Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
Prof. Luis Fernando Chacon e Renata Nunes na Premiação Universitário 5 Estrelas.
Foto: Comunicação e Marketing UNISAL

Jéssica Terezinha do Carmo Carvalho
Formada em Direito em 2014, Aluna da Pós-Graduação de Direito Material e Processual do trabalho e Assistente de Pastoral.

 

As maravilhas de viver e de conviver nos pátios do UNISAL são tão grandiosas ao ponto de transcenderem o espaço físico e chegarem ao céu… É assim com Renata Nunes.

Renata Cristina da Silva Nunes graduou em Direito pelo UNISAL no ano de 2011, logo em seguida iniciou os cursos de Pós-Graduação Lato e Stricto Sensu e começou a trabalhar como advogada orientadora no Núcleo de Prática Jurídica (NPJ). Defendeu a dissertação de Mestrado em 2014 e, no ano de 2015, faleceu vítima de um acidente de carro. Sua dissertação intitulada “A discriminação estética na relação de emprego e os limites de poder de direção do empregador” foi publicada e lançada em 2016.

Eis um breve introito de uma vida muito bem vivida… Vida que brilhou em tudo que fez!

E foi brilhando que a conheci… Comemorando o título de Universitária 5 Estrelas.  Um brilho que não cessou. Um brilho que não cessará! Um brilho que direciona, que consola, que fortalece, que ajuda a seguir… Que ensina a lutar pelo que ela lutou. Que possibilita sonhar, pelo que ela sonhou…  Que inspira a tentativa não simples, de registrar uma vida que muito soube brilhar…

Renata vivia pelos pátios do UNISAL… Inúmeros foram os momentos que proporcionaram encontros em salas de aulas, aprendizados no NPJ, palavrinhas pelos corredores, sorrisos pelos pátios, conversas nos banquinhos…

Renata Nunes era daquelas pessoas que todos gostavam de estar por perto. Que irradiava alegria, que cultivava sonhos. Que tinha o dom de fazer renascer o que estava adormecido… De confiar que o impossível não existia. E que tudo poderia ser facilmente concluído da forma mais linda por meio de um beijo no coração… Foi aquela que, assim como Dom Bosco, muito soube amar… Que amou sem discriminações…

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Renata Nunes e Jéssica Carvalho
Foto: Arquivo pessoal

Difícil seria mensurar quantas pessoas ela alcançou com seu amor angelical. Quantos beijos no coração ela conseguiu dar. Quantos sorrisos ela ofereceu. Quantos abraços deu…

Não era preciso estar muito tempo com ela para receber tudo o que de melhor ela tinha. E muito tempo na presença de Renata passava sem que fosse percebido …

Esse mesmo tempo, breve para alguns, maior para outros, assumiu a responsabilidade de curar as feridas que a sua partida deixou.

Mas é bem verdade que os pátios do UNISAL vêm cumprindo uma missão bonita de ser uma grandiosa fonte de recordação da Renata.  De tornar vivo e presente o seu brilho.

Renata, Rê, Renatinha, Doutora Renata, Professora Renata. Eis aquela que tornou os pátios do UNISAL mais lindos. Eis aquela que torna o céu mais lindo e ainda mais cheio de luz!

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Vinicius Maximiliano Carneiro
Formado em Direito em 2001.

Retornar à nossa casa de graduação é sempre um orgulho e uma emoção sem igual. Já se vão 15 anos desde que me formei e ainda não tinha conseguido aqui retornar para poder compartilhar um pouco do que tenho vivido na área jurídica. Ver os novos alunos, com aquela ansiedade peculiar do mundo novo da universidade, somada a todas essas dinâmicas de mercado do século 21 nos faz sentir “antigos”, mesmo que ainda contemporâneos! Além disso, não posso deixar de frisar minha felicidade em rever colegas de classe que me abrilhantaram com a presença, como o Dr. Frederico Sodero, o Dr. Bruno Creado e o Dr. Antonio Sávio. Rever amigos de longa data, e mais ainda, diante de um público de jovens futuros profissionais do Direito, me fez retornar às memórias dos bancos da faculdade, com grande alegria e satisfação de uma parte do dever cumprido. Por derradeiro, eu reforço o que mencionei durante a palestra proferida na XXXI Semana Jurídica: poder estar com todos no evento foi a realização de um dos meus sonhos… sonho este que sonhei ainda na cadeira da XI Semana Jurídica, quando entrei na faculdade, e, ao assistir um ciclo de palestras, afirmei a alguns colegas da época: um dia, eu estarei no palco falando para os alunos! E foi isso que felizmente aconteceu e que me deixou muito honrado.

A diferença do público da Graduação é assustadora! Eu brinquei com todos que, só para dar um exemplo, em nossa época os códigos eram em preto e branco e impressos! Ou seja, para achar um artigo não existia ainda o Ctrl-f (atalho para pesquisar uma palavra)! Além disso, pesquisa para trabalhos tinha que ser feita na biblioteca, lendo dezenas de livros de diversos autores. Não existiam smartphones, tablets ou Internet liberada como é hoje. Laptop era coisa de gente muito chique e não de estudante de direito.

Porém, essa diferença é hoje a essência desse novo mercado de trabalho. Apesar do Direito ser considerado uma profissão “conservadora”, com a dinâmica do mercado e das relações interpessoais, seu patrimônio e terceiros, continua a ser tão problemática quanto quando estava eu nos bancos da Graduação.  Fui monitor de Direito Comercial por 2 anos, e, a meu ver, foi uma das áreas que mais sofreu evolução e adaptação, especialmente com o novo Direito da Empresa, do Código Civil e agora do Código de Processo. Os alunos de Direito hoje têm a possibilidade de produzir muito mais conteúdo e conhecimento do que nós tínhamos 15 anos atrás, além da rápida disseminação e compartilhamento do conhecimento. Costumo citar sempre um grande pensador futurista chamado Gil Giardeli, que sempre frisa: você é o que você compartilha! E o direito, a meu ver, é uma das maiores expressões da capacidade de compartilhamento humano, e que visa a preservação de direitos.

O profissional da área jurídica de hoje, tem de ter uma capacidade de processamento de informações muito maior e mais ágil que a nossa, especialmente pela diversidade de áreas do Direito que surgiram, além de, claro, a danosa produção legislativa frenética do nosso país. Mas uma coisa é certa: quem estiver na área jurídica, mesmo que nos próximos 20 anos, tem emprego e trabalho garantidos. A virtualização e digitalização dos tribunais só vai fazer aumentar a dependência do advogado, do juiz e do promotor, além da defensoria e do professor do direito.

Saber manipular esse caminhão de informações vai ser a diferença entre quem sempre vai ter o que fazer daqueles que vão sempre esperar por um aquecimento de mercado tradicional.

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CURSO OAB 2

     Resultado do XX Exame de Ordem coloca instituição à frente de outras IEs do Vale

O Curso de Direito do Centro Universitário Salesiano de São Paulo- UNISAL – Unidade Lorena – obteve, pela 6ª vez, índice satisfatório de aprovação no Exame da OAB e se manteve à frente no Vale do Paraíba (SP). Para o Coordenador do Curso, Prof. Me. Bruno Creado,  que também é Ex-Aluno UNISAL, o mérito é grande, tendo em vista o elevado grau de dificuldade que tem sido apresentado nos últimos Exames da Ordem. “Há quase 10 anos, quando prestei a prova, eram 10 disciplinas e hoje são mais de 20. O candidato precisa interpretar as questões e exigem maior preparação”, afirma Bruno Creado.  Ainda segundo o Coordenador, que também é professor de Curso Preparatório para OAB há 8 anos, em edições anteriores, a nota de corte era de 40% e hoje é de 70%.

O UNISAL oferece o Curso preparatório para o Exame da OAB. Na última edição, que aconteceu de 16.01 a  03.02, foram mais de 150 inscritos.  O Exame de Ordem busca um nivelamento em todo território nacional dos profissionais formados em Direito. A aprovação é obrigatória  para que o graduado em Direito possa exercer a profissão de Advogado, Promotor de Justiça ou de Magistrado.

