Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
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Neste ano que se inicia sairá mais um livro de minha autoria, cujo título é Curso de Direito Empresarial”. A fala é do Professor Suhel Sarhan Júnior, Professor do Curso de Direito e da Pós-Graduação UNISAL.

A nova obra, de 646 páginas, é voltada para alunos de Graduação e Pós-Graduação, além de atender aqueles que estão se preparando para Concurso Público e Exame de Ordem.

livro - direito empresarial- suhel júnior-2Alcançar o leitor é o escopo basilar de qualquer livro. Neste espírito foi escrito este Curso de Direito Empresarial, cuja finalidade principal é a de realmente apresentar todo o conteúdo desta disciplina, atualizado com recentes posições jurisprudenciais e também nos ditames do Novo Código de Processo Civil. Na obra é abordado todo o conteúdo programático (Teoria Geral, EIRELI, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Direito Societário, Propriedade Industrial, Títulos de Crédito, Falência e Recuperação de Empresas e Contratos Mercantis e Civis). O resultado culminou neste Curso, que visa atender os anseios tanto daqueles que terão o primeiro contato com a matéria, bem como dos que buscam respostas mais aprofundadas para solução de problemas práticos.

A pré-venda já está sendo feita com desconto neste site.

Currículo – Suhel Sarhan Júnior

Formado em Direito e Mestre pelo UNISAL Lorena. Especialista em Direito Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Cursos de Extensão pela Harvard University (Cambridge) e University of Toronto (Canadá). Professor de Direito Empresarial do Damásio Educacional, nos cursos preparatórios para OAB, Carreiras Jurídicas e Pós-graduação. Professor de Direito Empresarial e Civil nos cursos de Graduação e Pós-graduação do UNISAL Lorena.

Autor das obras “Direito Empresarial à Luz do Código Civil e da Lei de Falência e de Recup. de Empresas”, “Função Social da Empresa e seu Princípio da Preservação”, “Direito Empresarial: Manual Teórico e Prático” e “Curso de Direito Empresarial. Citado algumas vezes pelo Superior Tribunal de Justiça. Agraciado com o prêmio “Láurea de Mérito Docente”, concedido pela Seccional da OAB/SP. Autor de artigos científicos.

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Já nos dias antecedentes você sente uma estranha força te empurrando pra frente. Novos projetos, novos desafios, novas conquistas. Verdade bem posta, velhos projetos e velhos desafios, agora vestidos de branco, com cara de novos.

O primeiro dia do ano surge imponente no horizonte: aberto, convidativo, ensolarado e você sente que pode tudo, é um super herói.

Mesmo com uma dose de etanol além da recomendável circulando nas veias, você mantém a firmeza de propósitos: arrisca uma caminhada mesmo sob um sol inclemente de fritar miolos.

Desembrulha aquele livro que ganhou no amigo invisível quatro anos atrás, lê a introdução e promete que neste ano vai ler mais, muito mais, o que não será tarefa difícil, já que não leu absolutamente nada no ano que se foi.

Também jura que cuidará mais dessa carcaça maltratada que carrega sua alma involuída: até arrisca uns abdominais no chão do banheiro.

Mas tamanha energia e obstinação se assemelham aos círculos que a lagoa gera no mergulho de uma pedra: cada vez mais fracos e distantes do foco original.

O teste de fogo é a primeira segunda feira do ano. O ímpeto arrefece e é quase impossível expulsar da cabeça aquele pensamento traiçoeiro:

“Ah, o ano está apenas começando, ainda há muitos dias para tirar o atraso e cumprir as promessas do ano novo, é só hoje, amanhã eu retomo o ritmo das coisas…”.

É a primeira semente do pé de vendaval: logo você estará procrastinando metas para a próxima segunda, para depois do carnaval, para o sábado (de aleluia), para o próximo mês, para depois do aniversário… E quando se dá conta, nos escombros de outubro, o ano seguinte começa a lhe acenar maroto, como um amigo sumido que te conhece melhor do que ninguém e você finge que aquele sorriso de escárnio não é com você.

Mas logo dezembro chega de novo, e você acredita, com razão, que tudo pode ser diferente, a despeito das evidências constrangedoras do seu passado recente.

Alguns evolucionistas dizem que isso é fruto de uma tendência ancestral de poupar energia que nos move a ficar imóveis, mesmo com tanta disposição inicial de cumprir as novas velhas metas.

Psicólogos dizem que estamos em eterno conflito entre o nosso eu cognitivo (aquele que deseja aprender inglês, emagrecer, comer mais espinafre, ler livros e levar uma vida mais saudável) e aquele ser das cavernas que habita um espaço imperscrutável lá pelos rincões basais do prosencéfalo: as forças inconscientes que impactam na maior parte das decisões que tomamos.

Não, não é fácil, mas é sempre possível vencer a si mesmo, romper com velhos hábitos, sair da letargia e (aleluia!) riscar da lista de pendências aquelas metas que você vem rescrevendo há vários réveillons.

E nem precisa ser primeiro de janeiro (em várias outras culturas o primeiro dia do ano é comemorado em outra data do calendário). O primeiro de janeiro pode ser todo dia ou pode ser nunca. A decisão é sempre sua.

Mãos à obra, e feliz ano novo!

Alexandre Correa Lima se formou em Direito no UNISAL Lorena em 1994. Atualmente é administrador e palestrante.

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Todos queremos ser jovens para sempre!

Ao ouvir isso pode vir em nossa cabeça coisas como: “mas não devemos ficar querendo ser jovem”, “devemos ser o que somos”, “precisamos aceitar a idade que temos”, “cada idade tem suas dificuldades e suas alegrias” etc. etc. etc. Mas não. Não é nada disso. Ser jovem no sentido apresentado é ir além, é buscar o amanhã, é apaixonar-se pela vida. Ser jovem é ter “um moleque morando sempre no seu coração. Toda vez que adulto fraqueja o menino te dá a mão!”, relembrando o poeta.

Dizer que todos queremos ser jovens, nos nossos dias pode parecer estranho. Quantas vezes nos deparamos com situações onde adultos teimam em ser crianças. Mães e pais que se vestem como filhos e filhas, pais que ensinam seus filhos a ter comportamentos que parecem mais de animais do que de crianças. Surgem conceitos novos que, valorizados, estão presentes na fala do jovem o tempo todo. Agora a moda é ser “safadão”, “metê o loko”, “tá favorável”, e mais uma variedade de frases, termos e memes que mostram com despropósito a transitoriedade da vida. E mais, até uma certa indiferença quanto ao correto, ao bom, ao belo. Contudo, ser jovem aqui não tem nada a ver com isso.

Mas então quem é o jovem? Por que ser jovem pra sempre? O que o jovem tem a nos ensinar? Em que ser jovem pode me tornar uma pessoa melhor? E mais, o que o jovem tem que não podemos deixá-lo esquecer? A criança, o adolescente, o jovem, enfim todo aquele que ainda não alcançou a vida adulta não tem raízes, raízes no sentido de aquilo que o prenda, que o fixe. Ou seja, ele ainda não tem o que o prender. Claro que tem a educação da família, a escolarização, os valores, as regras sociais, mas não algo que vá além disso. O jovem é nômade, está sempre a procura, está sempre indo ao encontro, ao encontro do mundo, de descobrir o que não sabe, de reinventar o que já descobriram, de ver de outra forma aquilo que já foi visto, de descobrir o outro, de se abrir para conhecê-lo, de encontrar sua realização, de dar novo sentido às coisas e à vida, de encontrar a si mesmo.

O jovem tem esperança, esperança de mudança, tem um encanto pela vida que em geral o adulto vai perdendo. Quer deixar sua marca, ser único, fazer diferente, dar sua contribuição, ser reconhecido pelos seus feitos, inclusive para se sentir pertencente ao mundo adulto. Ele encara as coisas e procura um sentido para elas, um sentido ao que ele faz. Busca ter prazer no trabalho e na vida. Quer se encantar pelo que estuda. Enquanto que o adulto já compreendeu todos os sentidos, já entendo como as coisas funcionam, sabe como dar um “jeitinho” em tudo, esquece que há sempre um modo diferente de fazer as coisas. O adulto as vezes esquece o sabor das coisas, deixa de apreciar a riqueza do momento, já não vê com o mesmo frescor a vida.

O adulto tende a achar que sabe tudo e que deve ser ouvido e obedecido pelo simples fato de ser adulto. Ele zela mais pela estabilidade: “Aqui as coisas sempre foram assim”, “não adianta que nada melhora, nada muda”, “espere até passar um tempo e você vai perceber que não adianta”, “melhor deixar assim, vai que fica pior”, “em time que está ganhando não se mexe”.

Os valores para o adulto são sempre condicionados. Não consegue mais entregar-se todo ao momento. Ele tem outros valores que são importantes e isso o torna mais imóvel, imobilidade que pode ser transitória, mas que muitas vezes cai no comodismo. Cria-se uma zona de conforto, na qual é mais fácil deixar do jeito que está, pois mudar implica sair do lugar. Nesse sentido o jovem é uma pedra no sapato. Enquanto um diz que tudo está bom do jeito que está, ou tudo está o melhor que pode ser, o jovem é uma pessoa sem muita “experiência”, propõe fazer as coisas diferentes, mudar, deslocar para um outro modo. Quer tentar, quer fazer sua história, sem medo de bater cabeça. Seu orgulho não é ferido pelo erro, e sim por dizerem que ele não pode.

Um exemplo muito simples disso é a vida profissional. Valores como realização, liberdade, salário valorizado, realização pessoal são importantes tanto para o jovem quanto para o adulto. Contudo, um jovem que mora sozinho, ou ainda mora na casa dos pais, pode se dar ao luxo de estar insatisfeito com o trabalho e discutir com o patrão, fazer críticas às ações da empresa, já que não tem tantas coisas que o prendam, não tem grandes responsabilidade ou contas inadiáveis a pagar. É diferente de um pai ou mãe de família com dois filhos que dependem do emprego para o sustento, que tem responsabilidades como aluguel, prestação da casa, despesas escolares. Enfim, com certeza esse último pensará duas vezes em suas atitudes e as consequências em sua vida.

Mas, o jovem cresce, e começa a aprender a dar respostas prontas e ditas certas, que existe sempre um modo de fazer tudo, que sempre fizeram assim, que dá trabalho mudar, que as coisas não melhoram do dia para a noite e que para melhorar seria muito difícil. E daí vamos convencendo o jovem que não há outra forma se não continuar a fazer o mesmo, do mesmo jeito. Vamos convencendo o jovem a deixar de ser jovem, convencendo o jovem que, como diz a poetisa Veronica A. Shoffstall no texto Menestrel (atribuído erroneamente a Shakespeare), sonhos são bobagens, mas seria uma tragédia se eles acreditassem.

“Todos querermos ser jovens para sempre”, é isso! É mantermos viva nossa esperança, esperança de um mundo melhor, de um jeito diferente de fazer tudo. É não deixar que a rotina nos engula, que a vida se torne um peso, que não percamos nossas ambições. É deixar falar em nosso coração “a amizade, a palavra, o respeito, o caráter, a bondade, a alegria e o amor”, “não aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal…”.

E, além das palavras emprestadas do poeta, que não deixemos morrer o moleque que mora em nós e, principalmente, o moleque que mora no jovem!

Paulo Pereira concluiu os cursos de Filosofia e Pedagogia. Atualmente é Professor e Assessor Educacional.

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Considerado um dos Cursos mais tradicionais e, ao mesmo tempo, inovadores da Região, o Direito do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena, não teve dificuldades em trazer para a 31.ª Semana Jurídica grandes nomes do campo jurídico.

O evento reuniu, entre 29 de agosto e 2 de setembro de 2016, mais de 1.000 alunos no Teatro São Joaquim, que virou palco para a reflexão sobre a prática da profissão.

Segundo a coordenação, foram dez palestras sobre inúmeros temas, entre eles, os “10 anos da Lei Maria da Penha e a luta contra a violência doméstica”; “Reflexos do novo Código de Processo Civil no Processo do Trabalho”; “Lei antiterrorismo nº 13260/2016”.

