesmo na bagunça. Eu tenho necessidade de viver.

Isso é consequência da maturidade?

Cânceres à parte, se eu tivesse feito faculdade antes, não teria aproveitado tanto.  Me formei com mérito acadêmico do Conselho Regional de Administração!

Você teve algumas experiências empreendedoras, algumas malsucedidas. Quais foram os aprendizados?

Se eu consegui vencer três cânceres, sair de um negócio e levantar outro é fichinha. Eu tenho uma vontade feroz de aprender, de viver, de acontecer.

sandra-ex-aluna-unisal-2

Sandra de Nigris na sala de aula. Crédito: Na Lata

O que, para você, é acontecer?

É ajudar os menos favorecidos, economicamente falando. Entrei numa bolsa de iniciação científica para validar no meio acadêmico um produto que desenvolvi, o Sustentex, e que já apliquei em algumas casas. Trata-se de um revestimento de parede com acabamento final, feito a partir de resíduos como folha de bananeira, e que é assentado sobre o tijolo ou o bloco e custará R$ 18 o metro quadrado.

.

“Empreender não tem idade, basta querer; e a maturidade te dá uma bagagem monstruosa”

E quando nasceu o Sustentex?

Não sei precisar o ano, mas foi quando a dona Nega, minha vizinha, que estava muito triste porque ia receber a família do Nordeste, me contou que tinha vergonha da casa dela. Eu fui à lixeira da rua e peguei pedaços de isopor. Com a ajuda de algumas pessoas, transformamos a sala dela, ficou linda. E, melhor, durou. Pensei: por que isso não pode virar um negócio social? Porque eu acredito que você pode fazer o bem e também ganhar dinheiro. E quero empoderar as comunidades.

E como a universidade te ajudou nesse processo?

Quando você tem essa pegada social, começa a tirar do seu para dar para os outros, indiscriminadamente. O UNISAL me ensinou a represar minhas ideias. E me direcionou e orientou para transformá-las em um negócio. E o produto será lançado no segundo semestre.

Então, empreender não tem idade?

Não mesmo, basta querer. E tem mais: a maturidade te dá uma bagagem monstruosa!


Fonte: Movimento Real.Idade 

topo-banner-prasempre-2

Os Ex-Alunos do UNISAL não cansam de surpreender.

Desta vez, eles estarão reunidos em um Congresso Online e Gratuito para falar sobre as experiências profissionais e apresentar conteúdos relevantes para demais profissionais e estudantes.

Tema: ECOnomia no mercado: Como ser um profissional resiliente, sustentável e único?

Ex-Alunos falam sobre como descobrir competências e se tornar essencial no mercado.

Afinal, 2016 é considerado o ano da mudança. Seja mudança no cenário político, econômico, profissional e até pessoal.  As preocupações que tais crises nos trazem, as incertezas com o futuro e o medo do amanhã nos fazem refletir se o momento é propício para investir em educação. O UNISAL, tem a certeza de que o aprendizado é sempre a melhor opção, por isso tem o prazer de apresentar mais esta opção.

* Período:

2 a 6 de maio: das 20h às 22h | das 9h às 11h (reprise do dia anterior)

7 de maio: Atividade surpresa!

O Evento é uma parceria com a empresa Sforweb e o Ex-Aluno Alexandre Espada.

.

PROGRAMAÇÃO:

02 de maio (segunda-feira): 20h às 22h | Reprise dia 03 de maio das 9h às 11h

“Planejamento de Carreira: nunca é cedo para construir seu futuro”
Como pensar e colocar em prática  detalhes que podem fazer a diferença na vida de novos  e experientes profissionais.

talker-fernanda-ribeiro

Talker: Fernanda Ribeiro

Graduada em Psicologia pelo UNISAL Lorena e Mestre em Psicologia pela UFRRJ. Atualmente, trabalha como educadora social e formadora de multiplicadores no ‘Projeto Na Medida’ e diretora de programas da ‘Associação Singulares’, além de atuar como palestrante em instituições diversas.

“Alguém que vê na juventude a esperança de um novo mundo!”

A psicóloga irá dar dicas sobre como ter as habilidades necessárias do discurso e da atitude que o mercado exige. Afinal, o bom profissional consegue tirar planos do papel e torná-los a ferramenta essencial para o sucesso das empresas e também da vida como um empreendedor.

.

03 de maio (terça-feira): 20h às 22h | Reprise dia 04 de maio das 9h às 11h

Gestão da Comunicação com Colaboradores
Será que o termo Comunicação Interna ainda existe? Qual a responsabilidade do RH como articulador de sentido e conteúdo dentro das empresas quando o assunto é a Gestão da Comunicação com Colaboradores? 

talker-vanessa-espindola

Talker: Vanessa Espíndola

Jornalista pela FATEA, MBA em Gestão de Pessoas pelo UNISAL Lorena. Atualmente, trabalha como Assessora de Imprensa e Produção de Conteúdo e Palestrante sobre Gentileza no Atendimento ao Cliente, Protagonismo e Recolocação no Mercado de Trabalho.

“Uma sonhadora que põe fé em todos os seus projetos!

A tecnologia, a aceleração do tempo e o convívio de várias gerações em uma só empresa é o motivo de muitos conflitos na rotina de muitos líderes. Afinal, como pensar uma comunicação que seja eficiente para públicos tão diferentes em um contexto tão desafiador como o que vivemos hoje? Como despertar nos colaboradores ao tão sonhado engajamento através de um plano de Gestão da Comunicação eficiente? Vamos chegar a essas respostas juntos!

.

04 de maio (quarta-feira): 20h às 22h | Reprise dia 05 de maio das 9h às 11h

“Os Desafios da Gestão Educacional em um Mundo que pede Sustentabilidade”
Saiba como ser um Guardião do bem de seu trabalho e de sua vida pessoal.

talker-rita-reis

Talker: Rita Reis

Licenciada em História pelo UNISAL lorena, Pedagoga pela UNINOVE, Especialista em Administração Escolar pela UNIG e em Ciências Humanas pela UNICAMP, Mestre em Desenvolvimento Humano pela UNITAU. Doutoranda em Educação pela PUC. Atualmente é Secretária de Educação de Aparecida.

“Uma mulher em busca da melhoria contínua no campo educacional e humano.”

Os especialistas em meio ambiente dizem que ele é tudo. É desde o “Bom Dia” até o simples ato de defender uma área de nascente. O profissional bem aceito no mercado é aquele que respeita os colegas de trabalho, se adapta ao ambiente em que vive e também economiza recursos, em especial, em tempos de crise. Saiba qual a relação da educação ambiental com os ambientes de trabalho e como o uso dela no âmbito educacional pode refletir em vários campos da sociedade.

.