O Exame de Ordem pode ser prestado por bacharel em Direito, ainda que pendente apenas a sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Poderão realizá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação ou dos dois últimos semestres.

Mas não é só o Curso Preparatório para OAB que traz resultados positivos ao Curso. Júri Simulado, Argumentação, Oratória e, agora, em 2017, Prova de Colegiado, são atividades realizadas ao longo do ano que trabalham outras habilidades dos Alunos, além das exigidas pelo Exame de Ordem e, consequentemente, para o exercício da profissão. “No cursinho preparatório passamos dicas e revisamos conteúdos, mas a união da coordenação junto aos Alunos é fundamental para um bom resultado”, diz Bruno.

Confira a programação de provas divulgada pela OAB em 2017

OAB XXII Exame de Ordem Unificado

Prova 1.ª fase: 02 de abril | Prova 2.ª fase: 28 de maio

XXIII Exame de Ordem Unificado

Edital: 05 de junho | Prova 1.ª fase: 23 de julho | Prova 2.ª fase: 17 de setembro

XXIV Exame de Ordem Unificado

Edital: 25 de setembro | Prova 1.ª fase: 26 de novembro | Prova 2.ª fase: 21 de janeiro de 2018.

Sobre o Curso Preparatório para OAB

Já estão abertas inscrições para Alunos e Ex-Alunos do UNISAL que irão prestar a prova da OAB XXII EXAME DE ORDEM UNIFICADO. O Curso preparatório é realizado aos fins de semana. Inscrições na Coordenação do Curso de Direito ou pelo e-mail curso.direito@lo.unisal.br.

“Além do cursinho, serão realizados dois simulados, aplicados pela Coordenação, aulas aos sábados, aulas aos domingos e durante a semana e três semanas antes da prova, teremos aula no período da tarde”, revelou Bruno Creado na Fanpage do Curso de Direito.

Estão abertas as inscrições para o XXII Exame, até 10 de fevereiro. Confira o aqui as informações.

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Neste ano que se inicia sairá mais um livro de minha autoria, cujo título é Curso de Direito Empresarial”. A fala é do Professor Suhel Sarhan Júnior, Professor do Curso de Direito e da Pós-Graduação UNISAL.

A nova obra, de 646 páginas, é voltada para alunos de Graduação e Pós-Graduação, além de atender aqueles que estão se preparando para Concurso Público e Exame de Ordem.

livro - direito empresarial- suhel júnior-2Alcançar o leitor é o escopo basilar de qualquer livro. Neste espírito foi escrito este Curso de Direito Empresarial, cuja finalidade principal é a de realmente apresentar todo o conteúdo desta disciplina, atualizado com recentes posições jurisprudenciais e também nos ditames do Novo Código de Processo Civil. Na obra é abordado todo o conteúdo programático (Teoria Geral, EIRELI, Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Direito Societário, Propriedade Industrial, Títulos de Crédito, Falência e Recuperação de Empresas e Contratos Mercantis e Civis). O resultado culminou neste Curso, que visa atender os anseios tanto daqueles que terão o primeiro contato com a matéria, bem como dos que buscam respostas mais aprofundadas para solução de problemas práticos.

A pré-venda já está sendo feita com desconto neste site.

Currículo – Suhel Sarhan Júnior

Formado em Direito e Mestre pelo UNISAL Lorena. Especialista em Direito Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Cursos de Extensão pela Harvard University (Cambridge) e University of Toronto (Canadá). Professor de Direito Empresarial do Damásio Educacional, nos cursos preparatórios para OAB, Carreiras Jurídicas e Pós-graduação. Professor de Direito Empresarial e Civil nos cursos de Graduação e Pós-graduação do UNISAL Lorena.

Autor das obras “Direito Empresarial à Luz do Código Civil e da Lei de Falência e de Recup. de Empresas”, “Função Social da Empresa e seu Princípio da Preservação”, “Direito Empresarial: Manual Teórico e Prático” e “Curso de Direito Empresarial. Citado algumas vezes pelo Superior Tribunal de Justiça. Agraciado com o prêmio “Láurea de Mérito Docente”, concedido pela Seccional da OAB/SP. Autor de artigos científicos.

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Você concluiu o Mestrado em Direito pelo UNISAL Lorena? Quermos falar com você

O presente contato  tem como objetivo  estabelecer uma aproximação para nos inteirarmos de sua trajetória profissional, além de intensificar o contato para mantê-los cientes de eventos, publicações e  outras atividades do Programa de Mestrado do UNISAL Lorena.

Nesse sentido, gostaríamos de contar com sua contribuição no preenchimento deste formulário.

A participação de vocês, realizando o cadastro e respondendo aos questionamentos, é de extrema relevância para reformulações de propostas e melhorias no Programa de Mestrado, além de colaborar para o atendimento das exigências da CAPES.

Agradecemos a colaboração.

Iniciar!

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O Ex-Aluno da Graduação e do Mestrado em Direito do UNISAL, Sávio Chalita, lançou neste mês de dezembro (15/12) o livro “350 dicas de Ética Profissional para o Exame de Ordem”.  Publicado pela Editora Foco, a obra foi apresentada na Cia. dos Livros, em São Paulo.

Sinopse do livro

Em linguagem simples e didática, a obra promete ser o que você precisa saber para estudar e entender o Novo Código de Ética e Disciplina da OAB. Em 4 de novembro de 2015 foi publicada Resolução do CFOAB 02/2015 que aprovou o Novo Código de Ética e Disciplina da OAB, revogando o anterior, que remontava o longínquo ano de 1995, e em vigor a partir de 1º de setembro de 2016, conforme Resolução do CFOAB 03/2016.

O Novo CED é resultado de 3 anos de trabalhos dos conselheiros federais, dos presidentes de seccionais e dos advogados, traz diversas inovações que dignificam e valorizam essa profissão atuante na defesa dos diretos e deveres dos cidadãos.

O que a obra contém? Dicas divididas por capítulos; edital sistematizado de Ética Profissional; esquemas de revisão atualizados conforme o Novo Código de Ética, Leis 13.245/2016, 13.247/2016 e Resoluções do CFOAB 4, 5 e 7 de 2016. Por se tratar de uma obra com formato “pocket book”, o autor conseguiu alcançar o resultado almejado: permitir que os advogados, estudantes de direito e candidatos ao Exame de Ordem a levem consigo em qualquer lugar, aliando praticidade e eficiência no estudo da Ética Profissional. “Esperamos contribuir e facilitar os estudos da disciplina que, sem sombra de dúvida, é das mais relevantes na rotina do advogado e, é claro, dos candidatos ao Exame de Ordem”, revela Sávio Chalita.

A obra pode ser adquirida pelo link.

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Cerca de 25 novos Alunos são aceitos para o Programa em 2017

O Programa de Mestrado em Direito do UNISAL termina 2016 com a certeza de dever cumprido.

Ao longo do ano Professores e Alunos participaram de diversos Congressos e Seminários que envolvem as linhas de pesquisa, com apresentação oral de trabalhos, frutos de estudos realizados no Programa de Mestrado.

Jean Gonçalves, um dos 25 aprovados para ingressar, em 2017, no Mestrado está ansioso. Graduado em Direito pelo UNISAL, em 2016, ele irá encarar um desafio em dose dupla. “Além do amadurecimento no estudo, vou pesquisar uma área totalmente diferente da que estudei na graduação, mas tenho certeza de que será uma ótima oportunidade”, revelou Jean. Confira a lista de aprovados.

O Programa de Mestrado prepara e forma professores e pesquisadores aptos a desenvolver e a implementar técnicas jurídicas de aprendizagem da ciência jurídica. São duas linhas de pesquisa: Direitos sociais, econômicos e culturais; Direitos de titularidade difusa e coletiva.

A ansiedade do Jean e de outros Alunos também se deve às estatísticas positivas do Programa em 2016.