Na abertura do evento, o Coordenador e Ex-Aluno “5 Estrelas” do Curso, Prof. Bruno Creado, destacou a importância da participação de todos do UNISAL. O palestrante Dr. Anis Kfouri abordou o tema: “Sucesso na arte de advogar: dicas e reflexões. No período noturno, Alunos, comunidade e Professores do Curso assistiram a palestra “Reflexos do Novo Código de Processo Civil no Processo do Trabalho”, com o Dr. Leone Pereira.

A 31.ª Semana Jurídica também trouxe à casa salesiana o Ex-Aluno de Direito, Dr. Vinicius Maximiliano Carneiro, que integrou a equipe de palestrantes. A missão de falar sobre o “Financiamento coletivo à luz da diversidade jurídica brasileira”, foi apenas um dos desafios na carreira do egresso. Ele é o primeiro profissional a destacar o tema no país. “Tratar juridicamente o assunto no Brasil, incluindo a edição de um livro (o primeiro do Brasil) sobre o tema crowdfunding, me deixa muito orgulhoso, é um assunto jovem em nosso mercado nacional. Sempre gostei de me dedicar a temas “novos” do direito, desde a propriedade intelectual de produções audiovisuais e música, até software pirata e compras coletivas. Mas ao que tudo indica foi no financiamento coletivo que resolvi produzir conteúdo mais consistente para compartilhar com outros profissionais que se interessem pelo tema”, afirma Vinicius.

Em ano de eleição, outro tema discutido foi “O financiamento das campanhas eleitorais.” A última palestra do evento foi ministrada pelo juiz substituto do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Paulo Sérgio Brant de Carvalho Galizia.

Além da reflexão, a Semana Jurídica também aproveitou a ocasião para praticar a solidariedade. A organização pediu a doação de um quilo de alimento não perecível para ser entregue na Pastoral da Universidade como comprovante de inscrição. Foram arrecadados 800 quilos de alimentos, entregues para obras sociais da cidade.

Foto: Antonio Sávio

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Projeto completa 1 ano com a participação de 1.500 pessoas

Ativa é o nome que se dá as atividades realizadas mensalmente na Biblioteca do UNISAL. O projeto completa neste mês de setembro o primeiro ano de existência. Cerca de 1.500 pessoas participaram das oficinas, palestras, workshops, exposições e outras ações.

Como parte da programação, a Biblioteca Ativa também iniciou, em 2016, o Lançamento de livros de Professores, Colaboradores, Alunos e Ex-Alunos do UNISAL.

“A intenção é mostrar que é possível transformar o conteúdo aprendido em material relevante e nossa comunidade acadêmica em modificadora da sociedade”, destaca Fátima Medeiros, coordenadora da Extensão do UNISAL.

Dois Ex-Alunos e, agora, Professores do UNISAL, aceitaram o desafio de dividir com a comunidade acadêmica e externa os seus livros.

Lançamentos de livros

lançamento livro Milena Sellmann UNISAL (18)No dia 15 de setembro, a Professora dos Cursos de Mestrado e de Direito do UNISAL Lorena, Milena Zampieri Sellmann, lançou seu novo livro: O “ISS no Contrato de Franquia” na Biblioteca. O evento foi acompanhado por Alunos, Professores e Colaboradores UNISAL.

Advogada tributarista, ela contou que trabalhou com um olhar diferente para concluir a obra. O ISS é um tributo de competência dos municípios e Distrito Federal e incide sobre a prestação de serviços.

“Eu busquei mostrar em minha obra ser inconstitucional a cobrança, pois não há nesse processo o produto final, ou seja, o serviço. Sendo assim, não cabe a cobrança, tal medida, fere um direito social”, revelou a autora, durante sua apresentação.

Os contratos de franquia empregam milhares de pessoas. O sistema de franchising se tornou bastante popular ao longo das últimas décadas no Brasil. A ideia de se valer de uma marca já conhecida e respeitada no mercado atraiu pequenos e grandes empresários com o objetivo de abrir suas próprias empresas.

O livro da Professora Milena contém 195 páginas e foi lançado pela Editora CRV. A edição está sendo vendida a R$45,90 pelo site www.editoracrv.com.br.

Dos tributos para a história…

lancamento livro Diego Amaro UNISAL (40)A senhora do Café, Maria Joaquina de Almeida, ganhou um livro sobre sua trajetória. O lançamento no UNISAL também ocorreu dentro da programação da Biblioteca Ativa no mês de agosto. No dia 18, o Professor Diego Amaro de Almeida, contou aos presentes um pouco mais sobre a construção do livro, os bastidores e a trajetória da mulher, considerada a Matriarca do Café.  O autor da obra falou sobre o que o motivou a investir na história do gênero e na vida de Maria Joaquina.

“Muitas pessoas foram importantes nesse processo de amadurecimento da pesquisa, ver todo esse conteúdo concretizado, é um orgulho”, revelou Diego, ao longo de sua apresentação.

A história que se passa no período do café, século XIX, busca descrever os anseios da mulher do passado, que, em muitos casos, se assemelham à mulher do futuro. O livro articula a história de vida da fazendeira à conjuntura econômica do período de formação e consolidação da cafeicultura em Bananal (SP).

O livro, lançado e produzido pela Editora Mariana Bastose e impresso pela Editora Santuário, está sendo vendido a R$35,00 e pode ser adquirido pelo e-mail diegoamaro23@gmail.com.

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Eu admiro Bill Gates. Se eu pudesse votar para a Personalidade do Ano todos os anos, Gates teria o meu voto. Deixe-me explicar o porquê.

Há alguns anos atrás, Gates fez uma transição importante e potencialmente difícil, aos 52 anos, deixando a posição de CEO da Microsoft e dedicando-se cada vez mais a parte do seu tempo e energia para a Fundação Bill e Melinda Gates. É uma mudança de foco, passando de definição da estratégia da Microsoft para uma estratégia mais ampla para melhorar a vida dos mais necessitados ao redor do mundo.

De muitas maneiras, Gates representa “o melhor de nós” – não é só o que ele está fazendo, mas como ele pensa sobre o que ele está fazendo. Ele é um geek curioso e quer encontrar problemas interessantes para resolver. Ele acredita que pessoas inteligentes e auto-motivadas trabalhando juntas podem fazer a diferença. Bill Gates reflete as melhores qualidades de uma geração que cresceu procurando por formas inovadoras para se aplicar a ciência e a tecnologia para impactar a nossa vida cotidiana de forma predominantemente positiva.

O foco principal da Fundação Gates tem sido a de explorar formas de reduzir as doenças comuns, tais como a malária e o rotavírus que afetam a maioria dos pobres no nosso mundo.

Mais de uma década atrás, Bill e Melinda leram um artigo sobre milhões de crianças que morriam a cada ano nos países pobres devido às doenças que foram eliminadas há muito tempo nos países desenvolvidos. Uma doença que nunca tinha sequer ouvido falar. O rotavírus foi literalmente matando meio milhão de crianças a cada ano.

Aqui está uma seção de uma carta de Bill e Melinda Gates:

Nós pensamos: Isso tem que ser um erro de digitação. Se uma única doença que estava matando muitas crianças, teríamos ouvido falar dele, porque ele teria sido notícia de primeira página. Mas não foi um erro. Nós não poderíamos fugir da realidade brutal no nosso mundo de hoje, algumas vidas são vistas como vale a pena salvar e de outros não. Nós dissemos a nós mesmos: “Isto não pode ser verdade, mas se é verdade, ela merece ser a prioridade da nossa doação.”.

O engajamento deste grande homem comprometido com o melhor dos esforços com a Fundação, o faz um líder diferenciado em todos os aspectos. Ele percebe que está em uma posição especial para ver problemas como o descrito acima e formular um plano apoiado por recursos para fazer algo sobre isso. No entanto, ele não se vê transversalmente como um benfeitor. O que o excita é sobre o mundo sem fins lucrativos que é semelhante ao que ele gozava na Microsoft – encontrar e trabalhar com pessoas inteligentes que estão realmente engajadas em questões e problemas.

Tanto quanto eu aprecio os objetivos da Fundação, encontrei-me em admirar Bill Gates como uma pessoa durante os últimos anos de minha vida. A verdade é que enquanto ele estava trabalhando no desenvolvimento de software, ele também trabalhou no desenvolvimento de si mesmo. Ele evoluiu para um modelo e um líder, sendo atencioso e educado. Em uma versão mais jovem teria sido imprudente e impetuoso.

Outro motivo pelo qual admiro Bill Gates é porque, embora ele pudesse gastar toda sua fortuna em coisas inúteis, ele não fez. Ao invés disso, ele investiu no combate contra a fome na África, investiu em projetos promissores que trabalham em busca da cura da AIDS, e disponibilizou recursos para escolas que precisavam implementar a tecnologia aos seus alunos.

Embora ele próprio usufruiu do dinheiro que ele fez, ele ainda está tentando fazer do mundo um lugar melhor. Eu penso que, se pararmos por apenas um segundo e considerarmos o que Bill Gates tem como plano para os grandes problemas do nosso mundo, e se fizéssemos o mesmo com os recursos que temos, o mundo seria um lugar muito melhor. Gates, que me dá esperança em um momento em que as pessoas encaram o trabalho afim de obterem somente ganhos materiais, tendo como pessoas inspiradoras, líderes que não são líderes. Confesso que Gates é diferente. Ele merece admiração genuína, em minha opinião. Ele é mais do que uma pessoa focada nos maiores problemas ao redor do mundo. Ele é um tanto realista e otimista.

O retrato que fica aqui, não é a marca “Bill Gates” e sim do ser que se tornou um líder mundial e um homem singular.

Júlio César Cosmo concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2011. Atualmente é empreendedor.

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Ex-Aluno desenvolve aplicativo sobre levantamento de dados no Brasil.

Muitos são os dados estatísticos divulgados pela imprensa, mas ainda há quem diga nunca ter visto um pesquisador na rua.

É para responder a essa dúvida, que surge a Startup Lean Survey.

O campo de exploração é bem fértil. De um lado, um grande mercado com organizações que precisam contratar serviços de pesquisa sobre vários segmentos. De outro, o usuário que faz um cadastro, coloca em prática as missões recebidas e dá vida às pesquisas na sua região por um benefício.

A startup já tem faturamento, obteve investimento e mostra que é possível fazer um levantamento com eficiência e rapidez, aponta reportagem da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios.

A empresa foi fundada por Alessandro Andrade e Fernando Salaroli, quando ainda eram alunos da USP. Em princípio, a ideia era apenas movimentar uma rede social em que você pudesse ter acesso aos dados de localização e entretenimento de seus amigos. “Os erros cometidos no outro negócio nos mostraram o que não fazer. Dessa vez, fizemos um plano de negócio e validamos vários pontos no mercado” – diz Alessandro para a PEGN.

lean-survey-marcos-pauloAo concluir que a Lean Survey tinha condições de ir longe, os novos empresários foram em busca de outro sócio. Eis que a qualificação ideal encontrou com a oportunidade. O graduado em Ciência da Computação pelo UNISAL Lorena, Marcos Paulo, foi convidado a integrar o time.

Ele é responsável pela criação da infraestrutura tecnológica, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, além de atuar no desenvolvimento de aplicações mobile e web.

[Aviso de spoiler]:  ”A partir de setembro vamos lançar uma versão 2.0 Android e IOS.” – adianta o Ex-Aluno.

A empresa ganhou destaque na mídia após uma manifestação contra o governo da presidente Dilma Rousseff em 12 de abril de 2015. Tanto que já foi pauta de sites como Draft, O Estado de SP, Revista Gol, Brasil Econômico, Portal Administradores, Catraca Livre, Terra, Ligado na Facul, PEGN, dentre outros.

Segundo os empresários, em situações  como essa foi possível provar a eficácia do sistema. “Conseguimos compilar os dados com mais rapidez que os institutos de pesquisa. Nossos resultados foram semelhantes aos deles, o que mostrou que somos confiáveis” – declara Alessandro.