05 de maio (quinta-feira): 20h às 22h | Reprise dia 06 de maio das 9h às 11h

“Marketing Digital para pequenos e médios negócios”
Estratégias e ferramentas para ingressar no universo digital e obter mais resultados para a sua empresa

talker-alexandre-espada

Talker: Alexandre Espada

Bacharel em Ciência da Computação, Especialista em Gestão Estratégica de Negócios pelo UNISAL Lorena, e em Engenharia Web pela UNIFEI. Atualmente é sócio e Gerente de Projetos da SFORWEB.

“Um apaixonado por tecnologia, inovação e empreendedorismo!”

Em um mercado competitivo e de contantes mudanças não basta fazer mais do mesmo. A necessidade de se aproximar do cliente e entender suas expectativas, gera valor ao negócio e economia de recursos, sejam eles tangíveis ou não. A tecnologia atual apresenta várias ferramentas para que as empresas de pequenos e médios portes também mantenham um relacionamento eficaz com seu público-alvo e esta palestra apontará alguns caminhos.

.

06 de maio (sexta-feira): 20h às 22h | Reprise dia 07 de maio das 9h às 11h

“A Era da Sustentabilidade e a Advocacia”
Como gerenciar um escritório e agregar valor ao cliente.

talker-pablo-cortez

Talker: José Pablo Cortes

Advogado formado pela primeira turma do Direito do UNISAL Lorena (1985). Pós-graduado em Direito Processual Civil, Direito do Trabalho, Direito Civil. Autor de artigos e livro sobre o Direito do Consumidor. Sócio do Escritório Biondi & Cortes Sociedade de Advogados. Conselheiro Estadual da OAB SP e Relator da 6ª Câmara Recursal do Tribunal de Ética da OABSP. Palestrante do Departamento de Cultura e Eventos da OABSP.

“Um homem que acredita nas leis e nos homens.”

No país das leis, estar bem informado é requisito fundamental para profissionais da área do Direito e também para aqueles que precisam dos serviços de um advogado. O crescimento populacional e, consequentemente,  o aumento da demanda por serviços, provocam alterações constantes na construção de uma legislação mais justa. Esse será um bate-papo direto sobre a realidade enfrentada por advogados e seus clientes e os desafios para gerir um escritório.

.

07 de maio (sábado):

carregando-unisal

 Clique aqui para se inscrever!

colacao-de-grau-sjose-30-03-16-13

UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Campinas, Campus São José, realizou a cerimônia de Colação de Grau dos formandos do 2º semestre de 2015. A solenidade aconteceu em 30.03.2016, no Ginásio Poliesportivo, com cerca de 220 formandos e 1.500 convidados.

A mesa diretiva foi composta pelo Diretor de Operações Prof. Anderson Luiz Barbosa, pela Assistente da Pastoral da Universidade (PdU) Lenir Moreira Valério, pelo Coordenador do Curso de Administração Prof. Pedro Carlos de Carvalho, pela Coordenadora do Curso de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Prof.ª Giovanna Maria Domingues Pires, pelo Coordenador do Curso de Tecnologia em Automação Industrial e Tecnologia em Sistemas Automotivos Prof. Alcinei Moura Nunes, pelo Coordenador do Curso de Engenharia Elétrica – Telecomunicações, Prof. Fernando Silvestre da Silva, pela Coordenadora do Curso de Engenharia de Automação e Controle Prof.ª Renata Cristina Sossae, pela Coordenadora do Curso de Engenharia Mecânica, Prof.ª Elisabete Maria Saraiva Sanchez, pelo Coordenador do Curso de Engenharia de Computação, Prof. Lino Rosell Valdenebro e pelo Coordenador do Curso de Engenharia de Produção, Prof. Eduardo Sartori. A Coordenadora de Extensão, Prof.ª Marília Rosario Bestani, foi a mestre de cerimônia.

A Pastoral da Universidade (PdU), representada por Lenir Moreira Valério, proferiu a parábola “O Sal da Terra e a Luz do Mundo”, partilhando conhecimento, reflexão e oração. O momento também contou com juramento com um representante de cada Curso, participação e homenagens aos professores e coordenadores: Jorge Fernando Lacroux, Eduardo José Sartori, Lino Rosell Valdenebro, Giovanna Maria Domingues Pires, Márcia Avona, Roderlei Camargo e Nasser Mahmound Hasan. Ao final da celebração, o Diretor Anderson agradeceu todos pelo empenho e dedicação.

O evento teve a parceria da empresa Perfil Eventos de Americana.

disponivel-imediato-sera-2

Realizar sonhos e colocar ideias em prática exige energia e disponibilidade verdadeira.

Certa vez, quando estava no início de um novo ciclo, uma querida amiga me disse:“Cuide bem disso, porque sonhos, projetos e relacionamentos são como plantas, se você não estiver disposto a cuidar, morrem”. E morrem mesmo! Pensei em quantas ideias abandonei no meio do caminho. Lembrei dos projetos em que eu realmente me empenhei e trabalhei duro por eles e que hoje, me enchem de orgulho!

O que faz uma ideia ser levada adiante é a sua disponibilidade para colocá-la em prática. Óbvio? Nem tanto. Não é sempre que estamos dispostos a cuidar do que nos propomos a fazer. Ter disponibilidade vai além da frase “Disponível para início imediato”, sempre presente nos currículos. Será mesmo que você está disposto para começar agora?

Essa tal disponibilidade também vale para nossa vida pessoal. Uma amizade que não carrega disponibilidade para compreender, ouvir e falar a verdade, morre. Um casamento que não tem o mínimo de disponibilidade para a compreensão das diferenças, morre. E um sonho nunca deixará de ser sonho, se o sonhador não tiver disponibilidade para encarar os desafios que, um dia, transformarão seus sonhos em realidade.

Gosto muito do exemplo de disponibilidade das mães. Mães gastam uma energia imensurável para cuidar, educar e proteger seus filhos. Entre tantas felicidades desta vida, amar traz a incrível força para ter disponibilidade! Então, se for preciso, coloque mais amor ao seu jeito de fazer as coisas. Lembre-se de como a sua mãe está sempre disponível para ajudar.

Assim como felicidade, disponibilidade não é coisa de gente preguiçosa. É preciso ter coragem para levantar todos os dias, recomeçar, fazer uma prece, tomar um café e, como diz a nova música do Arnaldo Antunes: “Põe fé que já é”!

Tente! Com o tempo, você vai notar que ter disponibilidade muda muita coisa. Aconteça o que acontecer, esteja disposto e de coração aberto. A fórmula é antiga, mas a necessidade deste comportamento é urgente.

Vanessa Espíndola concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Palestrante e Assessora de Imprensa e Produção de Conteúdo.