A Revista Direito & Paz (ISSN 2359-5035) teve nível elevado em programa de qualidade estabelecido pela Comissão Qualis de avaliação dos periódicos jurídicos nacionais.

Também houve mudança de gestão. Docente por mais de uma década no Mestrado em Direito do UNISAL, a Ex-Aluna Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Alkimin, assumiu, em maio, o posto de Coordenadora. A Prof.ª Dr.ª Grasiele Augusta Nascimento ocupa agora o cargo de Diretora Operacional do UNISAL Lorena, mas não deixou a paixão pelo Mestrado de lado. “Vi o nosso Curso crescer, a nossa trajetória é linda, e só foi possível com muita união”, disse Grasiele em uma das apresentações de eventos do UNISAL.

O ano de 2016 também foi destaque por conta de inúmeras outras atividades. A Proposta de internacionalização do Programa, por exemplo, possibilitou a realização do evento Internacional, IV SEMIDI (Seminário Internacional de Direito), que contou com a presença de palestrantes do Brasil, Colômbia, Argentina e Chile, cuja temática envolvida nos grupos de trabalhos, debates, palestras e conferências foi “Direitos Humanos e Desafios do Século XXI”.

Professores e Alunos do Programa também participaram, em 21 de abril, do I Congreso Internacional de Derechos Humanos promovido pela Universidad Católica Silva Henríquez, Santiago/Chile, em parceria com o Programa de Mestrado em Direito do UNISAL. Em julho levaram o nome do UNISAL para o XXV Encontro Nacional do CONPEDI (Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito), que ocorreu em Brasília e, em setembro, para o IV Encontro Internacional do CONPEDI, que ocorreu em Montevidéo-Uruguay. Para finalizar o ano, participaram em dezembro do XXV Congresso Nacional do CONPEDI, em Curitiba (7 a 10 de dezembro).

“O Mestrado também empreendeu atividade de extensão junto à comunidade estudantil e em várias escolas públicas e particulares por meio de palestras, divulgação e distribuição da Cartilha de Direitos Humanos e Bullying, bem como participou da elaboração e divulgação da Cartilha das Eleições, trabalhos amplamente divulgados pela imprensa”, revelou a professora Maria Aparecida Alkimin.

Tudo foi possível graças às parcerias com Núcleo de Extensão e Ação Comunitária P. Carlos Leôncio e Projeto Lorena Pela Vida.

A discussão sobre temas importantes, como é o caso do Bullying também rendeu uma palestra e a distribuição do material para os Colaboradores e Professores na Obra Social Salesiana em Campinas (SP), e alunos da ETEC de Lorena (SP) e Escola Estadual Paulo Virgílio, Cachoeira Paulista (SP). Apresentações que contaram com a participação de dois discentes. “Isso é excelente para a projeção do Mestrado em Direito na sociedade, e mostra que os Alunos são formados para se envolverem e colaborarem com questões sociais e educacionais”, revela Cidinha Alkimin.

A assistente do Programa de Mestrado do UNISAL, Bruna Borges, afirma que é muito gratificante o contato com tantos profissionais e que é notável a mudança em seus perfis, após concluírem o curso no UNISAL.

“Gratidão seria a palavra para definir o que sinto trabalhando no Programa de Mestrado do UNISAL. Digo isso pela convivência com os Professores, mas, principalmente, com os Alunos. Nossos Alunos são juízes, promotores, desembargadores, professores universitários, advogados e é visível a transformação de cada um. O Mestrado os ajuda a tomar conhecimento de sua vocação e podemos vê-los saindo como lindos diamantes lapidados”, concluiu Bruna.

Confira aqui os livros lançados em 2016 pelos Professores do Mestrado
  • Ana Maria Viola de Sousa
    • Direito ao Envelhecimento
  • Daisy Rafaela da Silva
    • Direito Social e Patrimônio Cultural
  • Jaime Meira do Nascimento Junior
    • A integridade física e sua proteção jurídica no Direito Romano
  • Maria Aparecida Alkimin
    • Violência sexual contra a criança e o adolescente: abordagem da violência sexual intrafamiliar de acordo com o sistema de proteção jurídico-legal brasileiro e português
  • Milena Zampieri Sellmann
    • O ISS no Contrato de Franquia
    • Processo Tributário de Acordo com o Código de Processo Civil de 2015
  • Pablo Jimenez Serrano
    • Justiça e direito
    • Doutrina dos direitos humanos
  • Grasiele Augusta Ferreira Nascimento – Maria Aparecida Alkimin – Daisy Rafaela da Silva (ORGANIZADORAS)
    • Direitos Humanos e Juventude: Estudos em Homenagem ao bicentenário de Dom Bosco

Lincoln Vinícius Antunes Coelho

Meu nome é Lincoln Vinícius Antunes Coelho e sou formado em Direito, em 2012.

Como eu sempre tive a pretensão de seguir carreira acadêmica, desde o início do curso participei dos projetos implementados pelo UNISAL. Durante o período em que estive vinculado à Instituição na condição de discente, fui Monitor de Direito Civil (2009 até 2012), apresentei meus artigos em várias mostras científicas (Lorena, Americana etc), fui bolsista do CNPQ sob orientação direta da Professora Grasiele Nascimento, auxiliei no Projeto Casoteca, nos Estudos Dirigidos do Curso de Direito, dentre outros.

O lado humanista sempre foi observado pela Instituição, sobretudo pela filosofia de Dom Bosco, que sempre esteve a reger a interação professor-aluno. O senso de responsabilidade e comprometimento, sem dúvida, foi intensificado nesse longo período em que aí estive. O amor à docência, bem como ao Direito, trouxe-me grandes oportunidades, inclusive, ao final, fui contemplado com o titulo de Universitário 5 Estrelas pela própria faculdade. Ao deparar-me com um mercado de trabalho avassalador, compreendi a necessidade dos ensinamentos educacionais a mim direcionados, aqueles que talvez não se ligassem diretamente ao conteúdo programático do curso, mas, de certa forma, era imprescindível para minha “sobrevivência” aqui fora. Tudo foi deveras gratificante.

Graças às oportunidades que tive ao longo da faculdade, confesso que não precisei suportar os percalços da vida pós-formado. Quando ainda aluno, fui convidado por um professor “Da Casa” (O Dr. Luis Chacon), o qual deposito incomensurável estima, para estagiar em seu escritório. Antes mesmo de ingressar na faculdade eu já havia trabalhado em setores públicos (Fórum), mas foi a partir desta oportunidade, a de conviver desde cedo com o dinamismo da advocacia, que pude alçar voo profissional. Atualmente, estou concluindo minha especialização em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho e pretendo, o mais breve, iniciar meu mestrado, afinal, como já ressaltei, a academia é um amor antigo. Pretendo conquistá-lo!

“Ama o que fazes e jamais necessitará trabalhar um único dia!”

Karla Fernanda

Meu nome é Karla Fernanda da Silva e me formei em Direito pelo UNISAL em 2007.

Minhas experiências no UNISAL foram inúmeras… No início do curso, ainda muito nova e inexperiente, em 2003, as perspectivas eram gigantescas, porém a vergonha e o medo de falar em público muitas vezes me conduziam ao anonimato, ao refúgio de minha própria existência. Ao participar do Curso de Graduação em Direito, no UNISAL, consegui transformar a introspecção em formas de aprendizado.

No UNISAL realizei minhas Pós-Graduações e consegui encontrar um caminho dentro da própria OAB SP em âmbito de subseção (Comarca), bem como Estadual. Atualmente faço parte de Comissões na Subseção de Pindamonhangaba, conquistadas por meio dos bancos Acadêmicos UNISAL.

Com a experiência adquirida na profissão, consegui me libertar do amedrontador pavor de “falar em público”. Hoje sou uma Palestrante da OAB através do Departamento de Culturas e Eventos de São Paulo.

Direito é um Curso de Graduação voltado para os alunos que desejam o âmbito de justiça. Analisar e buscar o direito para aqueles que necessitam é simplesmente incrível. Venha para o curso de direito e se maravilhe!

