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Crise é crise. Medo é medo. Preguiça é preguiça. Convido você a fazer a leitura do texto abaixo para entender do que estamos falando.

Vejo muitas pessoas reclamando que as coisas não estão dando certo em suas vidas por causa da crise. “Não vou começar a fazer MBA por causa da crise”, “Não vou tentar abrir minha própria empresa agora por causa da crise”, “Melhor sair da academia para economizar por causa da crise” ou “Melhor não ter filhos agora por causa da crise”. Realmente, temos que assumir que do jeito que o país está, qualquer um fica com medo de tentar algo novo ou arriscar-se no desconhecido.

Mas em muitos casos, fato é que a crise virou desculpa de muita gente que não tem coragem para tomar a decisão que já deveria ter tomado há muito tempo. Explico: certamente, alguns de seus projetos já existem em sua imaginação muito antes da crise começar, certo? Então, você já parou para pensar em qual momento da vida a palavra crise substituiu o seu medo ou procrastinação para realmente colocar seus planos em prática?

Certa vez, li um texto sobre a nossa mania de pedir conselhos para depois ter alguém em quem colocar a culpa por nossos erros. Afinal, é mais fácil dividir a culpa daquilo que deu errado com outras pessoas, daquilo o que deu certo. O grande problema não está no erro. Errar todo mundo erra, erra 1, 2, 3 vezes até conseguir acertar. Por mais clichê que pareça, só não acerta quem não tenta. É tentando e errando que você vai ganhar experiência para acertar um dia! Logo, o convite deste texto é que você deixe de culpar a crise, as pessoas ou as circunstâncias as quais você vive hoje pelo fato de não conseguir ter coragem de tentar.

Tudo bem, eu concordo com você que não é tão fácil assim. Inovar, seja em qual for a área de sua vida, sempre dá um certo medo. Mas se você entender que “está tudo bem se não der certo”, com certeza, o medo de tentar mudar vai diminuir e você vai criando coragem para se arriscar mais e realizar o que sempre quis. A proposta aqui não é que você saia por aí, fazendo o que sempre quis sem medir as consequências, pelo contrário, planejar-se é um dos passos fundamentais para que a decisão de mudança não o prejudique e nem prejudique as pessoas que você ama e que se importam com você.

Voltando ao título deste texto, eu te pergunto: se a crise acabasse amanhã, você estaria pronto para colocar suas ideias e projetos em prática? Durante esse tempo de crise, você está se preparando? Comece fazendo o melhor que pode com os recursos que tem agora e, certamente, quando chegar a oportunidade, você estará pronto para conquistá-la. Tenho um amigo chamado Ricardo Silva, Coach de voz. Ele sempre diz: “Não deixe para se preparar quando você deveria estar pronto”. Isso vale para muitas coisas. Pense nisso, reveja suas atitudes e bom trabalho!

Vanessa Espíndola concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Palestrante e Assessora de Imprensa e Produção de Conteúdo.

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Existem momentos em nossa vida que precisamos dar um passo para trás, respirar e pensar calmamente sobre os próximos passos. Assim também acontece nos negócios, especialmente durante momentos de crise econômica ou política.

A verdade é que os consultores e gerentes de vendas são os mais afetados nas crises relacionadas aos negócios. Se isso nunca afetou você não se julgue invulnerável. Afinal, a qualquer momento a grande empresa que você trabalha pode fazer um ajuste no orçamento e você ser cortado.

Em minhas viagens tenho o costume de perguntar a todos “ Como vão os negócios? ”. Certa vez em Minas Gerais (mais precisamente na cidade de Lavras, sul do estado) perguntei a um taxista, e ele me disse “ Estão caminhando”. Obviamente, essa resposta significa que as coisas ainda estão mal, mas não ao ponto de pararem.

A crise traz uma série de dificuldades, ela reduz o poder de compra e, por sua vez, a demanda e o consumo. A solução mais “óbvia” para aquele taxista foi reduzir o preço, conquistando assim minha corrida, mas decisões como esta apresentam riscos sérios para a imagem e futuro de uma marca, especialmente se queremos prever e projetar resultados a curto e médio prazo. Nesse caso, a empresa deve ser clara e precisa em seus objetivos sem alterar suas metas.

O segredo para prevenir e evitar qualquer desestímulo e perca de foco em um cenário de crise, é você acreditar em sua marca, acreditar em seus valores e diferenciais. Manter o foco no que torna seu produto diferente e convencer seus clientes que ele tem uma série de valores e características que o tornam digno de sua lealdade. Resumindo, trata-se de fortalecer aspectos intangíveis, de modo que as pessoas deem valor ao produto/serviço ao ponto que eles percebam isso como algo indispensável, mesmo em tempos de crise.

É preciso garantir que esses aspectos intangíveis tenham clara visualização por parte dos clientes. Por exemplo, a marca deve posicionar-se como um modelo de eficiência na sua área. Em outras palavras, você pode, por exemplo, reforçar aspectos como atendimento ao cliente e pós vendas, demostrando que se importa com a satisfação do cliente e com a qualidade do produto.

