Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
vinicius-semana-juridica-2

Vinicius Maximiliano Carneiro
Formado em Direito em 2001.

Retornar à nossa casa de graduação é sempre um orgulho e uma emoção sem igual. Já se vão 15 anos desde que me formei e ainda não tinha conseguido aqui retornar para poder compartilhar um pouco do que tenho vivido na área jurídica. Ver os novos alunos, com aquela ansiedade peculiar do mundo novo da universidade, somada a todas essas dinâmicas de mercado do século 21 nos faz sentir “antigos”, mesmo que ainda contemporâneos! Além disso, não posso deixar de frisar minha felicidade em rever colegas de classe que me abrilhantaram com a presença, como o Dr. Frederico Sodero, o Dr. Bruno Creado e o Dr. Antonio Sávio. Rever amigos de longa data, e mais ainda, diante de um público de jovens futuros profissionais do Direito, me fez retornar às memórias dos bancos da faculdade, com grande alegria e satisfação de uma parte do dever cumprido. Por derradeiro, eu reforço o que mencionei durante a palestra proferida na XXXI Semana Jurídica: poder estar com todos no evento foi a realização de um dos meus sonhos… sonho este que sonhei ainda na cadeira da XI Semana Jurídica, quando entrei na faculdade, e, ao assistir um ciclo de palestras, afirmei a alguns colegas da época: um dia, eu estarei no palco falando para os alunos! E foi isso que felizmente aconteceu e que me deixou muito honrado.

A diferença do público da Graduação é assustadora! Eu brinquei com todos que, só para dar um exemplo, em nossa época os códigos eram em preto e branco e impressos! Ou seja, para achar um artigo não existia ainda o Ctrl-f (atalho para pesquisar uma palavra)! Além disso, pesquisa para trabalhos tinha que ser feita na biblioteca, lendo dezenas de livros de diversos autores. Não existiam smartphones, tablets ou Internet liberada como é hoje. Laptop era coisa de gente muito chique e não de estudante de direito.

Porém, essa diferença é hoje a essência desse novo mercado de trabalho. Apesar do Direito ser considerado uma profissão “conservadora”, com a dinâmica do mercado e das relações interpessoais, seu patrimônio e terceiros, continua a ser tão problemática quanto quando estava eu nos bancos da Graduação.  Fui monitor de Direito Comercial por 2 anos, e, a meu ver, foi uma das áreas que mais sofreu evolução e adaptação, especialmente com o novo Direito da Empresa, do Código Civil e agora do Código de Processo. Os alunos de Direito hoje têm a possibilidade de produzir muito mais conteúdo e conhecimento do que nós tínhamos 15 anos atrás, além da rápida disseminação e compartilhamento do conhecimento. Costumo citar sempre um grande pensador futurista chamado Gil Giardeli, que sempre frisa: você é o que você compartilha! E o direito, a meu ver, é uma das maiores expressões da capacidade de compartilhamento humano, e que visa a preservação de direitos.

O profissional da área jurídica de hoje, tem de ter uma capacidade de processamento de informações muito maior e mais ágil que a nossa, especialmente pela diversidade de áreas do Direito que surgiram, além de, claro, a danosa produção legislativa frenética do nosso país. Mas uma coisa é certa: quem estiver na área jurídica, mesmo que nos próximos 20 anos, tem emprego e trabalho garantidos. A virtualização e digitalização dos tribunais só vai fazer aumentar a dependência do advogado, do juiz e do promotor, além da defensoria e do professor do direito.

Saber manipular esse caminhão de informações vai ser a diferença entre quem sempre vai ter o que fazer daqueles que vão sempre esperar por um aquecimento de mercado tradicional.

Baixe o E-book Gratuitamente com todas as histórias da 3ª edição dA vida nos Pátios do UNISAL!

alexandre-livro-1

“Após mais de 3 anos de um intenso trabalho de pesquisa e desenvolvimento de conteúdo, tenho o prazer de comunicar o lançamento do meu livro”.

A fala orgulhosa é de Alexandre Correa Lima, Ex-Aluno do Direito UNISAL. Ele divulga a sua primeira obra literária: “Pesquisas de Opinião Pública – teoria, prática e estudos de caso”, lançada pela Novatec Editora.

O trabalho reúne em 400 páginas a história da atividade, teorias psico-sociológicas, metodologia, margem de erro, interpretação de pesquisas, valores sociais, Big Data, Neuromarketing e muito mais.

livro-opiniao-publicaPara Alexandre, o livro é uma ferramenta importante para todo o tipo de público, em especial, aqueles pessoas que trabalham com Jornalismo, Publicidade, Ciência Política, Marketing ou Sociologia.

Alexandre criou um site e um vídeo para divulgar a nova obra. Basta acessar o site ou o vídeo no Youtube.

O livro está sendo vendido nos principais sites de livrarias do Brasil. Na Amazon, por exemplo, o exemplar é encontrado por R$63,77. Acesse neste link.

O lançamento acontecerá no dia 11 de abril, às 08h30 da manhã, na sede da ABEP (Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa), na Rua 9 de julho, 4865 (conj. 31A), em São Paulo.

O evento contará com um bate papo sobre Opinião Pública com Alexandre Lima e o Sociólogo Paulo Cidade e depois, uma manhã de autógrafos. Os participantes do evento terão 30% de desconto no livro. A entrada é gratuita.

SOBRE O AUTOR

ALEXANDRE CORREA LIMA é fundador e Diretor Presidente da MIND PESQUISAS, é Pós-Graduado em Administração de Marketing, tem Master em Comunicação Empresarial e cursou a Escola Avançada de Pesquisa de Mercado na University of Georgia (Atlanta/EUA). É membro ativo da American Marketing Association.

Atua na coordenação, planejamento e execução de projetos de pesquisas diversas empresas, em suas múltiplas modalidades (qualitativa e quantitativa) e tipos: pesquisa de mercado, pesquisa de opinião pública, pesquisa eleitoral, pesquisa de audiência, pesquisa de clima organizacional, pesquisas satisfação de clientes e projetos ad-hoc (sob encomenda). Ao longo dos últimos 25 anos, coordenou e liderou milhares de projetos de pesquisas.

É Palestrante, Professor da FGV e em diversos cursos de MBA e Pós-Graduação.

EX-ALUNO MIGUEL VALENTE (13)

Projeto em obra social levará 1 ano

A coragem ele leva até no nome. Miguel Valente, 27 anos, Ex-Aluno de Administração do UNISAL. Toda essa trajetória vivida na instituição salesiana, Unidade Lorena, ele carrega agora na memória e na carreira profissional. E vai precisar muito!

No dia 13 de março de 2017 Miguel embarcou na missão Ad Gentes de 1 ano para a Angola. Lá irá atuar em Luanda (Capital).

A decisão de largar o trabalho fixo em uma agência bancária no Brasil, a família e amigos, veio acompanhada de amadurecimento.

No UNISAL, Miguel concluiu o Curso de ADM em 2016, com muito esforço. A paixão por trabalhos sociais começou há dez anos, por meio de trabalhos voluntários realizados nas obras salesianas de Pindamonhangaba, Lorena e Piquete.

O desejo de embarcar em algo maior se concretizou ao encontrar angolanos na Jornada Mundial da Juventude, realizada em 2013 no Brasil. Alguns deles se hospedaram em Pindamonhangaba, uma oportunidade e tanto para Miguel saber mais sobre sua futura casa, Luanda, capital da Angola.

“Conhecer por meio dessas pessoas a obra onde mais de 12 mil crianças são atendidas por dia por meio de cursos básicos, profissionalizantes e demais atividades, só me instigou ainda mais a amadurecer o processo de inscrição para trabalhar na missão”, revelou Valente.

Daí em diante Miguel reuniu em documentação toda a sua experiência profissional e social com o passaporte de ida nessa missão.

“O amadurecimento só foi possível graças ao incentivo de anjos que passaram em minha vida”, revela Miguel, que se emocionou ao contar de sua amizade com a Professora Maria José Urioste.

Desde que soube da aprovação para o Projeto, Miguel foi tomado por ansiedade e alegria.

ex-aluno-miguel-valente-angolaA equipe do Pra Sempre pediu a ele que fotografasse algumas etapas da viagem e ele nos enviou a arrumação das malas.

Quer saber qual cenário Miguel vai encontrar lá? Veja um relato do P.  William de Lima, salesiano que também está na obra. Acesse o link.

Quer saber mais sobre a missão Ad Gentes? Veja aqui.

Miguel espera incentivar outras pessoas que também têm o mesmo deseja de se voluntariarem pelo mundo.

“Estou lá, pois quero transformar duas frases que criei, são elas: ‘O limite não limita’, e ‘Qual rua a pessoa deve pegar na vida?’”, revelou Miguel, que ficou muito contente em partilhar com todos um pouco dessa decisão importante de vida.

Veja também o link do vídeo que mostra a região onde ele vai trabalhar.

livro-etica-oab-savio-chalita

O Ex-Aluno da Graduação e do Mestrado em Direito do UNISAL, Sávio Chalita, lançou neste mês de dezembro (15/12) o livro “350 dicas de Ética Profissional para o Exame de Ordem”.  Publicado pela Editora Foco, a obra foi apresentada na Cia. dos Livros, em São Paulo.

Sinopse do livro

Em linguagem simples e didática, a obra promete ser o que você precisa saber para estudar e entender o Novo Código de Ética e Disciplina da OAB. Em 4 de novembro de 2015 foi publicada Resolução do CFOAB 02/2015 que aprovou o Novo Código de Ética e Disciplina da OAB, revogando o anterior, que remontava o longínquo ano de 1995, e em vigor a partir de 1º de setembro de 2016, conforme Resolução do CFOAB 03/2016.

O Novo CED é resultado de 3 anos de trabalhos dos conselheiros federais, dos presidentes de seccionais e dos advogados, traz diversas inovações que dignificam e valorizam essa profissão atuante na defesa dos diretos e deveres dos cidadãos.

O que a obra contém? Dicas divididas por capítulos; edital sistematizado de Ética Profissional; esquemas de revisão atualizados conforme o Novo Código de Ética, Leis 13.245/2016, 13.247/2016 e Resoluções do CFOAB 4, 5 e 7 de 2016. Por se tratar de uma obra com formato “pocket book”, o autor conseguiu alcançar o resultado almejado: permitir que os advogados, estudantes de direito e candidatos ao Exame de Ordem a levem consigo em qualquer lugar, aliando praticidade e eficiência no estudo da Ética Profissional. “Esperamos contribuir e facilitar os estudos da disciplina que, sem sombra de dúvida, é das mais relevantes na rotina do advogado e, é claro, dos candidatos ao Exame de Ordem”, revela Sávio Chalita.

A obra pode ser adquirida pelo link.

ser-jovem-para-sempre

Todos queremos ser jovens para sempre!

Ao ouvir isso pode vir em nossa cabeça coisas como: “mas não devemos ficar querendo ser jovem”, “devemos ser o que somos”, “precisamos aceitar a idade que temos”, “cada idade tem suas dificuldades e suas alegrias” etc. etc. etc. Mas não. Não é nada disso. Ser jovem no sentido apresentado é ir além, é buscar o amanhã, é apaixonar-se pela vida. Ser jovem é ter “um moleque morando sempre no seu coração. Toda vez que adulto fraqueja o menino te dá a mão!”, relembrando o poeta.

Dizer que todos queremos ser jovens, nos nossos dias pode parecer estranho. Quantas vezes nos deparamos com situações onde adultos teimam em ser crianças. Mães e pais que se vestem como filhos e filhas, pais que ensinam seus filhos a ter comportamentos que parecem mais de animais do que de crianças. Surgem conceitos novos que, valorizados, estão presentes na fala do jovem o tempo todo. Agora a moda é ser “safadão”, “metê o loko”, “tá favorável”, e mais uma variedade de frases, termos e memes que mostram com despropósito a transitoriedade da vida. E mais, até uma certa indiferença quanto ao correto, ao bom, ao belo. Contudo, ser jovem aqui não tem nada a ver com isso.

Mas então quem é o jovem? Por que ser jovem pra sempre? O que o jovem tem a nos ensinar? Em que ser jovem pode me tornar uma pessoa melhor? E mais, o que o jovem tem que não podemos deixá-lo esquecer? A criança, o adolescente, o jovem, enfim todo aquele que ainda não alcançou a vida adulta não tem raízes, raízes no sentido de aquilo que o prenda, que o fixe. Ou seja, ele ainda não tem o que o prender. Claro que tem a educação da família, a escolarização, os valores, as regras sociais, mas não algo que vá além disso. O jovem é nômade, está sempre a procura, está sempre indo ao encontro, ao encontro do mundo, de descobrir o que não sabe, de reinventar o que já descobriram, de ver de outra forma aquilo que já foi visto, de descobrir o outro, de se abrir para conhecê-lo, de encontrar sua realização, de dar novo sentido às coisas e à vida, de encontrar a si mesmo.

O jovem tem esperança, esperança de mudança, tem um encanto pela vida que em geral o adulto vai perdendo. Quer deixar sua marca, ser único, fazer diferente, dar sua contribuição, ser reconhecido pelos seus feitos, inclusive para se sentir pertencente ao mundo adulto. Ele encara as coisas e procura um sentido para elas, um sentido ao que ele faz. Busca ter prazer no trabalho e na vida. Quer se encantar pelo que estuda. Enquanto que o adulto já compreendeu todos os sentidos, já entendo como as coisas funcionam, sabe como dar um “jeitinho” em tudo, esquece que há sempre um modo diferente de fazer as coisas. O adulto as vezes esquece o sabor das coisas, deixa de apreciar a riqueza do momento, já não vê com o mesmo frescor a vida.

O adulto tende a achar que sabe tudo e que deve ser ouvido e obedecido pelo simples fato de ser adulto. Ele zela mais pela estabilidade: “Aqui as coisas sempre foram assim”, “não adianta que nada melhora, nada muda”, “espere até passar um tempo e você vai perceber que não adianta”, “melhor deixar assim, vai que fica pior”, “em time que está ganhando não se mexe”.

Os valores para o adulto são sempre condicionados. Não consegue mais entregar-se todo ao momento. Ele tem outros valores que são importantes e isso o torna mais imóvel, imobilidade que pode ser transitória, mas que muitas vezes cai no comodismo. Cria-se uma zona de conforto, na qual é mais fácil deixar do jeito que está, pois mudar implica sair do lugar. Nesse sentido o jovem é uma pedra no sapato. Enquanto um diz que tudo está bom do jeito que está, ou tudo está o melhor que pode ser, o jovem é uma pessoa sem muita “experiência”, propõe fazer as coisas diferentes, mudar, deslocar para um outro modo. Quer tentar, quer fazer sua história, sem medo de bater cabeça. Seu orgulho não é ferido pelo erro, e sim por dizerem que ele não pode.

Um exemplo muito simples disso é a vida profissional. Valores como realização, liberdade, salário valorizado, realização pessoal são importantes tanto para o jovem quanto para o adulto. Contudo, um jovem que mora sozinho, ou ainda mora na casa dos pais, pode se dar ao luxo de estar insatisfeito com o trabalho e discutir com o patrão, fazer críticas às ações da empresa, já que não tem tantas coisas que o prendam, não tem grandes responsabilidade ou contas inadiáveis a pagar. É diferente de um pai ou mãe de família com dois filhos que dependem do emprego para o sustento, que tem responsabilidades como aluguel, prestação da casa, despesas escolares. Enfim, com certeza esse último pensará duas vezes em suas atitudes e as consequências em sua vida.

Mas, o jovem cresce, e começa a aprender a dar respostas prontas e ditas certas, que existe sempre um modo de fazer tudo, que sempre fizeram assim, que dá trabalho mudar, que as coisas não melhoram do dia para a noite e que para melhorar seria muito difícil. E daí vamos convencendo o jovem que não há outra forma se não continuar a fazer o mesmo, do mesmo jeito. Vamos convencendo o jovem a deixar de ser jovem, convencendo o jovem que, como diz a poetisa Veronica A. Shoffstall no texto Menestrel (atribuído erroneamente a Shakespeare), sonhos são bobagens, mas seria uma tragédia se eles acreditassem.

“Todos querermos ser jovens para sempre”, é isso! É mantermos viva nossa esperança, esperança de um mundo melhor, de um jeito diferente de fazer tudo. É não deixar que a rotina nos engula, que a vida se torne um peso, que não percamos nossas ambições. É deixar falar em nosso coração “a amizade, a palavra, o respeito, o caráter, a bondade, a alegria e o amor”, “não aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal…”.

E, além das palavras emprestadas do poeta, que não deixemos morrer o moleque que mora em nós e, principalmente, o moleque que mora no jovem!

Paulo Pereira concluiu os cursos de Filosofia e Pedagogia. Atualmente é Professor e Assessor Educacional.

Lincoln Vinícius Antunes Coelho

Meu nome é Lincoln Vinícius Antunes Coelho e sou formado em Direito, em 2012.

Como eu sempre tive a pretensão de seguir carreira acadêmica, desde o início do curso participei dos projetos implementados pelo UNISAL. Durante o período em que estive vinculado à Instituição na condição de discente, fui Monitor de Direito Civil (2009 até 2012), apresentei meus artigos em várias mostras científicas (Lorena, Americana etc), fui bolsista do CNPQ sob orientação direta da Professora Grasiele Nascimento, auxiliei no Projeto Casoteca, nos Estudos Dirigidos do Curso de Direito, dentre outros.