José Maria Martimiano

Meu nome é José Maria Martimiano (centro da foto) e me formei em Direito pelo UNISAL em 2013.

Sou militar da PMMG (Sargento) desde que iniciei o curso. O crescimento foi mais pessoal, mas com certeza ficou extremamente mais fácil trabalhar e compreender inúmeras situações do dia a dia, pois agora tenho o conhecimento acadêmico.

O que me encanta no curso de Direito do UNISAL Lorena é o comprometimento e o amor que os professores empenham! Talvez o grande diferencial seja o fato de que vários professores são formados na casa. Creio que isso faz com que eles queiram sempre elevar o nome do curso, fazendo com que seja sempre o seu orgulho.

Adorei me formar no UNISAL e, sinceramente, se eu pudesse escolher fazer o curso novamente, mesmo que tivesse oportunidade de me formar em uma Faculdade Federal, eu escolheria o UNISAL. Lá parecemos uma família!

Ana Maria da Silva Viana Nepomuceno

Eu me chamo Ana Maria da Silva Viana Nepomuceno e me formei em Direito pelo UNISAL em 2008. Realizei também os Cursos de Pós-Graduação em Direito Publico e em Direito Tributário.

Durante a Faculdade, participei dos Projetos Professor Aprendiz e UNISAL Prepara,em que elaborei os textos “Fenômenos Constitucionais”, “Limitações Constitucionais”, “Princípios e Imunidades”, dentre outros.

Fui monitora das disciplinas IED (Prof. Fabio Kalil) e Direito Civil I (Prof Rebello), além de participar de diversas atividades promovidas pela instituição, como Semana Jurídica e Cursos de Extensão. Fui também  estagiária na instituição.

Em relação ao Curso e a prática de conciliadores, me permitiram estar capacidade para atuar no mercado do trabalho, visto que posteriormente fiz o curso de formação de conciliadores pela Escola Paulista de Magistratura. Em relação às monitorias e Pós-Graduações, as atribuições que me foram dadas me deram mais segurança enquanto profissional.

A conclusão do curso me possibilitou fazer o exame da OAB, e sendo aprovada no primeiro exame, comecei a advogar. Atualmente tenho escritório próprio e faço parte da Assistência Judiciária.

Para atuar no Direito como Advogado é necessário gostar da área, ter paciência para se inserir no mercado e fazer nome, ser dedicado e gostar de pesquisar muito.

Sou suspeita para falar pois eu amo advogar e me dedico 70% do tempo ao trabalho, os outros 30% divido entre a família e o lazer. Tenho prazer em ser Advogada!

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Alguns o chamam de Mr. Crowd, nós o conhecemos como Ex-Aluno Vinicius.

Vinicius Maximiliano Carneiro formou-se em Direito pelo UNISAL, em 2009. O nosso Egresso tem MBA em Direito Empresarial pela FGV, é especialista em direito eletrônico pela PUC (MG), com uma experiência em diferentes campos que exploram, desde de assessoria de grandes estúdios de Hollywood, por meio da MPAA (Motion Picture Association), até a vice-presidência do Conselho Deliberativo SESI-SENAI.

dinheiro-multidao-unisalMaximiliano, além de tudo, é um empreendedor, seja em seus projetos pessoais, seja em suas conquistas profissionais. Ele é autor do livro e E-book Dinheiro da Multidão, que trata sobre Financiamento Coletivo.

No último mês de setembro, o advogado esteve no UNISAL para participar da XXXI Semana Jurídica, quando falou sobre “Financiamento coletivo à luz da diversidade jurídica brasileira”, assunto no qual é referência no Brasil.

A equipe do Pra Sempre UNISAL ficou curiosa para saber mais sobre este tema, que vem ganhando tamanha proporção no país. Por isso, Vinícius foi convidado para o bate-papo especial.

Entrevista Especial

Causas sociais, produtos inovadores, startups e investimento imobiliário são algumas das frentes em que o uso do Financiamento Coletivo (crowdfunding) consegue reunir milhares de doadores/financiadores. Assim, de forma simples e rápida, há a possibilidade de tornar uma ideia real sem a burocracia dos grandes conglomerados financeiros.

De acordo com o Egresso, o Financiamento Coletivo não é um modismo, veio para ficar. De fato, mais e mais pessoas, a cada dia, decidem utilizar esse formato de exposição de seus projetos para angariar fundos. De outro lado, milhares de financiadores já estão se habituando a buscar pela Internet opções de investimento e doação usando esse formato, devido sua praticidade e agilidade se comparado aos métodos convencionais de doação que existem no Brasil. Confira a entrevista na íntegra!

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Equipe Pra Sempre: Um Financiamento Coletivo pode ser realizado para qualquer tipo de projeto?

Vinicius: Sim. Ele surgiu para viabilizar projetos solidários, mas hoje em dia há varias opções. Percebeu-se que essa possibilidade de agregar pessoas em volta de um projeto também poderia gerar capital.

Esses projetos podem ser: campanhas de recompensa, campanhas de causas sociais, lançamento de startups e investimento imobiliário.

No último levantamento que fiz, verifiquei que cerca de 20% dos projetos que inscritos, são viabilizados.

Quando comecei a estudar o Financiamento Coletivo no Brasil, entrei em contato com as plataformas online existentes, mas ninguém queria falar sobre elas, porque não há nenhuma legislação sobre o assunto. Foi aí que eu comecei a explorar esse campo desconhecido.

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Equipe Pra Sempre: Como o Financiamento Coletivo está sendo regulamento no Brasil?

Vinicius: A Comissão de Valores Imobiliários (CVM) já abriu uma consulta pública para criar um regulamento para o Financiamento Coletivo, que prevê várias aplicações em diversas áreas. Eles estão sendo vanguardistas e criando um texto juridicamente complexo, se comparado a outros países.

É um conteúdo que deve ser lido por muitos profissionais, pois está tratando de temas que mudam muitas relações empresariais, com questões que o Direito Empresarial não previa. A CVM está inovando, intervindo em enquadramento de empresa e de faturamento, por exemplo.

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Equipe Pra Sempre: Mas a CVM tem poder para isso?

Vinicius: Tecnicamente sim, juridicamente não. Mas, se ela não fizer isso, o mercado para. E ninguém irá barrar.

Um fato interessante é que a CVM está seguindo meu livro “Dinheiro da Multidão”. Alguns representantes da Comissão entraram em contato comigo antes de sair a consulta pública e me convidaram para participar dela. Foi uma surpresa! Agora eu preciso escrever um artigo técnico com uma análise do texto da CVM.

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Equipe Pra Sempre: Qual a relevância para sua carreira participar dessa consulta pública?

Vinicius: Inovação. Não tem ninguém falando disso com foco para o mercado. Ou seja, a CVM divulga as regras e eu aponto as consequências e a viabilidade de cada uma delas do  ponto de vista do mercado.

E todos podem participar dessa consulta. Todos têm a oportunidade de analisar e dar a opinião, de maneira embasada, sobre o texto que se tornará lei. Para os alunos de Direito essa é uma grande chance de participar, pois todas as contribuições ficam registradas. Mas nem todos os órgãos colocam projetos de lei em consulta pública.

De acordo com o site oficial do Governo Federal, as consultas públicas são processos democráticos para construção conjunta de políticas públicas entre governo e sociedade. Com a colaboração dos cidadãos, empresas, movimentos e organizações da sociedade as ações e programas do governo poderão atingir seus objetivos e ser aprimorados de acordo com as demandas coletivas.

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Equipe Pra Sempre: Você acredita que essa regulamentação do Financiamento Coletivo representará oportunidade para surgimento de novas profissões?

Vinicius: Sem dúvidas. O Financiamento Coletivo abre muitas possibilidades para a economia de maneira geral, pois abrange questões relacionadas aos impostos, às possibilidades de assessoria, aos trabalhadores indiretos etc. Eu acredito que, em breve, haverá escritórios especializados em Financiamento Coletivo com múltiplas áreas, que tenham economista, advogado, profissional de marketing, administrador, dentre outros.