Flávio Ricci - TI Antenado

Não é de hoje que os Ex-Alunos de Ciência da Computação participam voluntariamente das atividades do UNISAL. Sempre que podem, eles contribuem com a formação dos atuais alunos por meio de cursos e palestras.

O Programa “Profissional TI Antenado” é uma prova disso. Aos sábados os alunos, não só do UNISAL, mas também de escolas da região se reúnem para aprender um pouco com a experiência de quem já passou por essas cadeiras e agora podem, contribuir de forma prática para os futuros profissionais de TI.

Até aí, tudo bem. Muita gente já sabe. Mas o que tem a ver o TI Antenado com o título da notícia. Você deve estar se perguntando: Qual a relação entre Ex-Alunos, Samba e Tecnologia da Informação?

Samba é um dos temas que será tratado nesta edição do Programa por Ex-Alunos de TI.

Pra quem não sabe, o Samba do qual nos referimos não se trata de um ritmo musical, mas sim de um programa de computador, utilizado em sistemas operacionais do tipo Unix que simula um servidor Windows, permitindo que seja feito gerenciamento e compartilhamento de arquivos em uma rede Microsoft.

No dia 2 de abril ocorreu a primeira formação – Sistemas de ERP – Oportunidades para TI – que contou com a participação de Flávio Ricci, Coordenador de Projetos na TOTVS.

Confira as datas das próximas formações:

09/04/2016   |   Arquitetura de Software e o Fenômeno dos Aplicativos Móveis
Paulo Roberto de Abreu Silva Leite (Ginga One)

16/04/2016   |   Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISoL)
Wesley de Toledo Costa (UNISAL)

30/04/2016   |   SAMBA
Wesley de Toledo Costa (UNISAL)

07/05/2016   |   Desenvolvendo Web Services com Java – Módulo 1
Paulo Roberto de Abreu Silva Leite (Ginga One)

14/05/2016   |   Desenvolvendo Web Services com Java – Módulo 2
Paulo Roberto de Abreu Silva Leite (Ginga One)

21/05/2016   |   O Poder da Superação: Construindo seu Plano de Carreira
Flávio Ricci (TOTVS)

04/06/2016   |   Banco de Dados: SQL em MySQL
Anderson Sene (Centro Paula Souza)

11/06/2016   |   Benefícios da IoT – Internet das Coisas e Cloud Computing para as Empresas
Renan Nogueira (Centro Paula Souza)

18/06/2016   |   Teste de Software
Anderson Sene (Centro Paula Souza)

Quem tiver interesse em participar dos próximos encontros, pode entrar em contato com Árison Lopes pelo e-mail curso.computacao@lo.unisal.br.

Para ver as fotos das formações clique aqui e acesso o álbum no Facebook.

brincar-indio-unisal

O mês de abril traz em seu bojo o fato de lembrar do “índio”, o folclórico e legendário primeiro habitante do Brasil. Em muitas escolas os professores irão dedicar boas horas letivas para inculcar nas crianças ideias preconcebidas a respeito do nativo brasileiro. Talvez se encontre entre eles quem ainda acredite ser o silvícola um ser fora de moda e longe dos padrões econômicos em que vive. Este irá reproduzir antigas falas sobre o atraso tecnológico, a preguiça, o canibalismo e a selvageria. Haverá quem tenha ultrapassado essa visão tacanha e se preocupe em mostrar a outra face da moeda quem sabe até dando voz e vez aos primeiros habitantes. Haverá de tudo, certamente.

Nos meus 25 anos de atuação dentro das escolas brasileiras eu já vi de tudo. Vi crianças com medo “porque o índio canibal ia chegar”; vi professoras perguntando “se índio come gente”; vi adolescentes – com verdadeiro interesse – querendo saber sobre sexo na aldeia; presenciei pais e mães almejando caminhos possíveis para a educação dos filhos indagando sobre o método de educar dos povos indígenas, pois se sentem perdidos nos dias de hoje.

Vi coisas boas também: escolas levando a sério o tema, não permitindo que seus educandos se comportassem de maneira preconceituosa ou racista; vi educadores levando a sério o ato de contar histórias tradicionais; vi quem usasse as técnicas de luta corporal indígena para desenvolver habilidades físicas nas crianças; vi grupos de teatro escolares produzindo lindas releituras dos saberes indígenas.

Como podem perceber diferentes concepções proporcionam diferentes abordagens. O que está em jogo nesse caso é o fato de que o sistema escolar não está conseguindo se atualizar – apesar da tão propalada tecnologia – para lidar de forma mais humana com os novos tempos que vivemos. Infelizmente, no entanto, acontecem ainda muitos equívocos que diminuem todos os povos indígenas brasileiros.

Já estive em escola, por exemplo, que para me recepcionar colocou todas as crianças cantando a música “vamos brincar de índio?”, executada pela voz esganiçante da rainha dos baixinhos. Apesar da beleza plástica da execução e da boa intenção de quem montou a coreografia, não pude deixar de dar minha opinião sobre o tema. O pior é que em uma outra instituição fui recebido com a também famosa canção one, two, three little indians… O menos ruim, eu diria, é ver jovens batendo na boca o sempre lembrado uh,uh,uh muito conhecido através dos filmes norte americanos que retratam as comunidades indígenas daquela região do mundo. Nessas horas fico sempre me perguntando qual tem sido o papel da escola na formação da consciência crítica de nossas crianças e jovens. Infelizmente quase incondicionalmente percebo que o caminho para a liberdade crítica é longo e deve estar a muitas léguas de todos nós brasileiros.

O mês de abril traz muitas possibilidades de reflexão e é bom que assim seja. Talvez a mais importante seja rever o conceito do “índio” que está introjetado no coração do brasileiro. As escolas e seus profissionais precisam fazer uma leitura crítica sobre como estão lidando com este conceito e, quem sabe, passar a tratar o tema com a dignidade que merece. Precisa começar a se dar conta que esta palavra traz consigo um fardo muito grande e pesado, pois se trata de um apelido aplicado aos habitantes dessa terra. Pensar que a palavra é um engano tão grande quanto considerar que estes grupos humanos podem ser reduzidos a ela. Não podem.

Isso seria continuar escondendo a diversidade cultural e linguística que o país traz em seu bojo desde a chegada dos europeus conquistadores. É colocar debaixo do tapete a existência, hoje, de 250 povos (e não tribos, como fomos acostumados a chamar) espalhados por todos os estados brasileiros, falando algo em torno de 180 línguas e dialetos (não apenas o tupi, como antes se ensinava). É também não lembrar que há mais de 50 grupos nativos que estão sem contato com isso que chamamos desenvolvimento; grupos que teimam em viver uma vida sem tanto aparato tecnológico por considerarem que o seu jeito de viver lhes é suficiente.

