Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
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Todos queremos ser jovens para sempre!

Ao ouvir isso pode vir em nossa cabeça coisas como: “mas não devemos ficar querendo ser jovem”, “devemos ser o que somos”, “precisamos aceitar a idade que temos”, “cada idade tem suas dificuldades e suas alegrias” etc. etc. etc. Mas não. Não é nada disso. Ser jovem no sentido apresentado é ir além, é buscar o amanhã, é apaixonar-se pela vida. Ser jovem é ter “um moleque morando sempre no seu coração. Toda vez que adulto fraqueja o menino te dá a mão!”, relembrando o poeta.

Dizer que todos queremos ser jovens, nos nossos dias pode parecer estranho. Quantas vezes nos deparamos com situações onde adultos teimam em ser crianças. Mães e pais que se vestem como filhos e filhas, pais que ensinam seus filhos a ter comportamentos que parecem mais de animais do que de crianças. Surgem conceitos novos que, valorizados, estão presentes na fala do jovem o tempo todo. Agora a moda é ser “safadão”, “metê o loko”, “tá favorável”, e mais uma variedade de frases, termos e memes que mostram com despropósito a transitoriedade da vida. E mais, até uma certa indiferença quanto ao correto, ao bom, ao belo. Contudo, ser jovem aqui não tem nada a ver com isso.

Mas então quem é o jovem? Por que ser jovem pra sempre? O que o jovem tem a nos ensinar? Em que ser jovem pode me tornar uma pessoa melhor? E mais, o que o jovem tem que não podemos deixá-lo esquecer? A criança, o adolescente, o jovem, enfim todo aquele que ainda não alcançou a vida adulta não tem raízes, raízes no sentido de aquilo que o prenda, que o fixe. Ou seja, ele ainda não tem o que o prender. Claro que tem a educação da família, a escolarização, os valores, as regras sociais, mas não algo que vá além disso. O jovem é nômade, está sempre a procura, está sempre indo ao encontro, ao encontro do mundo, de descobrir o que não sabe, de reinventar o que já descobriram, de ver de outra forma aquilo que já foi visto, de descobrir o outro, de se abrir para conhecê-lo, de encontrar sua realização, de dar novo sentido às coisas e à vida, de encontrar a si mesmo.

O jovem tem esperança, esperança de mudança, tem um encanto pela vida que em geral o adulto vai perdendo. Quer deixar sua marca, ser único, fazer diferente, dar sua contribuição, ser reconhecido pelos seus feitos, inclusive para se sentir pertencente ao mundo adulto. Ele encara as coisas e procura um sentido para elas, um sentido ao que ele faz. Busca ter prazer no trabalho e na vida. Quer se encantar pelo que estuda. Enquanto que o adulto já compreendeu todos os sentidos, já entendo como as coisas funcionam, sabe como dar um “jeitinho” em tudo, esquece que há sempre um modo diferente de fazer as coisas. O adulto as vezes esquece o sabor das coisas, deixa de apreciar a riqueza do momento, já não vê com o mesmo frescor a vida.

O adulto tende a achar que sabe tudo e que deve ser ouvido e obedecido pelo simples fato de ser adulto. Ele zela mais pela estabilidade: “Aqui as coisas sempre foram assim”, “não adianta que nada melhora, nada muda”, “espere até passar um tempo e você vai perceber que não adianta”, “melhor deixar assim, vai que fica pior”, “em time que está ganhando não se mexe”.

Os valores para o adulto são sempre condicionados. Não consegue mais entregar-se todo ao momento. Ele tem outros valores que são importantes e isso o torna mais imóvel, imobilidade que pode ser transitória, mas que muitas vezes cai no comodismo. Cria-se uma zona de conforto, na qual é mais fácil deixar do jeito que está, pois mudar implica sair do lugar. Nesse sentido o jovem é uma pedra no sapato. Enquanto um diz que tudo está bom do jeito que está, ou tudo está o melhor que pode ser, o jovem é uma pessoa sem muita “experiência”, propõe fazer as coisas diferentes, mudar, deslocar para um outro modo. Quer tentar, quer fazer sua história, sem medo de bater cabeça. Seu orgulho não é ferido pelo erro, e sim por dizerem que ele não pode.