Alessandro ainda apresenta mais detalhes de sua empresa.

Para o nosso usuário, a Lean Survey é um aplicativo de smartphone que paga dinheiro em troca do usuário entrevistar outras pessoas. Veja como fazer parte deste grupo de mais de 12 mil pesquisadores espalhados pelo Brasil. lean-survey-1

1. O usuário poderá se cadastrar em nosso site www.leansurvey.com.br e baixar o aplicativo na PlayStore.

2. Quando houver uma pesquisa para realizar na cidade/região que aquele usuário se encontra, ele receberá pelo e-mail  um convite para uma missão.

3. Esse convite vai dizer o que o usuário tem de fazer. Geralmente, as missões são para ele ir até um local e entrevistar pessoas de um determinado perfil (gênero, idade, classe social etc.), utilizando um questionário padrão que a empresa irá fornecer.

4. Se o usuário aceitar o convite, ele terá que passar por um treinamento em que será ensinado como ser um pesquisador, como abordar as pessoas para a entrevista, como se comportar durante a abordagem e conversa, o que fazer, o que não fazer etc.

5. Após essa etapa, ele fará uma prova rápida em que responderá algumas perguntas sobre o treinamento que fez. Se o usuário passar nessa processo, estará pronto para começar a realizar as entrevistas.

6. A empresa concede ao usuário pagamento por entrevistas que ele vier a fazer e que esteja de acordo com o objetivo da missão. Além disso, elas deverão seguir as diretrizes do treinamento. Geralmente, a pesquisa dura de uma a duas semanas, e um usuário poderá trabalhar de 1 a 2 dias em cada levantamento.

A partir de agora, todos podem ser pesquisadores. Faça parte dessa iniciativa inovadora! Aproveite para curtir a Fanpage da empresa.

 

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Há alguns dias tive o prazer de assistir pela primeira vez esta linda obra chamada Colegas, fiquei encantado pela jovialidade, carisma e espontaneidade dos protagonistas.

De imediato fica em evidência o fato de todos os três serem pessoas com síndrome de Down, mas engana-se quem pensa que o filme foca apenas neste tema.

Muito pelo contrário, o longa-metragem brasileiro, lançado em 2012, e dirigido por Marcelo Galvão e com a participação de Lima Duarte e outros artistas, destaca de maneira incrivelmente sensível e poética o amor pela liberdade, a celebração das amizades e a realização dos próprios sonhos.

No início percebemos o ambiente institucional em que os jovens residem, um centro para pessoas com deficiência, bem seguro, protegido e controlado, mas que dificilmente dá abertura para estes serem independentes. Após conviver por tanto tempo sob este regime, o inconformismo de Aninha, Márcio e Stalone rompe barreiras. Eles fogem do instituto, se fantasiam e saem pela estrada com um carro vermelho rumo a uma intensa jornada de desbravamentos e descobertas pessoais.

Nesta situação podemos pensar o quanto nosso Ego (Eu), essa parte que nos dá identidade pessoal, ou seja, nossa personalidade consciente é governada pelo medo de sair da zona de conforto e interagir com o desconhecido, mesmo que seja para nosso próprio benefício (JUNG, 2008).

 A descoberta dos potenciais inexplorados em nós mesmos causa medo e receio, afinal não sabemos quais serão os resultados e consequências de novas ações, mas a partir da força de vontade e coragem podemos dar um primeiro passo e descobrir o que este grande mistério nos reserva.

Essa situação pode ser representada no filme pelo modo como a sociedade, a mídia e as forças policiais identificam os três jovens, os retratando de forma criminosa e marginalizada, tal como se fossem bandidos perigosos e violentos. Tudo numa tentativa de impedir a jornada dos mesmos.

Muitas vezes a existência de um adversário que surge para impedir a continuação de nosso caminho ou projetos pessoais não se encontra no lado de fora, mas sim em nosso interior.  Este é a nossa Sombra, que reúne os aspectos mais desagradáveis e moralmente inferiores de nossa personalidade, sendo por isso rejeitados da consciência (JUNG,2008). Estes elementos numa tentativa de serem reconhecidos em nossas vidas podem aparecer de maneira distorcida e destruidora, tal como atos inconsequentes e prejudiciais, sintomas psicológicos e até mesmo como figuras ou situações monstruosas nos sonhos.

Para tanto, ouvir e compreender o chamado dos impulsos mais naturais da psique é fundamental para uma maior qualidade de vida e saúde emocional. Estes desejos tão intensos de crescer na vida e quebrar as barreiras do conformismo são mobilizados pela essência mais importante de nosso ser, o Self (Si-mesmo), o centro de nossa personalidade e principal responsável por nos guiar para um maior equilíbrio em relação à vida (JUNG, 2015).

Dentre as vontades pessoais perseguidas pelos três heróis desta jornada são destacadas três coisas simples: o desejo de Stalone de ver o mar, o de Aninha de se casar com um cantor e o de Márcio de voar pelos céus.

Em meio à busca pela realização de tais metas, os jovens se envolvem numa série de confusões e atos escandalosos, como assaltar lojas de conveniência com uma arma de brinquedo tal como nos filmes que Stalone assistia, sendo para eles nada mais que uma espécie de “brincadeira inocente”, não ferindo ninguém no processo.

Tudo isto com a finalidade de continuarem a aventura, enfrentando todo tipo de situação e dificuldade que aparecia pelo caminho da forma mais criativa possível.

A jornada da trupe continua até conseguirem realizar o desejo de Stalone e chegarem até o mar, onde caminham pela praia e passeiam de barco. É interessante destacar que nos estudos da psicologia, a água é um símbolo dos sentimentos e do inconsciente (aquilo de que ainda não temos consciência, ou seja, o que ainda está submerso e abaixo da superfície), pois tal como o líquido os sentimentos são fluídos e dinâmicos, podem ser calmos ou tempestuosos, podem tomar diferentes formatos e permanecem em constante movimento, assim como a água os sentimentos são a fonte da vida, da renovação e da transformação (EDINGER, 2006).

Após este encontro dos personagens com o mar (sentimentos/inconsciente), Márcio tem um sonho em que voa em um balão. Tal cenário acaba sendo indicador de alguns papéis fundamentais que os sonhos têm em nossa vida, muitas vezes compensando nossos desejos mais profundos que ainda não foram concretizados no mundo real, nos preparando à possibilidade do acontecimento se realizar no futuro e apontando à resolução de problemas de nossa vida de forma criativa e lúdica, contribuindo imensamente para nosso equilíbrio psicológico e qualidade de vida (WHITMONT; PERERA, 1995).

O próximo desejo realizado é o de Aninha, casar-se com um cantor. Porém, após uma série de eventos a situação segue outra direção e a jovem casa-se com Stalone, que a admirava secretamente, vivendo um belo caso de amor.

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Podemos entender que somente após o confronto com os próprios sentimentos é que se abre a possibilidade de vivenciar um relacionamento amoroso com o outro, deixando que aspectos mais amadurecidos da personalidade possam conduzir ambos os parceiros a uma relação saudável, respeitosa e duradoura (JOHNSON, 2009).

Por fim antes da realização do último desejo, a vontade de Márcio de voar pelos céus, este acaba sendo baleado num abordagem feita pelos policiais para prender os jovens.

Em tal momento, podemos entender que o acontecimento representa a vivência de uma morte simbólica, o encerramento de um ciclo, dando abertura para um novo recomeçar, carregado de inúmeras possibilidades, padrões de comportamento e metas pessoais (JUNG, 2008).

Ao perceber que o ferimento não foi tão grave, Márcio é acordado por Stalone, indicando que eles estavam num avião voando de volta para casa, o que traz imensa alegria ao rapaz ao ver seu desejo realizado.

 No final da aventura a mudança de perspectiva em relação ao mundo e a própria vida se altera completamente. Novos horizontes são percebidos e diferentes potencialidades e aspectos da personalidade são reconhecidos e convidados a fazer parte de nossa realidade consciente, deixando de ser sombrios e saindo do campo da inconsciência.

Uma jornada que permite tal despertar não precisa se dar necessariamente no mundo exterior, mas sim dentro de cada um de nós, numa atitude de “olhar para dentro” e ter coragem e a sensibilidade para aceitar e reconhecer o que existe em nosso interior.

Por fim, podemos perceber que o filme é um retrato da liberdade pessoal que existe em qualquer pessoa, tenha esta deficiência ou não, além de apontar o quanto nossa atitude frente às possibilidades da vida são fundamentais para a concretização de nossos sonhos e da nossa realização enquanto seres humanos carregados de desejos.

Thiago Ribeiro Borges concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 2013, em que obteve o título de Universitário 5 Estrelas. Atualmente é pesquisador e professor.

Atualmente ele está oferecendo o curso “Criativa – Desenvolvendo o pensamento criativo no trabalho, nos estudos e no dia a dia”Clique aqui para mais informações.

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De um lado, professores da rede básica de ensino com um dilema: serem detentores de conhecimento. De outro, alunos com notas baixas. Apesar de estarem tão próximos todos os dias, o abismo entre esses dois mundos é grande.

As estatísticas do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (IDESP) apontam que em todas as etapas do ensino básico, alunos ainda estão abaixo das metas estabelecidas. O índice une as avaliações de português e matemática às taxas de aprovação, reprovação e abandono escolar, a serem alcançadas em 2030. Os dados são referentes a 2015.

O desempenho do fundamental 1, fundamental 2 e médio está muito distante da meta estabelecida pelo governo para daqui pouco mais de uma década.

É neste contexto caótico que o Professor e Ex-Aluno de História do UNISAL Lorena, Mestre em Educação: História, Política, Sociedade pela PUC (SP), Davi Coura, resolveu investir em uma ideia inovadora e até engraçada.

Com história na cabeça e musicalidade no sangue e no violão, ele apostou na Empresa “História É Show”. Fundada em 2010, ele faz da vida de empresário a oportunidade de trabalhar temas de forma lúdica para colorir o mundo da educação.

Pode até ser tímida a proposta quando ela se depara com dados alarmantes e que mostram a profissão de professor como sendo uma das menos desejadas por quem hoje é aluno. Davi sabe que o desafio da educação brasileira não se resume apenas em incentivar crianças e adolescentes a aprender. Exige, também, encontrar quem se disponha a ensiná-los.  Hoje, segundo pesquisa denominada “A Atratividade da Carreira Docente no Brasil”, o magistério brasileiro segue caminho inverso ao de países desenvolvidos, apenas 2% dos estudantes do Ensino Médio querem seguir essa carreira.

Bons salários, ensino de excelência e reconhecimento social são fatores essenciais para quem deseja aprender e ensinar em sala de aula.

Davi é um apaixonado pela docência e tem na alma esses quesitos acima. Resolveu usar dessa qualidade para cativar novos estudantes a tornarem realidade os seus sonhos pessoais e profissionais, sejam eles ligados ao setor da educação ou não.

A “História é Show” traz para os ambientes acadêmicos (Fundamental, Médio e Superior), os links da História antiga com a contemporânea. Como ele faz isso? Utiliza música, teatro e jogos para uma aprendizagem mais instigante e prazerosa.  “Você tem de inserir o Aluno no conteúdo sem que ele perceba que aquilo é muita informação ou que se torne algo difícil de ser compreendido”, diz  Professor Davi.

Quem já viu as apresentações do professor Davi aprovou a ideia.

“Viver essa experiência foi, com toda a certeza, um momento de recordação  de vários conteúdos. Com a utilização da música, fica fácil memorizar tanta informação.” – afirma um dos estudantes do 3º Ano do Ensino Médio na página da empresa.

Você também quer saber mais como o professor Davi compõe as músicas, conta histórias cantando e ensina? Então clique aqui e acesse o site!