Além do mais é importante refletir qual o papel que estas populações ocupam no Brasil de hoje; seus principais problemas e dificuldades para manterem seu modo ancestral de viver; quais suas demandas principais e como interagem com o mundo moderno, global e localmente. É provável que, ao fazer uma boa pesquisa, encontre notícias muito alvissareiras com relação às respostas que estes grupos estão dando aos problemas que enfrentam.

Enfim, é necessário que a escola se reposicione enquanto instituição para assumir seu papel de formadora de opinião e de capacidades tão necessárias para banir do mundo a desigualdade, o preconceito, a banalização do outro, a visão de superioridade nacionalista, sentimentos que mancham a história da humanidade.

O mês de abril tem que superar, portanto, o próprio mês de abril.

Tenho certeza que agindo assim, nunca mais teremos que dizer aos nossos jovens e crianças: “Vamos brincar de índio?”.

Daniel Munduruku concluiu o curso de Filosofia no UNISAL Lorena em 1989. Atualmente é escritor.

*Texto originalmente desenvolvido para a série Mundurukando.

5-estrelas-2015-unisal (103)

32 formandos de 2015 são contemplados com o título de Universitário 5 Estrelas

 

O título “5 estrelas” é atribuído, mundialmente, aos melhores hotéis e restaurantes.

No Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena, a Direção tem conhecimento de que todos os  Alunos são diferenciados, mas alguns deles gostam de registrar a passagem pela instituição por meio do Programa 5 Estrelas.

No dia 23 de março de 2016, foi realizada a 9ª edição da premiação, na qual foram contemplados 32 formandos de 2015.

Desde 2007 o UNISAL já contabiliza 239 universitários, que entenderam a importância de enriquecer o currículo, antes mesmo de entrar no mercado de trabalho.

O evento contou com a presença de Alunos de vários Cursos noturnos do UNISAL e também de outros Ex-Alunos.

Fabio Reis - UNISALEm um discurso emocionado, o  Diretor de Operações, Prof. Fábio Garcia dos Reis, apresentou o Programa e demonstrou a importância das 5 Estrelas na formação do Aluno UNISAL.

Ele ressaltou, ainda, que a proatividade, entre outras qualidades, pode ser o diferencial lá fora.

.

O Programa leva esse nome por causa das 5 Estrelas intituladas:

1ª Estrela: Rendimento Acadêmico
2ª Estrela: Formação Complementar
3ª Estrela: Teorias na Prática
4ª Estrela: Responsabilidade Social
5ª Estrela: Atitude

Depois de apresentada a receita do bolo aos Alunos e convidados, Fábio Reis disse que com esses quesitos diferenciados do estudante  no universo acadêmico é quase que garantida a empregabilidade no mercado em crise.

“O projeto foi desenvolvido com foco na estabilidade dos recém-formados. É uma forma que o UNISAL encontrou para apresentar as melhores competências aqui geradas para o mercado de trabalho”, afirma o diretor.

A programação também contou com outro discurso encalorado de paixão e gratidão pelo UNISAL.

Rafaela Molina - UNISALTrata-se da Ex-Aluna do Curso de História, a Prof.ª Rafaela Molina.

Com as 5 Estrelas no histórico e na vida, ela contou um pouco sobre sua trajetória acadêmica e como o programa contribuiu para que garantisse a atual experiência profissional.

A conduta ativa de Rafaela dentro do UNISAL refletiu diretamente nos passos que ela tem dado lá fora. A docente é Especialista em Metodologia de Ensino de História e Geografia pela UNINTER e Pós-Graduanda em Formação Docente do Ensino Superior pelo UNISAL, Membro Efetivo do Instituto de Estudos Valeparaibanos e da Comissão de Organização dos Simpósios de História do Vale do Paraíba, Sócia e Professora de História do Curso Preparatório Santos Dumont em Guaratinguetá e também docente no Colégio Millenium em Aparecida.

Rafaela é a prova viva de que o mercado está cada vez mais exigente e que se faz necessária uma postura crítica ainda no campo acadêmico.

“Sempre quis ser alguns personagens fictícios, mas depois deixei de querer ser. Vi que ser 5 Estrelas é muito mais real, representa um enorme diferencial”, brincou Rafaela ao longo do discurso.

Lázaro Silva - LiebherrPor falar em mercado real, a cerimônia também contou  com a palestra do Gerente Jurídico e de Recursos Humanos da Liebherr Brasil e Ex-Aluno UNISAL, Lázaro Silva.  Com 32 anos de experiência no mercado industrial, ele ressaltou, na prática, as exigências do mercado de trabalho e o perfil profissional que as empresas buscam.

“Por mais que tenhamos tecnologia, é preciso que os colaboradores não esqueçam do contato diário, do respeito diário,  e de serem resilientes”, destacou Lázaro.

Por fim, a entrega dos Certificados “Universitário 5 Estrelas” aos Alunos que deixaram o UNISAL para brilhar no mercado. Ah, vale ressaltar que alguns deles ingressaram em uma Pós-Graduação no UNISAL.

Os cursos premiaram os seguintes Alunos UNISAL:

ADMINISTRAÇÃO
Aline Bastos de Oliveira
Lilian Silva Carvalho
Rodolfo Neves Rosa
Thais Aparecida Arruda André
Vivian Simões Ramalho

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
Elaine Maria do Prado

DIREITO
Guilherme Barbetta de Oliveira
Iago Rodrigues Ervanovite
João Carlos Valentim Veiga Junior
João Pedro Soares Schmidt
Thiago Jose de Souza Oliveira

ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Fábio Augusto Ribeiro de Oliveira

FILOSOFIA
Jonatas Rodrigo Cardoso
Kleber Aparecido Silva Oliveira
Lucas Calbi de Oliveira Costa

GESTÃO DE RH
Alan Henrique Arruda Pereira
Alessandra Aparecida da Silva
Monica Alves Leite Francisco
Rafaela Bezerra de Souza

HISTÓRIA
Douglas Henrique Alves de Oliveira
Flaviana Lombardi Barbeta
Nicole Aparecida Gonçalves Silva

LOGÍSTICA
Pâmela Luiza Gonçalves Andrade

MATEMÁTICA
Sávia Cristina Vidal
Taís Alves Silva Ribeiro

PEDAGOGIA
Ana Paula Peixoto de Almeida
Bruna Cristina Honorato Ferreira
Maria Jose da Cruz Correia Lucio
Suzana Tamires do Prado Medeiros

PSICOLOGIA
Bárbara Silva Ramos
Ewellin Valesca Rodrigues dos Santos
Marco Aurélio Araújo Corrêa de Lima

O álbum com todas as fotos da premiação está disponível na Fanpage do UNISAL Lorena. Confira!