Um exemplo muito simples disso é a vida profissional. Valores como realização, liberdade, salário valorizado, realização pessoal são importantes tanto para o jovem quanto para o adulto. Contudo, um jovem que mora sozinho, ou ainda mora na casa dos pais, pode se dar ao luxo de estar insatisfeito com o trabalho e discutir com o patrão, fazer críticas às ações da empresa, já que não tem tantas coisas que o prendam, não tem grandes responsabilidade ou contas inadiáveis a pagar. É diferente de um pai ou mãe de família com dois filhos que dependem do emprego para o sustento, que tem responsabilidades como aluguel, prestação da casa, despesas escolares. Enfim, com certeza esse último pensará duas vezes em suas atitudes e as consequências em sua vida.

Mas, o jovem cresce, e começa a aprender a dar respostas prontas e ditas certas, que existe sempre um modo de fazer tudo, que sempre fizeram assim, que dá trabalho mudar, que as coisas não melhoram do dia para a noite e que para melhorar seria muito difícil. E daí vamos convencendo o jovem que não há outra forma se não continuar a fazer o mesmo, do mesmo jeito. Vamos convencendo o jovem a deixar de ser jovem, convencendo o jovem que, como diz a poetisa Veronica A. Shoffstall no texto Menestrel (atribuído erroneamente a Shakespeare), sonhos são bobagens, mas seria uma tragédia se eles acreditassem.

“Todos querermos ser jovens para sempre”, é isso! É mantermos viva nossa esperança, esperança de um mundo melhor, de um jeito diferente de fazer tudo. É não deixar que a rotina nos engula, que a vida se torne um peso, que não percamos nossas ambições. É deixar falar em nosso coração “a amizade, a palavra, o respeito, o caráter, a bondade, a alegria e o amor”, “não aceitar sossegado qualquer sacanagem ser coisa normal…”.

E, além das palavras emprestadas do poeta, que não deixemos morrer o moleque que mora em nós e, principalmente, o moleque que mora no jovem!

Paulo Pereira concluiu os cursos de Filosofia e Pedagogia. Atualmente é Professor e Assessor Educacional.

Helder Satin

Meu nome é Helder Ferreira de Carvalho Satin, formado em Ciência da Computação em 2010.

Durante o curso, participei das Maratonas de Programação, chegando a etapa regional do evento em Caraguatatuba no ano de 2009. Conheci também muitas pessoas que se tornaram excelentes contatos profissionais e referências. Ministrei palestras na FATEC de Cruzeiro e no UNISAL.

No curso, aprendi muito sobre a capacidade de trabalhar em equipe, identificar talentos e principalmente de reconhecer os erros e aprender a lidar com eles, transformando-os em oportunidades para aprender mais e evitá-los no futuro.

Eu trabalhava na área da suporte da Hexato Tecnologia durante minha formação, passando a ser Desenvolvedor e Auxiliar de Rede. Após minha Graduação, me tornei sócio de uma empresa de consultoria empresarial para médias e grandes empresas chamada Thompson Management Horizons, na qual ocupei o cargo de Diretor de TI, sendo responsável pelo Desenvolvimento dos Sistemas e Projetos de TI, área em que era responsável pelo acompanhando do ciclo de vida destes e gerenciamento dos servidores. O curso me ajudou a buscar melhores formas de desenvolver soluções de TI, pensando no desenvolvimento como um todo e não apenas na programação dos códigos.

A inserção no mercado depende muito de dois fatores:

O primeiro é a autoconfiança. Acredite sempre na sua capacidade e não tenha medo de aceitar desafios. São eles que te fazem crescer e não as tarefas simples que você já domina.

O segundo é sua rede de contatos. Conheça pessoas novas, faça amizades e faça-se notar sempre. Isso irá facilitar muito e lhe abrirá diversas portas no futuro.