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Equipe Pra Sempre: As plataformas online que já existem de Crowdfunding seguem alguma regulamentação?

Vinicius: Ainda não. Elas se amparam em uma estrutura comercial de intermediação de negócios. São sites que fazem o intermédio entre quem quer investir em um projeto e quem quer criar um projeto, e recebem uma comissão se o projeto for viabilizado. O problema é que, para esses sites, projeto viabilizado é aquele que pediu uma quantia e arrecadou. Eles não vão verificar se aquela proposta realmente foi colocada em prática. Hoje, há uma lacuna legal no Brasil com relação a isso. Então ainda é preciso fazer algumas interpretações tendo como base as leis que já existem, no que se refere à responsabilidade civil, direito do consumidor… São analogias.

O assunto não para por aqui…

Acesse qui o áudio da palestra que Vinícius realizou durante a Semana Jurídica. Aproveite para baixar o E-Book Dinheiro da Multidão gratuitamente!

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Considerado um dos Cursos mais tradicionais e, ao mesmo tempo, inovadores da Região, o Direito do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo, Unidade Lorena, não teve dificuldades em trazer para a 31.ª Semana Jurídica grandes nomes do campo jurídico.

O evento reuniu, entre 29 de agosto e 2 de setembro de 2016, mais de 1.000 alunos no Teatro São Joaquim, que virou palco para a reflexão sobre a prática da profissão.

Segundo a coordenação, foram dez palestras sobre inúmeros temas, entre eles, os “10 anos da Lei Maria da Penha e a luta contra a violência doméstica”; “Reflexos do novo Código de Processo Civil no Processo do Trabalho”; “Lei antiterrorismo nº 13260/2016”.

Na abertura do evento, o Coordenador e Ex-Aluno “5 Estrelas” do Curso, Prof. Bruno Creado, destacou a importância da participação de todos do UNISAL. O palestrante Dr. Anis Kfouri abordou o tema: “Sucesso na arte de advogar: dicas e reflexões. No período noturno, Alunos, comunidade e Professores do Curso assistiram a palestra “Reflexos do Novo Código de Processo Civil no Processo do Trabalho”, com o Dr. Leone Pereira.

A 31.ª Semana Jurídica também trouxe à casa salesiana o Ex-Aluno de Direito, Dr. Vinicius Maximiliano Carneiro, que integrou a equipe de palestrantes. A missão de falar sobre o “Financiamento coletivo à luz da diversidade jurídica brasileira”, foi apenas um dos desafios na carreira do egresso. Ele é o primeiro profissional a destacar o tema no país. “Tratar juridicamente o assunto no Brasil, incluindo a edição de um livro (o primeiro do Brasil) sobre o tema crowdfunding, me deixa muito orgulhoso, é um assunto jovem em nosso mercado nacional. Sempre gostei de me dedicar a temas “novos” do direito, desde a propriedade intelectual de produções audiovisuais e música, até software pirata e compras coletivas. Mas ao que tudo indica foi no financiamento coletivo que resolvi produzir conteúdo mais consistente para compartilhar com outros profissionais que se interessem pelo tema”, afirma Vinicius.

Em ano de eleição, outro tema discutido foi “O financiamento das campanhas eleitorais.” A última palestra do evento foi ministrada pelo juiz substituto do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Paulo Sérgio Brant de Carvalho Galizia.

Além da reflexão, a Semana Jurídica também aproveitou a ocasião para praticar a solidariedade. A organização pediu a doação de um quilo de alimento não perecível para ser entregue na Pastoral da Universidade como comprovante de inscrição. Foram arrecadados 800 quilos de alimentos, entregues para obras sociais da cidade.

Foto: Antonio Sávio

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Ex-Alunos fazem parte dessa conquista.

“Com muita alegria comunico que saiu o resultado da Comissão Qualis de avaliação dos periódicos jurídicos nacionais, que elevou o nível de qualidade da Revista Eletrônica do Programa de Mestrado em Direito do UNISAL Lorena, Direito & Paz”. A fala é da Diretora Operacional do UNISAL, Prof.ª Dr.ª Grasiele Augusta Nascimento. A docente foi, por mais de uma década, coordenadora do programa de Mestrado em Direito do UNISAL, hoje, representado pela Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Alkimin.

A decisão da classificação e reclassificação dos periódicos foi divulgada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) da área de Direito, nesta terça feira, 09 de agosto de 2016. A Revista Direito & Paz, (ISSN 2359-5035), do Programa de Mestrado em Direito do Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena, que se encontrava no estrato B2, foi reclassificada como B1.

Segundo a coordenação de Direito da CAPES, o procedimento de avaliação dos periódicos jurídicos nacionais teve início em 11 de janeiro de 2016, quando foi aberto o prazo para o envio de pedidos de classificação/reclassificação, sendo obrigatório para os periódicos jurídicos nacionais dos estratos B3 e superiores. O prazo encerrou-se no dia 22 de fevereiro. Ao todo foram recebidos 143 pedidos. A avaliação, de responsabilidade da “Comissão Qualis”, – sistema utilizado para classificação da produção científica – , teve como base o atendimento às regras publicadas na página da área de Direito do site da CAPES.

A Ex-Aluna da Graduação e do Mestrado em Direito, Paládia Romeiro, participou da revista em 2015 com o artigo “Município: as atribuições constitucional e legal frente à realidade na execução da Política Ambiental”. Para ela foi uma honra ter contribuído, de algum modo, por essa conquista e parabeniza a instituição.

O também Ex-Aluno Savio Chalita comemorou a novidade: “Que ótima notícia! Parabéns a todos pela participação num resultado tão positivo pra família salesiana!”.

Sobre a Revista

A Revista Eletrônica do Curso de Mestrado em Direito do UNISAL Lorena Direito & Paz é um veículo de incentivo à produção científica, um espaço ao diálogo sobre temas como a “Concretização dos Direitos Sociais, Difusos e Coletivos” e as seguintes Linhas de pesquisa:

I- Direitos Sociais, Econômicos e Culturais; e

II- Direitos de Titularidade Difusa e Coletiva.

É  nela que são publicados trabalhos que, pelo conteúdo, possam contribuir para a formação e o desenvolvimento científico, além da atualização do conhecimento na área de especificada. Segundo a coordenação do Mestrado em Direito, por meio da Coordenadora do Curso, Prof.ª Dr.ª Maria Aparecida Alkimin, a classificação da Revista mostra o reconhecimento do trabalho diferenciado de qualidade do ensino e apoio às pesquisas realizado no Programa de Mestrado em Direito.

Clique aqui para saber mais.

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A Ex-Aluna e Professora dos Cursos de Mestrado e de Direito do UNISAL Lorena, Milena Zampieri Sellmann, lançou neste mês de julho seu novo livro: O “ISS no Contrato de Franquia”.

Advogada tributarista, preventiva e contenciosa, desde 2000, e também Professora de Direito Tributário nos Cursos de Graduação e Pós-graduação (Lato Sensu e Stricto Sensu) em Direito do UNISAL Lorena/SP, a autora trabalhou com um olhar diferente para concluir a obra, que tem como protagonista o ISS, imposto sobre serviços de qualquer natureza.

Trata-se de um tributo de competência dos municípios e Distrito Federal e incide sobre a prestação de serviços. O livro contém 195 páginas e visa demonstrar ser inconstitucional referida cobrança no contrato de franquia. A publicação foi lançada pela Editora CRV.

 

Saiba mais sobre a autora

A professora Milena Zampieri Sellmann é especialista, Mestre e Doutora em Direito Tributário pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP). Também concluiu MBA na área de gestão acadêmica pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – U. E. de Campinas/SP (UNISAL/CAMPINAS). Extensão Universitária em Boston College, Laspau, University of Toronto, University of London, University of Southern California, Hong kong Institute of Education, Center for World-Class Universities of Shanghai Jiao Tong University e Université Paris – Est Créteil. Graduada em Direito pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – U. E. de Lorena/SP (UNISAL/LORENA).