Você, Aluno UNISAL, não deixe de participar dessa iniciativa que pode fazer a diferença em sua vida acadêmica e profissional. Clique aqui para obter mais informações sobre o Programa!

tais-ex-aluna-unisal-mestrado

A rotina puxada de uma faculdade faz com que muitos alunos tenham jornada dupla e até tripla e, consequentemente, fiquem cansados. Mas quando ao término do curso, muitos, ou dão um tempo ou já querem ingressar de vez em uma especialização ou até mesmo em um mestrado.

Hoje, o PRA SEMPRE dá exemplos de Ex-Alunos que se questionaram após a graduação com uma pergunta simples: “Qual será o próximo passo?”.

São os casos de 02 alunas que não se contentaram com o nível da graduação e partiram em busca de seus sonhos a partir de um curso de Mestrado.

Taís Ribeiro, que acabou de se formar em Matemática, foi aprovada para cursar o Mestrado em Física, na área de Dinâmica Orbital e Planetologia na UNESP de Guaratinguetá, com bolsa da Pró-Reitoria.

O PRA SEMPRE recorreu a alguns registros, que mostraram que os anos na Graduação do UNISAL tornaram Taís uma pesquisadora nata. Tanto que já realizou trabalhos de iniciação científica em Dinâmica e Satélites, com orientação da Prof.ª Regina Cabette.

“A Taís é nosso orgulho, muito responsável e dedicada. Ela merece isso e muito mais!” – comemora a antiga professora e atual admiradora.

Além dessa conquista, vale destacar que Taís foi selecionada para receber o Prêmio “Universitário 5 Estrelas”, cuja premiação aconteceu neste mês de março no Teatro São Joaquim.

adriele-ex-aluna-unisalOutra  Ex-Aluna que está sorrindo à toa é Adriele Carvalho, que concluiu o Curso de Psicologia, em 2010, e agora realiza o sonho do Mestrado em Políticas Públicas, cuja linha de pesquisa é Políticas, Práticas de Saúde e Desenvolvimento, na Universidade de Mogi das Cruzes.

“Estou muito feliz e realizada na profissão e nos estudos e muito disso devo ao UNISAL. Na graduação, tive professores que me inspiraram a ser uma profissional humana e acessível.” – declara Adriele.

O UNISAL se orgulha de seus Alunos, que estão sempre em busca de aperfeiçoamento profissional e participação efetiva na melhoria da sociedade. Parabéns!

Seja você o próximo destaque do hotsite PRA SEMPRE. Mande pra gente suas conquistas!

mario-dias-filosofia-unisal

O livro “O conceito de Justiça em Paul Ricoeur”, organizado pelos professores Lino Rampazzo e Mario José Dias, foi uma iniciativa conjunta entre a coordenação do Mestrado em Direito e o Curso de Filosofia do UNISAL  - Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena. A ideia partiu do “Seminário Internacional Ricouer”, que aconteceu na Unidade de 05 a 07 de agosto de 2013, para celebrar o centenário do nascimento do filósofo francês, Paul Ricoeur (1913-2005).

A obra, de 196 páginas, disponibiliza a síntese das palestras proferidas no evento. Encontram-se, na edição, as reflexões de dois professores do Mestrado em Direito, José Marcos Miné Vanzella e Ana Maria Viola de Sousa, como as de dois professores do Curso de Filosofia, Jefferson da Silva e Marcius Tadeu Nahur.

E nem precisa dizer que eles, além de professores, os escritores e organizadores são Ex-Alunos UNISAL, por isso o PRA SEMPRE divulga e incentiva essa e demais iniciativas.

A publicação também destaca o diálogo com pesquisadores de outras Instituições Universitárias, Alino Lorenzon (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), Hélio Salles Gentil (Universidade São Judas Tadeu – SP), Roberto Roque Lauxen (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – Vitória da Conquista, BA) e Ricardo Rossetti (Universidade Metodista de São Paulo).

Há, ainda, a contribuição de Andréa Santos Souza, Mestre em Filosofia e em Direito e Promotora de Justiça do Estado de São Paulo. E, por se tratar de “Seminário Internacional”, é apresentada a contribuição das palestras de Giulia Paola Di Nicola e Attilio Danese, fundadores e diretores do “Centro Ricerche Personaliste” e da Revista Internacional “Prospettiva Persona”, profundamente ligada ao pensamento de Ricoeur.

A obra está sendo vendida por R$ 44,90 e pode ser adquirida por meio do link.

Você, Ex-Aluno, tem um livro publicado e gostaria de divulgar neste hotsite? O espaço é seu. Envie suas informações para adriana.neves@lo.unisal.br.

5-dicas-networking-unisal

Pense em um manual do bom profissional. Pensou?

O Programa PRA SEMPRE adianta que neste material deve haver um item importantíssimo: a construção da carreira.

A atividade até parece simples, repleta de paixões, desejos, ambições saudáveis e cheias de aventura, mas  requer planejamento e foco no objetivo principal.

Saber se conectar com as pessoas certas é  sinônimo de passos  largos em direção ao sucesso. Por isso fala-se tanto em networking. Mas você sabe o que é o verdadeiro networking?

Muita gente trata o networking como sendo algo interesseiro, um caminho de via única. Antes de iniciar efetivamente as dicas é necessário destacar que o verdadeiro networking exige troca e abertura para  o desconhecido, além de se colocar a disposição do outro.

Para Andrew Vest “O verdadeiro networking ocorre quando há um entendimento de que todos têm igual valor. Em sua forma mais pura, é sobre pessoas aproveitando o contato com outras pessoas para comunicar paixões e se conectar com outras pessoas que compartilham essas paixões.”

Após a leitura do texto “How To Network The Right Way: Eight Tips”, é possível reunir os pontos mais importantes em 5 dicas que irão contribuir para que você realize um networking eficaz e verdadeiro.

1. Comece antes de precisar

Muitas pessoas se atentam ao networking somente quando precisam – por exemplo, de um emprego, de uma parceria ou de um investimento. Nesse momento, as pessoas identificam quem são aqueles que estão somente interessados em ter algo em troca. É necessário enxergar o networking, não como uma fase, mas sim como uma postura que deve ser adotada constantemente.

Quando você não está, diretamente, focado em um objetivo, as relações e as trocas fluem naturalmente. Em muitos casos ocorre exatamente o contrário: ao invés de você buscar a oportunidade com o networking, é o networking que vai gerar uma oportunidade.

2. Participe de outros eventos

Expandir a mente e as relações é uma atitude saudável e profissional em todos os sentidos. É preciso ter consciência de que enquanto você se relacionar com as mesmas pessoas e ir nos mesmos lugares você terá as mesmas informações.

Participe, sempre que possível, de eventos, projetos e cursos, sejam eles da sua área ou não. E, principalmente, interaja com pessoas diferentes de você. É na diversidade que ocorrem as melhores experiências.