 

Livro-Diego-Amaro

 Lançamento oficial do livro do Ex-Aluno aconteceu em Bananal, onde ela passou a maior parte da vida

A trajetória da mulher, considerada a Matriarca do Café e da cidade de Bananal, ganhou uma versão atualizada. A obra “Maria Joaquina de Almeida, a Senhora do Café”, teve o lançamento oficial no dia 23 de julho, na Fazenda Boa Vista, em Bananal (SP), residência oficial da mulher que dá nome ao livro.

Dezenas de pessoas, entre família, amigos, turistas estiveram presentes acompanhando a apresentação oficial do projeto.

O Professor, Mestre em História Social, Diego Amaro de Almeida, autor da obra, falou por cerca de 30 minutos sobre o que o motivou a investir na história do gênero e na vida de Maria Joaquina.

“Foram muitas vindas à Fazenda, e algo sempre me instigava a ir além. Até que uma grande amiga, Graziela Silva, disse-me: você deve escrever um livro. Então, dediquei-me ao projeto”, revelou Diego.

Acompanhado de sua irmã mais nova, Maria Clara, Diego fez questão de agradecer aos presentes pelo apoio e incentivo à pesquisa.

A mulher que dá nome ao livro morreu ainda no século XIX e também já não tem mais parentes vivos, ainda assim, está presente em cada parte de Bananal. A história que se passa no período do café busca descrever os anseios da mulher do passado, que, em muitos casos, se assemelham à mulher do futuro. (Leia mais sobre o livro abaixo.)

O Pesquisador do UNISAL e também Ex-Aluno também destacou a importância do apoio da instituição, do IEV (Instituto de Estudos Valeparaibanos), da Academia de Letras, da Fazenda Boa Vista, da Editora Mariana Bastos, aos professores e Colegas do UNISAL e, em especial, à família, para a construção do livro, e para que esta publicação pudesse perpetuar a história de uma cidade que já liderou a economia por meio da cultura do café e hoje é lembrada pela sua pacatez colonial.  “Esse livro não é somente meu, é também de muitas pessoas que estiveram e estão comigo desde antes desse projeto nem pensar em ser um livro. Essa obra é de todos vocês”, disse Diego Amaro.

A apresentação também contou com a participação bem-humorada do Professor, Coordenador do Curso de História do UNISAL Lorena e amigo pessoal do autor, Antonio Tadeu de Miranda. “Parabenizo ao escritor Diego Amaro pela insistência em escrever sobre algo tão distante de nós, mas que guia nossos dias até hoje, parabéns por acreditar na história”, disse Tadeu.

Após a apresentação do livro, houve uma sessão de autógrafo e muitos registros fotográficos.

O autor já pensa na próxima obra, a lenda de Maria Augusta, conhecida popularmente como sendo a “loira do banheiro”.

Maria Joaquina de Almeida, a Senhora do Café Diego

Sobre o livro

“Maria Joaquina de Almeida, a Senhora do Café”, é resultado do trabalho que teve como intuito documentar, analisar e compreender melhor a vida dessa mulher, fazendeira  de café do Vale do Paraíba, à luz dos preceitos emanados da História de Gênero.

Maria Joaquina viveu na segunda metade do século XIX, viúva do Comendador Luciano José de Almeida, rico cafeicultor bananalense que fez fortuna no segundo quartel daquele século, ficou conhecida popularmente como a “Matriarca de Bananal”.

O livro procura-se articular a história de vida da fazendeira à conjuntura econômica do período de formação e consolidação da cafeicultura em Bananal (SP), e assim entender como se deu sua atuação como administradora destes negócios no âmbito das relações sociais que regravam a atuação das mulheres naquele período.

“Apresentamos um retrato da mulher e o seu contexto social, especificamente em um espaço regional, caracterizado pelo período de ouro do desenvolvimento econômico do café no Império do Brasil, numa sociedade marcada pela estrutura patriarcal. Nesta sociedade, por várias vezes a mulher precisou romper limites, adequar situações, superar determinações fixadas em um imaginário em que prevaleciam as regras elaboradas e estabelecidas como padrão a partir do universo masculino”, afirma o professor.

O livro, lançado e produzido pela Editora Mariana Bastos, e imprimido pela Editora Santuário, está sendo vendido a R$35 e pode ser adquirido pelo e-mail diegoamaro23@gmail.com.

Sobre o autor

Diego Amaro de Almeida, Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2014), Licenciado em História pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo (2009). Atualmente é Professor de Sociologia e de Políticas Públicas e Legislação Educacional do Centro UNISAL de Lorena (2014), Pesquisador do Portal valedoparaíba.com (2008), Assistente do CESAPER-Centro Salesiano de Pesquisas Regionais – Prof. José Luiz Pasin (2010), Assistente da Coordenação do Curso de Licenciatura em História – UNISAL (2011). Tem experiência na área de História Regional e Local, com ênfase na História de Gênero. Membro do IEV-Instituto de Estudos Valeparaibanos (2007), onde ocupa o cargo de tesoureiro, realiza junto ao IEV atividades do NEPA – Núcleo de Estudos Patrimoniais e Ambientais (2010) representando o Instituto de Estudos Valeparaibanos junto a COMPHAC – Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural em Lorena. Membro da Comissão de Organização dos Simpósios de História do Vale do Paraíba evento realizado anualmente pelo IEV. Membro efetivo da Academia de Letras de Lorena (2015).

Clique aqui para ver as fotos do lançamento!

Paulo Vasques Voluntario

Você vai vibrar e se emocionar com a disputa de 42 esportes Olímpicos! Essa é a frase publicada no site oficial dos jogos para divulgar aquele que é considerado o maior evento esportivo do planeta. E sabe quem vai estar lá? O Ex-Aluno e Professor do UNISAL Lorena, Paulo Vasques.

Além de advogado formado neste Centro Universitário, ele é médico. Mas entre os dias 6 e 16 de agosto de 2016 será um dos mais de 50 mil voluntários das Olimpíadas do Rio.

Paulo irá atuar com outros profissionais no setor de serviço médico, na Barra da Tijuca. O horário de expediente será das 7h às 15h. “Vou atuar com o público direto, serão dias de aprendizado e oportunidade”, diz Paulo, ansioso para o evento.

Um balanço oficial mostrou que dos primeiros 50 mil voluntários aprovados, 82% são brasileiros, sendo 55% mulheres. Apenas 18% são estrangeiros – a maior parte deles é de voluntários dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Rússia e China.

Em 19 dias de competição (3 a 21 de agosto), haverá a participação de mais de 100 países de 200  que disputaram acirradamente as vagas. Para colocar em prática o que estava no papel, 50 áreas funcionais irão atuar no evento; além disso,  foram ofertados cursos antecipados aos voluntários e demais participantes que irão atender os atletas e o público.

A maior parte dos esportes irá acontecer no Rio de Janeiro, mas há partidas do torneio de futebol, que serão realizadas em outras cinco cidades além do Rio de Janeiro: Belo Horizonte, Brasília, Manaus, SalvadorSão Paulo.

Paulo havia atuado nos jogos Pan-Americanos de  2007, mas como funcionário público, médico da Polícia Rodoviária Federal de São Paulo. Em 2014, se candidatou para atuar no Rio 2016. Somente no primeiro semestre de 2015 recebeu a resposta positiva, após passar por uma entrevista do comitê organizador.

Agora vive a expectativa de uma criança. “Aceitei esse desafio pelo prazer em participar; irá me permitir, aos 61 anos, crescer profissionalmente e enquanto pessoa”, diz Paulo.

O Ex-Aluno não vê a hora de poder contribuir para o evento. E ele não vai medir esforços para fazer o seu melhor!

Deus-educador

A educação pode ser tema considerado em diferentes áreas do conhecimento. Desde a pedagogia até os mais complexos sistemas científicos e epistemológicos. Queremos neste texto, chamar a atenção para a consideração do tema educação na perspectiva teológico-pastoral.

Partimos do livro do Deuteronômio: “O Senhor teu Deus te educou, como um homem educa seu filho” (Dt 8,5). Fomos todos chamados à vida para que elevemos, cada vez mais, a condição humana em dignidade, por isso, segundo o texto sagrado, Deus envolve o ser humano num permanente projeto educativo.

O Livro da Sabedoria promove uma reflexão ao afirmar que Deus envia dos céus sua Sabedoria para que “ela assista (o homem) nos trabalhos, ensinando-o o que de fato lhe agrada” (Sb 9, 10).

A partir dessas motivações, entendemos que a Revelação em Jesus de Nazaré mantém a dinâmica educativa do Deus de Abraão. Parafraseando um versículo do prólogo joanino, podemos dizer: “A Pedagogia se fez carne e continuou a nos educar” (Cf. Jo 1, 14a). Jesus é a Pedagogia da Trindade, testemunhando-nos que o amor divino e misericordioso é constante, pois: “Quem crê em mim fará as obras que eu faço, e inclusive outras maiores.” (Jo 14,12). Interessante notar que a Epístola a Tito declara: “A graça de Deus – o próprio Cristo – se manifestou para a salvação do gênero humano. Ela nos educa a abandonar a impiedade e as paixões, e a viver neste mundo com autodomínio, justiça e piedade.” (Tt 2, 11-12). O verbo que descreve a ação da graça, em grego, é exatamente παιδενο / paideno – e significa, educar, formar, instruir. Deus é educador. Destacamos ainda: esse texto é proclamado na Liturgia da Palavra da Noite do Natal (2ª leitura), tamanha sua importância para a assimilação da ação educadora divina na História da Salvação.

No início da sua vida pública, encontramos o Divino Educador lançando um sereno e comprometedor convite: “Vinde em meu seguimento” (Mc 1, 17). Seguir algum mestre na perspectiva bíblica é algo muito sério. Implica assumir o projeto de quem se segue. Um educador qualquer não merece e não deve ser seguido.

O Mestre educa por meio da transformação. Ele ganha o coração de Zaqueu, entrando na sua casa, certificando-se de que aquela vida será diferente; desse modo, Zaqueu doará o que tem e restituirá a quem defraudou; apresenta a garantia de salvação na sua casa (Cf. Lc 19, 1-10).

Segundo a comunidade do evangelista Mateus, a qual narra a aula magna entre os discursos em favor do Reino – Mt 5-7 -, o Divino Educador também avalia seus discípulos-educandos. Sua pergunta não se preocupa com conteúdos; antes, é busca por algo essencial: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” (Mt 16, 13). De maneira alguma o Mestre quis causar constrangimento, afirmando as respostas estarem certas ou erradas, porém era necessário que os frequentadores da sua escola respondessem. Depois disso, conforme segue o texto, continua ministrando uma grande conferência e, exatamente na sequência, anuncia pela primeira vez a paixão para a qual se encaminha (Cf. Mt 16, 21ss.). O Mestre não pode manter seus discípulos no engano, na ignorância, no equívoco.

Para a Igreja, ao longo dos dois milênios da sua existência, a educação permaneceu objeto de preocupação. Desde os tempos apostólicos até a Idade Média, com o surgimento das universidades; desde a Reforma até o desenvolvimento das muitas correntes de pensamento, são inegáveis os exemplos de empenhos eclesiais entre conquistas e perdas, acertos e descompassos, derrotas e vitórias no seguimento da educação-evangelização.

A V Conferência do Episcopado Latino-Americano e Caribenho, em Aparecida (2007) também abordou o tema da educação em diferentes matizes (social, antropológica, cultural, política, eclesial, …) a fim de chamar a atenção para ações pastorais mais eficazes.

Deus-educador-2

Ao tratar da educação como bem público, Aparecida parte da necessidade da formação integral da pessoa humana a fim de manter sua abertura à transcendência (Aparecida,  481). A partir disso, pensamos no quanto é importante a atuação dos educadores e educadoras cristãos, tanto na educação formal quanto informal, acompanhando nossas crianças e adolescentes em busca de sentido da vida. Aparecida chama a atenção para a amplitude da ação educativa do ponto de vista antropológico.

O mundo, as sociedades, as comunidades precisam de pessoas de consciência reta (Aparecida, 482) e para a formação dessas consciências, os contributos dos valores cristãos são preciosos. Nossa ação pastoral, independente da organização institucional, pode ser exercida com inteligência e dedicação. Podemos formar redes de educadores cristãos em favor da vida, em busca de cidadania, por um  mundo melhor.