O lado humanista sempre foi observado pela Instituição, sobretudo pela filosofia de Dom Bosco, que sempre esteve a reger a interação professor-aluno. O senso de responsabilidade e comprometimento, sem dúvida, foi intensificado nesse longo período em que aí estive. O amor à docência, bem como ao Direito, trouxe-me grandes oportunidades, inclusive, ao final, fui contemplado com o titulo de Universitário 5 Estrelas pela própria faculdade. Ao deparar-me com um mercado de trabalho avassalador, compreendi a necessidade dos ensinamentos educacionais a mim direcionados, aqueles que talvez não se ligassem diretamente ao conteúdo programático do curso, mas, de certa forma, era imprescindível para minha “sobrevivência” aqui fora. Tudo foi deveras gratificante.

Graças às oportunidades que tive ao longo da faculdade, confesso que não precisei suportar os percalços da vida pós-formado. Quando ainda aluno, fui convidado por um professor “Da Casa” (O Dr. Luis Chacon), o qual deposito incomensurável estima, para estagiar em seu escritório. Antes mesmo de ingressar na faculdade eu já havia trabalhado em setores públicos (Fórum), mas foi a partir desta oportunidade, a de conviver desde cedo com o dinamismo da advocacia, que pude alçar voo profissional. Atualmente, estou concluindo minha especialização em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho e pretendo, o mais breve, iniciar meu mestrado, afinal, como já ressaltei, a academia é um amor antigo. Pretendo conquistá-lo!

“Ama o que fazes e jamais necessitará trabalhar um único dia!”

Helder Satin

Meu nome é Helder Ferreira de Carvalho Satin, formado em Ciência da Computação em 2010.

Durante o curso, participei das Maratonas de Programação, chegando a etapa regional do evento em Caraguatatuba no ano de 2009. Conheci também muitas pessoas que se tornaram excelentes contatos profissionais e referências. Ministrei palestras na FATEC de Cruzeiro e no UNISAL.

No curso, aprendi muito sobre a capacidade de trabalhar em equipe, identificar talentos e principalmente de reconhecer os erros e aprender a lidar com eles, transformando-os em oportunidades para aprender mais e evitá-los no futuro.

Eu trabalhava na área da suporte da Hexato Tecnologia durante minha formação, passando a ser Desenvolvedor e Auxiliar de Rede. Após minha Graduação, me tornei sócio de uma empresa de consultoria empresarial para médias e grandes empresas chamada Thompson Management Horizons, na qual ocupei o cargo de Diretor de TI, sendo responsável pelo Desenvolvimento dos Sistemas e Projetos de TI, área em que era responsável pelo acompanhando do ciclo de vida destes e gerenciamento dos servidores. O curso me ajudou a buscar melhores formas de desenvolver soluções de TI, pensando no desenvolvimento como um todo e não apenas na programação dos códigos.

A inserção no mercado depende muito de dois fatores:

O primeiro é a autoconfiança. Acredite sempre na sua capacidade e não tenha medo de aceitar desafios. São eles que te fazem crescer e não as tarefas simples que você já domina.

O segundo é sua rede de contatos. Conheça pessoas novas, faça amizades e faça-se notar sempre. Isso irá facilitar muito e lhe abrirá diversas portas no futuro.

Sugiro aos alunos que aproveitem para aprender o máximo possível. A formação é o período ideal para experimentar, errar e começar novamente, se preciso. Procure aprender mais do que é passado em sala e converse sempre com seus colegas e professores sobre novas tecnologias e metodologias. Não desperdice oportunidades de participar de eventos de seu ramo, por mais simples que possam parecer. Quanto maior o contato com o conhecimento, mais intuitivo será seu aprendizado.

José Maria Martimiano

Meu nome é José Maria Martimiano (centro da foto) e me formei em Direito pelo UNISAL em 2013.

Sou militar da PMMG (Sargento) desde que iniciei o curso. O crescimento foi mais pessoal, mas com certeza ficou extremamente mais fácil trabalhar e compreender inúmeras situações do dia a dia, pois agora tenho o conhecimento acadêmico.

O que me encanta no curso de Direito do UNISAL Lorena é o comprometimento e o amor que os professores empenham! Talvez o grande diferencial seja o fato de que vários professores são formados na casa. Creio que isso faz com que eles queiram sempre elevar o nome do curso, fazendo com que seja sempre o seu orgulho.

Adorei me formar no UNISAL e, sinceramente, se eu pudesse escolher fazer o curso novamente, mesmo que tivesse oportunidade de me formar em uma Faculdade Federal, eu escolheria o UNISAL. Lá parecemos uma família!

Erick Faria

Meu nome é Erick Faria de Oliveira, graduado em Administração com ênfase em Comércio Exterior, em 2008.

Quando iniciei o Curso de Administração no UNISAL estava próximo de completar 24 anos, pois não tive a oportunidade de ingressar no Ensino Superior logo após o fim do Ensino Médio. “Fazer” faculdade sempre foi um sonho e aproveitei bastante. Já trabalhava, pagava o curso com suor e minha vida era uma correria (não muito diferente da grande maioria). Adotei o método de estudo “PRESTE ATENÇÃO NA AULA”. Absorvi o máximo de conhecimento possível e tive ótimos professores. Fiz amizades, troquei experiências e, o mais importante, me descobri como profissional de Recursos Humanos. Devo muito ao Professor Élcio, por causa da exigência e cobrança do conteúdo.

Acredito que as aulas de Empreendedorismo, para aqueles que souberam aproveitar, foram de suma importância. Mesmo que o Egresso não tenha planos de abrir uma empresa, o assunto nos conduz a pensarmos em nós  e nas possibilidades e caminhos para que conquistemos espaço diante dos concorrentes.

Quando iniciei o curso, trabalhava na área operacional de um empresa de clipping do Diário Oficial. No decorrer do curso, meu foco se tornou a área de Recursos Humanos e, felizmente, tive a oportunidade de aplicar o conhecimento extraído em sala de aula na empresa que trabalhava. Fui promovido a Supervisor e depois a Gerente Administrativo. Posteriormente, tive uma passagem rápida por uma empresa de Construção Civil, como Analista de RH e depois iniciei atividades de Coordenador de RH em um empresa de prestação de serviços de Montagem e Manutenção Mecânica, Elétrica e Tubulação. Atualmente trabalho na Prefeitura Municipal de Cruzeiro, no RH, sob cargo de Chefe de Serviço Social/Treinamento.

O curso de Administração do UNISAL é ótimo, os professores são excelentes. Aproveitem as aulas, prestem o máximo de atenção possível e não levem dúvidas para casa. O momento é de aprendizagem.

Ederson Ribeiro

Eu me chamo Ederson Carlos Aquino Ribeiro e me formei em Ciência da Computação pelo UNISAL Lorena.

Todo o conhecimento que adquiri durante o meu curso agregou, em muito, na minha vida profissional, mas quero ressaltar que o que mais faz a diferença na minha vida hoje é a capacidade de estar sempre em busca do conhecimento e do aperfeiçoamento da comunicação interpessoal, pois não adianta termos muito conhecimento e não sabermos comunicar e transmitir um pouco com as outras pessoas.

Logo depois de 3 meses do início do Curso de Ciência da Computação consegui um estágio na área, como analista de sistemas em uma multinacional. Pra mim isso foi incrível e, desde então, fui evoluindo na área com muito trabalho e dedicação.

Hoje, com 9 anos de experiência em departamento de Tecnologia da Informação dentro de indústrias, desenvolvendo papel como Analista de Sistemas e Desenvolvimento aos departamentos de Manufatura e Materiais para o sistema EMS Totvs. Pude participar de vários projetos e implantações, lidei com conflitos e problemas com usuários e coordenei atividades de consultoria externa. Tive o privilégio de fazer viagens pelo Brasil, realizando visitas técnicas e de negócios às filiais da empresa.

O que mais facilita para que uma pessoa entre para o mercado de trabalho, além do conhecimento na área, é o domínio da língua inglesa (pelo menos), além da capacidade de se comunicar e trabalhar em equipe.

Quero deixar aqui 5 itens que fizeram a diferença na minha vida e que pode servir de motivação para outras pessoas: 

- Primeiramente, tenha fé em Deus, pois sem Ele não somos nada.

- Tenha amor e dedicação pelo o que faz.

- Motive-se (Não importa em qual área você irá atuar ou até mesmo onde você irá trabalhar).

- Tenha Humildade.

- Comunique-se bem.

vinicius-carneiro-unisal

Alguns o chamam de Mr. Crowd, nós o conhecemos como Ex-Aluno Vinicius.

Vinicius Maximiliano Carneiro formou-se em Direito pelo UNISAL, em 2009. O nosso Egresso tem MBA em Direito Empresarial pela FGV, é especialista em direito eletrônico pela PUC (MG), com uma experiência em diferentes campos que exploram, desde de assessoria de grandes estúdios de Hollywood, por meio da MPAA (Motion Picture Association), até a vice-presidência do Conselho Deliberativo SESI-SENAI.

dinheiro-multidao-unisalMaximiliano, além de tudo, é um empreendedor, seja em seus projetos pessoais, seja em suas conquistas profissionais. Ele é autor do livro e E-book Dinheiro da Multidão, que trata sobre Financiamento Coletivo.

No último mês de setembro, o advogado esteve no UNISAL para participar da XXXI Semana Jurídica, quando falou sobre “Financiamento coletivo à luz da diversidade jurídica brasileira”, assunto no qual é referência no Brasil.

A equipe do Pra Sempre UNISAL ficou curiosa para saber mais sobre este tema, que vem ganhando tamanha proporção no país. Por isso, Vinícius foi convidado para o bate-papo especial.

Entrevista Especial

Causas sociais, produtos inovadores, startups e investimento imobiliário são algumas das frentes em que o uso do Financiamento Coletivo (crowdfunding) consegue reunir milhares de doadores/financiadores. Assim, de forma simples e rápida, há a possibilidade de tornar uma ideia real sem a burocracia dos grandes conglomerados financeiros.

De acordo com o Egresso, o Financiamento Coletivo não é um modismo, veio para ficar. De fato, mais e mais pessoas, a cada dia, decidem utilizar esse formato de exposição de seus projetos para angariar fundos. De outro lado, milhares de financiadores já estão se habituando a buscar pela Internet opções de investimento e doação usando esse formato, devido sua praticidade e agilidade se comparado aos métodos convencionais de doação que existem no Brasil. Confira a entrevista na íntegra!

.

Equipe Pra Sempre: Um Financiamento Coletivo pode ser realizado para qualquer tipo de projeto?

Vinicius: Sim. Ele surgiu para viabilizar projetos solidários, mas hoje em dia há varias opções. Percebeu-se que essa possibilidade de agregar pessoas em volta de um projeto também poderia gerar capital.

Esses projetos podem ser: campanhas de recompensa, campanhas de causas sociais, lançamento de startups e investimento imobiliário.

No último levantamento que fiz, verifiquei que cerca de 20% dos projetos que inscritos, são viabilizados.

Quando comecei a estudar o Financiamento Coletivo no Brasil, entrei em contato com as plataformas online existentes, mas ninguém queria falar sobre elas, porque não há nenhuma legislação sobre o assunto. Foi aí que eu comecei a explorar esse campo desconhecido.

 .

Equipe Pra Sempre: Como o Financiamento Coletivo está sendo regulamento no Brasil?

Vinicius: A Comissão de Valores Imobiliários (CVM) já abriu uma consulta pública para criar um regulamento para o Financiamento Coletivo, que prevê várias aplicações em diversas áreas. Eles estão sendo vanguardistas e criando um texto juridicamente complexo, se comparado a outros países.

É um conteúdo que deve ser lido por muitos profissionais, pois está tratando de temas que mudam muitas relações empresariais, com questões que o Direito Empresarial não previa. A CVM está inovando, intervindo em enquadramento de empresa e de faturamento, por exemplo.

 .

Equipe Pra Sempre: Mas a CVM tem poder para isso?

Vinicius: Tecnicamente sim, juridicamente não. Mas, se ela não fizer isso, o mercado para. E ninguém irá barrar.

Um fato interessante é que a CVM está seguindo meu livro “Dinheiro da Multidão”. Alguns representantes da Comissão entraram em contato comigo antes de sair a consulta pública e me convidaram para participar dela. Foi uma surpresa! Agora eu preciso escrever um artigo técnico com uma análise do texto da CVM.

 .

Equipe Pra Sempre: Qual a relevância para sua carreira participar dessa consulta pública?

Vinicius: Inovação. Não tem ninguém falando disso com foco para o mercado. Ou seja, a CVM divulga as regras e eu aponto as consequências e a viabilidade de cada uma delas do  ponto de vista do mercado.

E todos podem participar dessa consulta. Todos têm a oportunidade de analisar e dar a opinião, de maneira embasada, sobre o texto que se tornará lei. Para os alunos de Direito essa é uma grande chance de participar, pois todas as contribuições ficam registradas. Mas nem todos os órgãos colocam projetos de lei em consulta pública.

De acordo com o site oficial do Governo Federal, as consultas públicas são processos democráticos para construção conjunta de políticas públicas entre governo e sociedade. Com a colaboração dos cidadãos, empresas, movimentos e organizações da sociedade as ações e programas do governo poderão atingir seus objetivos e ser aprimorados de acordo com as demandas coletivas.

.

Equipe Pra Sempre: Você acredita que essa regulamentação do Financiamento Coletivo representará oportunidade para surgimento de novas profissões?

Vinicius: Sem dúvidas. O Financiamento Coletivo abre muitas possibilidades para a economia de maneira geral, pois abrange questões relacionadas aos impostos, às possibilidades de assessoria, aos trabalhadores indiretos etc. Eu acredito que, em breve, haverá escritórios especializados em Financiamento Coletivo com múltiplas áreas, que tenham economista, advogado, profissional de marketing, administrador, dentre outros.

.

Equipe Pra Sempre: As plataformas online que já existem de Crowdfunding seguem alguma regulamentação?

Vinicius: Ainda não. Elas se amparam em uma estrutura comercial de intermediação de negócios. São sites que fazem o intermédio entre quem quer investir em um projeto e quem quer criar um projeto, e recebem uma comissão se o projeto for viabilizado. O problema é que, para esses sites, projeto viabilizado é aquele que pediu uma quantia e arrecadou. Eles não vão verificar se aquela proposta realmente foi colocada em prática. Hoje, há uma lacuna legal no Brasil com relação a isso. Então ainda é preciso fazer algumas interpretações tendo como base as leis que já existem, no que se refere à responsabilidade civil, direito do consumidor… São analogias.

O assunto não para por aqui…

Acesse qui o áudio da palestra que Vinícius realizou durante a Semana Jurídica. Aproveite para baixar o E-Book Dinheiro da Multidão gratuitamente!

johnata-oliveira-ex-aluno-unisal

Em 2012 ele concluía o Curso de Ciência da Computação no UNISAL com o título de Universitário 5 Estrelas. Esse foi o start que ele precisava para seguir ainda mais longe.

A equipe do Pra Sempre o flagrou em uma conversa descontraída com o coordenador do Curso, Prof. Anibal Fernandes, no último mês de agosto. Johnata foi sabatinado pelo Programa e também pelo professor, afinal foi um dia de matar saudades e contar um pouco sobre sua carreira.

Após concluir a Graduação, Johnata, mesmo já morando em São Paulo, realizou a Pós-Graduação em Gestão de TI no UNISAL. Nesse período, trabalhou na área de desenvolvimento da P&G.

Depois, foi contratado por uma das gigantes da Informática: Microsoft. Uma empresa de 90 mil pessoas que atua em mais de 100 países. De acordo com seu site, na medida em que expande, o compromisso da unidade ultrapassa a responsabilidade apenas pela qualidade dos próprios produtos e serviços, como também passa a ser pela busca de soluções para os mais variados públicos.

Com experiência em duas multinacionais, muito se engana quem pensa que o Ex-Aluno parou por aí. Atualmente, nosso Egresso é Gerente de Projetos do Itaú Unibanco.

Na conversa com o Pra Sempre ele explicou um pouco sobre essa carreira, uma forma de ajudar os atuais alunos a entenderem o que mais o mercado de trabalho os reserva, e auxiliar também aqueles que ainda estão em dúvida, se devem ingressar na mesma graduação.

Para o Ex-Aluno, a área de TI é muito ampla e não se limita somente a programação de computadores propriamente dita.

“Se me perguntassem se eu sabia que chegaria nessa função quando era Aluno UNISAL, eu jamais saberia a resposta.” – afirma ele.

No atual cargo, ele é responsável por liderar pessoas e projetos, um desafio diário, que surge a cada segundo.  Mas, na medida em que foi se desenvolvendo profissionalmente, ele começou a sonhar com essa função. Tanto que, ao concluir a Pós-Graduação no UNISAL, ele realizou outra formação na área de Gestão de Projetos, o que lhe deu condições suficientes para atuar nesse setor.

Ao ser questionado sobre o que os cursos realizados no UNISAL contribuíram para sua carreira, Johnata afirmou que eles foram muito importantes para que ele tivesse uma visão sistêmica e noção lógica dos processos.

E essa é a realidade de muitos jovens que precisam escolher uma profissão, aos 17 anos de idade, logo que concluem o ensino médio. Ele diz que, quando optou pela Graduação, não tinha  noção de qual carreira gostaria de seguir.