3. Não julgue para não ser julgado

Isso vale para a vida! Não menosprezar o que o outro tem para te oferecer é algo essencial na construção do caráter.

Muitas pessoas que, às vezes, julgamos não ter nada a nos oferecer, podem ser aquelas que irão nos surpreender, em vários aspectos. Afinal de contas, o conhecimento não é único. Além disso, elas podem também estar precisando de uma ajuda extra.

4. Faça conexões

Quando utilizamos a palavra networking para nos referir à rede de contatos, não é à toa. Você já viu uma rede com somente dois fios se conectando?

Para que o verdadeiro networking funcione é preciso pensar em várias conexões. Mesmo que você não consiga ajudar diretamente o outro, pode conhecer alguém para indicar. Neste contexto é preciso muito mais que uma boa memória como também uma pré-disposição em conhecer as pessoas e fazer uso da empatia.

5. Cumpra suas palavras

Se você disser que vai fazer algo, faça! Seja uma ligação para indicar alguém, seja para enviar seu currículo. As pessoas que cumprem sua palavra, por mais simples que seja, demonstram credibilidade, organização e respeito pelo outro.

A partir dessas, você pode realizar diversas outras atitudes que irão contribuir para o verdadeiro networking. Pense nisso e crie suas próprias regras. Como todo hábito, um dia isso se tornará uma excelência. Quando você perceber muita coisa irá acontecer naturalmente. Você vai perceber o quanto tem influenciado positivamente na vida de outras pessoas.

Esse é o verdadeiro ganho. Pense que o que você receber em troca é o meio, não o fim.

O PRA SEMPRE também é isso: uma rede de milhares de profissionais que se unem em uma mesma filosofia! Acesse o site do programa para saber como melhorar seu networking.

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

midia-brasileira

Há algum tempo tive acesso a Pesquisa Brasileira de Mídia de 2015, organizada pela Secretaria de Comunicação social da Presidência da República. Algumas informações batem com nossas percepções, mas alguns números farão você se surpreender.

Vamos aos 5 fatos que você não sabia sobre os meios de comunicação no Brasil:

95% dos brasileiros assistem TV, sendo que 73% deles tem o hábito de assistir diariamente.

55% ouvem rádio. Um número surpreendente pra quem acredita que esta mídia está morrendo. O rádio é a 2ª mídia mais acessada.

Apenas 48% dos brasileiros possuem acesso à internet. Os usuários ficam conectados, em média, 4h59 por dia durante a semana. 92% deles estão conectados por meio de redes sociais.

21% deles leem jornais ao menos uma vez por semana. O uso de plataformas digitais de leitura de jornais ainda é baixo: 79% dos leitores afirmam fazê-lo mais na versão impressa, e 10% em versões digitais.

13% dos brasileiros leem revistas durante a semana. As versões impressas (70%) também são mais lidas do que as versões digitais (12%).

Gostou de conhecer esses dados? Então aproveite e baixe a pesquisa completa para mais informações. Bons acessos!

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

musica-programacao

Para entender o que o Lepo Lepo e A Metralhadora tem a ver com o aprendizado de Programação de Computadores.

A música é considerada uma expressão da cultura e da identidade de um povo. A partir dela é possível registrar sentimentos e informações pertinentes a um determinado tempo e espaço. Além disso, pode-se dizer que, a música contribui para vários outros campos, como por exemplo, em terapias, na prática de exercícios físicos, dentre outros.

Depois de ver um programa de TV, Inglês com Música, do canal Cultura e vários professores de cursinhos utilizarem a música para que seus alunos guardem facilmente o conteúdo programático das matérias, fico pensando: Por que professores de Programação também não aderem a esse método?

Programação e música estão ligadas diretamente. Quem é programador sabe que não há nada melhor do que ouvir música enquanto se está desenvolvendo algum programa ou aplicativo. A música ajuda a relaxar e a se concentrar mais no que está fazendo, ajuda a manter o foco.

Hoje, no Brasil, um grande número de músicas surge o todo tempo, o que contribui para que elas sejam usadas para diversos fins e para os diversos gostos. É uma oportunidade! Acredito que os professores poderiam aproveitar desse vasto repertório para ajudar seus alunos a entenderem e a praticarem o que é ensinado em sala de aula.

Um bom exemplo são as famosas músicas “chiclete” que, geralmente, surgem próximas ao Carnaval e acompanham nossa rotina por alguns meses seguintes. Esse estilo, embora seja criticado por diversas pessoas, pode nos ensinar muito. Fica aqui, portanto, dois exemplos para que os professores de Programação as utilizem nos laboratórios.

Entre vários hits de Carnaval temos Lepo Lepo (2014) e Metralhadora (2016), músicas cujos refrãos apresentam repetições, justamente para ficar grudados na cabeça. Vamos a eles:

“[...] Do meu rá rá rá rá rá rá rá o lepo lepo [...]”
“[...] Pega metralhadora! trá, trá, trá, trá, trá [...]”

Quando o assunto é música, a repetição faz parte da estrutura, porém quando se trata de Linguagem de Programação o comando é outro…

O comando “for” é utilizado para que não tenhamos que ficar repetindo alguma ação ou comando do programa.

Portanto, para que o professor envolva os alunos e torne mais fácil o processo de memorização do conteúdo, fica aqui a dica Por que não utilizar o comando “for” nas músicas “chiclete”? A estrutura dos refrãos ficaria da seguinte forma:

“for (int repetição=0; repeticao <=7; repeticao ++){
System.out.print (rá);

}”.

“for (int repetição=0; repeticao <=5; repeticao ++){
System.out.print (trá);

}”.

Temos várias outras formas de utilizar Programação com música. Para isso é necessário que o professor, primeiramente, saiba qual é o perfil de seus alunos, o que estão assistindo e ouvindo. A criatividade e o engajamento também são aspectos essenciais para a eficácia no processo de ensino-aprendizagem, de ambas as partes.

Se “as que comandam vão no trá…” os que programam vão no “for”!

Henrique de Toledo Costa Coutinho se formou em Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2010. Atualmente é Analista de Suporte e Aluno da Pós-Graduação em Formação de Docentes para o Ensino Superior.

formandos-2015-pedagogia

 Ex-Alunos UNISAL respondem

 

O Programa de Relacionamento com o Ex-Aluno do Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL – Unidade Lorena consultou os formandos de 2015 para conhecer a realidade sobre a atuação profissional e as expectativas para a carreira a partir de 2016.

O levantamento, feito desde 2014, revela que a Unidade está no caminho certo na missão de levar para o mercado profissionais engajados e comprometidos com a profissão e com a transformação da sociedade.