Capa Livro frenteAdquira o seu livro

A edição já está sendo vendida a R$45,90 pelo site www.editoracrv.com.br.

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Hoje estou lendo partes da última Revista do Advogado, publicada pela AASP (Associação dos Advogados de São Paulo) sobre o tema “O novo código de ética e disciplina da OAB” (abril de 2016, n. 129). Em especial me chamou a atenção o tema “Publicidade na Advocacia” publicado por Miguel Matos (advogado e editor do jornal jurídico Migalhas) na página 98. O texto é brilhante e foi desenhado pelo autor com uma conotação histórica e lúdica, permitindo aos advogados compreenderem, inclusive, a evolução deste cenário tão importante.

Ele finaliza a brilhante introdução histórica e doutrinária apontando: “De fato, os mais experientes não se cansam de repetir que os últimos 20 anos transformaram mais o mundo do que todas as décadas anteriores. Diante de tantas novidades e tantos conceitos, criou-se a cultura do ambiente líquido. Nele tudo está em constante evolução. Mas  a ética, nesse mundo de pós-modernidade, continua a tratar dos mesmos dilemas entre os bons e os maus comportamentos”. (…) “Todo esse movimento de modernidade, talvez até instintivamente, impeliu a OAB a reformar o seu Código de Ética mais uma vez, menos de quatro lustros depois de sua última atualização” (p. 100).

O Código de Ética foi aprovado em outubro de 2015 e entrará em vigor em setembro de 2016 (segundo Resolução 03/2016 do Conselho Federal). O texto novamente aponta um capítulo próprio para a Publicidade, com preceitos diferentes numa tentativa de atualizar a abraçar novas situações fáticas que são vivenciadas hoje e inevitáveis, como a internet, o e-mail etc.

Pretendo fazer alguns comentários simples e diretos, na verdade, úteis para advogados que pretendem eticamente fazer publicidade. Vejamos inicialmente o que diz o primeiro e principal artigo do Código de Ética:

Artigo 39: “A publicidade profissional do advogado tem caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não podendo configurar captação de clientela ou mercantilização da profissão”.

Utilizando um dicionário vamos compreender melhor as palavras chave: informativo, discrição, sobriedade, captar e mercantilizar.

Informativo: destinado a informar ou noticiar. Informar é, por sua vez, “dar informações a ou a respeito de”. Noticiar é difundir através da imprensa falada ou escrita.

Discrição: ato de quem se guia de forma recatada, modesta e reservada. É o ato de quem é cordato, ou seja, sensato e prudente.

Sobriedade: moderação.

Captar: é o mesmo que atrair para si. Atrair é chamar a si, encantar, seduzir.

Mercantilizar: é tornar algo mercantil. É o ato de quem pratica o comércio e que é ambicioso ou interesseiro.

Então o advogado pode dar informações e notícias de cunho jurídico, desde que o ato seja praticado de forma recatada e modesta, de modo sensato e prudente e com moderação, tendo como linha controladora destes atos a proibição de tornar as informações uma ferramenta de atrair clientes para o seu negócio ou demonstrando com tais atos ambição ou interesse comercial.

Não é fácil compreender os exatos limites deste importantíssimo artigo. Mas, na leitura dos demais poderemos compreender de fato que ele é apenas um norte, um princípio dos demais, cuja interpretação deverá ser feita sempre com olhar na discrição e moderação exigíveis, na não mercantilização da profissão etc.

Realmente, na sequência, o artigo 40 reflete os meios em que o advogado não pode fazer publicidade: não pode o advogado fazer propaganda no rádio, cinema e televisão; não pode usar painéis luminosos e outdoors, salvo na fachada do próprio escritório; não pode fazer inscrições em muros, fachadas, paredes, veículos, elevadores, ou em qualquer espaço público, salvo a indicação da propriedade de veículos automotores; não pode divulgar a advocacia juntamente com outras profissões e atividades; não pode fornecer dados de contato, como endereço e telefone, em colunas ou artigos literários, culturais, acadêmicos ou jurídicos, publicados na imprensa, bem assim quando de eventual participação em programas de rádio e televisão, ou em veiculação de matérias pela internet, sendo permitida a referência a e-mail; e por último, não pode utilizar mala direta ou panfletagem com a intenção de captação de clientela.

capa revista OAB

Revista do Advogado

Então já sabemos que usar fachadas mesmo que luminosas é permitido. A indicação de que o veículo é de propriedade, da frota do escritório, é permitido. No momento de noticiar qualquer conteúdo é possível indicar o e-mail como uma referência de contato.

Outro ponto: é permitido divulgar a advocacia pela internet. Então o uso de websites e páginas profissionais em redes sociais como o Linkedin e o Facebook estão autorizados. Mas, lembre-se, seguindo a discrição, a moderação, tudo conforme o artigo 39.

Na sequencia o artigo 41 revela que as publicações não podem induzir o leitor a litigar. Isso revela como deve ser o texto, como deve ser o conteúdo em si da informação veiculada, evitando-se a cultura do litígio.

O advogado não deve então fazer uso de argumentos e convites como: “entre em contato conosco”, “entre com a ação para exigir seus direitos”, “procure seu advogado para exigir o que é seu” etc.

artigo 42 revela outras proibições: o advogado não pode responder com habitualidade a consulta sobre matéria jurídica nos meios de comunicação social; não pode também em qualquer meio de comunicação debater causa sobre o patrocínio de outro advogado; não pode abordar tema que comprometa a dignidade da profissão e da instituição que o congrega; não se pode divulgar nem se pode permitir que divulguem lista de clientes e demandas, ou que o advogado se insinue para reportagens ou declarações públicas.

artigo 43 aponta que o advogado deve se portar na imprensa visando objetivos meramente educativos, ilustrativos e instrutivos, sem propósito de promoção pessoal ou profissional, sendo vedado o pronunciamento sobre métodos de trabalho usados por seus colegas de profissão, evitando também o debate de caráter sensacionalista.

artigo 44 detalhou como deve ser nosso cartão de visitas. Deve constar o nome do advogado ou da sociedade de advogados e o respectivo número de inscrição na OAB. Também poderão ser feitas referências a títulos acadêmicos e distinções honoríficas profissionais, instituições jurídicas da qual faça parte, especialidades a que se dedicar, endereço, e-mail, site, página eletrônica, QRCode, logotipo e fotografia do escritório, o horário e o idioma de atendimentos.

Numa leitura simples diremos que faltou permitir o telefone. Ou então, o rol é exemplificativo. Prefiro ficar com este último apontamento. Ainda mais que se pode QR Code, como não pode o telefone?

Nos cartões de visita as fotografias pessoais ou de terceiros estão proibidas. Bem como está proibida a menção de qualquer emprego, cargo ou função ocupado, atual ou pretérito, em qualquer órgão ou instituição, salvo o de professor universitário.

Veja então como atualmente é possível criar um cartão de visitas diferenciado, com informações e detalhes importantes.

artigo 45 é uma boa novidade. Passou a permitir expressamente o patrocínio de eventos ou publicações de caráter científico ou cultural, assim como a divulgação de boletins, por meio físico ou eletrônico, sobre matéria cultural de interesse dos advogados, desde que sua circulação fique adstrita a clientes e interessados no meio jurídico.

Aqui a grande novidade é o uso de boletins informativos, escritos para demonstrar aos seus clientes o seu conhecimento e suas áreas de atuação. Importante também para manter seus clientes atualizados.

artigo 46 por sua vez reconhece a possibilidade de uso da internet como forma de dar publicidade à advocacia, permitido o envio de mensagens a destinatários certos, desde que não impliquem o oferecimento de serviços ou representem forma de captação de clientela.

O boletim acima indicado, inclusive, não está mais restrito aos sites e pode mesmo ser enviado por e-mail para destinatários certos. Mais uma ferramenta interessante!