O Programa Pra Sempre aproveitou a experiência de um Aluno com sucesso na vida pessoal e profissional para pedir uma dica aos atuais discentes que desejam seguir essa profissão.

“As atividades próprias de um programador podem limitar o profissional em alguns cargos. Já as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que o Ex-Aluno adquire, possibilitam chegar a altos níveis dentro de uma organização ou até o empreendedorismo”, conclui nosso 5 Estrelas UNISAL.

jornada-psicologia-unisal (7)

Ex-Alunos participam da formação

VI Jornada de Psicologia, realizada de 22 a 27 de agosto de 2016, no UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena, celebrou números importantes para o Curso.

Desde sua fundação em 1969, o Curso tem aumentado o número de pessoas atendidas pela formação salesiana.

Sendo o 2º curso a funcionar no interior do Estado de São Paulo e pioneiro no Vale do Paraíba, hoje atende 15 mil pessoas por meio de 70 projetos realizados pela  Direção,  Coordenação, Professores, Alunos e Ex-Alunos do UNISAL, pessoas que levam no coração a missão de Dom Bosco.

A proposta da VI Jornada foi trazer à discussão, temáticas novas e emergentes dentro da ciência psicológica, como também evidenciar o importante papel de atuação do profissional psicólogo em uma sociedade em constante mudança.

Durante os 06 dias de evento, foram dezenas de palestras, workshops, oficinas, rodas de conversa e mesa-redonda.

“A intenção foi oferecer ao Aluno, Ex-Aluno e profissionais, a qualificação suficiente para ser um diferencial lá fora e atender com todo o amor a comunidade”, afirmou a coordenadora do Curso, Prof.ª Ana Carlota, na abertura do evento, dia 22 de agosto.

O clima de salesianidade se mostrou presente por meio de homenagens a 3 pessoas que ajudam na marca diferenciada do Curso. Os professores Hailton Leite e Márcia Cristina Gonçalves de Oliveira Frassão, além da secretária do Curso de Psicologia, Daniele Ribeiro, foram homenageados com placas entregues por Alunos.

A coordenação do Curso, por meio do assistente Gabriel Franco, fez um levantamento sobre as atividades oferecidas.

- 2 palestras;
- 3 mesas-redondas;
- 16 minicursos;
- 3 oficinas para os participantes;
- 1 cine-debate;
- 1 roda de conversa;
- 4 oficinas ofertadas à comunidade (Oratório São Luis) – Público aproximado de 300 pessoas;
-38 Professores convidados;
- Editoras parceiras;

“O evento teve uma rotatividade diária de 400 participantes, o que nos alegra e muito”, afirma Gabriel, que é também Ex-Aluno do Curso. A palestra de abertura, dia 22, no Teatro São Joaquim, contou com a Prof.ª Dr.ª Ana Paula Porto Noronha (USF).

exposicao-moda-historia

Neste mês de agosto de 2016 o UNISAL Lorena se transformou em uma grande passarela para uma exposição e em um desfile inusitados no XXIX Simpósio de História.

Desafio em dobro. Como atrair o público para a moda do século 19 e, ao mesmo tempo, ensinar alunos da atualidade?

A resposta pode ser encontrada na parceria entre as Unidades do UNISAL Americana, por meio da Prof.ª Dr.ª Maria Alice Ximenes Cruz, e o Curso de História da Unidade Lorena, por meio do Assistente de Coordenação e Ex-Aluno, Árison Lopes.

Além da expansão do ensino e a pesquisa, a exposição “O íntimo feminino do Séc. XIX” teve como intenção mostrar como eram o corpo e a roupa e avançar nas reflexões sobre o redesenho do corpo feminino no século XIX.

A Prof.ª Maria Ximenes ministra aulas no Curso de Graduação de Moda ofertado pelo UNISAL Americana, além de integrar o programa de Pós-graduação na mesma Unidade salesiana, onde desenvolve estudos nas disciplinas de História da Arte, História da Moda e Desenho de Observação. Saiba mais sobre o curso.

É também autora dos livros “Um percurso nos mistérios da vestimenta feminina espanhola” e “Moda e arte na reinvenção do corpo feminino do século XIX”,  este último editado pela Estação das Letras e Cores.

Em entrevista ao UNISAL, a Prof.ª Maria Ximenes disse que a inédita parceria foi muito bem sucedida, pois o estudo da moda é uma área de conhecimento que abraça várias vertentes que permeiam a história e a cultura.

“Serei eternamente grata pelo prestígio às minhas pesquisas, senti-me honrada e confiei aos apaixonados pelo tema meu acervo particular de peças originais históricas, além das réplicas”, afirmou Maria Ximenes.

A ideia da parceria e a execução do projeto foram do Assistente do Curso de História, Árison Lopes. Para ele, a moda mostra para seus estudiosos um leque de opções, pois por meio dela é possível retirar conceitos políticos, sociais e econômicos de homens e mulheres em sua época.

“A Mulher é uma fonte rica para esses estudos, pois parte dela uma tendência das discussões do passado e do presente apenas usando as roupas como objeto de estudo. É claro que não se restringe apenas a esse campo, mas a roupa é também uma forma de expressão”, disse Árison.

Além da exposição estática nos corredores do UNISAL, a mostra ganhou uma versão viva e itinerante. Alunos contemporâneos do UNISAL Lorena se transformaram em modelos por um dia. A sessão de fotos teve como protagonistas a Aluna do curso de Filosofia do UNISAL Lorena, Natália Oliveira, e o apoio técnico de Matheus Oliveira e a Bruna Modesto.

“Encantei-me com a exposição e com o desempenho das Alunas e dos Alunos registrado pelas belíssimas fotos que recebi. As fotografias cristalizaram muitas reflexões, o que me impulsiona para a criação de novas parcerias, como a produção de um artigo”, disse Maria Ximenes.

Sobre a Exposição

A Moda é um viés da história muito pouco estudada e/ou pesquisada por sofrer preconceito de banalidade e futilidade, mas vai além desses conceitos do qual precisamos romper e colocar em prática no campo de pesquisa.

É neste contexto que se enquadra a mostra “O íntimo feminino do Séc. XIX”. A exposição conta com peças físicas como as anáguas, vestidos, sombrinhas, chapéus, luvas, entre outros itens. Todo esse acervo necessita de difusão. “Este é o papel do pesquisador, levar a luz do conhecimento àquilo que lhe foi revelado para encontrar novas interfaces e olhares de novos pesquisadores”, afirma Maria Ximenes.

Para o UNISAL, a parceria eleva o conhecimento da moda em seu âmbito histórico-cultural. Os idealizadores do projeto acreditam que essa união possa refletir no amor de novos estudiosos por este campo tão sedutor do saber, que é a história da moda.

“Hoje, século XXI, olhamos para essas peças e pensamos que vivemos numa época de liberdade. Mas estamos enganados, subjetivamente falando, pois hoje vivemos ainda uma imposição estética vinculada entre as mídias, seja ela efêmera ou não, no âmbito feminino e masculino”, conclui Árison.

Repercussão

Foi também positiva a repercussão da publicação da exposição nas redes sociais. O Coordenador do Curso de Moda do UNISAL Americana,  Daniel Basso Polezi, publicou no dia 4 de agosto de 2016, em seu perfil em uma rede social, a seguinte frase:

“Parabéns Maria Alice Ximenes Cruz e Árison Lopes! Este é um excelente trabalho que envolve o ensino a pesquisa e a extensão no UNISAL. Um exemplo de cooperação entre as unidades de Americana e Lorena”, concluiu.

Acesse aqui o link completo com as fotos da exposição e do XXIX Simpósio de História.

palavra-certa-unisal

Na reflexão anterior falei sobre os equívocos que cercam a palavra índio. Fiz uma provocação e tenho certeza que muitas pessoas, especialmente professores, ficaram com a “pulga atrás da orelha”. Se assim aconteceu, alcancei meu objetivo. A inquietação é já um principio de mudança. Ficar incomodado com os saberes engessados em nossa mente ao longo dos séculos é uma atitude sábia de quem se percebe parte do todo.

É sabido que esta palavra tem, às vezes, um quê de inocência em quem a usa. Tem quem a utiliza conscientemente também. Sabe que se trata de uma atitude política e fica mais fácil para os interlocutores entenderem do que estão falando. Aliás, esta palavra foi devidamente utilizada pelo movimento indígena no início dos anos 1970. Foi uma forma de mostrar consciência étnica. Antes disso não havia uma consciência pan-indígena por parte dos povos nativos. Eram grupos isolados em suas demandas políticas e sociais. Cada grupo lutava por suas próprias necessidades de sobrevivência. Somente depois que começaram a encontrar os outros grupos durante as famosas assembleias indígenas – patrocinadas pela Igreja católica, através do recém criado Conselho Indigenista Missionário (CIMI) é que as lideranças passaram a ter clareza de que se tratavam de problemas comuns a todos os grupos. A partir disso o termo índio passou a ter uma ressignificação política interessante. Notem, no entanto, que foi um termo usado na relação política com o estado brasileiro. Cada grupo continuou a se chamar pela própria denominação tradicional. Isso não significou abrir mão do jeito próprio de se chamar. Quando muito, chamavam para os outros grupos ou pessoas indígenas utilizando o termo parente.

Aqui caberia outra reflexão que deverá vir brevemente. No entanto, devo deixar claro que o termo parente é usado pelos indígenas para todos os seres (vivos ou não-vivos). Chamar alguém de parente é colocá-lo numa rede de relações que se confunde com a própria compreensão cosmológica ancestral. Mesmo na língua portuguesa podemos observar que se trata de uma palavra que une concepções (par+ente) que denota um envolvimento que permite compreendermos que dois ou mais seres se juntam numa rede consanguínea. Do ponto de vista indígena isso vai além da consanguinidade e se insere numa cosmologia cuja crença coloca todos os seres (entes) numa teia de relações. Somente neste contexto é possível compreender a intrínseca relação dos indígenas com a natureza. Isso é, no entanto, assunto para outra conversa.

Até aqui tenho usado outra palavra para referir-me aos povos ancestrais. Ora eu uso nativo, ora indígena. Qual seria a certa? Ambas estão correta para referir-se a uma pessoa pertencente ao um povo ancestral. Por incrível que possa parecer não há relação direta entre as palavras índio e indígena, embora o senso comum tenha sempre nos levado a crer nisso. Basta um olhadela num bom dicionário que logo se perceberá que há variações em uma e noutra palavra. No duro mesmo os dicionários têm alguma dificuldade em definir com precisão o que seria o termo índio. Quando muito dizem que é como foram chamados os primeiros habitantes do Brasil. Isso, no entanto, não é uma definição é um apelido e apelido é o que se dá para quem parece ser diferente de nós ou ter alguma deficiência que achamos que não temos. Por este caminho veremos que não há conceitos relativo ao termo índio, apenas preconceito: selvagem, atrasado, preguiçoso, canibal, estorvo, bugre são alguns deles. E foram estas visões equivocadas que chegaram aos nossos dias com a força da palavra.

Por outro lado o termo indígena significa “aquele que pertence ao lugar”, “originário”, “original do lugar”. Pode-se notar, assim, que é muito mais interessante reportar-se a alguém que vem de um povo ancestral pelo termo indígena que índio. Neste sentido eu sou um indígena Munduruku e com isso quero afirmar meu pertencimento a uma tradição específica com todo o lado positivo e o negativo que essa tradição carrega e deixar claro que a generalização é uma forma grotesca de chamar alguém, pois empobrece a experiência de humanidade que o grupo fez e faz. É desqualificar o modus vivendis dos povos indígenas e isso não é justo e saudável.

Outra palavrinha traiçoeira e corriqueiramente usada para identificar os povos indígenas é tribo. É comum as pessoas me abordarem com a pergunta: qual é sua tribo? Normalmente fico sem jeito e acabo respondendo da maneira tradicional sem muita explicação. Sei que é um conceito entrevado na mente das pessoas e que só vai sair mediante muita explicação por muito tempo.

Afinal, o que tem de errado com a palavra? A antiga ideia de que nossos povos são dependentes de um Povo maior. A palavra tribo está inserida na compreensão de que somos pequenos grupos incapazes de viver sem a intervenção do estado. Ser tribo é estar sob o domínio de um senhor ao qual se deve reverenciar. Observem que essa é a lógica colonial, a lógica do poder, a lógica da dominação. É, portanto, um tratamento jocoso para tão gloriosos povos que deveriam ser tratados com status de nações uma vez que têm autonomia suficiente para viver de forma independente do estado brasileiro. É claro que não é isso que se deseja, mas seria fundamental que ao menos fossem tratados com garbo.

Se não pode chamá-los de tribo, como chamá-los? Povo. É assim que se deveria tratá-los. Um povo tem como característica sua independência política, religiosa, econômica e cultural. Nossa gente indígena tem isso de sobra e ainda que estejamos vivendo “à beira do abismo” trazido pelo contato, podemos afirmar com convicção que somos povos íntegros em sua composição e queremos estar a serviço do Brasil.

Uma última palavra: são os “índios”, brasileiros? Que tal desentortar o pensamento e inverter a pergunta: serão os brasileiros, “índios”? Será que a ordem dos fatores irá alterar o produto? Não saberia dizer, mas o que observo é que há um abismo entre o ser e o não-ser ou entre o não-ser e o ser. Nesse duelo, os indígenas têm levado a pior.

Daniel Munduruku concluiu o curso de Filosofia no UNISAL Lorena em 1989. Atualmente é escritor.

*Texto originalmente desenvolvido para a série Mundurukando.

publicidade-advocacia

Hoje estou lendo partes da última Revista do Advogado, publicada pela AASP (Associação dos Advogados de São Paulo) sobre o tema “O novo código de ética e disciplina da OAB” (abril de 2016, n. 129). Em especial me chamou a atenção o tema “Publicidade na Advocacia” publicado por Miguel Matos (advogado e editor do jornal jurídico Migalhas) na página 98. O texto é brilhante e foi desenhado pelo autor com uma conotação histórica e lúdica, permitindo aos advogados compreenderem, inclusive, a evolução deste cenário tão importante.

Ele finaliza a brilhante introdução histórica e doutrinária apontando: “De fato, os mais experientes não se cansam de repetir que os últimos 20 anos transformaram mais o mundo do que todas as décadas anteriores. Diante de tantas novidades e tantos conceitos, criou-se a cultura do ambiente líquido. Nele tudo está em constante evolução. Mas  a ética, nesse mundo de pós-modernidade, continua a tratar dos mesmos dilemas entre os bons e os maus comportamentos”. (…) “Todo esse movimento de modernidade, talvez até instintivamente, impeliu a OAB a reformar o seu Código de Ética mais uma vez, menos de quatro lustros depois de sua última atualização” (p. 100).

O Código de Ética foi aprovado em outubro de 2015 e entrará em vigor em setembro de 2016 (segundo Resolução 03/2016 do Conselho Federal). O texto novamente aponta um capítulo próprio para a Publicidade, com preceitos diferentes numa tentativa de atualizar a abraçar novas situações fáticas que são vivenciadas hoje e inevitáveis, como a internet, o e-mail etc.

Pretendo fazer alguns comentários simples e diretos, na verdade, úteis para advogados que pretendem eticamente fazer publicidade. Vejamos inicialmente o que diz o primeiro e principal artigo do Código de Ética:

Artigo 39: “A publicidade profissional do advogado tem caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão”.

Utilizando um dicionário vamos compreender melhor as palavras chave: informativo, discrição, sobriedade, captar e mercantilizar.

Informativo: destinado a informar ou noticiar. Informar é, por sua vez, “dar informações a ou a respeito de”. Noticiar é difundir através da imprensa falada ou escrita.

Discrição: ato de quem se guia de forma recatada, modesta e reservada. É o ato de quem é cordato, ou seja, sensato e prudente.

Sobriedade: moderação.

Captar: é o mesmo que atrair para si. Atrair é chamar a si, encantar, seduzir.

Mercantilizar: é tornar algo mercantil. É o ato de quem pratica o comércio e que é ambicioso ou interesseiro.

Então o advogado pode dar informações e notícias de cunho jurídico, desde que o ato seja praticado de forma recatada e modesta, de modo sensato e prudente e com moderação, tendo como linha controladora destes atos a proibição de tornar as informações uma ferramenta de atrair clientes para o seu negócio ou demonstrando com tais atos ambição ou interesse comercial.

Não é fácil compreender os exatos limites deste importantíssimo artigo. Mas, na leitura dos demais poderemos compreender de fato que ele é apenas um norte, um princípio dos demais, cuja interpretação deverá ser feita sempre com olhar na discrição e moderação exigíveis, na não mercantilização da profissão etc.

Realmente, na sequência, o artigo 40 reflete os meios em que o advogado não pode fazer publicidade: não pode o advogado fazer propaganda no rádio, cinema e televisão; não pode usar painéis luminosos e outdoors, salvo na fachada do próprio escritório; não pode fazer inscrições em muros, fachadas, paredes, veículos, elevadores, ou em qualquer espaço público, salvo a indicação da propriedade de veículos automotores; não pode divulgar a advocacia juntamente com outras profissões e atividades; não pode fornecer dados de contato, como endereço e telefone, em colunas ou artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa, bem assim quando de eventual participação em programas de rádio e televisão, ou em veiculação de matérias pela internet, sendo permitida a referência a e-mail; e por último, não pode utilizar mala direta ou panfletagem com a intenção de captação de clientela.

capa revista OAB

Revista do Advogado

Então já sabemos que usar fachadas mesmo que luminosas é permitido. A indicação de que o veículo é de propriedade, da frota do escritório, é permitido. No momento de noticiar qualquer conteúdo é possível indicar o e-mail como uma referência de contato.