Dentre os resultados, vale-se destacar que 97% deles afirmaram que o curso ofereceu as características necessárias para o mercado de trabalho.

Estão empregados 50% dos que responderam ao questionário. “Comecei a estudar Pedagogia trabalhando como vendedora, chegou em uma etapa do meu curso que tive que decidir entre o comércio ou o estágio. Optei pelo estágio! Assim que concluí o curso fui contratada como Professora Auxiliar. Sou muito feliz em ter feito uma escolha duvidosa, mas que me proporcionou muitas bênçãos.” – Afirma Thalita Garcia, formada em Pedagogia.

“Diante deste cenário, o desafio do PRA SEMPRE é contribuir para que eles encontrem seu espaço no mercado”, afirma Adriana Neves, responsável pelo PRA SEMPRE na Unidade de Lorena.

A enquete também revelou que 1/3 afirmou participar de uma atividade voluntária, o que consolida a missão do UNISAL em formar bons cristãos e honestos cidadãos.

A comparação dos aspectos que o UNISAL oferece para a vida com o que o mercado exige evidencia o jeito salesiano de educar, com a Promoção de Direitos Humanos, o Diálogo entre Fé e Razão e a Formação Humana.

O fato de o UNISAL ter um dos 100 Centros de Empreendedorismo existentes em Instituições de Ensino Superior brasileiras fez toda a diferença na pesquisa. Só em 2015, foram mais de 650 pessoas atendidas gratuitamente pelo CdE (Alunos, Ex-Alunos e comunidade).

empreendedorismo-unisal2

Semana de Empreendedorismo 2015

Os recém-formados destacaram a Atitude Empreendedora como diferencial para o mercado e para a vida pessoal.

“O mercado está pedindo alunos empreendedores, em especial, profissionais que tenham atitudes empreendedoras. Ou seja, o colaborador que se comporta como dono da empresa é a postura que mais tem sido admirada e solicitada pelas contratantes”, revela o assistente do Centro de Empreendedorismo do UNISAL, Thiago Villela.

Neste contexto, a disciplina de Empreendedorismo nos cursos do UNISAL e o próprio Centro têm atingido o objetivo, o caminho da inovação. O levantamento também vai ao encontro daquilo que muitos empresários têm apontado sobre o perfil ideal de profissional.

Essa percepção de mercado também foi resultado do  1º Encontro com Empresários da região, realizado dia 11 de novembro de 2015. O evento, promovido pelo Curso de Administração e a Supervisão dos cursos de MBA do UNISAL Lorena, teve como  intuito  ouvir dos representantes das empresas as características que mais sentem falta nos profissionais que procuram e contratam.

Proatividade, Inovação e Empreendedorismo foram características apontadas como cruciais para o sucesso no mercado de trabalho. Inclusive, as habilidades comportamentais ainda estão sendo prioritárias em um processo seletivo.

O Programa PRA SEMPRE também premiou aqueles que aceitaram tão espontaneamente responder aos questionamentos.

Dentre os participantes, 3 ganharam um kit como símbolo de nossa gratidão. Os sortudos foram:

- Karol Cristina Rocha De Oliveira – Direito
- Alisson Balbino Pereira da Silva – Engenharia de Produção
- Letícia Cristina de Matos Romero – Direito

Parabéns! O UNISAL os aguarda para a retirada do presente.

futuro-psicologia2

Nestes 53 anos de Psicologia no Brasil, muitas foram as conquistas, avanços democráticos, ações e inserções da profissão nos mais variados campos de atuação profissional.

Uma profissão que se transformou, acompanhando a transformação da sociedade brasileira, com ênfase na atenção e prevenção; na saúde e no trabalho.

- Na educação, ensinando a aprender para ensinar.
- Na perspectiva  individual e coletiva.
- Na rua, no trânsito, ou nas varas de família, tratando gente como gente.

Sabendo ouvir para ajudar o outro a falar. Uma Psicologia de “todo o dia”, em “todos os lugares”.

De acordo com o Cadastro Nacional de Psicólogos do Sistema Conselhos de Psicologia, o Brasil possui o maior número de Psicólogos ativos do mundo. São 216 mil profissionais em atividade.

Diante da extensão das áreas de trabalho e atuação profissional e do número, cada vez mais crescente, de entrada de profissionais no mercado, a preparação e a atualização contínua do psicólogo é, hoje, uma   urgência. Há que se preparar para responder aos inúmeros desafios dessa realidade que se impõe.

Sabe-se que a Graduação, é um espaço plural de formação generalista a respeito do conhecimento psicológico, que capacita o profissional para trabalhar com diversos tipos de campos   e necessidades humanas, sendo estes, cada vez mais complexos, exigindo desse profissional uma atualização que o capacite a ser mais eficiente e diretivo na resposta à essas necessidades.

unisal_lorena_pos_banner250x250pxFrente   ao   exposto, a questão passa a ser:  Que futuro você quer para a Psicologia e para você, enquanto Psicólogo?

Se você nunca parou para pensar a respeito, este pode ser o momento certo. Nos cursos de Pós-Graduação em Psicologia você pode encontrar a resposta para a questão posta, pois, ao se especializar é possível desenvolver competências e habilidades necessárias para garantir a sua presença e o seu papel no mercado profissional.

.

Ana Carlota Pinto Teixeira concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 1981 (Antiga Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena). Atualmente é professora e supervisora de cursos de Pós-Graduação em Psicologia.

Antonia Cristina Peluso de Azevedo concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 1973 (Antiga Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena). Atualmente é pesquisadora e professora.

 

 

 

reuso-agua

Para Mierzwa & Hespanhol (2005, p. 20), reuso da água é o “uso de efluentes” tratados para fins benéficos, tais como irrigação, uso industrial e fins urbanos não potáveis. Sua prática é conhecida em todo o mundo há muitos anos.

Deve-se considerar o reuso da água como parte de uma atividade abrangente com o uso racional ou eficiente da água, o qual compreende também o controle das perdas e desperdícios, e a minimização da produção de efluentes e do consumo de água (UNIVERSIDADE DA ÁGUA, 2007).

Muito embora o nosso planeta tenha três quartos de sua superfície coberta pela água, deve-se considerar que apenas pequena parcela, referente à água doce, pode ser aproveitada na maior parte das atividades humanas, sem que sejam necessários grandes investimentos para adequar suas características físicas, químicas e biológicas (MIERZWA; HESPANHOL, 2005).

O reuso da água para fins não-potáveis tem sido impulsionado em todo mundo em razão da crescente dificuldade de atendimento a uma demanda cada vez maior de água para o abastecimento público doméstico e da escassez cada vez maior de mananciais próximos ou de qualidade adequada para abastecimento após tratamento convencional da água (BASSOI; GUAZELLI, 2004).