Realmente, ao analisarmos o conteúdo todo, um complemento ao que está descrito no artigo 39, podemos ter uma ideia de como agir ao criar a publicidade de nosso escritório. A publicidade é permitida. Existem regras. Basta seguir as regras e inventar meios de efetivamente dizer que você é advogado, está preparado e atuante no mercado! Afinal, quem não é visto não é lembrado!

Em resumo: o direito à publicidade existe na advocacia, use com moderação!

Luis Fernando Rabelo Chacon concluiu o curso de Direito no UNISAL Lorena em 2000. Atualmente é professor e advogado.

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Uma porção de orientação vocacional, mais duas pitadas de pesquisa são os ingredientes mais esperados desta receita: encontro com quem já está no mercado de trabalho e que possa falar da profissão.

Com certeza, para muitos jovens a fase final do Ensino Médio é momento de apreensão. Afinal, qual profissão escolher? Quais critérios devem ser levados em conta? Posso me arrepender da opção quando já estiver na faculdade?

Especialistas em Recursos Humanos e Psicologia dizem que uma escolha profissional consciente leva em conta pelo menos três elementos: quem é você, o que se estuda durante o curso e como é o dia a dia da profissão.

Foi pensando nisso que o Colégio São Joaquim, de Lorena,  por meio da equipe de Orientação Educacional, promove mensalmente encontros com profissionais de várias áreas.

Os encontros de auxílio aos estudantes dos 2º e 3º anos do Ensino Médio sobre qual carreira seguir se transformam em momentos de diversão e até nostalgia.

No último mês de maio, foi a vez dos alunos conhecerem um pouco mais sobre a área do Direito. Foi também momento do Ex-Aluno do Curso de Direito do UNISAL, Luís Pulvino, matar saudade do método salesiano de ensinar.

“Desde o pré até o ensino superior conheço esse método, sou Ex-Aluno salesiano com orgulho, sei bem desse jeito diferenciado e cativante de ensinar e acolher. Que delícia poder retribuir”, disse Pulvino.

O advogado, formado em 2007,  atua na cidade de Cruzeiro em um escritório junto com o irmão, o também Ex-Aluno, Marcos Paulo Sobreiro. Pulvino é especialista em direito civil e direito do consumidor e sempre concede entrevistas sobre o tema para veículos de comunicação da Região.

No bate-papo com os alunos, ele contou curiosidades  sobre a rotina e os desafios dessa carreira.

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“Fui muito bem recebido e percebi nos alunos o interesse por essa profissão”, disse Pulvino.

Direito é a ciência que cuida da aplicação e do cumprimento das normas jurídicas de um país para organizar e manter um bom relacionamento interpessoal entre os grupos e indivíduos da sociedade. O curso de Direito é do tipo bacharelado e dura 5 anos. O graduado poderá seguir inúmeros caminhos, dentre eles ser advogado, promotor ou juiz. Mas para isso é obrigatório obter um diploma reconhecido pelo MEC e realizar a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).  

Segundo a OAB, atualmente o Brasil tem  800 mil advogados e mais de 1,5 milhão de bacharéis em Direito.

Saber escolher a profissão e ser um diferencial durante a faculdade, podem ser ingredientes essenciais para uma bela receita, aquela que citamos no início do texto.

DIREITO-1990

Ernesto Quissak
Formado em Direito em 1990 (1ª turma)

Recordo-me, como se fosse hoje, da primeira aula que tivemos na então recém-criada Faculdade Salesiana de Direito de Lorena. Era 1986 e os pouco mais de sessenta acadêmicos ainda não se conheciam. Era o primeiro contato entre nós e com a Faculdade de Direito. O Professor de Sociologia, Getulino do Espírito Santo Maciel, iniciou a fala dizendo: “O advogado que é apenas advogado é uma triste coisa.” E, partindo desse ponto, disse-nos que deveríamos, ao longo de nossa formação, cuidar para adquirir vasto conhecimento em todas as áreas do saber, em especial naquelas que dizem respeito às Ciências Humanas e Políticas.

No curso dos cinco anos de convivência e aprendizado, a pedagogia salesiana mostrou seu acertamento e, aos poucos, nos proporcionou conhecimentos diversos. Na área do Direito, além das disciplinas clássicas, como o Direito Civil e o Penal, contávamos com Direito Canônico e Direito Romano, o qual cheguei a lecionar na mesma Faculdade, depois de formado. O Latim também se fazia presente, em curso extracurricular, ministrado pelo saudoso P. Hugo Greco, que, com suas placas contendo declinações latinas, trafegava entre a multidão de alunos. Diziam que quando ele tocava violino, flutuava. É coisa de se imaginar, para quem o conheceu, pois sua aura luminosa, seu sorriso cativante e sua voz plena de bondade cativava a todos, quiçá também aos Anjos. E assim, neste centenário Colégio Salesiano – onde se inseria a Faculdade – fomos crescendo como acadêmicos, e, especialmente, como pessoas. Ali, logo se via, formavam-se Homens, não máquinas. Professores iluminados  guiavam-nos sempre, tais quais P. Nivaldo Peccinatti e P. Mario Bonatti, que desde sempre nos asseveravam que “a vida tem a cor que você pinta”.

brasao-direito-1986Alguns, desde cedo, já revelavam sua vocação absoluta para a advocacia, tal qual o Dr. José Pablo Cortes e o Dr. Carlos Eduardo Tupinambá Macêdo; outros, pretendiam concursos públicos e, mais alguns, apenas se aprimorarem, pois já tinham seus ofícios consolidados em anos de carreira em outras searas. Fosse como fosse, cada qual ali encontrava o que procurava e muitos ainda militam no sagrado ofício do Direito, chegando aos ápices, cada qual em seu trecho. Eu próprio, advogado desde então, recordo-me da alegria em poder participar ativamente da vida acadêmica na Faculdade Salesiana de Direito, seja ajudando na formação do Centro Acadêmico, seja criando o Símbolo da Faculdade, até hoje em uso. Foram anos de intensa vivência, estudo e aprendizado.

De lá para cá, décadas transcorreram e as sólidas bases científicas e morais havidas nos bancos acadêmicos permitiram-me constatar o acertamento da primeira lição recebida, pois nos tornamos mais que advogados, tornamo-nos homens e mulheres que fazem a diferença neste mundo tão carente de Justiça no sentido maior do termo. Deveras, como já se disse, “a grandeza do homem pode ser medida, não por sua riqueza ou fama, mas por suas ações, seu caráter, sua verdade, sua tolerância, sua caridade, sua confiança, sua amizade, seu amor por seus semelhantes”.

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Reencontro de alguns Ex-Alunos da 1ª turma de Direito em 2015.

download do E-Book com todas as histórias pode ser feito gratuitamente. Clique aqui e confira!

Esta é “A vida nos pátios do UNISAL”…

Porque o que dá sentido à vida não pode se perder no tempo!

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Material foi elaborado pelo UNISAL e seus Ex-Alunos, Núcleo de Extensão, Prefeitura e Smart Educ.

O Programa de Mestrado em Direito do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena – Campus São Joaquim, por meio do Núcleo de Direitos Humanos e do Centro de Extensão Universitária e Ação Comunitária P. Carlos Leôncio da Silva, do UNISAL, em parceria com a Secretaria de Esportes, Juventude e Lazer de Lorena, estão sorrindo à toa.

O motivo são os resultados colhidos com a “Cartilha de Direitos Humanos”, com foco na prevenção do Bullying.

Nos meses de fevereiro e março a comissão organizadora fez uma série de visitas às escolas de Lorena para distribuir o material.

Os depoimentos, desenhos e redações provaram que o público-alvo, ou seja, jovens e crianças, entenderam a grandeza do problema e, principalmente, conheceram formas de combatê-lo no cotidiano.

O material, que conta com o apoio da Escola Smart Educ de Lorena, pode ser acessado aqui na versão online.

O álbum é o quinto de uma série que visa melhorar a sociedade, com a promoção da paz nas escolas e a busca por um mundo melhor.