Outro ponto: é permitido divulgar a advocacia pela internet. Então o uso de websites e páginas profissionais em redes sociais como o Linkedin e o Facebook estão autorizados. Mas, lembre-se, seguindo a discrição, a moderação, tudo conforme o artigo 39.

Na sequencia o artigo 41 revela que as publicações não podem induzir o leitor a litigar. Isso revela como deve ser o texto, como deve ser o conteúdo em si da informação veiculada, evitando-se a cultura do litígio.

O advogado não deve então fazer uso de argumentos e convites como: “entre em contato conosco”, “entre com a ação para exigir seus direitos”, “procure seu advogado para exigir o que é seu” etc.

artigo 42 revela outras proibições: o advogado não pode responder com habitualidade a consulta sobre matéria jurídica nos meios de comunicação social; não pode também em qualquer meio de comunicação debater causa sobre o patrocínio de outro advogado; não pode abordar tema que comprometa a dignidade da profissão e da instituição que o congrega; não se pode divulgar nem se pode permitir que divulguem lista de clientes e demandas, ou que o advogado se insinue para reportagens ou declarações públicas.

artigo 43 aponta que o advogado deve se portar na imprensa visando objetivos meramente educativos, ilustrativos e instrutivos, sem propósito de promoção pessoal ou profissional, sendo vedado o pronunciamento sobre métodos de trabalho usados por seus colegas de profissão, evitando também o debate de caráter sensacionalista.

artigo 44 detalhou como deve ser nosso cartão de visitas. Deve constar o nome do advogado ou da sociedade de advogados e o respectivo número de inscrição na OAB. Também poderão ser feitas referências a títulos acadêmicos e distinções honoríficas profissionais, instituições jurídicas da qual faça parte, especialidades a que se dedicar, endereço, e-mail, site, página eletrônica, QRCode, logotipo e fotografia do escritório, o horário e o idioma de atendimentos.

Numa leitura simples diremos que faltou permitir o telefone. Ou então, o rol é exemplificativo. Prefiro ficar com este último apontamento. Ainda mais que se pode QR Code, como não pode o telefone?

Nos cartões de visita as fotografias pessoais ou de terceiros estão proibidas. Bem como está proibida a menção de qualquer emprego, cargo ou função ocupado, atual ou pretérito, em qualquer órgão ou instituição, salvo o de professor universitário.

Veja então como atualmente é possível criar um cartão de visitas diferenciado, com informações e detalhes importantes.

artigo 45 é uma boa novidade. Passou a permitir expressamente o patrocínio de eventos ou publicações de caráter científico ou cultural, assim como a divulgação de boletins, por meio físico ou eletrônico, sobre matéria cultural de interesse dos advogados, desde que sua circulação fique adstrita a clientes e interessados no meio jurídico.

Aqui a grande novidade é o uso de boletins informativos, escritos para demonstrar aos seus clientes o seu conhecimento e suas áreas de atuação. Importante também para manter seus clientes atualizados.

artigo 46 por sua vez reconhece a possibilidade de uso da internet como forma de dar publicidade à advocacia, permitido o envio de mensagens a destinatários certos, desde que não impliquem o oferecimento de serviços ou representem forma de captação de clientela.

O boletim acima indicado, inclusive, não está mais restrito aos sites e pode mesmo ser enviado por e-mail para destinatários certos. Mais uma ferramenta interessante!

Realmente, ao analisarmos o conteúdo todo, um complemento ao que está descrito no artigo 39, podemos ter uma ideia de como agir ao criar a publicidade de nosso escritório. A publicidade é permitida. Existem regras. Basta seguir as regras e inventar meios de efetivamente dizer que você é advogado, está preparado e atuante no mercado! Afinal, quem não é visto não é lembrado!

Em resumo: o direito à publicidade existe na advocacia, use com moderação!

Luis Fernando Rabelo Chacon concluiu o curso de Direito no UNISAL Lorena em 2000. Atualmente é professor e advogado.

Fábio Reis - SEMESP

O Diretor do núcleo do SEMESP convida instituições com projetos inovadores

Ele é professor, já foi coordenador e diretor do UNISAL Lorena, mas, antes de tudo, temos orgulho de dizer que é nosso Ex-Aluno. E pelo que temos visto, o mundo está pequeno para esse desbravador. Do Brasil para a Coréia do Sul. Do Brasil para o Chile. Do Brasil para inúmeros países, lugares e culturas. Ele encara um avião, ônibus, metrô e até uma longa caminhada, tudo pela inovação acadêmica.

No início deste ano, Fábio Reis foi convidado a criar e dirigir a área de Inovação Acadêmica e Redes de Cooperação no Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior. Fundado em 1979, o SEMESP reúne 362 mantenedoras em mais de 140 cidades do Estado de São Paulo.

De acordo com o site oficial, o objetivo da nova unidade é “instigar os associados do SEMESP a implementarem processos de inovação acadêmica. O novo núcleo pretende criar uma rede para colaborar na divulgação de projetos inovadores já em prática e exemplos de sucesso.  Com esse novo serviço, será possível  realizar estudos comparativos sobre a dinâmica do ensino superior, além de buscar a parceria com organizações como Banco Mundial”.

 Após essa etapa, será possível organizar redes de cooperação nacionais e internacionais, que  irão permitir aos participantes instituírem diversas formas de sinergias. O novo núcleo quer colher frutos e, para isso, conta com a ajuda de todas as IEs associadas.

Segundo Fábio, a aprendizagem por meio das Metodologias Ativas ocupam um parcela do grande iceberg da inovação acadêmica.

“De um lado, gestores e professores de IES não conhecem a ‘imensidão do mundo da inovação’. De outro, quem está inovando, quer apresentar suas ideias e projetos. O SEMESP quer conectar as IES, com quem está inovando. O SEMESP colabora com a melhoria da qualidade do ensino superior”, afirma Fábio.

O recado abaixo é para quem trabalha com startup, tecnologia aplicada no ensino superior, ensino híbrido, aprendizagem/metodologia ativa, formação por competências, plataformas adaptativas, currículos interdisciplinares, Fab Lab e outras ações focadas na inovação a fim de construir um processo de cooperação com diversas IES.  Vale para todas as instituições de ensino superior do Estado e não precisa ser associada.

inovacao-academica-2

A intenção é que  IES possam inovar em seus processos acadêmicos e administrativos e se tornem mais competitivas e sustentáveis.

tecnologia-sala-aula

Muito se fala sobre as necessidades de utilizar a tecnologia em sala de aula. Há os que defendem a prática e outros que nem sequer querem entrar na discussão. Porém em um ponto os educadores precisam concordar: Os alunos não são mais os mesmos.
Sendo assim, é evidente que o processo de ensino deve acompanhar as mudanças e contribuir para um ensino mais prazeroso e eficaz. Neste sentido, tratamos a tecnologia não só como uma recurso para a execução de tarefas, mas também para o acompanhamento pedagógico do aluno.

Este texto não tem a intenção de apresentar uma opinião encerrada, mas sim um caminho para que haja outras discussões sobre o tema. Este é um espaço aberto. Sintam-se a vontade.
Portanto, encontram-se aqui os 5 motivos pelos quais se faz relevante o uso da tecnologia em sala de aula:

1. Estamos falando com outra geração. Por isso é preciso que os educadores se coloquem no lugar dos alunos, um público que respira tecnologia.

2. Os alunos convivem bem com a tecnologia e outras atividades. Se para os educadores fazer várias atividades ao mesmo tempo é algo complexo, para o estudante isso é muito comum. Uma dica: Use isso ao seu favor!

3. A tecnologia traz dinamismo ao processo de aprendizagem. Com a utilização de sistemas informatizados, uma tarefa que seria monótona e complexa, pode se tornar mais prazerosa e descontraída.

4. As informações tornam-se mais rápidas e seguras. Os educadores podem utilizar os recursos da informática para melhorar os processos, economizar tempo e ter maior segurança quanto aos resultados.

5. É possível realizar uma análise contínua do desempenho de cada estudante. A tecnologia oferece a possibilidade não só de avaliar uma atividade, mas sim o aprendizado individual. Este é um ponto de extrema importância e que cada vez mais vem ganhando importância para a gestão escolar.

É evidente que a tecnologia sozinha, não faz nada. De acordo com o Professor americano Jose Oscar, da Olin College, a tecnologia deve ser para nos servir e não o contrário. Ou seja, a tecnologia precisa se adequar aos alunos e aos professores para que ambas as partes possam se beneficiar dela.

O primeiro passo, portanto, está na atitude do professor e de toda a comunidade acadêmica. É preciso deixar claro que a educação deve vir para tornar a criança, o adolescente um ser autônomo, capaz de ser agente protagonista de sua carreira e seus projetos. Resumindo. A educação deve ser focada no futuro.

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

*Texto originalmente desenvolvido para a Plataforma JUNTOS.

livro-roberto-bastos-2

O Ex-Aluno do Mestrado em Direito do UNISAL, Roberto Bastos de Oliveira Júnior, lançou no último sábado, dia 18 de junho de 2016, o livro “Instituições de ensino superior abertas à terceira idade: direito do idoso, espaço diferenciado de aprendizagem e inclusão social”, dentro da sessão da Academia de Letras de Lorena.

livro-roberto-bastos-5O assunto é o tema de sua dissertação do Mestrado. Mestre em Biodireito, Ética e Cidadania, Especialista em Direito do Estado, Advogado, Secretário de Esporte, Juventude e Lazer do Município de Lorena, Totô, como é conhecido, trabalhou seis meses na obra que, também, contou com a participação da Irmã Salesiana, Prof. Dra. Olga de Sá. Com o livro, o autor espera despertar no coração dos leitores, de todas as idades, o desejo de participar da luta pela garantia dos direitos, não só dos idosos, favorecendo, assim, efetivamente, justiça, um mundo melhor. Clique aqui para saber mais.

trabalhos sobre Antropologia Cultural

A ideia partiu do Professor de Antropologia Cultural, Ex-Aluno do Curso.

  

O UNISAL – Unidade Lorena, ficou pequeno para tanta cultura, criatividade e conhecimento. Neste dia 15 de junho de 2016, o Curso de Filosofia apresentou por meio da disciplina  de Antropologia Cultural do Prof. Esp. Douglas Rodrigues, os resultados de 11 trabalhos sobre a expressão cultural de várias  cidades, regiões e até países.

A missão foi dada aos Alunos do 1º ano do Curso. Aílton Evangelista não teve dúvida e apostou num dos maiores símbolos de cultura e folclore da Região Metropolitana do Vale: a turma do Sítio do Picapau Amarelo.

O pórtico do UNISAL lembrou de perto a casa por onde se passavam as aventuras da boneca de pano, Emília, e sua turma. “Desde o início do semestre, pensei em falar desse assunto, tive comigo vários anjos que me ajudaram nessa missão”, disse o seminarista e Aluno.

Os anjos a quem Aílton se refere são artistas plásticos como o Ex-Aluno Angelito Ramos, de Areias, que assinou as obras do sítio. Além disso, o futuro sacerdote também atribuiu à gratidão aos personagens do sítio. “Personagens ricos como Tia Anastácia e Dona Benta mostram bem o retrato do que é o país. Tia Anastácia é a versão humana da literatura, Dona Benta é a expressão viva do folclore”, afirmou ele.

O paraguaio Lucas Torres apostou no ritmo que embala o país de origem. Ele destacou a Polka e Guarânia, dois estilos musicais carregados de patriotismo nas composições. “Também trouxe aos Professores e Alunos outros ritmos que mostram a insatisfação com a situação atual do país, são eles reggae e rock”, disse Lucas.

Como a expressão religiosa é muito rica na Região do Vale, não poderia faltar a cidade de Guaratinguetá. A terra das Garças foi tema da apresentação dos Alunos Jhonatan dos Santos e Eduardo Augusto Rosa Matos. Jhonatan descobriu curiosidades sobre a vida de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro. Já Eduardo disse que aprendeu muito sobre as construções antigas e mais recentes de Guará.

A atividade só foi possível graças ao empenho da coordenação do Curso, Professor Mário Dias e Árison Lopes.

professor da disciplina e também Ex-Aluno UNISAL, Douglas Rodrigues, afirmou que, diferentemente, do que muitos pensam, a cultura não é estática, está em constante mudança, de acordo com as situações vividas por seus sujeitos. “Ela não está fora de nós, mas sim é configurada mediante o desenvolvimento do ser humano. É democrática, todos participam, é parte do que somos, nela se encontra o que regula nossa comunicação em sociedade”, ressaltou o docente.

Douglas também disse que, ao longo da produção dos trabalhos, os Alunos tornaram-se mais críticos sobre a realidade de cada espaço onde vivem e a importância de valorizar culturas diferentes da nossa, seja na dimensão material ou imaterial.

Mario Dias e Douglas Rodrigues

Mário Dias e Douglas Rodrigues avaliando um dos trabalhos.

As apresentações também contaram com trabalhos que ressaltaram, por exemplo, a Procissão de Corpus Christi. Veja abaixo o nome dos trabalhos e dos Alunos.

Lucas Renato T Reyes
Tema: Polka e Guarânia: ritmos da cultura paraguaia

Ailton Evangelista
Tema: Sítio do Pica Pau Amarelo: marca da cultura vale paraibana

Leandro Francisco
Tema: A fé do sertanejo: símbolo da cultura pernambucana

Gilberto Tres
Tema: A Festa de Nossa Senhora da Penha no Espírito Santo

Brendo Santos
Tema: São José do Egito: terra da poesia popular de Pernambuco

Lucas Lamancusa
Tema: A capela de São Miguel Arcanjo

Fabiano Gonçalves e Gustavo César
Tema: O histórico do Corpus Christi em Lorena

Brunael Barbosa
Tema: A Chapada Diamantina como símbolo da Bahia

Jaqueline Aparecida C. Pio
Tema: O grafite como expressão cultural em Pindamonhangaba

Luiz Almeida
Tema: O Círio de Nazaré como expressão religiosa no Pará

Eduardo Augusto/ Alisson Rafael / Jhonatan dos Santos
Tema: A história de Guaratinguetá e Lorena pelo patrimônio material e imaterial

vendas-tempos-crise-razao-emocao

Existem momentos em nossa vida que precisamos dar um passo para trás, respirar e pensar calmamente sobre os próximos passos. Assim também acontece nos negócios, especialmente durante momentos de crise econômica ou política.

A verdade é que os consultores e gerentes de vendas são os mais afetados nas crises relacionadas aos negócios. Se isso nunca afetou você não se julgue invulnerável. Afinal, a qualquer momento a grande empresa que você trabalha pode fazer um ajuste no orçamento e você ser cortado.

Em minhas viagens tenho o costume de perguntar a todos “ Como vão os negócios? ”. Certa vez em Minas Gerais (mais precisamente na cidade de Lavras, sul do estado) perguntei a um taxista, e ele me disse “ Estão caminhando”. Obviamente, essa resposta significa que as coisas ainda estão mal, mas não ao ponto de pararem.

A crise traz uma série de dificuldades, ela reduz o poder de compra e, por sua vez, a demanda e o consumo. A solução mais “óbvia” para aquele taxista foi reduzir o preço, conquistando assim minha corrida, mas decisões como esta apresentam riscos sérios para a imagem e futuro de uma marca, especialmente se queremos prever e projetar resultados a curto e médio prazo. Nesse caso, a empresa deve ser clara e precisa em seus objetivos sem alterar suas metas.

O segredo para prevenir e evitar qualquer desestímulo e perca de foco em um cenário de crise, é você acreditar em sua marca, acreditar em seus valores e diferenciais. Manter o foco no que torna seu produto diferente e convencer seus clientes que ele tem uma série de valores e características que o tornam digno de sua lealdade. Resumindo, trata-se de fortalecer aspectos intangíveis, de modo que as pessoas deem valor ao produto/serviço ao ponto que eles percebam isso como algo indispensável, mesmo em tempos de crise.

É preciso garantir que esses aspectos intangíveis tenham clara visualização por parte dos clientes. Por exemplo, a marca deve posicionar-se como um modelo de eficiência na sua área. Em outras palavras, você pode, por exemplo, reforçar aspectos como atendimento ao cliente e pós vendas, demostrando que se importa com a satisfação do cliente e com a qualidade do produto.

Outro ponto importantíssimo para ser trabalhado são as emoções, afinal é muito fácil comprar algo de alguém que você gosta. Ser educado e gentil é uma vantagem arrasadora em vendas. Lembre-se: As pessoas não compram de empresas, mas sim de pessoas. Isso significa que geralmente as vendas acontecem com pessoas que gostamos e confiamos.

Praticamente todas as vendas são movidas pela emoção, não se trata de uma questão de lógica. O que geralmente ocorre é que as pessoas compram movidos pela emoção, e logo após, justificam a sua a sua compra por razões lógicas. A lógica possui pouquíssimo poder de persuasão. Para trabalhar com emoções devemos falar mais para o coração do que para a cabeça.