Sugiro aos alunos que aproveitem para aprender o máximo possível. A formação é o período ideal para experimentar, errar e começar novamente, se preciso. Procure aprender mais do que é passado em sala e converse sempre com seus colegas e professores sobre novas tecnologias e metodologias. Não desperdice oportunidades de participar de eventos de seu ramo, por mais simples que possam parecer. Quanto maior o contato com o conhecimento, mais intuitivo será seu aprendizado.

José Maria Martimiano

Meu nome é José Maria Martimiano (centro da foto) e me formei em Direito pelo UNISAL em 2013.

Sou militar da PMMG (Sargento) desde que iniciei o curso. O crescimento foi mais pessoal, mas com certeza ficou extremamente mais fácil trabalhar e compreender inúmeras situações do dia a dia, pois agora tenho o conhecimento acadêmico.

O que me encanta no curso de Direito do UNISAL Lorena é o comprometimento e o amor que os professores empenham! Talvez o grande diferencial seja o fato de que vários professores são formados na casa. Creio que isso faz com que eles queiram sempre elevar o nome do curso, fazendo com que seja sempre o seu orgulho.

Adorei me formar no UNISAL e, sinceramente, se eu pudesse escolher fazer o curso novamente, mesmo que tivesse oportunidade de me formar em uma Faculdade Federal, eu escolheria o UNISAL. Lá parecemos uma família!

Erick Faria

Meu nome é Erick Faria de Oliveira, graduado em Administração com ênfase em Comércio Exterior, em 2008.

Quando iniciei o Curso de Administração no UNISAL estava próximo de completar 24 anos, pois não tive a oportunidade de ingressar no Ensino Superior logo após o fim do Ensino Médio. “Fazer” faculdade sempre foi um sonho e aproveitei bastante. Já trabalhava, pagava o curso com suor e minha vida era uma correria (não muito diferente da grande maioria). Adotei o método de estudo “PRESTE ATENÇÃO NA AULA”. Absorvi o máximo de conhecimento possível e tive ótimos professores. Fiz amizades, troquei experiências e, o mais importante, me descobri como profissional de Recursos Humanos. Devo muito ao Professor Élcio, por causa da exigência e cobrança do conteúdo.

Acredito que as aulas de Empreendedorismo, para aqueles que souberam aproveitar, foram de suma importância. Mesmo que o Egresso não tenha planos de abrir uma empresa, o assunto nos conduz a pensarmos em nós  e nas possibilidades e caminhos para que conquistemos espaço diante dos concorrentes.

Quando iniciei o curso, trabalhava na área operacional de um empresa de clipping do Diário Oficial. No decorrer do curso, meu foco se tornou a área de Recursos Humanos e, felizmente, tive a oportunidade de aplicar o conhecimento extraído em sala de aula na empresa que trabalhava. Fui promovido a Supervisor e depois a Gerente Administrativo. Posteriormente, tive uma passagem rápida por uma empresa de Construção Civil, como Analista de RH e depois iniciei atividades de Coordenador de RH em um empresa de prestação de serviços de Montagem e Manutenção Mecânica, Elétrica e Tubulação. Atualmente trabalho na Prefeitura Municipal de Cruzeiro, no RH, sob cargo de Chefe de Serviço Social/Treinamento.

O curso de Administração do UNISAL é ótimo, os professores são excelentes. Aproveitem as aulas, prestem o máximo de atenção possível e não levem dúvidas para casa. O momento é de aprendizagem.

Ederson Ribeiro

Eu me chamo Ederson Carlos Aquino Ribeiro e me formei em Ciência da Computação pelo UNISAL Lorena.

Todo o conhecimento que adquiri durante o meu curso agregou, em muito, na minha vida profissional, mas quero ressaltar que o que mais faz a diferença na minha vida hoje é a capacidade de estar sempre em busca do conhecimento e do aperfeiçoamento da comunicação interpessoal, pois não adianta termos muito conhecimento e não sabermos comunicar e transmitir um pouco com as outras pessoas.