Em 1958, o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas promulgou o princípio da substituição de fontes de abastecimento, estabelecendo que “a menos que haja excesso, nenhuma água de boa qualidade deve ser usada em aplicações que tolerem o uso de água com padrão de qualidade inferior” (MIERZWA; HESPANHOL, 2005, P. 20).

O reuso da água pode ser planejado ou não (PHILIPPI JR; MARTINS, 2005). O reuso indireto não planejado do recurso hídrico ocorre quando a água  utilizada em alguma atividade humana,é descarregada no meio ambiente e novamente utilizada, de maneira não intencional e não controlada.

O reuso indireto planejado ocorre quando os efluentes depois de tratados são descarregados de forma planejada nos corpos de águas superficiais, subterrâneas ou no atendimento de algum uso benéfico.

O reuso direto planejado das águas ocorre quando os efluentes depois de tratados são encaminhados diretamente de seu ponto de descarga até o local do reuso, não sendo descarregados no meio ambiente. A indústria utiliza o reuso na refrigeração e alimentação de caldeiras e na água de processamento.

No meio urbano os usos são para: irrigação paisagística, combate ao fogo, descarga de vasos sanitários, sistemas de ar condicionado, lavagem de veículos, de ruas e de pontos de ônibus. A água da chuva é considerada pela legislação brasileira como esgoto, pois ela usualmente vai dos telhados e dos pisos para as bocas de lobo.

 Nos diversos usos são utilizados: na aqüicultura, construções, controle de poeira e na dessedentação de animais (CENTRO INTERNACIONAL DE REFERÊNCIA EM REUSO DE ÁGUA, 2010).

A prática de reuso é um dos componentes do gerenciamento de águas e efluentes e é um instrumento para a preservação dos recursos naturais. Contudo, a prática do reuso de água espera ser institucionalizada e integrada aos planos de proteção e desenvolvimento de bacias hidrográficas (NOGUEIRA, 2008).

A opção pelo reuso da água visa principalmente garantir o atendimento às demandas e, dessa forma, possibilitar que as aspirações por uma melhor qualidade de vida sejam atingidas.

Luecy da Silva Barboza concluiu os cursos de Pós-Graduação em Gestão Ambiental e em Perícia em Meio Ambiente no UNISAL (Pólo Roseira).

colacao-am-01-02-16-4

UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Americana, realizou a Colação de Grau oficial dos formandos 2015 de forma festiva. A entrega dos certificados e do histórico escolar foi realizada em sessão solene e proporcionou a todos os alunos que finalizaram o curso um momento especial. O evento aconteceu de 4 a 7 de fevereiro, no anfiteatro do Campus Dom Bosco, e contou com a presença de professores, familiares e amigos dos formandos.

O Diretor de Operações, Homero Tadeu Colinas, parabenizou os formandos e agradeceu aos pais a confiança depositada na instituição. Padre José Antônio Pajola, Coordenador da Pastoral da Universidade (PdU), ressaltou que os egressos não saem do UNISAL somente com uma profissão, mas também com o espírito e os valores salesianos.

Este ano foram mais de 500 formandos dos Cursos de Administração, Ciências Contábeis, Moda, Publicidade e Propaganda, Sistemas de Informação, Engenharia Elétrica, Engenharia de Automação e Controle, Engenharia Ambiental, Pedagogia, Psicologia, Direito e Serviço Social. “Estou muito feliz e também muito saudoso, já estou sentindo falta da vida acadêmica, da convivência com professores e amigos, por isso quero voltar, o mais breve possível, para cursar uma pós-graduação” relata Maurício Nobre Junior, Ex-Aluno do Curso de Direito.

O evento teve a parceria da empresa de formatura Sagae/WS Eventos, Perfil e Cartoon.

Platafoma Juntos

Juntos. Este é o nome de uma Plataforma que espera aliar a tecnologia à melhora considerável da educação básica no país. Meta ambiciosa? Para os Ex-Alunos de Ciência da Computação do UNISAL Lorena, Júlio Cosmo e Alan Mendes, não parece ser nada impossível.

A dupla investiu pesado seus últimos meses na aplicação desta ferramenta, que utiliza algoritmos para decifrar o perfil do aluno em sala de aula, em atividades, avaliações e em programas de estudo.

“Acreditamos que somente por meio desta análise é possível evoluir com a educação no país”, revela Júlio Cosmo, idealizador da Plataforma.

A Plataforma visa minimizar as dificuldades de alunos que estão atrasados no ensino ou que não conseguem absorver conteúdo.

Num segundo momento, a ferramenta, que já está sendo utilizada em escolas de Minas Gerais, deverá servir de apoio para países de terceiro mundo. “O intuito é igualar ou aproximar a qualidade no ensino básico com os países de primeiro mundo”, conclui Júlio.

Clique aqui para acompanhar as novidades deste projeto!

Este é um dos projetos de Ex-Alunos UNISAL. Além da apresentação, a vinda do Ex-Aluno, Alan Mendes, no último dia 04/02/16,  marca o nosso quadro “Visita UNISAL”.

impactei-unisal-2015

Resultado surpreende a organização

 O Centro Universitário Salesiano de São Paulo, UNISAL – Unidade Lorena, por meio do Centro de Extensão e do Centro de Empreendedorismo, promove anualmente o “Impactei!”, uma competição de Empreendedorismo Social para que Alunos, Ex-Alunos e Colaboradores desenvolvam habilidades empreendedoras e ainda impactem ativamente a comunidade, com projetos sociais de caráter sustentável e replicável.

impactei-unisal

Os grupos inscritos são desafiados a realizar um Projeto Social. No final da competição, há uma banca avaliadora com uma tarefa árdua: escolher a melhor equipe.

Em 2015, os grupos classificados para a final foram o Metamorfose, da psicopedagoga e Ex-Aluna, Walquiria Silva, e o UiDU 2.0, das Alunas do terceiro ano de Administração, Mariane França, Fernanda Lima, Letícia Paiva, Marilisi dos Santos e Michelle Aquino.

A tarefa de escolher uma equipe somente como vencedora foi mesmo difícil. Nunca no IMPACTEI havia dado EMPATE! Com esse resultado, as meninas dos dois grupos passaram um fim de semana de janeiro de 2016 no Hotel Dom Bosco, em Campos do Jordão, com todas as despesas pagas.

Parabéns a todos os participantes. Parabéns pelo exemplo de seres humanos diferenciados em um mundo no qual os valores de compaixão e responsabilidade perante sociedade se tornaram algo tão raro.

.

Para conhecer mais os projetos vencedores, clique nas imagens abaixo e veja os vídeos:

Metamorfose:                                                       UiDu 2.0:

metamorfose-unisal

                                    UiDu

.

Fiquem atentos à próxima data da competição no site www.unisal.br/eventos!