Obviamente, existem outros fatores importantes a serem levados em conta para o sucesso em tempos de crise. Mas por hora você já sabe que é essencial se conectar com a sua marca/produto e conhecer suas virtudes e qualidades e assim cativar seu público e criar as fórmulas necessárias para superar as dificuldades que possam surgir.

Desejo sucesso a todos.

Alan Mendes Marques concluiu o Curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2013. Atualmente é Gerente de Novos Negócios.

dominio-cognitivo

É fato que o conhecimento não é único. Aliás, atualmente falar em conhecimento pode ser considerado um erro, afinal de contas, o que determina o desempenho de um aluno está ligado à diversas habilidades que são construídas ao decorrer das suas experiências nos mais variados ambientes.

Não há como falar em domínios de aprendizagem e deixar de lado a Taxonomia de Bloom. Conforme descrevem pesquisadores da UNIFEI, “a ideia central da taxonomia é a de que os objetivos educacionais podem ser arranjados numa hierarquia do mais simples (conhecimento) para o mais complexo (avaliação)”.

Hoje, vamos abordar um dos Domínios de Aprendizagem: O intelectual ou cognitivo. Os demais são Afetivo-social e Sensório-psiconeurológico.
Portanto, de acordo com Bloom, esta é a hierarquia para este domínio:

Nível 1: Conhecimento
Lembrar de algo sem necessariamente compreendê-lo, usá-lo ou modificá-lo.

Nível 2: Compreensão
Compreender algo que foi comunicado sem necessariamente relacioná-lo a outra coisa.

Nível 3: Aplicação
Usar um conceito geral para solucionar problemas em uma situação particular. Usar material aprendido no passado em situações novas e concretas.

Nível 4: Análise
Decompor algo em suas partes podendo focar na identificação de partes ou na análise de relações entre as partes, ou no reconhecimento de princípios organizacionais.

Nível 5: Síntese
Criar algo novo juntando partes de ideias diferentes de modo a formar um todo novo.

Nível 6: Avaliação
Julgar o valor de recursos ou métodos aplicados numa situação particular; julgar com o uso de critérios claros.

Talvez essa hierarquia explique o porquê de você se lembrar de uma informação sem necessariamente saber onde ou como a obteve. Explica também as inúmeras capacidades cognitivas que aprendemos quando crianças, como por exemplo, andar e falar.
Não só isso. O domínio cognitivo é aquele que, teoricamente e tradicionalmente, as instituições de ensino dão maior importância e podem mensurar de forma objetiva. São os casos das aulas de matemática, português e as demais velhas conhecidas desde a infância.

Mas as competências do ser humano vão além… Em breve vamos falar dos demais domínios de aprendizagem. Continue acompanhando nossos conteúdos.

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

*Texto originalmente desenvolvido para a Plataforma JUNTOS.

armadilha-conhecimento

Armadilha do Conhecimento tem sido um dos assuntos mais comentados da atualidade! Mas, você sabe o que ela é?

Antes de entrarmos em sua definição, vamos entender um pouco melhor o seu comportamento!

Você pesquisa muitos artigos que expliquem diversas formas diferentes de realizar uma tarefa antes de executá-la? Fica inquieto até comprar um novo livro que o guru da sua área de atuação acabou de lançar? Sente-se impaciente até assistir as aulas de um recém lançado curso que promete revelar técnicas para resolver um problema do seu segmento de atuação? Espera ansiosamente por uma brecha de tempo para ver ao último vídeo daquele especialista que segue no Periscope? Procura por cursos de extensão, especialização, pós-graduação e mesmo assim fica com a sensação que ainda não tem conhecimento suficiente e ainda falta algo para obter resultados consistentes?

Se você respondeu sim a alguma das perguntas anteriores, tenho uma boa e uma má notícia para você!

A boa é que você não é o único. A má é que existem grandes chances de que você esteja sendo vítima da Armadilha do Conhecimento.

Inúmeros empreendedores e profissionais de diversas áreas tem sentido suas vidas impactadas por resultados negativos e baixa produtividade decorrentes do que chamamos hoje de Excesso de Informação, ou para os que preferem termos em inglês, Overload Information.

Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Media em 3 países, um terço dos profissionais se sentem sobrecarregados com a quantidade de informações que lidam diariamente. Você conhece algum que se sinta assim? Eu conheço muitos e me incluo entre eles.

A era Google e a popularização da internet estimulou pessoas e empresas a produzirem materiais gratuitos a todo momento como fator estratégico de seus negócios, inundando de informação quem se interessar.

Em recente pesquisa realizada pela Cisco Visual Networking Index (VNI), observou-se que o tráfego de dados na internet em apenas um dia de 2013 equivale ao tráfego do ano todo de 2001. Ainda não se sabe os números atuais, mas você tem alguma dúvida que são muito superiores aos da pesquisa?

Gradativamente, consumir conteúdo passou a ser uma necessidade para muitas pessoas (principalmente as mais perfeccionistas), como se algo sempre ainda precisasse ser aprendido antes de realizar qualquer atividade ou se tomar uma decisão. O resultado desse ciclo sem fim é um só, a inércia.

Entenda que não há nada de errado em querer sempre aprender, muito pelo contrário, essa é uma característica imprescindível para qualquer empreendedor. O problema é o que realmente motiva a busca por conhecimento. A vontade de descobrir novos horizontes ou a insegurança de colocar o time em campo e ir para a guerra?

Recentemente passei por uma situação onde ficou bem evidente que eu havia sido pego e era prisioneiro da Armadilha do Conhecimento. Nessa situação recebi a notícia de que precisaria criar e produzir um anúncio em vídeo às pressas para um cliente. Eu teria 48h para entregá-lo. Obviamente, dentro desse período não seria possível criar nada digno de um Emmy, mas certamente algo com qualidade aceitável era esperado.

Trabalhar como Dj muitos anos me garantiu boa experiência na edição de áudio e vídeo, além de ter desenvolvido desde a infância certa facilidade (eu acho…rs) em escrever. Essas características acabaram garantindo com que essa tarefa fosse delegada a mim.

Para surpresa de todos, inclusive a minha, já com o prazo correndo para entrega do projeto, me vi pesquisando incansavelmente por tutorias e aulas sobre como gravar vídeos profissionais, truques, sacadas etc. Com o prazo comprometido e sem ter saído do lugar, me dei conta da besteira que estava fazendo. Naquele momento não havia mais tempo para aprendizado. Era a hora da execução! E o pior, eu já tinha conhecimento e sabia tudo que precisava para atingir um bom resultado.

Você consegue perceber como a Armadilha do Conhecimento se torna um ciclo? Muitas vezes as habilidades e as informações que já temos são suficientes para tirarmos muitos projetos da gaveta, mas ao invés disso, ficamos paralisados pela insegurança, buscando ainda mais conhecimento que nunca é, nem será, colocado em prática.

Excesso de conhecimento gera confusão mental e ainda mais insegurança!

Toda habilidade só se desenvolve de fato com conhecimento, prática e repetição. Uma informação só é realmente assimilada e transformada em conhecimento também através da repetição. Portando, de nada adianta inúmeras horas de estudo se você não conseguir desenvolver habilidades, praticar, testar, comprovar o que realmente funciona para você, descartar o que não funciona e obter RESULTADOS!

Sem a prática, grande parte de tudo que você leu, ouviu e assistiu hoje e nos últimos dias será esquecido e todo o tempo que dedicou se perderá.

Lembre-se sempre, o que as empresas realmente esperam de seus colaboradores é o mesmo que o seus clientes esperam de você… RESULTADOS! Não importa sua titulação acadêmica, onde estudou ou quantos cursos constam em seu currículo se não for capaz de atingir metas.

Busque o conhecimento, tudo sempre pode ser melhorado, mas nunca deixe de fazer algo por achar que não sabe o suficiente. Na maioria das vezes o necessário para sair do lugar já está dentro de você! A perfeição vem com o tempo…

Feito é melhor que perfeito.

Alexandre Espada concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2010. Atualmente é gerente de projetos.

visita-totvs-unisal (2)

Ex-Aluno integra empresa que também tem um jeito salesiano de trabalhar.

 

Flávio Ricci, Ex-aluno de Ciência da Computação e da Pós em Gestão de TI, é um parceiro do UNISAL há muito tempo.

Não hesita nunca em deixar a rotina agitada da capital paulista para passar um pouco de sua experiência e conhecimentos para os atuais Alunos UNISAL.

Como faz isso? Até então, era  por meio de palestras e cursos. Agora a parceria tem uma novidade. Mas já já vamos falar dela.

Tudo começou com um trabalho voluntário. Em novembro de 2015, em uma conversa com os alunos, Flávio se disponibilizou a preparar uma visita técnica à TOTVS, empresa brasileira de software que, segundo a Revista Exame, é a maior do ramo na América Latina.

Flávio RicciCom o mercado em constante expansão, a demanda por profissionais é grande. É aí que uma visita serve para estreitar relacionamentos e gerar oportunidades. “A área de TI é concorrida, mas temos dificuldade em encontrar profissionais capacitados e com as características que o UNISAL oferece.”- afirma Flávio.

As portas da gigante no ramo de sistemas ERP na América Latina se abriram para a caravana do UNISAL no último 17 de março de 2016. E não poderia ter sido melhor. Um evento que reuniu experiência, conhecimento e muitos, muuuitos sonhos…

Os Alunos foram recepcionados pelo próprio Flávio e também por Rafael Florencio, do setor de Atração de Talentos. Rafael foi o responsável por guiar a visita e apresentar a cultura organizacional da TOTVS.

Após a apresentação, os Alunos participaram de um bate-papo com os TOTVERS, denominação criada para identificar os colaboradores da empresa. A conversa foi bem descontraída e dinâmica.

“Foi possível observar o brilho nos olhos dos Alunos ao ouvir a experiência daqueles profissionais já sonhando em estar ali no futuro.”- revela Adriana Neves – Programa de Relacionamento com o Ex-Aluno e Assistente de Comunicação e Marketing do UNISAL.

Um dia cheio de atividades. Em seguida, foram realizadas 03 palestras sobre conhecimentos técnicos, desafios que somente quem é louco por programação se imagina enfrentando.

Os Alunos puderam compreender, sobretudo, que em uma empresa de tecnologia há espaço para vários profissionais com as mais variadas competências. Mas algumas características repetem as exigidas em empresas de outros ramos. São elas: proatividade, criatividade e espírito de equipe. “É isso que esperamos de alguém para contratar!” – afirma Flávio Ricci.

A gigante no ramo não recebe esse nome apenas pelos números, mas também pela estrutura. Os Alunos puderam caminhar entre os corredores e projetos e ter um gostinho do que seria fazer parte daquela equipe.

Não precisou caminhar muito para conhecer características inusitadas, como diversas máquinas de café e cappuccino (para os loucos por programação), uma árvore dentro do prédio, salas de reunião com design futurista, entre outras.

Lucas Henrique, do 2º ano de Ciência da Computação aprovou o passeio. “O que chamou mais a minha atenção foi conhecer a empresa e saber o quão grande ela é, o tamanho da capacidade tecnológica e inovadora e a preocupação deles com o cliente, sem contar todo o suporte que oferecem aos funcionários”.

A responsável pelo Programa PRA SEMPRE na Unidade de Lorena, Adriana Neves, sabe que os Ex-Alunos têm conhecimento de sobra e estão levando o nome do UNISAL de uma forma positiva para o mercado.  “É incrível ver as relações que a vida proporciona. Hoje o Flávio é o anfitrião, mas futuramente um desses Alunos é quem vai abrir as portas para outros jovens programadores.” – declara Adriana.

Por fim, Carlos Ribeiro, Aluno do 3º ano de Engenharia de Computação, também quis deixar sua percepção sobre a TOTVS no portal do UNISAL.

“Gostei de tudo, entretanto o que mais me marcou foi a qualidade do trabalho em relação às equipes da TOTVS e o jeito com que os grupos de diversas áreas se relacionam entre si.”- afirma o futuro engenheiro UNISAL.

Carlos também ficou impressionado com a organização e a coordenação da empresa, o que se reflete diretamente  na alegria das pessoas em trabalhar na empresa e vai ao encontro do que é praticado no UNISAL, ou seja, o jeito salesiano de educar e conviver.

Quer ver um pouquinho mais sobre a visita? Clique aqui e confira!

O UNISAL está sempre atento à demanda do mercado. E, realizar projetos como esse, são a forma de aproximar alunos de profissionais.

Visita TOTVS

Parabéns! Que venham mais visitas!

carreiras-juridicas-unisal

O que te espera em 2016? Teremos muitas oportunidades na área jurídica por conta do cenário de instabilidade econômica que o Brasil está vivendo.

A reportagem foi publicada pela Revista Veja aponta 11 carreiras mais promissoras para 2016. Entre elas estão em destaque  4 carreiras jurídicas, todas elas ligadas ao gerenciamento, controle, planejamento e gestão de interesses de ordem financeira ou econômica, buscando prevenir, estruturar e efetivamente “driblar a crise”!

Vejam quais são as 4 oportunidades e os detalhes sobre as referidas atuações:

 

1 – Gerente Tributário

Garante que a sua empresa está em dia com as obrigações fiscais, dá suporte a áreas internas em consultoria tributária e mantém foco no estudo de incentivos, regimes especiais e novas legislações com o objetivo de reduzir a carga tributária e aumentar a eficiência do negócio. Perfil para o cargo: Formação em Ciências Contábeis ou Direito, com especializações em direito tributário e bom domínio do inglês. Passagem por consultorias big four (grupo das quatro maiores empresas contábeis especializadas em consultoria: EY, PwC, Deloitte e KPMG) é um diferencial. Por que estará em alta em 2016: Com o atual governo mirando aumentar a arrecadação dos impostos, somado as frequentes alterações na legislação brasileira e novos projetos em fase de implementação (como o e-Social), a expectativa da Michael Page é que esta área continue em alta no radar das empresas. Salário: Entre 12 000 e 17 000 reais.

 

2 – Head do Departamento Jurídico

É o responsável por todas as demandas jurídicas da empresa. Será responsável também pelo orçamento da área e gestão de equipe. O head fica encarregado de pensar em maneiras de “baratear” os processos jurídicos de uma companhia, buscando brechas na legislação, por exemplo. Perfil para o cargo: Formação em Direito ou Administração e domínio de inglês indispensável. Habilidade em gerir escritórios. Facilidade em relacionamento com as outras áreas de negócio. Saber como transitar entre as áreas da empresa é hoje algo considerado essencial para este profissional. Perfil de liderança para exercer uma boa gestão de sua equipe. Por que estará em alta em 2016: No cenário atual, considerando o momento em que o Brasil está passando, as empresas têm tomado uma postura de corte de custos e consequente redução de pessoal – no departamento jurídico, as empresas têm contratado o head, responsável por muitas funções do setor jurídico, em detrimento de um diretor, por exemplo, que tem salário maior. Salário: Entre 10 000 e 15 000 reais.

 

3 – Gerente de Contencioso de Volume

É responsável por conduzir operações que lidam com um alto volume de processos jurídicos. O gerente de contencioso de volume realiza as tarefas que são penasdas pelo head: é ele que fica encarregado de dar seguimento nas ideias de melhorias que o head elaborou para cada processo jurídico. Perfil para o cargo: Mais do que a habilidade técnica, este profissional terá que ter competências administrativo-financeiras para gerir um alto volume de processos. Deve ser um bom desenvolvedor de estratégia para aumentar rentabilidade, ter foco em resultados com grande eficiência e com isso garantir a manutenção dos clientes. Por que estará em alta em 2016: A área cível, ações de recuperação de créditos e indenizatórias bem como a área trabalhista terão muita demanda, em vista do alto volume de demissões ou rescisões que ocorreram em 2015. Salário: Entre 9 000 e 14 000 reais.

 

4 – Advogado Sênior ou Gerente na área de M&A

Normalmente compõe a área jurídico-consultiva da empresa ou escritório. É responsável pela elaboração desde atos societários mais simples aos mais complexos, que compõem as operações de M&A (ou F&A – fusões e aquisições de empresas). Perfil para o cargo: Habilidade técnica e experiência em execução de fusões e aquisições de empresas. Inglês indispensável, já que muitas das operações envolvem investidores estrangeiros. Por que estará em alta em 2016: No atual cenário político-econômico e a alta do dólar, a tendência é de que investidores estrangeiros façam aquisições de empresas nacionais que estão desvalorizadas. Assim, a expectativa do profissional desta área deve ser positiva tendo em vista o alto volume de M&A esperado no pipeline dos próximos meses. Salário: Entre 11 000 e 17 000 reais.

 

Entenda, inclusive, que no geral, as referidas atuações não dependem nem estão atreladas ao “recesso forense”. “Fórum fechado” não significa “mercado fechado” . Nas áreas acima, advogados do consultivo e de assessoria estão efetivamente ligados ao cotidiano da empresa e não ao cotidiano do Fórum.Diante disso, se você atua como advogado na área empresarial, seja em departamento jurídico seja em escritórios, esteja atento para referidas oportunidades. Este roteiro nos auxilia a compreender a necessidade do cliente e quando há necessidade devemos criar oportunidades!

Sucesso em 2016!!!

 

Luis Fernando Rabelo Chacon concluiu o curso de Direito no UNISAL Lorena em 2000. Atualmente é professor e advogado.