Logo depois de 3 meses do início do Curso de Ciência da Computação consegui um estágio na área, como analista de sistemas em uma multinacional. Pra mim isso foi incrível e, desde então, fui evoluindo na área com muito trabalho e dedicação.

Hoje, com 9 anos de experiência em departamento de Tecnologia da Informação dentro de indústrias, desenvolvendo papel como Analista de Sistemas e Desenvolvimento aos departamentos de Manufatura e Materiais para o sistema EMS Totvs. Pude participar de vários projetos e implantações, lidei com conflitos e problemas com usuários e coordenei atividades de consultoria externa. Tive o privilégio de fazer viagens pelo Brasil, realizando visitas técnicas e de negócios às filiais da empresa.

O que mais facilita para que uma pessoa entre para o mercado de trabalho, além do conhecimento na área, é o domínio da língua inglesa (pelo menos), além da capacidade de se comunicar e trabalhar em equipe.

Quero deixar aqui 5 itens que fizeram a diferença na minha vida e que pode servir de motivação para outras pessoas: 

- Primeiramente, tenha fé em Deus, pois sem Ele não somos nada.

- Tenha amor e dedicação pelo o que faz.

- Motive-se (Não importa em qual área você irá atuar ou até mesmo onde você irá trabalhar).

- Tenha Humildade.

- Comunique-se bem.

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Em 2012 ele concluía o Curso de Ciência da Computação no UNISAL com o título de Universitário 5 Estrelas. Esse foi o start que ele precisava para seguir ainda mais longe.

A equipe do Pra Sempre o flagrou em uma conversa descontraída com o coordenador do Curso, Prof. Anibal Fernandes, no último mês de agosto. Johnata foi sabatinado pelo Programa e também pelo professor, afinal foi um dia de matar saudades e contar um pouco sobre sua carreira.

Após concluir a Graduação, Johnata, mesmo já morando em São Paulo, realizou a Pós-Graduação em Gestão de TI no UNISAL. Nesse período, trabalhou na área de desenvolvimento da P&G.

Depois, foi contratado por uma das gigantes da Informática: Microsoft. Uma empresa de 90 mil pessoas que atua em mais de 100 países. De acordo com seu site, na medida em que expande, o compromisso da unidade ultrapassa a responsabilidade apenas pela qualidade dos próprios produtos e serviços, como também passa a ser pela busca de soluções para os mais variados públicos.

Com experiência em duas multinacionais, muito se engana quem pensa que o Ex-Aluno parou por aí. Atualmente, nosso Egresso é Gerente de Projetos do Itaú Unibanco.

Na conversa com o Pra Sempre ele explicou um pouco sobre essa carreira, uma forma de ajudar os atuais alunos a entenderem o que mais o mercado de trabalho os reserva, e auxiliar também aqueles que ainda estão em dúvida, se devem ingressar na mesma graduação.

Para o Ex-Aluno, a área de TI é muito ampla e não se limita somente a programação de computadores propriamente dita.

“Se me perguntassem se eu sabia que chegaria nessa função quando era Aluno UNISAL, eu jamais saberia a resposta.” – afirma ele.

No atual cargo, ele é responsável por liderar pessoas e projetos, um desafio diário, que surge a cada segundo.  Mas, na medida em que foi se desenvolvendo profissionalmente, ele começou a sonhar com essa função. Tanto que, ao concluir a Pós-Graduação no UNISAL, ele realizou outra formação na área de Gestão de Projetos, o que lhe deu condições suficientes para atuar nesse setor.

Ao ser questionado sobre o que os cursos realizados no UNISAL contribuíram para sua carreira, Johnata afirmou que eles foram muito importantes para que ele tivesse uma visão sistêmica e noção lógica dos processos.

E essa é a realidade de muitos jovens que precisam escolher uma profissão, aos 17 anos de idade, logo que concluem o ensino médio. Ele diz que, quando optou pela Graduação, não tinha  noção de qual carreira gostaria de seguir.

O Programa Pra Sempre aproveitou a experiência de um Aluno com sucesso na vida pessoal e profissional para pedir uma dica aos atuais discentes que desejam seguir essa profissão.