Para quebrar os esquemas viciosos da corrupção marcadamente estabelecidos nos diferentes níveis da sociedade, e até mesmo das Igrejas, uma nova educação dependerá de mulheres e homens comprometidos com interesses maiores que os particulares (Aparecida, 507). Nessa mesma esteira, lemos na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium, do Papa Francisco, um importante princípio lógico-filosófico: “O todo é mais do que a parte, sendo também mais do que a simples soma delas.” E mais ainda, no mesmo número, uma aplicação prática na atuação pastoral: “É necessário mergulhar as raízes na terra fértil e na história do próprio lugar, que é um dom de Deus. Trabalha-se no pequeno, no que está próximo, mas com uma perspectiva mais ampla. Da mesma forma, uma pessoa que conserva a sua peculiaridade pessoal e não esconde a sua identidade, quando se integra cordialmente numa comunidade não se aniquila, mas recebe sempre novos estímulos para o seu próprio desenvolvimento.” (EG, 235). Nosso interesse primordial deve manter o núcleo único do anúncio do Reino/Reinado de Deus.

É preciso lembrar que o “mundo da educação” (Texto-base CF 1998, 194) deve estar a serviço do Reino. Pessoas dignamente de pé, em pleno exercício da sua Cidadania – com toda a carga de sentido que a palavra carrega – é sonho do Divino Educador. Aqui buscamos uma imagem apresentada no evangelho segundo Marcos: “Jesus, tomando-o pela mão ergueu-o, e ele se levantou.” (Mc 9, 27). Esse é apenas o desfecho da cena, na qual a ação de Jesus complementou a libertação do homem de um mal – epilepsia – que lhe roubava a dignidade. A comunidade de Marcos preocupa-se muito em expressar o encontro com Jesus como erguimento (no sentido de levantar); basta conferir as seguintes passagens: 1,31; 2,9; 3,3; 5,41; 10,49. ‘Levantar’ está ligado à ressurreição. Estar de pé é a posição do Ressuscitado, segundo as históricas ilustrações dos primeiros cristãos. Quem está de pé tem a oportunidade de verdadeiramente mostrar-se livre, afirma Romano Guardini, em Os sinais sagrados. Nenhum agente educador cristão escapa do ministério de “levantar pessoas”.

Os pontos de partida para a atividade de uma Pastoral da Educação, tais como a erradicação do analfabetismo, são tão importantes quanto a garantia de vagas nas universidades para pessoas nas mais variadas situações etno-econômicas. Por isso, perguntamos:

- Qual é o meu/seu papel na constituição dos processos educativos na sociedade e das/nas nossas Igrejas?
- Quais atitudes a favor da Educação demonstram que fomos/somos educandos na escola do Mestre Jesus?
- Você já se percebeu membro de Pastoral da Educação?
- Quais ações podemos desenvolver em busca de interação entre nossas escolas?
- Nossas comunidades dispõem de pessoas capacitadas para contribuir mais para a formação dos nossos jovens em vista do melhor preparo profissional ou para a entrada na vida universitária?
- Como podemos organizar eventos e subsídios para que os professores, membros das nossas comunidades, sintam-se acompanhados e estimulados pela fé cristã?
- Tem sentido pensarmos em Pastoral da Educação para o aumento e a consolidação do ecumenismo e do diálogo inter-religioso?

Educadores e educadoras cristãos, somos interpelados por Jesus mediante as inúmeras possibilidades favoráveis ao mundo contemporâneo. Mundo melhor, sociedades melhores são expressões de proximidade do Reino, no qual a solidariedade e a paz são conselheiras permanentes, presididas pela caridade.

Se nosso Deus é educador, que nossas comunidades sejam igualmente educadoras!

Eraclides Reis Pimenta concluiu o Curso de Filosofia no UNISAL Lorena em 2013. Faz parte da Congregação Salesianos de Dom Bosco.

Julio-Leal-unisal

Julio Francisco Barbosa Leal
Formado em Administração em 2014

 

Não há como se esquecer, até nos menores detalhes, dos sonhos e das coisas boas que acontecem em nossas vidas. E não há como esquecê-los, principalmente, se esses sonhos ocorrem em um período de construção intelectual. Minha primeira realização ocorreu entre os pátios e paredes de minha querida faculdade, onde estudei e me formei em 2014.

Meu sonho ganhou forma no sexto semestre de minha graduação. Sempre sonhei em ganhar os ares e conhecer outras culturas e países, mas, infelizmente, tinha que colocar meus pés no chão. Viajar sempre me pareceu caro e custoso, em todos os sentidos. Até que…

Em uma tarde, li uma postagem no Facebook do curso de Administração sobre um concurso literário, que premiaria os quatro primeiros colocados com viagens às instituições salesianas de ensino superior em Santiago do Chile e Cuenca, no Equador. Ao terminar de ler a postagem, algo em minha mente dizia que aquela poderia ser minha oportunidade inicial para realizar meu sonho e, por fim, decidi que faria de tudo para conseguir criar um texto suficientemente bom para a premiação. O tema, que estava relacionado à vida e obra de Dom Bosco, não foi um assunto tão fácil de desenvolver e contei com a ajuda de grandes amigos que fiz na época da faculdade.

Conversei muito com a Professora Marcilene Bueno sobre a espiritualidade salesiana e, não somente compreendi, mas pude sentir os ímpetos que direcionaram João Bosco a dedicar sua vida e existência aos jovens. Como participante da Pastoral da Universidade, busquei também ajuda com a Nina, minha amiga e também funcionária da instituição. Ela me indicou vídeos e livros sobre a vida do “Pai e Mestre da Juventude”. Foi neste momento que percebi que, não somente tinha o conhecimento histórico, como também havia compreendido que meu ensino era fruto desse amor e que tudo o que vivia e aprendia no meu dia-a-dia era resultante de sua escolha.

Não tinha como dizer que não estava preparado. Então, no dia marcado para a realização do texto, fui convicto de que, se pelo menos eu não ganhasse o concurso, teria ganhado mais conhecimento. É claro que os dias que se seguiram foram os séculos mais extensos e insanos da minha vida. A cada dia eu ficava mais nervoso, ansioso e minhas noites viravam dias e dormir tornava-se quase outro sonho a se conquistar.

Lembro-me de que, no dia do anúncio dos vencedores do concurso, passei uma hora na capela da faculdade, tentando acalmar-me. Mas sempre fui muito ansioso e até a paz da capela não me relaxava. Só teria sossego após os resultados. Cheguei até a brincar com meus amigos que, se eu perdesse, eles deveriam chamar uma ambulância de atendimento médico. Caso eu ganhasse, a ambulância deveria ser chamada também.

Na hora marcada, direcionei-me ao corredor de Administração, onde estavam os alunos participantes, suas torcidas organizadas e os professores.

O anúncio ocorreu do último vencedor colocado ao primeiro. E não era dito o nome do vencedor e sim seu Registro de Aluno (RA), o que, aliás, nunca me pareceu mais extenso. A última colocação ficou com uma aluna do primeiro ano e a terceira foi alcançada por outra amiga minha. A cada palavra dita pelos professores Fernando Lima e Élcio Santos, eu ficava mais ansioso.

Julio Leal e Fernanda Louise no aeroporto.

Julio Leal e Fernanda Louise no aeroporto.

Ao chegar à segunda colocação, que ganhava a viagem para Santiago, juntamente com o primeiro, o professor Fernando foi citando o RA vagarosamente, e quando terminou, eu levei um grande choque. Eu havia conseguido a segunda colocação. Acredito que toda a faculdade tenha escutado o meu grito… Um grito de alívio, de alegria e até mesmo de espanto. Acreditava que meu texto seria bom, mas não tão bom para alcançar a segunda colocação. Para minha alegria, a primeira colocação ficou com minha amiga Fernanda, que estava no último ano da faculdade. Daquele dia em diante, foi uma contagem regressiva para nossa viagem, que ocorreu no dia 27/04/2014 e durou até o dia 05/05/2014. A viagem foi incrível e fiz muitas amizades, mas isso já é outra história…

O download do E-Book pode ser feito gratuitamente. Clique aqui e confira!

Esta é “A vida nos pátios do UNISAL”…

Porque o que dá sentido à vida não pode se perder no tempo!

 

Ex-Alunos-UNISAL

O termo “EX” é conhecido por todos. Muitas vezes dá até a ideia de algo negativo, que não faz mais sentido ou que não repercute qualquer efeito.

Este texto tem a intenção de trazer a você, Ex-Aluno, uma nova ideia sobre este prefixo, porque a palavra nos abre infinitas possibilidades de interpretação que vão além das definições de dicionários e órgão oficiais.

O Dicionário Proberam define a palavra ex dessa forma: “quando unido por hífen a um substantivo, indica que o nome indicado deixou de ser aquilo que era (ex-mulher) ou de exercer o cargo ou função que tinha (ex-presidente)”.

Pra o MEC “entende-se como egresso a pessoa que efetivamente concluiu os estudos, recebeu o diploma e está apto a ingressar no mercado de trabalho”.

Mas, se tratando de uma instituição católica e salesiana, nós do UNISAL precisamos compreender o porquê de se defender a palavra EX.

Par nos ajudar nisso, contamos com o documento escrito por Eduardo Cavalcante, 3º Vice-presidente Mundial dos Ex-Alunos e Ex-Alunas de Dom Bosco:

Tudo começou em 24 de junho de 1870 na festa de São João Batista e dia onomástico de Dom Bosco. “Reuniram-se oficialmente uma dúzia de antigos alunos, escolheram como líder o simpático e generoso Carlos Gastini, que considerou sempre o oratório como sua segunda família, comprometeram-se a buscar um maior número de aderentes; escolheram depois uma comissão para melhor organizar manifestações anuais de afeto e gratidão”. (LRM p. 607)

Conforme Cavalcante, ser Ex-Aluno vai além de ter uma lembrança nostálgica do tempo em que frequentava a obra salesiana como aluno. Significa se comprometer em multiplicar a educação recebida para a sociedade, bem como participar da missão salesiana no mundo.

Os Ex-Alunos são aqueles que por terem frequentado um oratório, uma escola ou qualquer parte da Obra Salesiana, receberam nela uma preparação para a vida segundo os princípios do Sistema Preventivo de Dom Bosco.

Ao contrário que o dicionário apresenta, um Ex-Aluno do UNISAL nunca deixa de ser um membro dessa grande família.

Portanto, no UNISAL são considerados Ex-Alunos todos aqueles que concluíram algum dos cursos de Graduação e Pós-Graduação, estão aptos a exercer a profissão de modo que por onde passam levam o carisma salesiano e o jeito de tornar o mundo um lugar melhor.

Que todos tenhamos o orgulho de sermos considerados Ex-Alunos e que possamos viver nossa missão com o entusiasmo salesiano, um diferencial para a toda a vida.

Um Ex-Aluno é, sem dúvidas, Pra Sempre UNISAL.

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Uma porção de orientação vocacional, mais duas pitadas de pesquisa são os ingredientes mais esperados desta receita: encontro com quem já está no mercado de trabalho e que possa falar da profissão.

Com certeza, para muitos jovens a fase final do Ensino Médio é momento de apreensão. Afinal, qual profissão escolher? Quais critérios devem ser levados em conta? Posso me arrepender da opção quando já estiver na faculdade?

Especialistas em Recursos Humanos e Psicologia dizem que uma escolha profissional consciente leva em conta pelo menos três elementos: quem é você, o que se estuda durante o curso e como é o dia a dia da profissão.

Foi pensando nisso que o Colégio São Joaquim, de Lorena,  por meio da equipe de Orientação Educacional, promove mensalmente encontros com profissionais de várias áreas.

Os encontros de auxílio aos estudantes dos 2º e 3º anos do Ensino Médio sobre qual carreira seguir se transformam em momentos de diversão e até nostalgia.