 

empreender-resultados-crise-unisal

Devido ao cenário de instabilidade econômica que o país enfrenta, muitas pessoas que estavam pretendendo abrir seu próprio negócio resolveram adiar o projeto de dar esse importante passo em suas vidas. Outras, já empresárias, receosas com as incertezas do mercado optaram por tirar os pés do acelerador e cortar investimentos como medida preventiva.

Você se enquadra em algum desses 2 grupos de pessoas? Está receoso se deve empreender nesse momento de crise ou aplicar recursos financeiros em seu negócio? Então continue lendo este artigo…

Alguns pontos importantes sobre a crise

Em primeiro lugar, a crise que estamos passando atualmente não é causada somente por um caso isolado, e sim, pelo somatório de vários acontecimentos (internos e externos) que ao longo do tempo culminaram em uma economia extremamente fragilizada.

Por exemplo, podemos citar como fatores externos a desaceleração da economia na China e a expectativa do aumento das taxas de juros nos EUA; como internos a crise hídrica (muito grave principalmente no estado de SP), a desvalorização do real, o uso indevido do dinheiro público, os escândalos da Petrobrás e tantos outros decorrentes da nossa má administração (governo).

Adivinhe qual foi a consequência de tudo isso para o Brasil?

No primeiro trimestre de 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) ficou 0,2% menor na comparação com o mesmo período do ano passado. O desemprego em maio registrou o quinto aumento seguido, subindo para 6,7% (estava em 6,4% em abril e em 4,9% em maio de 2014). A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) cresceu 0,82% em junho, alta de 6,42% no ano e 9,15% em 12 meses. Em maio, segundo o IBGE, a renda real (já descontada a inflação) dos trabalhadores recuou 1,8% sobre abril e 5,8% no confronto com maio de 2014 – Dados SEBRAE.

Mas calma… Tudo que acontece de bom ou ruim, dentro e fora do país, de alguma forma incide em nossa economia, trazendo reflexos positivos e negativos a curto, médio e longo prazo.

Todo cenário de mudanças gera desconforto e insegurança, mas em períodos de crise, apesar da retração, é importante entender que o mercado não para! O que muda é o comportamento do consumidor.

O consumo continuará acontecendo, porém, agora com mais critério e cautela, onde se prioriza o que realmente é importante. A oportunidade de negócios sempre estará presente, mas talvez em outro lugar ou em um segmento diferente do que atua.

Fatores pertencentes ao que chamamos academicamente de macroambiente (forças políticas, econômicas, legais e da natureza) sempre estarão fora do alcance de controle do empreendedor, daí a importância de um planejamento consistente, que permita o desenvolvimento de produtos e serviços que sejam menos impactados por tais fatores.

Lembre-se, adaptar-se às circunstâncias é uma virtude indispensável para empreendedores. “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer.”

O que eu posso fazer em meu negócio para minimizar os efeitos da crise?

Se você já é empresário e tem um negócio rodando, saiba que esse é o momento ideal para um check-up completo de suas atividades, assim poderá minimizar os impactos gerados pela crise, melhorar o que tem a oferecer, reduzir custos e ainda sair fortalecido.

Vamos a algumas dicas para que você atinja esse resultado em seu negócio:

– Reavalie seus produtos e serviços: descubra como os seus clientes veem o que você oferece. Seus produtos / serviços são essenciais? O que você poderia fazer para que eles agreguem mais valor aos seus consumidores e se tornem indispensáveis? Eles atendem totalmente ou parcialmente a uma necessidade do mercado? Descubra novas necessidades e implemente-as o mais rápido possível.

– Repense sua carta de vendas: como já disse aqui, mudanças de cenário econômico trazem novo comportamento, e com isso, novas objeções de compra surgem. Indague seus clientes para descobrir os motivos pelos quais eles não adquirem seus produtos / serviços. Deixe-os falar e aprenda com eles, assim você poderá solucionar os problemas apontados e pensar em como matar as novas objeções na próxima venda. Se alguém apontou algo negativo, as chances de que outra pessoa aponte também são grandes.

– Analise seus processos: colete a opinião de seus colaboradores sobre como o trabalho que realizam pode ser desempenhado com mais eficiência, com melhor qualidade e com menos custos. Reveja a forma como cada atividade é realizada. Uma pequena melhoria implementada em seus processos pode lhe trazer ganho de tempo e dinheiro. Produção mais barata, abre a possibilidade de rever os preços que pratica e com isso torna-lo mais competitivo no mercado.

– Inove: não faça mais do mesmo! Não espere deslanchar no mercado em um cenário econômico incerto se existem vários produtos / serviços exatamente iguais ao seu. É preciso ter um diferencial que o destaque de seus concorrentes, e ele precisa ser claro e evidente. Esse é um assunto extenso, abordarei melhor em outro post, mas por enquanto recomendo a leitura do livro Design Thinking – Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias.

– Busque novos mercados: que tal explorar novas regiões para atuar? Se o seu negócio opera de forma local, já pensou em buscar mercados em outros bairros, cidades, regiões ou a nível nacional? Caso já trabalhe em todo território, por que não vender para outros países? Acha complicada e cara essa nova perspectiva? Eu lhe digo que é mais simples e barato do que imagina. A tecnologia e a internet estão aí para encurtar distâncias e quebrar definitivamente barreiras geográficas. Com serviços como o Site Express, sua empresa pode estar operando na web de forma totalmente profissional em até 72h, e seus produtos / serviços estarão acessíveis para quem se interessar por eles.

É possível superar a crise?

Apesar da retração econômica e do pessimismo coletivo que se instala pelo país é possível sim superar a crise, e o melhor, tirar proveito dela.

Não estou dizendo que é uma tarefa fácil, claro que requer empenho, dedicação e muita força de vontade, assim como todas as coisas importantes da vida. Mas é algo totalmente possível e que inclusive podemos comprovar pelo sucesso de vários empreendedores da atualidade.

Não se deixe levar pelas lamentações e pela tendência que temos de tirar o ônus da culpa de nossos ombros. Fazer o seu negócio crescer e faturar mais depende exclusivamente de você.

Gaste energia pensando em soluções, não em problemas! Seja ousado, mas sem deixar de lado os 4 principais pilares que regem a gestão de qualquer empreendimento de sucesso, que são:

– Planejamento: organize suas ideias. Elabore um plano detalhado de como ir do ponto A (onde você está) ao ponto B (seu objetivo). Considere o máximo de detalhes possíveis de todos os aspectos que englobam sua ideia, como por exemplo: investimento, tempo, equipe, características do produto / serviço, logística, força de vendas, público-alvo, ações publicitárias, etc. Quanto mais informação, menos chances de dar errado.

– Execução: agora é a hora de colocar a mão na massa e ir à luta seguindo o planejamento definido no item anterior. Monitore de perto toda a execução de forma que se afaste o menos possível do que foi planejado.

– Verificação: esta etapa pode ser realizada paralelamente à execução e consiste na coleta de informações e dados de tudo que foi e está sendo executado. O objetivo é encontrar os pontos fortes e principalmente os fracos do projeto, servindo como base para a correção de suas falhas. “Não se pode administrar aquilo que não se mensura”.

– Correção: aqui o projeto se torna mais robusto e chega mais perto do ideal através de medidas corretivas que sanem as deficiências identificadas no item anterior. Cada vez que essa etapa é executada, seu negócio ganha força e se torna mais competitivo.

Os pilares constituem passos ininterruptos de um ciclo que jamais deve ser deixado de lado.

ciclo-pdca

Negócios que estão crescendo mesmo com a crise

Apesar das dificuldades econômicas alguns segmentos de mercado vem ganhando força com taxas de crescimento significativas, indicando a possibilidade de bons lucros a curto prazo.

Se você ainda não tem uma ideia de negócio para empreender, iremos listar abaixo alguns negócios que estão se expandindo e com isso se tornando tendência.

Caso já seja empresário, investir em novos produtos / serviços pode ser a chave para sair ileso deste momento turbulento.

Seja criativo, soluções complementares às oferecidas pelos segmentos a seguir também podem ser boas sacadas:

– Cosméticos: a vaidade é um sentimento presente na maioria das pessoas e algo que se tornou indispensável como fonte de alto-estima. A auto-estima situa-se quase no topo da pirâmide das hierarquias das necessidades básicas do ser humano identificadas por Maslow, o que impulsiona o consumo de produtos relacionados à beleza, mesmo que o orçamento esteja prejudicado por outras despesas.

– Alimentação: devido à falta de tempo da maioria das pessoas, principalmente nas grandes cidades, comer na rua e comprar alimentos prontos se tornou algo indispensável. Porém, a forte tendência da “geração saúde” quebrou os velhos hábitos e impulsionou o consumo de opções com menos gorduras e produzidas a base de grãos. Se optar por este segmento, lembre-se de fugir do comum!

– Consertos e reparos de produtos: com o intuito de priorizar o extremamente necessário, consertar aquele utensílio ou produto que parou de funcionar pode ser uma grande pedida quando se quer economizar. Na maioria das vezes, o reparo pode sair bem mais em conta que a compra de um novo produto, se tornando gradativamente a opção mais procurada por consumidores. Toda demanda pode gerar bons lucros!

– Educação: na minha opinião este é o segmento do momento. A necessidade de crescimento ou recolocação profissional tem estimulado cada vez mais pessoas a procurarem capacitação. Então, porque não aproveitar aquela sua habilidade que está adormecida para ajudar pessoas e ainda ganhar um bom dinheiro? A hora é essa!

Conclusão

Mesmo com as incertezas e inseguranças é possível sim iniciar um novo negócio durante a crise.

Se você já faz parte do time dos empreendedores, profissionalize e aprimore o máximo possível o seu negócio. Atenda às necessidades e entenda cada vez mais o seu cliente.

Negócios que se sustentarem e crescerem nesse período, tem grandes chances de se solidificarem e se consolidarem como líderes em seu segmento quando tudo isso passar.

Perseverança, resiliência, persistência e visão soam como o Mantra da vez! “Quem tem um porque, enfrenta qualquer como (Viktor Frankl), então arregace as mangas sem “mimimi” e faça o seu negócio prosperar!

Alexandre Espada concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2010. Atualmente é gerente de projetos.

tanatologia-ex-aluno-unisal

Na mitologia da Grécia antiga Thanatos é um personagem que aparece em inúmeros mitos e lendas. Filho de Nix (a Noite) e Érebo (a Escuridão) e irmão gêmeo de Hipnos (o Sono), habitava os Campos Elíseos (o paraíso do país de Hades, o mundo dos mortos). Thanatos é a personificação e é o deus da morte.

A palavra Tanatologia provém de: Thanatos = morte e Logos = estudo. Ou seja, o estudo da morte e do morrer, especialmente em seus aspectos psicológicos e sociais. Assim, a Tanatologia é a ciência da vida e da morte que visa entender o processo do morrer e do luto. E, simultaneamente, humanizar o atendimento aos que estão sofrendo perdas graves, podendo contribuir dessa forma na melhor qualificação dos profissionais que se interessam pelos Cuidados Paliativos, procedimentos que visam atenuar a dor e o sofrimento e aprimorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares diante de uma quadro ou doença terminal.

Segundo Kübler-Ross (1992) um paciente em estágio terminal e seus familiares podem passar por cinco fases no processo do morrer:


Negação:
 ajuda a aliviar o impacto da notícia, servindo como uma defesa necessária a seu equilíbrio. Geralmente em pacientes informados abruptamente e prematuramente. O paciente desconfia de troca de exames ou competência da equipe de saúde. Geralmente o pensamento que traduz essa defesa é: “não, eu não, não é verdade”. O médico deve respeitar, porém ter o cuidado de não estimular, compactuar ou reforçar a negação.

Raiva: o paciente já assimilou seu diagnóstico e prognóstico, mas se revolta por ter sido escolhido. Surgem sentimentos de ira, revolta, e ressentimento e tenta arranjar um culpado por sua condenação. Geralmente se mostra muito queixoso e exigente, procurando ter certeza de não estar sendo esquecido, reclamando atenção, talvez como último brado: Não esqueçam que ainda estou vivo! Nesta fase deve-se tentar compreender o momento emocional do paciente, dando espaço para que ele expresse seus sentimentos, não tomando as explosões de humor como agressões pessoais.

Negociação: tentativa de negociar o prazo de sua morte, através de promessas e orações. A pessoa já aceita o fato, mas tenta adiá-lo. Deve-se respeitar e ajudar o paciente.

Depressão: aceita o fim próximo, fazendo uma revisão da vida, mostrando-se quieto e pensativo. É um instrumento na preparação da perda iminente, facilitando o estado de aceitação. Neste momento, as pessoas que o acompanham devem procurar ficar próximas e em silêncio. Cabe ressaltar que o termo “depressão” não está sendo utilizado aqui para designar a doença depressiva, mas sim um estado de espírito.

Thiago Ribeiro Borges concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 2013, em que obteve o título de Universitário 5 Estrelas. Atualmente é pesquisador e professor.

bom-advogado

A “estrada judiciária” é repleta de incertezas e obstáculos.

Ninguém consegue percorrê-la tranquilamente, navegando num mar de rosas. Não há capacidade, habilidade ou perspicácia que consiga evitar as dificuldades do caminho. Ao Advogado, todavia, cumpre enfrentá-las. A tarefa é árdua, de trabalho incessante, ao qual deve dedicar todas as suas forças físicas, intelectuais e morais.

A rotina do Advogado é a luta. O marasmo, a apatia e a inércia devem ficar bem longe do profissional da Advocacia. O seu ambiente de trabalho é prenhe de paixões, da luta de interesses antagônicos. O bom Advogado não pode ser apático, indiferente, frígido. Dentre os inumeráveis contratempos da “estrada judiciária” contam-se as injúrias, os abusos e a inveja. Quanto mais respeitado, mais alvo das maldades. Uma coisa, entretanto, é sempre certa e infalível: a luta. A consciência do dever cumprido já compensa o Advogado de todo o seu trabalho, de todo o seu esforço. O Advogado é um dos poucos profissionais que, se deixa o trabalho de lado por poucos instantes, até mesmo para uma higiene mental, não consegue realmente repousar.

O cérebro do Advogado não para. Continua sempre elaborando teses, remoendo os vários aspectos da causa que abraçou. Onde quer que esteja, um bom Advogado estará absorvido pelas suas preocupações profissionais. Verdadeira a observação de ARI DOS SANTOS, no livro “Nós, os advogados”: “O advogado não tem horas. As suas horas são as dos seus clientes e cada cliente é um patrão que entende que o seu assunto deve passar por cima de todos os outros. Mal se levanta, começam em louca ebulição na sua cabeça as mil e uma hipóteses que tem de resolver. Enquanto um processo não está julgado, não tem um minuto de tranquilidade. As causas dos outros são as suas e por isso a vibração dos seus nervos é a soma das vibrações dos nervos dos seus clientes”.

O bom Advogado é aquele que se identifica com as causas que lhe são confiadas, sofre as mesmas angústias que os seus clientes, experimenta as mesmas decepções, sofre abalos pelos mesmos fracassos, se insurge contra as mesmas injustiças, vivencia os mesmos desesperos e as mesmas desilusões. Nós, Advogados, não temos sequer um dia de descanso. O Domingo, dia dedicado à folga de quase todas as profissões, é para nós, muitas vezes, o dia de maior trabalho, porque, livres das Audiências e dos atendimentos no Escritório, aproveitamos todo o dia para o estudo das causas de maior complexidade. Oportunamente, voltarei ao assunto.

Até breve!

Marcos Vinícius Rodrigues Cesar Doria concluiu o curso de Direito no UNISAL Lorena em 1990 (1ª turma). Atualmente é um BOM ADVOGADO.

como-fazer-escolhas-dificeis

Certa vez eu li que os grandes líderes de sucesso não são aqueles que nunca erram, mas sim aqueles que acertam as decisões mais importantes.

No artigo: Os 3 passos para superar a crise, no meu blog pessoal, eu comentei que um dos benefícios de seguir os passos seria superar o destrutivo hábito de deixar para depois.

E eu me lembro da minha infância onde meu tio falava que eu era o “Precisa ser agora?”… Flavio, faça o trabalho da escola… “Precisa ser agora?”, filho vai buscar o pão e o leite… “Precisa ser agora?”, pega água para a vovó…  “Precisa ser agora?”

Foi no serviço militar que isso mudou, uma frase que vi quando entrei pela primeira vez no exército mudou a minha vida, conduziu meus passos, me levou a ser comandante, guarda bandeira nacional e inclusive me incluiu no curso de formação de cabos. Posteriormente me levou ao sucesso nos trabalhos por onde passei.

A frase dizia: “Tenha iniciativa, pois você não receberá ordens para todas as coisas!”

O exército me ensinou muitas coisas, mas principalmente a ter objetivo, foco, atitude, disciplina e a tomar decisões rápidas.

Grande parte do nosso fracasso está em não tomar decisão, demorar para fazer escolhas e quando a fazemos, rápida e facilmente mudamos de opinião.

Napoleon Hill falava que as pessoas de sucesso têm o hábito de tomar decisões rapidamente e altera-las lentamente, isso quando fazem alterações.

Em geral, tomar decisões ou fazer escolhas quando as opções são muito distintas é relativamente fácil.

Mas o que fazer quando temos que fazer escolhas difíceis?

Como por exemplo escolher entre ficar na empresa que está e outra grande empresa que o convidou?

Ou entre morar entre dois bons lugares?