“As atividades próprias de um programador podem limitar o profissional em alguns cargos. Já as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que o Ex-Aluno adquire, possibilitam chegar a altos níveis dentro de uma organização ou até o empreendedorismo”, conclui nosso 5 Estrelas UNISAL.

Paulo Vasques Voluntario

Você vai vibrar e se emocionar com a disputa de 42 esportes Olímpicos! Essa é a frase publicada no site oficial dos jogos para divulgar aquele que é considerado o maior evento esportivo do planeta. E sabe quem vai estar lá? O Ex-Aluno e Professor do UNISAL Lorena, Paulo Vasques.

Além de advogado formado neste Centro Universitário, ele é médico. Mas entre os dias 6 e 16 de agosto de 2016 será um dos mais de 50 mil voluntários das Olimpíadas do Rio.

Paulo irá atuar com outros profissionais no setor de serviço médico, na Barra da Tijuca. O horário de expediente será das 7h às 15h. “Vou atuar com o público direto, serão dias de aprendizado e oportunidade”, diz Paulo, ansioso para o evento.

Um balanço oficial mostrou que dos primeiros 50 mil voluntários aprovados, 82% são brasileiros, sendo 55% mulheres. Apenas 18% são estrangeiros – a maior parte deles é de voluntários dos Estados Unidos, Grã-Bretanha, Rússia e China.

Em 19 dias de competição (3 a 21 de agosto), haverá a participação de mais de 100 países de 200  que disputaram acirradamente as vagas. Para colocar em prática o que estava no papel, 50 áreas funcionais irão atuar no evento; além disso,  foram ofertados cursos antecipados aos voluntários e demais participantes que irão atender os atletas e o público.

A maior parte dos esportes irá acontecer no Rio de Janeiro, mas há partidas do torneio de futebol, que serão realizadas em outras cinco cidades além do Rio de Janeiro: Belo Horizonte, Brasília, Manaus, SalvadorSão Paulo.

Paulo havia atuado nos jogos Pan-Americanos de  2007, mas como funcionário público, médico da Polícia Rodoviária Federal de São Paulo. Em 2014, se candidatou para atuar no Rio 2016. Somente no primeiro semestre de 2015 recebeu a resposta positiva, após passar por uma entrevista do comitê organizador.

Agora vive a expectativa de uma criança. “Aceitei esse desafio pelo prazer em participar; irá me permitir, aos 61 anos, crescer profissionalmente e enquanto pessoa”, diz Paulo.

O Ex-Aluno não vê a hora de poder contribuir para o evento. E ele não vai medir esforços para fazer o seu melhor!

https://www.cordis.com.br/

Dom Arnaldo Carvalheiro Neto estudou Filosofia na então Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena (hoje UNISAL).

De acordo com o site da Rádio Vaticana, o Ex-Aluno nasceu em 11 de abril de 1967 em São Paulo. Estudou Filosofia na Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras (UNISAL) em Lorena (1989-1991) e Teologia no Instituto Teológico “Rainha dos Apóstolos” em Marília (1993-1996). Frequentou cursos de Direção Espiritual no “Institute for Spiritual Leadership” em Chicago-EUA (2002-2003) e de Capelania Hospitalar no “Mater Misericordiae Hospital” em Dublin-Irlanda (2006).

Além disso, obteve a Licenciatura em “Pastoral Counseling” na “Loyola University of Chicago” (2003-2006).

Recebeu a ordenação sacerdotal em 17 de maio de 1997 e foi incarinado na Diocese de Araçatuba (SP).  Foi pároco da paróquia de “São Brás” em Birigui (1997-2000) e em Chicago foi Vigário Paroquial da paróquia “Saint Roman” (2003-2006). Além disso, desempenhou o cargo de Diretor Espiritual do Instituto Teológico “Rainha dos Apóstolos” em Marília (SP). Atualmente, era Pároco da paróquia “São Pedro Apóstolo” em Gabriel Monteiro (desde 2007) e Reitor do Seminário Propedêutico de Araçatuba.

Fonte da imagem: Cordis