No último mês de maio, foi a vez dos alunos conhecerem um pouco mais sobre a área do Direito. Foi também momento do Ex-Aluno do Curso de Direito do UNISAL, Luís Pulvino, matar saudade do método salesiano de ensinar.

“Desde o pré até o ensino superior conheço esse método, sou Ex-Aluno salesiano com orgulho, sei bem desse jeito diferenciado e cativante de ensinar e acolher. Que delícia poder retribuir”, disse Pulvino.

O advogado, formado em 2007,  atua na cidade de Cruzeiro em um escritório junto com o irmão, o também Ex-Aluno, Marcos Paulo Sobreiro. Pulvino é especialista em direito civil e direito do consumidor e sempre concede entrevistas sobre o tema para veículos de comunicação da Região.

No bate-papo com os alunos, ele contou curiosidades  sobre a rotina e os desafios dessa carreira.

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“Fui muito bem recebido e percebi nos alunos o interesse por essa profissão”, disse Pulvino.

Direito é a ciência que cuida da aplicação e do cumprimento das normas jurídicas de um país para organizar e manter um bom relacionamento interpessoal entre os grupos e indivíduos da sociedade. O curso de Direito é do tipo bacharelado e dura 5 anos. O graduado poderá seguir inúmeros caminhos, dentre eles ser advogado, promotor ou juiz. Mas para isso é obrigatório obter um diploma reconhecido pelo MEC e realizar a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).  

Segundo a OAB, atualmente o Brasil tem  800 mil advogados e mais de 1,5 milhão de bacharéis em Direito.

Saber escolher a profissão e ser um diferencial durante a faculdade, podem ser ingredientes essenciais para uma bela receita, aquela que citamos no início do texto.

https://www.cordis.com.br/

Dom Arnaldo Carvalheiro Neto estudou Filosofia na então Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena (hoje UNISAL).

De acordo com o site da Rádio Vaticana, o Ex-Aluno nasceu em 11 de abril de 1967 em São Paulo. Estudou Filosofia na Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras (UNISAL) em Lorena (1989-1991) e Teologia no Instituto Teológico “Rainha dos Apóstolos” em Marília (1993-1996). Frequentou cursos de Direção Espiritual no “Institute for Spiritual Leadership” em Chicago-EUA (2002-2003) e de Capelania Hospitalar no “Mater Misericordiae Hospital” em Dublin-Irlanda (2006).

Além disso, obteve a Licenciatura em “Pastoral Counseling” na “Loyola University of Chicago” (2003-2006).

Recebeu a ordenação sacerdotal em 17 de maio de 1997 e foi incarinado na Diocese de Araçatuba (SP).  Foi pároco da paróquia de “São Brás” em Birigui (1997-2000) e em Chicago foi Vigário Paroquial da paróquia “Saint Roman” (2003-2006). Além disso, desempenhou o cargo de Diretor Espiritual do Instituto Teológico “Rainha dos Apóstolos” em Marília (SP). Atualmente, era Pároco da paróquia “São Pedro Apóstolo” em Gabriel Monteiro (desde 2007) e Reitor do Seminário Propedêutico de Araçatuba.

Fonte da imagem: Cordis

vale-empreender

O projeto tem participação de Ex-Aluno UNISAL

carlos-magnoTem gente UNISAL dando exemplo de empreendedorismo coletivo.

O Ex-Aluno de Administração, Carlos Magno Vieira, encabeça um movimento chamado Vale Empreender, que será lançado no dia 12 de maio, às 17h30,  no Parque Tecnológico de São José dos Campos – auditório 1.

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O palestrante, Tallis Gomes, eleito pela Forbes como um dos 30 jovens mais inovadores do Brasil, estará no evento.

Tallis foi o fundador da start-up Easy Táxi, o aplicativo de táxi mais baixado do mundo.

Criada em 2012 e avaliada em R$ 1 bilhão, hoje  conta com 155 mil taxistas e 7 milhões de usuários em 30 países e mais de 420 cidades.

O jovem empreendedor é o founder e atual CEO da SINGU, empresa O2O de beleza e bem-estar.

Interessante não é mesmo?

Faça sua inscrição aqui. VAGAS LIMITADAS!

Rodrigo-Paiva-UNISAL

Sou Rodrigo Paiva, me formei em 2013, no Curso de Administração, na Unidade São Paulo/Santa Teresinha.

Um dos momentos mais marcantes no UNISAL foi o desenvolvimento da apresentação que fizemos sobre a Ambev. Passamos horas e horas discutindo sobre o assunto e parecia que nada no mundo importava mais do que apresentar de forma impecável aquele trabalho. Posso citar também vários debates e discussões positivas e negativas que tivemos em sala de aula, que não acabavam nem com o término das aulas.

Não posso deixar de comentar sobre os professores que passaram pela nossa turma, como o corinthianíssimo Flavio Camilo, ou o “Vascão” Prof. Vasconcellos. Como esquecer do grande Coordenador e amigo Paulo Ortiz, que durante os meus 4 anos no UNISAL passou ensinamentos relativos à ética na gestão, e ao meu primeiro orientador de Trabalho de Conclusão de Curso, Prof. Ernando Melo.
Moro há dois anos em Singapura, sudeste asiático, e sou gerente Rodrigo Paiva, administrador da América Latina em numa empresa chamada International Bearings. A empresa vende rolamentos para 93 países e é uma das maiores do ramo na Ásia. Nesses dois anos, trabalhei para mais de 22 países e aplico muito o que aprendi no UNISAL.

Agradeço por essa experiência, aos amigos que ganhei e que fazem parte da minha vida, mesmo na distância de 16 mil quilômetros, em especial aos meus parceiros Tiago Teixeira e Paulo Romeo. Um abraço a todos, Zai Jian, ou simplesmente tchau, em Português.

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Desde que iniciei a Faculdade de Tecnologia em Gestão Empresarial, em 2007, ouço falar em CHA. Algo tão bom quanto uma bebida, tradicionalmente quente, que além de ser saudável pode lhe trazer muitos ganhos.

O CHA que me refiro é a famosa abreviação de Conhecimentos, Habilidades e Atitudes, competências imprescindíveis para o profissional que quer se destacar no mercado de trabalho.

Em 2012, quando iniciei o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL, também ouvi muito sobre o CHA e pude compreender a importância dele, não só para o candidato a uma vaga de trabalho, mas também para o recrutador. Entretanto, demorou um tempo para que eu pudesse perceber como o CHA poderia ajudar-me efetivamente na construção de um currículo. Ora! Se o conceito apresenta as competências que o profissional precisa ter e que o mercado está precisando, por que não desenvolver um currículo com base nele?

Recentemente recebi um currículo de uma aluna de Ensino Superior com muitas falhas, não somente na escrita, mas também na clareza do documento, que pode ser a primeira porta de entrada no mercado. Isso mesmo! O currículo é um documento que, como todos os outros, merece ser tratado com cuidado.

Vejo a deficiência, não só de universitários, mas também de pessoas formadas ou pós-graduadas em desenvolver um currículo que “fale a língua” dos recrutadores. Por isso, gostaria de compartilhar aqui 5 passos para desenvolver um currículo com base no CHA:

1. Apresente-se!

A primeira atitude que você deve se adotar é inserir seus dados pessoais:

- Nome (sempre com destaque) – Telefone – E-mail – Endereço

Dependendo da vaga, é interessante inserir a informação referente à Carteira de Habilitação e se tem disponibilidade para viajar.

Insira foto somente se a vaga exigir.

2. Foque no objetivo!

Vejo muitas pessoas errarem justamente neste quesito. Ou seja, já começam errando.

Caso você pretenda enviar o currículo para uma vaga específica, vá direto ao ponto.

Por exemplo:

Você quer concorrer a uma vaga de Analista Financeiro. No objetivo você pode escrever: “Ser contratado como Analista Financeiro.” Ou “Ocupar a função de Analista Financeiro”.

Nada de “participando”, “colaborando”, “crescendo com a empresa”. Isso tudo, além de ser clichê, não diz muita coisa.

Caso você queira entregar um currículo para ficar armazenado em um banco de dados para vagas futuras, uma boa opção de texto é “Fazer parte da empresa de acordo com minhas competências”.

Caso não saiba o que escrever nos objetivos é recomendável que deixe em branco a escrever um monte de palavras bonitas que ninguém vai ler. As pessoas que pegam seu currículo já sabem que você deseja trabalhar ali. Ok?

3. Seja rápido e direto!

Cada vez mais as informações precisam ser concisas e claras. Com o Gestor de RH não é diferente, por isso a necessidade de um currículo apenas com as informações mais pertinentes.

Insira somente o que for mais relevante para a vaga. Utilize uma folha no máximo.

Somente pessoas muuuuuito experientes precisam de 02 folhas. Pense nisso: Uma folha é o suficiente!

4. Divida o currículo!

Com base no conceito do CHA, o seu currículo perde aquela velha divisão de Formação Acadêmica, Experiência Profissional etc. Não que essas informações não serão utilizadas, elas serão inseridas de uma nova forma:

Conhecimentos: Diz respeito ao SABER. Insira neste item a sua formação acadêmica, faça uma lista dos cursos mais atuais para os mais antigos. Elimine os mais antigos se precisar dar espaço para outros. Priorize aqueles que tiverem mais a ver com seu perfil ou com a vaga. Mais importante que a quantidade de cursos são as atividades realizadas a partir dele. Por exemplo: trabalhos, projetos, TCC, artigos etc. Essas atividades podem estar em baixo de casa curso citado.

Habilidades: Significa “SABER FAZER”. Aqui você pode inserir sua experiência profissional, das mais atuais para as mais antigas também. Em baixo de cada experiência, insira quais foram os ganhos profissionais e para a instituição, ou seja, como você conseguiu aplicar seus conhecimentos no seu ambiente de trabalho. Por exemplo: Algum projeto de melhoria de processo, redução de custo, aumento nas vendas etc. Por via das dúvidas, é importante sempre ter algum documento que comprove essas informações.

Atitudes: Quer dizer “QUERER FAZER”. Neste item você deve inserir as informações que comprovem sua capacidade de colocar em prática os conhecimentos e as habilidades apresentadas acima. Por exemplo: trabalhos voluntários, palestras ministradas, decisões arriscadas que foram tomadas, resultados a longo prazo etc.

5. Deixe um gostinho de “quero mais”!

Como já dito anteriormente, o currículo não pode ser algo extenso, por isso muitas informações acabam ficando fora.

Uma forma que encontramos de suprir esse possível problema está em deixar um endereço online que contenha mais informações sobre você.

Recomendo deixar o link do Currículo Lattes e do site pessoal, se houver.

Dependendo da sua área de atuação, você também pode divulgar o endereço de suas redes sociais. Mas para isso é preciso muuuito bom senso, ok? Não insira as redes sociais se você não estiver certeza do que os recrutadores irão encontrar e se irão gostar.

Independentemente de qualquer endereço que você coloque, fique atento para que ele direcione o recrutador para um conteúdo atualizado e de acordo com a imagem que você deseja passar.

Essas foram algumas singelas recomendações para que seu currículo tenha um diferencial nas mãos do seu futuro empregador. Mas atenção!  Não há uma regra pronta. O currículo é seu cartão de visita e merece ser apresentado da melhor forma possível. Cuide da aparência e também do conteúdo. Caso você ainda não conheça esse tal de CHA, deixo aqui a indicação de uma leitura: “CHA – Conhecimento, Habilidade e Atitude”.

Bom trabalho a todos!

Sou Adriana Neves, do PROGRAMA PRA SEMPRE. Abraço!

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

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Recém-formados do UNISAL prometem te dar a resposta.

Administrar dentro e fora do UNISAL. Os Ex-Alunos de Administração, Rodolfo Rosa e Miguel Valente, sabem bem o que é isso. Ao longo dos 4 anos de curso na Unidade Lorena foram alunos atuantes. A prova é que nem bem  concluíram a graduação, em 2015, e já fizeram questão de transmitir seus conhecimentos aos futuros colegas de mercado.