Ao perceber que, mesmo em tempos de crise, alguns amigos e conhecidos estão passando por este tipo de escolha, eu resolvi fazer este post: Como fazer escolhas difíceis, para aliviar seus corações e para ajudar todos aqueles que precisam tomar decisões.

A Ruth Chang, em sua palestra: How to make hard choices” nos traz a luz sobre este assunto. Espero que curtam, compartilhem e deixem seus comentários.

Flávio Ricci concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2007. Atualmente é Coordenador de Projetos.

nadando-nu

Será que, apesar da crise, é a hora de se investir em uma Pós-Graduação?!

O ano de 2016 começou com uma preocupação maior, estamos vivendo um período de crises econômica/financeira/política, que há muito tempo não vivíamos. As preocupações que tais crises nos trazem, as incertezas com o futuro e o medo do amanhã, nos fazem refletir se o momento é propício para se investir em educação, principalmente em cursos de Pós-Graduação, ou se devemos esperar a poeira baixar e termos uma visão mais clara do que virá, para aí sim tomarmos tal decisão.

Para tentar ajudar a responder essas dúvidas, façamos a seguinte analogia: imagine você em uma comunidade que depende da caça, agricultura e da pesca para viver. Nela a natureza tem sido extremamente generosa, fornecendo chuva, sol, vento e calor em quantidade ótima para que se tenha uma abundância de animais e peixes, bem como colheitas recordes, gerando até excedentes que são doados a comunidade vizinha. Nesta comunidade existem exímios caçadores, pescadores e agricultores, pessoas que dominam as técnicas e sabem com perfeição e maestria como extrair da natureza aquilo que necessitam para sobreviver. Do mesmo modo, existem algumas pessoas que possuem desempenho mediano, não são tão bons assim, sofrem mais para caçar, pescar ou plantar, mas, como a natureza está ‘dando’ tudo em excesso, acabam também se sobressaindo e garantindo o que necessitam para sobreviver.

Pois bem, imagine agora, que essa comunidade seja acometida por uma terrível seca, assim os rios secam e os peixes começam a faltar, da mesma maneira, os animais começam a morrer de sede e não mais se reproduzem e nem fornecem alimentos, e as colheitas não são mais tão ‘gordas’ como eram antes. Imaginando esse cenário, façamos então a seguinte pergunta, quem estará pronto para conseguir de maneira satisfatória, garantir a sua sobrevivência e de seus familiares? O pescador/caçador/agricultor especialista ou o mediano?. Bom, não precisa ser nenhum gênio para responder que, no momento como o retratado acima, são os melhores que se sobressaem.

Assim também funciona no mercado, quando estamos em alta, em período de crescimento e prosperidade econômica, com fartura de empregos e de demanda por produtos, o bom se diferencia, mas o mediano, aquele que não se especializou, acaba também encontrando seu espaço. Porém, no momento que a situação fica ruim, quando começa a faltar espaço para todos, são os especialistas, aqueles que se preparam é que se garantem. Os que não se especializaram sofrem mais, e muitas vezes se veem obrigados a ocupar cargos com salário menor, ou mesmo ficar desempregados por um período.

Por isso, principalmente em momentos de crise, é a hora sim de se investir em formação, os empregadores estão mais seletivos e aqueles profissionais que se mostram engajados, preparados e que demonstram ainda que são pró-ativos e não estão acomodados, se destacam dos demais, do mesmo modo, a especialização, os estudos e as técnicas trarão para o profissional, ferramentas que, quando aplicadas no dia a dia das organizações, geram resultados bem maiores. Mesmo aqueles que têm negócios próprios, precisam entender que, provavelmente, o que fará seus negócios prosperarem na crise é o conhecimento, que, aliás, é a maior e mais eficaz vantagem competitiva que um negócio pode ter.

unisal_lorena_pos_banner250x250pxSe ainda assim você ficou na dúvida, uma pesquisa realizada pela empresa Produtive e exibida no Jornal Hoje, da Rede Globo em 16 de março de 2015, mostra que, entre os 400 executivos entrevistados, aqueles que têm Pós-Graduação ou MBA ganham, em média, salários 60% maiores. Outro estudo realizado pela empresa Catho em 2014, aponta que a diferença salarial de um Pós-Graduado para alguém sem curso de Pós-Graduação, pode chegar até 70%.

É claro que deve se somar ao estudo, as experiências profissionais e o Know How de cada um, mas é inegável que os estudos, a formação e a especialização, são investimentos prioritários nesses períodos de crise e fatores de sobrevivência profissional em um mercado que começa a faltar espaço para todos.

Pois como disse o mega investidor norte-americano Warren Buffet:

“É só quando a maré baixa que você descobre quem estava nadando nu!!!”

Portanto, prepare-se, invista em você, invista em sua formação, pois a hora é agora!

Marcos Aurélio Correa dos Santos se formou em Administração no UNISAL Lorena em 2008. Atualmente é professor, consultor e supervisor de cursos de MBA.

crises-unisal-3

O Brasil está no meio de uma crise econômica severa e que, talvez, ainda demore um pouco para passar.

Está também atravessando uma crise política aguda. Talvez uma crise moral também.

Na Europa a coisa anda grega e a crise está na pauta do dia há quase cinco anos.

Os Estados Unidos estão saindo de uma e a Venezuela entrando em mais uma.

Ninguém gosta de crises e, se fosse possível escolher, certamente não as teríamos. Mas crises existem, sempre existirão e é preciso encará-las de frente, sem pavor histérico nem omissão negligente. As crises fazem parte da vida dos países, das empresas, dos casais e das instituições.

Primeiramente, é preciso certo distanciamento para contextualizar melhor as crises. É impossível que a trajetória de uma empresa, pessoa ou nação se desenvolva sempre de maneira linear ou como uma reta ascendente em que tudo segue sempre a mesma tendência. Não é assim que a vida nem a economia funcionam.

Na maioria, quase absoluta, dos casos essas trajetórias se assemelham mais com os altos e baixos de montanha russa ou com as curvas de uma estrada. Nada cresce indefinidamente sem experimentar alguma forma de revés. Os ciclos fazem parte da trajetória natural desses entes e é preciso encarar isso com naturalidade.

Olhando em perspectiva, a crise pode ser apenas a antessala de um momento melhor. O arco-íris que se revela após a tempestade.

Esse é o grande segredo das instituições e das pessoas verdadeiramente vencedoras. Elas usam as crises como trampolim para saltos ainda maiores.

Veja o exemplo do Japão, que a despeito de todas as tragédias, geológicas ou bélicas, que possa ter vivido sempre conseguiu um meio de sair mais forte de todas elas.

A crise pode representar tanto a morte quanto o renascimento. E um desfecho ou outro depende muito de como você a encara e qual a sua atitude em relação a ela.

Se bem aproveitada, crises proporcionam o ambiente adequado para ajustes importantes, para reflexão e aperfeiçoamentos.

É a crise que te tira da zona de conforto e te obriga a pensar formas de fazer mais, melhor ou diferente.

Então, se você ou sua empresa estiverem passando por uma crise, aproveite para refletir, evoluir e corrigir o que não está dando certo.

A crise um dia vai passar (todas as crises passam), e quando isso acontecer é possível sair dela mais forte e preparado para enfrentar os desafios que farão de você uma pessoa mais forte, sábia, resiliente e vencedora.

Alexandre Correa Lima se formou em Direito no UNISAL Lorena em 1994. Atualmente é administrador e palestrante.

Evento Especial UNISAL

No fim do ano, costumamos presentear quem amamos. Por isso mesmo o UNISAL não poderia terminar 2015 sem agradecer a todos pela parceria diária. E contou com a ajuda do Professor da Pós-Graduação, Marcelo de Elias e o Ex-Aluno de Direito, Alexandre Correa Lima em um evento inusitado: “2016? Temos a receita do sucesso!”.

Marcelo ministrou a palestra “Motivação para Desafios e Mudanças”, que contou com um conteúdo inspirador e, ao mesmo tempo, com uma pitada de bom humor e nostalgia. Dentre outras coisas, ele apontou a importância das pessoas buscarem soluções novas para problemas novos.

Já Alexandre apresentou um novo conceito por meio da palestra “Superviver: A Revolução da Felicidade no Mundo do Trabalho”. Ele destacou que, atualmente, as pessoas não querem apenas sobreviver ou viver, mas sim superviver, ou seja, querem uma vida rodeada de sentido e prazer.

O evento foi oferecido gratuitamente no dia 14 de dezembro no Teatro São Joaquim, no UNISAL. Como ingresso, os participantes doaram produtos de higiene pessoal que serão revertidos para os asilos Lar São José e Lar Vila Vicentina, ambos da cidade de Lorena. Ao todo foram arrecadados 377 itens que contribuirão com as instituições beneficentes.

No final, eles fizeram uma surpresa aos participantes: Uma apresentação musical reunindo músicas de várias épocas, dentre elas, Rádio Pirata, La Bamba e Do teu lado.

Confira algumas fotos do encontro!

É fato que 2016 será um ano incerto e que o sucesso dependerá, em grande parte, do protagonismo dos que buscam o verdadeiro sucesso. Mas com tudo o que os participantes ouviram, eles terão novas perspectivas para o futuro e iniciarão o ano com mais otimismo e vontade de vencer.

Para a Ex-Aluna de Direito, Jéssica Carvalho “as palestras foram brilhantes e, ao mesmo tempo, impactantes. Alcançaram situações diversas da vida com alertas de mudanças e exemplos de possibilidades. O certo mesmo é que vida é recheada de escolhas… Não há receitas… Mas o resultado será a felicidade… Que muitas pessoas tenham a oportunidade de ouvi-los!”

Já para a Aluna do MBA em Gestão Estratégica de Negócios, Elizete de Paula, “o UNISAL vem ao nosso encontro e nos leva a pensar sobre como estamos levando a nossa vida. Gratidão por tudo é o melhor a ser feito para estarmos sempre em contato com nossa felicidade.”

Quer ver mais fotos? Então clique aqui!

LANCAMENTO LIVRO SODERO + PREMIACAO IEV (31)

Organização do livro contou com ajuda de Ex-Aluno

 

Tudo começou sem muita pretensão, mas o resultado de um trabalho intenso de recolhimento de dedicatórias ao Mestre da História, Francisco Sodero, resultou em um rico livro de informações sobre a Região, o Brasil e o Mundo.

“O Guardião do Vale” pode ser considerado mais uma daquelas obras a recorrer sempre quando se pensa em amizades verdadeiras, autenticidade, cultura, dedicação ao trabalho e à missão que temos na vida: a de compartilhar conhecimento.

Uma homenagem pensada pela esposa, Maria Amália, pelos  filhos Jackie Sodero, Frederico Sodero, Maria Ismênia Sodero, e por seguidores como Diego Amaro, Ex-Aluno e amigo do professor. Presente inusitado para comemorar a chegada dos 70 anos do professor, também Ex-Aluno.

Num total de 176 páginas, amigos como o saudoso, José Luiz Pasin,  Nelson Pesciotta, Padre Mario Bonatti, Humberto Felipe, Henrique Alckmin, Elisa Regina Gomes Salles, Thereza e Tom Maia, entre tantos outros autores que deixam a formalidade de lado e se rendem à palavras regadas de simplicidade para descrever detalhes da relação com um homem sem muitos segredos. Talvez seja mesmo a simplicidade que tenha atraído tantos amigos e admiradores de Sodero ao evento de lançamento do livro em Lorena.

No dia 17/10, durante a sessão mensal da Academia de Letras de Lorena, no auditório São José, da FATEA, a programação, já recheada de muita cultura,  contou com um final emocionante: a  homenagem ao professor Sodero.

Diego e Sodero em uma reportagem sobre a Serra da Mantiqueira.

Diego e Sodero em uma reportagem sobre a Serra da Mantiqueira.

Em um discurso harmônico, um dos organizadores do livro, Prof. Diego Amaro, falou sobre a trajetória do professor ao longo de 50 anos em sala de aula. Também não deixou de citar a importância histórica deste homem para a História Valeparaibana. “É ele quem coloca o Vale no holofote, na visão de todos. E também faz o caminho inverso, regionaliza histórias nacionais”, afirma Diego.

Ao final da apresentação do livro,  Prof. Sodero agradeceu a todos os autores que contribuíram  para a produção da obra.

“A história de Franciso Sodero se compara à travessia de um rio”, diz a sinopse do livro”.

E, neste caso, um rio gigante. Como toda imensidão, a representatividade de Sodero não caberia em apenas um dia de gratidão e reconhecimento.

Por isso, o lançamento ocorreu em duas datas. A segunda delas, no dia 07/11, no Salão do Júri, durante as festividades de premiações do IEV, Instituto de Estudos Valeparaibanos, do qual Sodero faz parte.

Foram premiadas 18 pessoas, entre elas, Aziz Nacib Ab’Saber, Ruth Guimarães Botelho, Marcio Tomas Bastos entre outros, com a Medalha Mérito “Paulo Pereira dos Reis” destina-se a destacar o desempenho profissional de pessoa nascida ou residente no Vale do Paraíba há mais de 5 anos, desde 1997 até 2014

Ao final do evento, Sodero recebeu a singela lembrança por tanta dedicação à vida.

Quando indagados sobre a figura do professor, os participantes do evento foram unânimes dizer que Ele sempre foi um daqueles homens inovadores. Encanta sem muito falar.

Mas o Mestre do Vale insiste em falar. Quando profere poucas palavras, emociona por tamanho engajamento.

“Continuarei lutando, persistindo na trilha que conduz ao grande ideal do homem: a busca pela perfeição da ação em liberdade, consciente e responsável.” (pág 147).

ex-aluno-historia-unisal

Região do Vale respira a cultura africana

 A cultura negra chegou ao Brasil por meio dos escravos africanos, na época do Brasil Colônia. Durante a exploração colonial, a mão-de-obra negra foi amplamente utilizada em atividades agrícolas e de mineração que ganharam espaço na economia entre os séculos XVI e XIX. Mas como esses abusos refletem nos dias de hoje?

A missão de deixar viva esta história está nas mãos de cidadãos comuns e cheios de vontade de ensinar. Quem faz parte desta legião do bem é o Ex-Aluno do curso de História do UNISAL Lorena, Luiz Paulo Alves da Cruz. Graduado em 2009, recentemente concluiu o Mestrado  em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) em 2015, com a dissertação  “O jongo e o Moçambique no Vale do Paraíba (1988 – 2014): cultura, práticas e representações.”

Neste mês de outubro, ele voltou ao UNISAL para falar aos alunos sobre as experiências de sua pesquisa e para mostrar de que forma a cultura africana tem sido essencial na formação da cultura brasileira. “O debate foi realizado durante a minha aula de Estudos Dirigidos”, revela Diego Amaro, Professor do curso de História.

Apesar de muitos anos passados a discriminação aos negros ainda é presente, para que isso chegue ao fim entendemos a importância de se compreender a história daqueles que foram oprimidos, e entender outras culturas para então romper em definitivo com os atos de discriminação e intolerância.

“Podemos observar a permanência das manifestações da cultura negra ainda realizadas, estas são formas de resistência desses, que por muito tempo, tiveram seu lugar negado dentro da sociedade”, revela Diego.

O professor também avalia que espaço alcançado tempos mais tarde, hoje, é fruto de muita luta contra aqueles que os oprimiam em séculos passados, como os senhores de engenho e fazendeiros de café.

No próximo dia 20 de novembro, comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. Uma data para lembrar a resistência à escravidão. No Brasil, é marcado pela homenagem ao dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.

Considerado um  ícone da cultura negra,  Zumbi morreu lutando pelos direitos do seu povo. O quilombo dos palmares liderado por ele, no estado de Alagoas, resistiu por cerca de 100 anos.  Segundo os dados da Fundação Cultural Palmares, por lá passaram de 25 mil a 30 mil negros.

Zumbi foi assassinado pelas tropas coloniais de Jorge Velho. Após a sua morte, a abolição da escravatura só chegou ao Brasil em 1888.

Na Região do Vale do Paraíba, o registro do negro se dá fortemente pelas grandes construções históricas que resistem ao tempo, graças ao cuidado de seus proprietários. E traços da cultura negra também podem ser notados nas festas, músicas, danças e na culinária brasileira.

Bananal é a certeza de que o Vale já foi o centro econômico do Brasil Império. A cidade, elevada a  município em 1849, cresceu e se enriqueceu com as fazendas de café. Com tanta riqueza, chegou a avalizar para o Império empréstimos feitos em bancos ingleses e ter moeda própria. Com a decadência do café, as fazendas passaram para a pecuária leiteira.

Dos tempos anteriores ficaram muitos e valiosos monumentos. Locais que estão abertos à visitação e que encantam pelo cheiro de história que, nem mesmo quase dois séculos depois, deixam de exalar em nossas narinas.

“É preciso um olhar mais atento às fazendas do Vale Histórico. Estes locais guardam muito da cultura do café, dos escravos e dos coronéis”, revela Diego Amaro, professor do curso de História do UNISAL.

ex-aluno-marcio-villela

Graduação em Licenciatura em Matemática pelo UNISAL (1994), Mestrado em Matemática e Computação Científica pela UFSC (1997), Doutorado em Métodos Numéricos em Engenharia pela UFPR (2006). Você acha muito? Espere até saber do que mais foi capaz o Ex-Aluno de Matemática do UNISAL Lorena, Márcio Augusto Villela Pinto. Em 2014, ele concluiu Pós-doutorado em Matemática Aplicada pela Universidad de Zaragoza – Espanha.