A produção traz  desenhos coloridos feitos por alunos da cidade e que foram selecionados no concurso “Promoção da Paz”, realizado em outubro de 2015, além dos textos de pesquisa dos professores do Mestrado do UNISAL.

No Brasil, segundo o Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar, esse tipo de violência atinge 45% de alunos do ensino fundamental, entre agressores, vítimas e vítimas/agressores.

A problemática tratada de uma forma tão didática também chamou atenção do I Congresso Internacional de Derechos Humanos. O material será incluído no evento, que irá acontecer nos dias 21 e 22 de abril, na cidade de Santiago/Chile. A programação é organizada  pela Universidad Católica Silva Henriques e pelo Programa de Mestrado em Direito do UNISAL.

O projeto conta com o poder público representado pelo Ex-Aluno UNISAL, Roberto Bastos, secretário de Esportes, Juventude e Lazer de Lorena.

Parabéns a todos os envolvidos!

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A “estrada judiciária” é repleta de incertezas e obstáculos.

Ninguém consegue percorrê-la tranquilamente, navegando num mar de rosas. Não há capacidade, habilidade ou perspicácia que consiga evitar as dificuldades do caminho. Ao Advogado, todavia, cumpre enfrentá-las. A tarefa é árdua, de trabalho incessante, ao qual deve dedicar todas as suas forças físicas, intelectuais e morais.

A rotina do Advogado é a luta. O marasmo, a apatia e a inércia devem ficar bem longe do profissional da Advocacia. O seu ambiente de trabalho é prenhe de paixões, da luta de interesses antagônicos. O bom Advogado não pode ser apático, indiferente, frígido. Dentre os inumeráveis contratempos da “estrada judiciária” contam-se as injúrias, os abusos e a inveja. Quanto mais respeitado, mais alvo das maldades. Uma coisa, entretanto, é sempre certa e infalível: a luta. A consciência do dever cumprido já compensa o Advogado de todo o seu trabalho, de todo o seu esforço. O Advogado é um dos poucos profissionais que, se deixa o trabalho de lado por poucos instantes, até mesmo para uma higiene mental, não consegue realmente repousar.

O cérebro do Advogado não para. Continua sempre elaborando teses, remoendo os vários aspectos da causa que abraçou. Onde quer que esteja, um bom Advogado estará absorvido pelas suas preocupações profissionais. Verdadeira a observação de ARI DOS SANTOS, no livro “Nós, os advogados”: “O advogado não tem horas. As suas horas são as dos seus clientes e cada cliente é um patrão que entende que o seu assunto deve passar por cima de todos os outros. Mal se levanta, começam em louca ebulição na sua cabeça as mil e uma hipóteses que tem de resolver. Enquanto um processo não está julgado, não tem um minuto de tranquilidade. As causas dos outros são as suas e por isso a vibração dos seus nervos é a soma das vibrações dos nervos dos seus clientes”.

O bom Advogado é aquele que se identifica com as causas que lhe são confiadas, sofre as mesmas angústias que os seus clientes, experimenta as mesmas decepções, sofre abalos pelos mesmos fracassos, se insurge contra as mesmas injustiças, vivencia os mesmos desesperos e as mesmas desilusões. Nós, Advogados, não temos sequer um dia de descanso. O Domingo, dia dedicado à folga de quase todas as profissões, é para nós, muitas vezes, o dia de maior trabalho, porque, livres das Audiências e dos atendimentos no Escritório, aproveitamos todo o dia para o estudo das causas de maior complexidade. Oportunamente, voltarei ao assunto.

Até breve!

Marcos Vinícius Rodrigues Cesar Doria concluiu o curso de Direito no UNISAL Lorena em 1990 (1ª turma). Atualmente é um BOM ADVOGADO.

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Pelas fotografias parece que o tempo nem passou para os formandos da turma 2005 do curso de Direito do UNISAL Lorena. Na primeira quinzena do mês de outubro, eles deixaram de lado a agenda cheia de advogados, professores e cidadãos do século XXI para se divertirem e compartilharem novidades. O encontro foi realizado no dia 11/10/15, em um restaurante de Guaratinguetá (SP).

Afinal, o mundo é cheio de oportunidades para quem se forma no UNISAL.

Este ano,  o curso está em festa! Completa 30 anos de existência, com o 1º lugar no Ranking de aprovação da OAB da Região, graças ao trabalho desenvolvido pelo Projeto Vingadores.  Também carimbou 4 estrelas no Guia do Estudante – Melhores Universidades! Com este histórico único, o UNISAL coloca, por ano, no mercado cerca de 200 formados nesta profissão.

Quanta notícia boa! As conquistas também foram motivo de emoção e comemoração no Encontro de 10 anos de formatura.  Cerca de dez advogados e, antes de tudo, amigos, confraternizaram. Alguns aproveitaram a ocasião para apresentar os novos membros da família. É o caso do especialista em Direito Civil, Ivo Henrique Souza Silva. Pai de primeira viagem, ele trouxe Heitor, que pelo que tudo indica, também pode ser um futuro advogado. Pois, segundo o pai, ele se enturmou bem com os formados pelo UNISAL.

A turma de 2005 tem inúmeros nomes destaque no mercado de trabalho. Dentre eles, está o atual professor de Direito Penal do curso de Direito, Delegado de Polícia, Francisco Sannini.

Esta é a forma de homenagear estes profissionais que colocam o nome do UNISAL lá fora de uma forma ímpar. Esta é a forma de criar um Relacionamento verdadeiro com os egressos. Este é o PRA SEMPRE.  Precisamos de boas histórias de Ex-Alunos. Contribua com o site!

Ex-Alunos 1ª turma Direito  UNISAL

Ex-Alunos da 1ª turma de Direito participam

A XXX Semana Jurídica, promovida pelo curso de Direito do UNISAL Lorena, teve um sabor de nostalgia este ano. O evento, realizado de 31 de agosto a 04 de setembro, foi a primeira oportunidade de reunir os Ex-Alunos da 1ª turma, graduada em 1990.

A comemoração também trouxe em várias palavras o significado dos 5 anos de convívio no UNISAL. Saudade, amor, troca, empenho, missão, foram alguns dos sentimentos emitidos pelos Ex-Alunos que também participaram da gravação de um Documentário: 30 anos Direito UNISAL.

Durante a abertura da Semana Jurídica, o coordenador do curso, Bruno Creado, deixou a emoção como sendo o ingrediente principal do evento. Ao fazer a saudação inicial, que todos já conhecem, foi acompanhado por um grande coro dos alunos. “Queria que fosse a semana da união e acho que todos nós temos conseguido este feito”, revela, emocionado, Creado.

O atual coordenador, de apenas 29 anos, é um Ex-Aluno. Estar no posto de coordenador tem um gosto de vitória e sonho realizado. Bruno Creado sempre almejou voltar ao UNISAL e praticar no dia-a-dia o espírito salesiano de Dom Bosco. “Quando digo: Todos somos coordenação, é por que sei que todos somos uma família. O curso só conquistou 4 estrelas pelo Guia do Estudante em 2015 e voltou a ocupar o 1º lugar no ranking de aprovação do 16º Exame da OAB pelo trabalho desenvolvido por professores, alunos e assistentes”, revela Bruno.

Cinco dias de evento, com um saldo de 10 palestrantes (confira a programação) e muita participação do público. “Nessa edição, criamos um canal aberto de perguntas para alunos e participantes fazerem aos palestrantes: O meu perfil no Facebook e o meu celular. Fiquei impressionado com o alto nível das mais de 1.200 perguntas que chegaram até mim”, enfatiza Bruno.

No último dia do evento, uma homenagem de peso. O professor Luiz Antonio Rebello, o mais antigo do curso, foi aplaudido de pé pelos alunos e coordenação pelo seu trabalho desenvolvido no UNISAL.

Ao final do evento, foi apresentada parte de um vídeo comemorativo do curso. Por meio de série de fotos das turmas antigas e atuais, os alunos puderam conhecer um pouco mais sobre o curso mais tradicional da Região.

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Formatura da 1ª turma de Direito em 1990.