No dia 03 de março, Rodolfo ministrou a palestra “Qualidade máxima no atendimento ao cliente” para os alunos do 2º ano de Administração – matutino.

Já Miguel Valente ministrou um minicurso sobre Canvas para os alunos de Logística e RH no dia 09 de março. Ao longo de um bate-papo para lá de informal ele repassou aos alunos algumas dicas sobre Como estruturar seu modelo de negócio. Miguel não podia fugir à vocação do UNISAL, de ser uma instituição empreendedora e inovadora.

Ele tem sua imagem atrelada ao Centro de Empreendedorismo do UNISAL. Em 2014, participou do workshop Tirando Ideias do Papel e do StartUp Weekend, em Itajubá (MG).

rodolfo-ex-aluno-unisalRodolfo e sua família mantêm uma empresa de confecção de uniformes e atendem clientes dos mais diversos seguimentos. “O segredo talvez esteja, não somente na  qualidade e profissionalismo, mas no bom relacionamento”, destacou Rodolfo em um dos momentos da apresentação O Ex-Aluno ingressa num mercado desafiador. Tudo bem que há algum tempo os uniformes profissionais deixaram para trás aquela imagem que tinham no passado, muitas vezes, em virtude da utilização de tecidos de baixa qualidade que causavam desconforto, além de uma grande falta de preocupação com a estética. (dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção).

Esses são alguns dos Ex-Alunos que demonstram, na prática, que o UNISAL forma profissionais atentos às necessidades do mercado com criatividade.

O Empreendedorismo nas oportunidades

Além de Rodolfo e Miguel, há outro belo exemplo de empreendedorismo gerado a partir de uma oportunidade. É o caso do empresário, Paulo César Amaro,  de São Paulo,  que trabalhava com moda feminina, mas, em 2002, percebeu uma carência de uniformes profissionais no mercado. Foi então que ele usou R$ 100 mil do caixa da antiga empresa para abrir uma confecção especializada em uniformes corporativos personalizados. Hoje, a empresa faz 300 tipos de uniformes e produz, em média, 15 mil peças por mês. Entre os clientes da empresa estão bares, restaurantes, hospitais e hotéis. Em 2014, a empresa de Paulo César Amaro faturou R$ 1,8 milhão e, para este ano, o empresário planeja lançar uma linha de calçados para acompanhar os uniformes e aumentar ainda mais o número de clientes. (fonte: G1).

Que venham outros exemplos…

Envie você também sua história! Teremos prazer em compartilhá-la.

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O nome dela é Luciana de Souza. Poderia ser mais uma Luciana em meio a tantas outras. Mas essa é diferenciada. É a nossa Luciana, Ex-Aluna UNISAL.

Falamos com toda essa convicção, pois ela se formou em Psicologia, em 2005. De lá pra cá tem atuado em diversos projetos que contribuem, não somente para a sua área como também para a formação de outras pessoas.

Neste ano, ela participa da organização do Congresso Interdisciplinar, em Poços de Caldas, entre os dias 2 e 4 de junho, e tem o apoio do UNISAL.

O objetivo do encontro é reunir contribuições científicas que gerem pesquisa, discussão e estudo na busca por novas intervenções no universo, a produção científica e a promoção de discussões interdisciplinares. Segundo os organizadores, todos esses itens promovem a atualização e o aperfeiçoamento em SAÚDE, EDUCAÇÃO e TRABALHO, com vistas para a qualidade de vida das pessoas.

O encontro está com a programação recheada de conferências, cursos, debates, oficinas e mesas-redondas, além de estudos apresentados em exposição de painéis de trabalhos científicos com diferentes profissionais.

Além dessas atividades, haverá um espaço reservado para a participação de editoras com lançamento de novos livros e contato com renomadas universidades e instituições de Educação e Saúde.

Dentre os conferencistas, o evento contará com a palestra magna da Professora e Ex-Aluna do UNISAL, Rosana Pena: “Transtornos de Preferência Sexual – Parafilias”.

A programação completa do evento está no site do evento.

Os alunos, professores e colaboradores do UNISAL tem desconto para se inscrever na categoria CONVENIADOS.

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professor e ex-aluno Luis Chacon, que ministra aulas para o Curso de Direito do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena apresenta seu novo livro: “Manual de Prática Forense Civil”, pela Editora Saraiva. O livro foi publicado no começo de fevereiro.

“A mudança do Código de Processo Civil vai alterar a vida de praticamente todos os processos judiciais no Brasil. Isso vai mexer com a vida da população em geral, dos profissionais do Fórum, dos Juízes, dos Promotores, dos Advogados e dos Estagiários de Direito. Mais do que isso, algumas mudanças foram significativas, o sistema mudou bastante e isso vai exigir estudo e dedicação de todos os profissionais”, revela o autor do livro.

A publicação oferece a oportunidade de acesso aos temas processuais da petição inicial, da defesa do réu e dos recursos, com análise lógica do processo e modelos de petições baseados especificamente no Novo CPC. “É preciso acompanhar as mudanças de perto, sobretudo, começando por uma leitura que permita compreender o passo a passo do Novo Código”, conclui Chacon.

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Que os Ex-Alunos do UNISAL não param, todo mundo sabe. Por isso o Programa PRA SEMPRE faz questão de contribuir para que mais pessoas tenham conhecimento sobre as profissões e atuação no mercado de trabalho.

Thiago Franco é o personagem da vez. Ele concluiu os cursos de Graduação em Ciência da Computação, em 2011, e Pós-Graduação em Desenvolvimento de Sistemas para Web, em 2013 na Unidade de Lorena.

A crescente informatização das mais diversas atividades transforma a profissão em uma área cada vez mais relevante economicamente.

“A tecnologia está presente em todos os setores da economia moderna. Isso tem colaborado para o crescimento dos salários e para a maior inclusão da profissão nas empresas em diversas regiões do país”, afirma Sergio Sgobbi, diretor de educação e recursos humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

Thiago não pensou duas vezes e, desde a formação, tem colocado em prática os conhecimentos adquiridos, seja no ambiente de trabalho, seja nos projetos paralelos.

Como? Há dois anos e meio ele mantém um site no qual apresenta protótipos, projetos pessoais e trabalhos realizados: http://www.codigofranco.com.br/

Ele também alimenta seu blog com notícias, curiosidades e tutoriais relacionados à área de Tecnologia da Informação: http://codigofranco.blogspot.com.br/.

Thiago tem clara a missão de compartilhar informações sobre TI e difundir os assuntos que fazem parte dessa área em rápida expansão.

O convite está mais do que feito para que visitem as páginas. O nosso Ex-Aluno também aceita sugestões.

Você também tem um projeto interessante que gostaria de compartilhar no hotsite do PRA SEMPRE? Este espaço é seu, Ex-Aluno!

Envie sua sugestão para adriana.neves@lo.unisal.br.

Você pode ser a próxima notícia!

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Flávio Ricci é Ex-Aluno de Ciência da Computação e quer levar os discentes para ver de perto o que o mercado de trabalho reserva á eles

 

Os Ex-Alunos do UNISAL sempre procuram pelo Pra Sempre querendo contribuir, de alguma forma, para uma preparação integral e realista dos atuais alunos sobre o mercado de trabalho. Flávio Ricci é um exemplo! Além de ministrar palestras e cursos para os atuais alunos de computação, ele se preocupa, não só com a formação técnica, mas principalmente com as habilidades e as atitudes do futuro graduado.

Dessa vez ele apresentou uma proposta irrecusável: Convidou os alunos do UNISAL para uma visita técnica à empresa na qual ocupa o cargo de Coordenador de Projetos – A TOTVS.

A empresa brasileira oferece software, serviços, plataforma e consultoria. É líder absoluta no Brasil e na América Latina e está entre as maiores desenvolvedoras de sistemas de gestão integrada do mundo. Com o compromisso de contribuir para que seus clientes sejam, cada vez mais, competitivos no mercado em que atuam, oferece soluções para dez segmentos, sendo elas conduzidas pelos conceitos: tecnologia fluída, essencialidade e ERP ágil.

“Temos muitas dificuldade nos recrutamentos. Por isso queremos conhecer e treinar os alunos para que futuramente tenhamos chance de contratá-los.” – Afirma Flávio.

A viagem está marcada para o dia 17/03 e o valor é de R$40,00. A programação do dia contará com visita à Fábrica de Softwares e participação de palestras sobre ERP, Linguagem Proprietária e Framework.

Todos os alunos podem se inscrever, porém a seleção será feita seguindo o seguinte critério:

1. Alunos da Ciência e da Engenharia de Computação e dos Cursos de Pós em TI

2. Ordem de inscrição

3. Alunos de demais cursos

As inscrições devem ser feitas na Coordenação da Computação com o Árison Lopes a partir do dia 25 de fevereiro. Para mais informações, envie um e-mail para arison.lopes@lo.unisal.br.

Observações importantes:

- No ato da inscrição o aluno deve apresentar, no mínimo, 50% do valor da viagem.

- Caso o aluno não seja selecionado, devido aos critérios, o valor será devolvido.

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O ex-aluno e professor dos Cursos de Psicologia e Direito do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena, Paulo Maurício Vasques, lançou dia 17 de fevereiro, o livro: “Medicina Legal: Cursos e Concursos.” Além de psicólogo, Paulo também é médico. Por isso a obra é voltada aos estudantes de Medicina e do Direito e, principalmente àqueles que já graduados nessas áreas pretendem submeter-se a concursos públicos onde a matéria Medicina Legal é exigida.

É um livro que não tem a pretensão de ser uma obra doutrinária complexa e completa. Ao contrário, com formato compacto e objetivo pretende auxiliar àqueles que necessitam do conhecimento básico da área da Medicina Forense tanto na sua atuação acadêmica como profissional. Sua apresentação temática seguida de questões de concursos auxilia tanto o estudante como o concursando em uma melhor fixação do material estudado.

Seu conteúdo apresenta os principais temas de interesse da Medicina Forense: perícias e peritos; antropologia forense; traumatologia forense (classificação das lesões corporais e lesões produzidas por energias); asfixiologia; sexologia forense e provas de exclusão de paternidade; tanatologia e cronotanatognose; lei dos transplantes; toxicologia forense e psicopatologia forense.

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Nos dias da contemporaneidade, o docente no ensino superior exige capacidade de articular seus saberes específicos da disciplina em conjunto com estratégias de ensino-aprendizagem que venham de acordo com os objetivos estabelecidos para serem alcançados.

Uma vez que não apenas o mercado de trabalho busca maior preparo nos estudantes, seja em nível teórico quanto em desempenho e habilidade técnico–profissional, mas também o próprio aluno visa obter maior capacitação e manejo em determinada área do saber, uma vez que o próprio contexto da sociedade volta-se para a “era da informação”, em que visa-se cada vez mais sujeitos que possuam formação de excelência e um repertório de conhecimentos, habilidades e atitudes (pessoais e profissionais) de alto patamar (ZULAUF, 2006).

Embasado nos métodos tradicionais de ensino, o professor mantém o aluno num papel passivo em relação ao processo da aprendizagem, pois como afirmam Gurgel e Leite (2007), esta metodologia visa, predominantemente, à fidelidade reprodutiva do conteúdo comunicado em sala de aula, considerando mais importante a quantidade de informações que o aluno consegue memorizar. Um exemplo de tal alternativa pode ser visualizado nas aulas expositivas que ocorrem em sala de aula, fazendo com que o professor permaneça no papel de “detentor de todo o saber” e nas avaliações e exames escritos que exigem do aluno a retomada de todas as informações transmitidas em sala de aula.