Antes mesmo de concluir a graduação no UNISAL, há mais de 20 anos, ele já buscava informações sobre o curso de Mestrado. (tirar o Anos) Mais tarde, deixou a família em Lorena e foi para Santa Catarina (RS) em busca do que almejava.

Duas décadas depois, tudo o que sonhou tornou-se possível e concreto. Em uma visita à família, em Lorena, ele fez questão de compartilhar as experiências e apresentar Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal gaúcha.

Sávia Vidal é a aluna ao centro.

Sávia Vidal é a aluna ao centro.

Fã número 1 da Matemática, a aluna do 3º ano, Sávia Vidal, não escondeu a admiração pelo Ex-Aluno e pelo seu trabalho. “A palestra foi muito produtiva, principalmente para os alunos que estão terminando a faculdade neste ano”, destaca a futura docente que também ressalta a postura do acadêmico. “Ele é uma pessoa do bem, pois além dele ter evoluído, também busca  ajudar as pessoas a crescerem também”, enfatiza a aluna.

Professor adjunto da Universidade Federal do Paraná, com atuação em Dinâmica dos Fluidos Computacional, Métodos Numéricos para EDP e Multigrid, o matemático também ficou encantado, não somente com as mudanças na estrutura do UNISAL, como também com o interesse demonstrado pelos alunos sobre o tema.

Parecia até papo de nerds, mas foi uma conversa enriquecedora para qualquer espectador, leigo que fosse. O assunto? Fluidos, algoritmos, matemática aplicada, derivados etc.

“O fato de ter sido aluno do UNISAL mostra que todos os graduados da matemática também têm capacidade de continuar na vida acadêmica, ingressar em um mestrado e um doutorado e a atuar como docente até mesmo no nível superior”, conclui Sávia.

daniel-munduruku-3

O Ex-Aluno de Filosofia do UNISAL Lorena (graduado em 1989), Daniel Munduruku, concedeu entrevista ao Canal Futura. A gravação do programa CONEXÃO FUTURA sobre Literatura Indígena foi ao ar dia 14/07/15.

O tema torna-se relevante pela questão histórica, ainda mais se levarmos em conta o crescimento exponencial da população indígena nas últimas duas décadas. De acordo com o levantamento mais recente do censo demográfico do IBGE, mais de 817 mil brasileiros se declaravam indígenas no ano 2010. A pesquisa registrou 274 idiomas entre as trezentas e cinco etnias encontradas.

E a literatura tem um papel fundamental para o resgate e a manutenção dessas culturas. Daniel Munduruku é autor de 47 livros sobre o tema voltados para os públicos infantil, juvenil e educadores. É também Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República desde 2006 e Diretor-Presidente do Instituto UKA – Casa dos Saberes Ancestrais. Recebeu diversos prêmios literários. É membro da Academia de Letras de Lorena. Confira a entrevista aqui!

daniel-munduruku-2

ti-antenado-ex-aluno (14)p

Ex-Alunos do UNISAL participam do Programa “Profissional TI Antenado”

Oferecer algo que agregue valor para a formação dos jovens ainda é um desafio enfrentado por centenas de instituições de ensino em todo o Brasil. As gerações mudam e, com isso, surge também a necessidade de adaptar-se a forma como o conhecimento é transmitido ao aluno.

Neste contexto, nada mais natural que, aqueles que estiveram um dia na graduação, saibam exatamente o que se passa pela cabeça dos universitários de  hoje em dia.

O Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena – sabe disso. O Programa de Relacionamento com o Ex-Aluno tem estreitado cada vez mais este contato com profissionais formados no UNISAL. Neste semestre, por exemplo, conta com a ajuda desse mutirão do conhecimento no Programa “Profissional TI Antenado”.  “Durante o encontro,  eles repassam aos alunos dicas sobre como lidar com a área de atuação”, enfatiza Arison Lopes, Ex-Aluno de História e atual colaborador responsável pela iniciativa.

A programação “Profissional TI Antenado” está recheada de novidades.

ti-antenado-ex-aluno-unisal-flavio-ricci (4)

Ex-Aluno Flávio Ricci

No dia 05/09, teve início o 3º módulo do programa. Na oportunidade, o Ex-Aluno de Ciência da Computação, Flávio Ricci, representante da TOTVS (empresa brasileira de software, com sede em São Paulo), falou sobre “Inteligência Financeira para o Equilíbrio Profissional”. A exemplo dos demais participantes, Flávio ofereceu o curso de forma voluntária.

Acredite! Ele tem a certeza de que quem ganhou com a iniciativa foi ele próprio.

“Lá fora a vida real é totalmente diferente do que vivemos nas faculdades. Somente conhecimento técnico não é suficiente para garantir o sucesso profissional. Vejo que o UNISAL, rotineiramente proporciona este cenário interativo, desenvolvendo em seus alunos os chamados ‘Soft Skills’. Isso é muito importante para o sucesso com felicidade na vida deles.” - afirma Ricci.

No dia 19/09, o tema Integração de Sistemas Web com Iot (Utilizando Arduíno) foi apresentado pelo profissional Henrique Buris, do CEMADEN, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais.

Confira as demais datas de atividades:

03/10 – Criando objetivos e gerenciando projetos – Flavio Ricci (TOTVS)

10/10 – SCRUM – Metodologia Ágil de Desenvolvimento de Software – Juliana Conde (Colégio Tableau)

17/10 – Desenvolvimento Web – Alexandre Oliveira (INPE)

31/10 – API Google Maps em Aplicações Comerciais – Mateus Penha (Debugging Consultoria)

07/11 – A Filosofia do sucesso no mundo corporativo – Flavio Ricci (TOTVS)

Você é um Ex-Aluno e quer fazer parte deste projeto? Envie um e-mail para adriana.neves@lo.unisal.br.

rita-maydana-unisal

Rita é formada em Matemática no ano de 2009.

Ela também concluiu o curso de MBA em Gestão de Logística no ano de 2012.

Experiências pessoais e acadêmicas vividas no UNISAL

Sempre digo que se eu pudesse estudaria a minha vida toda no UNISAL. Gosto do ambiente, dos valores e principalmente por ser uma universidade Católica. Quando ainda cursava matemática, tive a oportunidade de ir até o UNISAL de Campinas para apresentar a minha monografia com o título de A matemática presente na Natureza.

Competências que o curso te transmitiu

O curso de MBA me ajudou muito no que hoje faço. Deu-me uma clara visão ao que aplico diariamente no meu trabalho.

 

Valores transmitidos pelo UNISAL

Integração do conhecimento

Diálogo entre fé e razão

Busca contínua da verdade

Formação ética

Espírito de liberdade na caridade

Respeito recíproco

Promoção dos direitos humanos

Histórico profissional e a contribuição do curso

Enquanto cursava a licenciatura já no primeiro ano comecei a ministrar aulas de Matemática em escolas públicas. Ministrei aulas por 5 anos, após esse período fiz um curso de Técnico em Mecânica na ETEP de Guaratinguetá. Após isso, ingressei na Liebherr Brasil, onde o fato de eu ter estudado Matemática me ajudou muito. Com o curso de MBA pude ter um maior entendimento do “funcionamento” de uma empresa e assim pude aproveitar uma oportunidade de promoção na função que estou já há 2 anos – Programadora de Produção.

Fatores de dificuldade e facilidade de inserção no mercado

O curso de Matemática não ajuda tanto quando o aluno não se identifica com a profissão de professor. Isso foi um fator que me fez optar por um curso técnico após a graduação.

juciele-unisal

Juciele é formada em História  no ano de 2007.

Experiências pessoais e acadêmicas vividas no UNISAL

Fui estagiária voluntária no IEV, participei da Mostra de Estágios, de diversas oficinas, das Semanas das Licenciaturas e de trabalhos voluntários junto à Pastoral da Universidade.

Competências que o curso transmitiu

Com o curso de licenciatura, tive professores que ensinaram com seu próprio exemplo o prazer e a importância do ofício de educador.

Valores que o UNISAL transmitiu

Integração do conhecimento

Diálogo entre fé e razão

Busca contínua da verdade

Formação ética

Espírito de liberdade na caridade

Histórico profissional e a contribuição do curso na sua profissão

Durante o curso, estagiei no Colégio São Joaquim, lecionei durante 6 anos em Escolas Estaduais, fui Tutora de EAD em uma faculdade a distância e hoje realizo o grande sonho de trabalhar na área da Educação no Colégio São Joaquim.

Ter concluído a faculdade, ainda que com dificuldades financeiras, me fez crescer como pessoa humana, crítica e profissionalmente. Hoje, depois de 10 anos que me matriculei no curso de História, volto para o UNISAL fazendo Pedagogia e estou gostando muito!

Fatores de dificuldade e facilidade de inserção no mercado

Não é fácil entrar no mercado de trabalho na área da Educação, já que dependemos de concursos públicos quando não temos a oportunidade de conseguir no setor privado. Porém, pode-se lecionar como professor contratado na Secretaria do Estado de São Paulo. As dificuldades, a princípio, são relacionadas à burocracia para iniciar no setor público.

Mensagem para os atuais alunos do UNISAL

O curso de História nos forma educadores, pensadores, críticos e nos faz descobrir que podemos mudar o mundo ao nosso redor e assim fazer a diferença onde vivemos. Muito mais do que um diploma, o conhecimento que é adquirido ao longo da vida acadêmica é algo próprio que ninguém jamais poderá tomá-lo. Nós somos parte da História e nada mais prazeroso do que estudar e saber que é possível resgatar a nossa identidade. Pronto falei! :)

1-encontro-pesquisa-11-08-15-sjose-9

Em 11 de agosto, o 1° Encontro de Pesquisa: Apresentação dos Resultados do Programa de Iniciação Científica  foi aberto pelo Diretor Anderson Barbosa e conduzido, pela Prof.ª Zaida Jova Aguila, que apresentou a Iniciação Científica do UNISAL aos presentes.

1-encontro-pesquisa-11-08-15-sjose-7

Alunos expuseram seus trabalhos de pesquisa e relataram os ganhos pessoais e profissionais adquiridos com a experiência. O encontro também teve a participação do Ex-Aluno Thiago Rodrigues Gonçalves, formado no Curso de Engenharia de Automação em junho de 2015, que falou sobre seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), “Cortador de Gramas Controlado Via Bluetooth: um exemplo de criatividade decorrente das condições criadas pelo confronto com problemas de pesquisa.” Ao final, Eduardo Sartori, Coordenador Institucional de Incentivo à Pesquisa do UNISAL, incentivou os participantes a desenvolverem novos temas de pesquisa.

julio-cosmo-unisal

É no ensino fundamental que um grande profissional começa a ser formado”, revela Julio Cosmo, Ex-Aluno do Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena – Campus  São Joaquim.

A opinião do egresso, formado em 2011 pelo Curso de Ciência da Computação, serve como base para muitos estudantes de escolas públicas e privadas que sonham com uma carreira internacional.

Júlio Cosmo participou do Debate sobre Carreiras, promovido pelo Programa Pra Sempre – Relacionamento com o Ex-Aluno, na sexta-feira, dia 26. Ele falou sobre a trajetória de vida desde o ensino fundamental até os dias atuais à uma plateia no Salão do Júri.

Atualmente, o profissional presta serviço para a Agência Espacial Americana. Até 2016, deve concluir o trabalho em algoritmos de alta complexidade em compreensão de imagem para um dos laboratórios da NASA, o JPL (Laboratório de Propulsão a Jato), localizado em Pasadena, Califórnia, Estados Unidos.

Júlio é o único brasileiro em meio a outros 200 pesquisadores do JPL. “Os 3 satélites que estão em órbita nos enviam dados, criamos ferramentas para desvendar o que seriam essas informações. Esse material é destinado a outros pesquisadores e serve para fomentar pesquisas e melhorias em diversas áreas”, diz Júlio.

O Pesquisador do JPL também presta consultoria para a Microsoft.

Natural de Itanhandu, Sul de Minas Gerais, sempre estudou em colégio público. A professora de Júlio, Gineida Idith Ribeiro Geraldo, diretora da Escola Estadual Professor Souza Nilo, conta que não foi surpresa ver até onde ele chegou.

“Julio era um menino de ouro, cheio de iniciativa e crença nos sonhos”, afirma a docente.

É justamente onde tudo começou que Júlio pretende apresentar o resultado de um trabalho que contribui para o ensino no Brasil.

Desde meados de 2014, ele atua em uma plataforma online chamada “Juntos”, que tem como objetivo gerar valor para educação. “Com ela, podemos ter todas as tecnologias para que o professor não passe o fim do mês corrigindo 400 provas e não tenha tempo para a família. Isso desmotiva o docente”, afirma Júlio.

Sua ex-professora afirma que a ferramenta será muito válida para a instituição, que conta hoje com mais de 1.200 alunos dos ensinos fundamental e médio e  o EJA, Educação de Jovens e Adultos.

Julio Cosmo e o Prof. Walmir Duque

Julio Cosmo e o Prof. Walmir Duque

“Temos um aluno com 5% da visão. Como não há o braile, é necessário fazer adaptação que atenda a este e aos demais estudantes”, revela Gineida.

Os frutos colhidos hoje por Júlio começaram a ser semeados ainda no colégio. Já no UNISAL, criou com outros colegas, um vídeo game com o objetivo de atender os 8 Objetivos do Milênio estipulados pela ONU (Organização das Nações Unidas). Entre 70 mil times no mundo todo, eles ficaram entre os 5 finalistas. “Com o nosso jogo educativo, que tinha o intuito de coletar alimentos que caíam dos helicópteros militares e entregar nas vilas afetadas pela fome, conseguimos arrecadar US$ 5 mil dólares”, revela Júlio. A verba  foi doada à ONU para combater os problemas na África do Sul.

“Sou grato pelo papel que os professores exerceram em minha vida. O docente deve ter o discernimento de despertar vocações e descobrir talentos, foi assim comigo e espero que seja com muitos outros estudantes”, conclui Julio.

Em apenas 2 horas de palestra, Júlio despertou vocações.  No dia do Debate sobre Carreiras, havia mais de 60 estudantes na plateia e alguns deles pretendem seguir os mesmos passos, como é o caso do aluno de escola pública, Aarão Ramos, de apenas de 17 anos. “Quero ser astrofísico e trabalhar na NASA”, conclui o estudante que desde criança já era apaixonado pela física e astronomia.

A TV Vanguarda, afiliada à Globo esteve presente no evento. Veja aqui a reportagem que eles fizeram.

quemmatouopresidente3

O Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena – Campus São Joaquim, realizou no dia 1º de junho, a apresentação da peça Quem Matou o Presidente?

A história mostra as intrigas causadas após a morte do Presidente da República do Brasil. O palco do teatro São Joaquim virou um gabinete presidencial e o cenário de suspeitas das mais variadas. “Além das desconfianças, é preciso pensar em uma forma de minimizar o impacto que a notícia causará à nação em plena crise política e econômica, além de tentar encontrar o autor de um assassinato”, revela o roteirista e diretor da peça, Rafael Noronha.

A pela faz parte da disciplina Consciência Corporal e Ação Docente, do curso de Pedagogia e visa incentivar o aprendizado entre os alunos. A iniciativa partiu de um professor que um dia foi aluno do UNISAL.

Rafael Noronha fez o curso de História entre os anos de  2004 e 2006, na época  tinha um grupo teatral, chamado “Os Astronautas”.  “O teatro sempre fez parte da minha formação e posso garantir que ele modificou minha vida, certamente não seria professor se eu não tivesse a arte cênica desde cedo”, revela Rafael.

A apresentação da peça é resultado de um semestre inteiro de muito trabalho.  É também motivo de superação para alguns alunos/atores. “Vemos o desenvolvimento de alguns universitários no palco, gente que não tinha a coragem de falar, hoje atua  e se desenvolve como futuro docente para os demais colegas poderem apreciar”, conta a coordenadora do Curso de Pedagogia, Maria Aparecida Félix do Amaral e Silva.

O teatro foi apreciado por alunos da Pedagogia, estudantes dos demais cursos de licenciatura e convidados e ex-alunos. “Voltar ao UNISAL e poder dar vida a este trabalho é a realização de um sonho”, afirma Rafael Noronha.

colacao-ex-alunos-2014-1

UNISAL  - Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Campinas, Campus São José, realizou, em 5 de setembro, a cerimônia de Colação de Grau dos formandos 2014 dos Cursos de Administração, Tecnologia em Automação Industrial, Engenharia de Automação e Controle e Engenharia Elétrica – Telecomunicação.

A cerimônia ocorreu no anfiteatro Artêmides Zatti, onde recebeu cerca 400 pessoas. O evento foi um momento de confraternização entre formandos, professores, amigos e familiares. A entrega dos certificados e do histórico escolar foi emocionante e proporcionou a todos os alunos a satisfação de dever cumprido.

A Pastoral da Universidade representada por Lenir Moreira Valério também esteve presente compartilhando um momento de reflexão e oração.

O Diretor de Operações do Campus São José, Prof. Anderson Luiz Barbosa, agradeceu a gestão anterior e ficou muito contente em poder dar continuidade ao trabalho realizado ao longo desses anos. Em seu discurso aos alunos, citou também uma frase de Dom Bosco “Não disse que seria fácil, mas disse que valeria a pena.”

A cerimônia contou com a parceria da empresa Perfil Eventos de Americana.