Em contrapartida como destacam Xiaoyan (2003), Kipper e Rüütmann (2010) os meios de ensino contemporâneos buscam verificar a construção do conhecimento e promover uma maior capacidade de pensamento crítico e reflexivo, além de também buscar promover maior senso de autonomia e aprendizagem ativa junto ao estudante. Algumas estratégias de ensino neste âmbito podem ser ferramentas que tornem o alunado o mais ativo possível, seja por meio da elaboração de projetos de pesquisa, realização de trabalhos em grupos ou pares para cumprir determinada atividade ou refletir sobre um estudo de caso, na realização de seminários informativos, debates, momentos de brainstorming (tempestade de ideias) para a busca de soluções problematizadoras, elaboração de mapas conceituais sobre determinada temática previamente especificada, realização de role-play (dramatização) para encenação de situações profissionais reais e execução de dinâmicas grupais em sala de aula. Estas táticas evidenciam o amplo conjunto de possibilidades a serem trabalhadas com a classe no com texto universitário.

Thiago Ribeiro Borges concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 2013, em que obteve o título de Universitário 5 Estrelas. Atualmente é pesquisador e professor.

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Acabei de ler o livro “Foco”, de Daniel Goleman, psicólogo, escritor e autor do clássico “Inteligência Emocional”, que revolucionou o modo como o mundo enxerga a inteligência, antes totalmente baseada na habilidade racional e cognitiva, o famoso QI – Quociente de Inteligência.

Neste novo livro, o autor mistura os últimos achados da neurociência com toda sua experiência e sagacidade para jogar luzes sobre uma tendência contemporânea: a dificuldade cada vez maior de manter o foco.

Não é absurdo afirmar que a atenção será o grande ativo das próximas décadas. A Revolução da Informação, e toda a parafernália tecnológica que vomitou no nosso cotidiano (smartphones, redes sociais e dispositivos de trocas instantâneas de mensagens), nos tornou viciados em estímulos ininterruptos e fragmentos de informação, aumentando tanto a dispersão quanto a ansiedade.

Estamos sempre na angústia do momento seguinte. Tão afobados que não somos mais capazes de usufruir o momento, queremos avançar rapidamente para o próximo capítulo, o próximo instante, deletando o presente na ilusão que assim antecipemos o futuro. Só que desse modo não conseguimos interiorizar a experiência, e sem assimilar o valor das coisas o efeito inevitável será sempre a hegemonia do vazio. Temos cada vez mais pressa, mas não fazemos a menor ideia de onde estamos indo. A velocidade virou um fim em si mesmo.

Consumimos muita informação, mas produzimos pouca reflexão. Está difícil se concentrar e prestar atenção em qualquer coisa, num mundo assolado por distrações de todo tipo.

O autor é eloquente ao fazer a associação entre a capacidade de se concentrar e o sucesso, tanto na vida pessoal quanto profissional.

E embora já nasçamos com alguma predisposição genética a sermos mais ou menos dispersos, a boa notícia é que a atenção é como um músculo, que pode ser treinado e condicionado a atuar de forma melhor e mais intensa.

Um dos conceitos mais interessantes do livro é o de mente ascendente e mente descendente, dependendo de quais regiões cerebrais estejam no controle do processo. A mente ascendente é nossa arquitetura cerebral mais primitiva, intuitiva, automática e controlada pelas emoções, e temos menor controle racional sobre ela, enquanto a mente descendente é controlada por impulsos cognitivos, sobre os quais podemos exercer um maior controle.

capa_focoO autor fala ainda do Foco Triplo da Atenção: o foco interno (que regula o nosso autoconhecimento, nossas intuições e nossa bússola interna de valores); o foco no outro (que diz respeito ao nosso relacionamento com as outras pessoas e nossa capacidade de manifestar empatia) e o foco externo, que é nossa capacidade de interpretar e interagir com o mundo e os sistemas que nos rodeiam, algo particularmente importante para os líderes empresariais e governamentais.

O livro, interessante na maior parte dos casos e repetitivo em alguns trechos, vale a pena sobretudo por convocar à reflexão: temos que focar no que realmente é importante e nos faz melhor, não apenas como indivíduos e profissionais, mas sobretudo como espécie humana e sociedade.

Não é possível viver uma vida em que a gente saiba cada vez mais sobre tudo e sobre todos, mas cada vez menos sobre nós mesmos.

Alexandre Correa Lima se formou em Direito no UNISAL Lorena em 1994. Atualmente é administrador e palestrante.

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Vânia se formou em Psicologia no ano de 2006.

Também realizou os cursos de Pós-Graduação em “Psicologia Clínica: Uma Abordagem Psicanalítica” e “Psicopedagogia e Psicomotricidade: do Diagnóstico à Intervenção”.

Experiências pessoais e acadêmicas vividas no UNISAL

Trabalhei na Oficina Pedagógica, o que me trouxe um ganho na observação de crianças e suas dificuldades de aprendizagem e o emocional, como eles reagiam diante desses conflitos.

Fazer Bacharelado aproximou-me da pesquisa, o que de algum modo mostrou-me como essa área é gratificante.

Competências que o curso te transmitiu

Ter feito duas especializações me qualificaram para um melhor atendimento na Clínica. Ser psicopedagoga abriu portas de trabalho.

 

Valores transmitidos pelo UNISAL

Integração do conhecimento

Diálogo entre fé e razão

Busca contínua da verdade

Formação ética

Espírito de liberdade na caridade

Respeito recíproco

Promoção dos direitos humanos

Histórico profissional e a contribuição do curso

Sempre busco aprimorar meus estudos. Tanto a Graduação, quanto as Pós-Graduações me trouxeram um crescimento pessoal e profissional. Num mercado de trabalho cada vez mais exigente, estar atualizado sempre é um ganho, um passo a frente.

 

Fatores de dificuldade e facilidade de inserção no mercado

A princípio ter mais idade que meus colegas me deixou apreensiva, mas com o passar do tempo essa “diferença” foi o que abriu portas para a inserção no mercado. Ou seja, a idade não é o limite, mas a busca pelo novo e o medo podem atrapalhar seu sucesso.

Mensagem para os atuais alunos

A Psicologia é uma área valiosa, que cada vez mais abre novos campos e áreas de trabalho. Ingressar no mercado de trabalho pode ser um pouco demorado, mas o ganho num futuro próximo faz valer a busca.

Charles Pós UNISAL

Pós-Graduação em Direito do Trabalho, Processual do Trabalho e Previdenciário – concluído em 2008

Experiências pessoais e acadêmicas vividas no UNISAL

Tivemos a oportunidade de trocar experiências com profissionais tarimbados no assunto, elaboramos inúmeros trabalhos teóricos e práticos, além da apresentação da monografia.

Competências que o curso te transmitiu? Essas competências foram exigidas no mercado de trabalho?

Trabalho há dez anos no Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté na área jurídica, como advogado após 2006, quando obtive minha Carteira da OAB. Faço uso hodierno de todas as competências transmitidas por meio de minha pós, sendo elas relacionadas ao trabalho jurídico no Direito do Trabalho, Processual do Trabalho e Previdenciário.

Valores transmitidos pelo UNISAL

Integração do conhecimento

Busca contínua da verdade

Formação ética

Espírito de liberdade na caridade

Respeito recíproco

Promoção dos direitos humanos

Histórico profissional

Trabalho como advogado autônomo e empregado no Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté desde então até a data de hoje, sendo que a partir de março de 2012 também passei a prestar serviços para a EPTS da UNITAU. E a Pós-Graduação feita no UNISAL contribuiu para minha especialização na área que mais atuo, Trabalhista.

  

Fatores de dificuldade e facilidade de inserção no mercado

Bem, temos vislumbrado na vivência de outros colegas as dificuldades de inserção no mercado. Alguns deles até mesmo têm chegado a abandonar a carreira de advogado, para se empregarem em RHs de empresas, dedicarem-se a estudos para concursos, etc. Contudo, desde minha graduação tenho me mantido empregado no mencionado sindicato, assim como tenho trabalhado bastante de forma autônoma o que tem colaborado para não sentir muito as dificuldades do mercado.

Mensagem para os atuais alunos

O conhecimento nunca basta.

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Bruno de Jesus Mathidios dos Santos

Ciência da Computação – Formado em 2010

 

 Histórico profissional e a contribuição do curso na sua profissão

“Durante a formação, adquiri conhecimento básico sobre a carreira e habilidades. Após o curso, concluí uma Pós-Graduação na área para abranger o que já havia aprendido. Conquistei dois certificados na área, um como desenvolvedor Java e outro para desenvolvimento Java para Web. Durante esse momento de aprendizagem e conquistas, após a formação em 2007, me mudei duas vezes de cidade. Trabalhei em uma Startup em Itajubá (MG) e em seguida fui para o Rio de Janeiro para trabalhar em outra startup de grande porte (Peixe Urbano). Foram de suma importância essas duas experiências, pois consegui solidificar uma estrutura melhor para continuar evoluindo na área que atuo. Hoje trabalho com desenvolvimento de sistemas corporativos, voltado para logística de navios e contêineres da América Latina. A partir da próxima semana iniciarei uma experiência nova em uma empresa que trabalha para o Governo do Estado do Rio de Janeiro, desenvolvendo sistemas de uso corporativo e público sob a plataforma Oracle.”

Fatores de dificuldade e facilidade de inserção no mercado

“Como não estagiei durante minha formação acadêmica, tive dificuldade sim para ingressar no primeiro trabalho na área. Mas consegui uma oportunidade de realizar uma residência em software oferecido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), no qual ofereceram uma bolsa para trabalhar em uma Startup alocada em uma Incubadora dentro da UNIFEI e também um curso de Pós-Graduação na área para abranger conhecimento. A partir desse momento, eu consegui evoluir minhas habilidades e nível técnico.”

Mensagem para os atuais alunos do UNISAL

“Formação acadêmica é fundamental, não essencial. Procure continuar seus estudos e aumentar suas habilidades. A concorrência é grande aqui fora.”

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Luiz Carlos da Silva Júnior é Ex-Aluno do Curso de MBA Gestão Estratégica de Negócios do UNISAL Lorena – Concluído em 2010

Quais foram as experiências pessoais e acadêmicas vividas no UNISAL?

As experiências foram muito enriquecedoras, visto que, na execução dos trabalhos em classe, eu sempre buscava atrelar à minha atividade profissional, trabalhando no setor público, e o curso me deu a possibilidade de ampliar cada vez mais o meu conhecimento. Professores excelentes e uma instituição com excelente infraestrutura. Aprendi muito mais da minha área do que se tivesse feito um curso de gestão pública em outra instituição.

Quais foram as competências que o curso te transmitiu? Essas competências foram exigidas no mercado de trabalho?

Liderança e empreendedorismo. Essas competências fazem parte do meu dia a dia e ainda mais para o que almejo no futuro, ter meu próprio negócio.

Quais foram os valores que o UNISAL te transmitiu?

  • Integração do conhecimento
  • Respeito recíproco

Fale sobre seu histórico profissional (durante e após o curso). Ter concluído o curso contribuiu para seu crescimento profissional? De que forma?

Iniciei a pós no UNISAL 3 anos após o término da graduação, ou seja, em 2009. O início da pós culminou com um novo ciclo profissional. Apesar de trabalhar desde o ano 2000 na Prefeitura de Caraguatatuba, migrei da área de Recursos Humanos para a área de Captação de Recursos, em 2009.

Atualmente tenho projetos para sair da Prefeitura e iniciar uma nova jornada, auxiliando municípios e empresas que buscam ampliar seus orçamentos com a captação de recursos com o Governo Federal ou Estadual.

Fale sobre os fatores de dificuldade e facilidade de inserção no mercado.

Iniciar o processo de consultoria e assessoria, principalmente quando envolve a “coisa pública” é difícil, pois geralmente o processo de inserção no mercado de trabalho ocorre por indicação e rede de relacionamentos, razão pela qual é necessário um trabalho diário nesse sentido, ou seja, tornar seu trabalho visto e reconhecido na sua organização e em reuniões externas, cursos, palestras etc.

Deixe uma mensagem para os alunos que desejam se matricular no curso que você se formou.

O curso de MBA Gestão Estratégica de Negócios vale muito a pena. Os professores são excelentes, as aulas são dinâmicas e quando você termina o curso e apresenta seu Plano de Negócios como trabalho final, lá na frente você verifica que o planejamento vale a pena e que só depende de você colocar em prática o que planejou. Sucesso a todos!