Outro ponto importantíssimo para ser trabalhado são as emoções, afinal é muito fácil comprar algo de alguém que você gosta. Ser educado e gentil é uma vantagem arrasadora em vendas. Lembre-se: As pessoas não compram de empresas, mas sim de pessoas. Isso significa que geralmente as vendas acontecem com pessoas que gostamos e confiamos.

Praticamente todas as vendas são movidas pela emoção, não se trata de uma questão de lógica. O que geralmente ocorre é que as pessoas compram movidos pela emoção, e logo após, justificam a sua a sua compra por razões lógicas. A lógica possui pouquíssimo poder de persuasão. Para trabalhar com emoções devemos falar mais para o coração do que para a cabeça.

Obviamente, existem outros fatores importantes a serem levados em conta para o sucesso em tempos de crise. Mas por hora você já sabe que é essencial se conectar com a sua marca/produto e conhecer suas virtudes e qualidades e assim cativar seu público e criar as fórmulas necessárias para superar as dificuldades que possam surgir.

Desejo sucesso a todos.

Alan Mendes Marques concluiu o Curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2013. Atualmente é Gerente de Novos Negócios.

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Devido ao cenário de instabilidade econômica que o país enfrenta, muitas pessoas que estavam pretendendo abrir seu próprio negócio resolveram adiar o projeto de dar esse importante passo em suas vidas. Outras, já empresárias, receosas com as incertezas do mercado optaram por tirar os pés do acelerador e cortar investimentos como medida preventiva.

Você se enquadra em algum desses 2 grupos de pessoas? Está receoso se deve empreender nesse momento de crise ou aplicar recursos financeiros em seu negócio? Então continue lendo este artigo…

Alguns pontos importantes sobre a crise

Em primeiro lugar, a crise que estamos passando atualmente não é causada somente por um caso isolado, e sim, pelo somatório de vários acontecimentos (internos e externos) que ao longo do tempo culminaram em uma economia extremamente fragilizada.

Por exemplo, podemos citar como fatores externos a desaceleração da economia na China e a expectativa do aumento das taxas de juros nos EUA; como internos a crise hídrica (muito grave principalmente no estado de SP), a desvalorização do real, o uso indevido do dinheiro público, os escândalos da Petrobrás e tantos outros decorrentes da nossa má administração (governo).

Adivinhe qual foi a consequência de tudo isso para o Brasil?

No primeiro trimestre de 2015, o Produto Interno Bruto (PIB) ficou 0,2% menor na comparação com o mesmo período do ano passado. O desemprego em maio registrou o quinto aumento seguido, subindo para 6,7% (estava em 6,4% em abril e em 4,9% em maio de 2014). A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) cresceu 0,82% em junho, alta de 6,42% no ano e 9,15% em 12 meses. Em maio, segundo o IBGE, a renda real (já descontada a inflação) dos trabalhadores recuou 1,8% sobre abril e 5,8% no confronto com maio de 2014 – Dados SEBRAE.

Mas calma… Tudo que acontece de bom ou ruim, dentro e fora do país, de alguma forma incide em nossa economia, trazendo reflexos positivos e negativos a curto, médio e longo prazo.

Todo cenário de mudanças gera desconforto e insegurança, mas em períodos de crise, apesar da retração, é importante entender que o mercado não para! O que muda é o comportamento do consumidor.

O consumo continuará acontecendo, porém, agora com mais critério e cautela, onde se prioriza o que realmente é importante. A oportunidade de negócios sempre estará presente, mas talvez em outro lugar ou em um segmento diferente do que atua.

Fatores pertencentes ao que chamamos academicamente de macroambiente (forças políticas, econômicas, legais e da natureza) sempre estarão fora do alcance de controle do empreendedor, daí a importância de um planejamento consistente, que permita o desenvolvimento de produtos e serviços que sejam menos impactados por tais fatores.

Lembre-se, adaptar-se às circunstâncias é uma virtude indispensável para empreendedores. “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer.”

O que eu posso fazer em meu negócio para minimizar os efeitos da crise?

Se você já é empresário e tem um negócio rodando, saiba que esse é o momento ideal para um check-up completo de suas atividades, assim poderá minimizar os impactos gerados pela crise, melhorar o que tem a oferecer, reduzir custos e ainda sair fortalecido.

Vamos a algumas dicas para que você atinja esse resultado em seu negócio:

– Reavalie seus produtos e serviços: descubra como os seus clientes veem o que você oferece. Seus produtos / serviços são essenciais? O que você poderia fazer para que eles agreguem mais valor aos seus consumidores e se tornem indispensáveis? Eles atendem totalmente ou parcialmente a uma necessidade do mercado? Descubra novas necessidades e implemente-as o mais rápido possível.

– Repense sua carta de vendas: como já disse aqui, mudanças de cenário econômico trazem novo comportamento, e com isso, novas objeções de compra surgem. Indague seus clientes para descobrir os motivos pelos quais eles não adquirem seus produtos / serviços. Deixe-os falar e aprenda com eles, assim você poderá solucionar os problemas apontados e pensar em como matar as novas objeções na próxima venda. Se alguém apontou algo negativo, as chances de que outra pessoa aponte também são grandes.

– Analise seus processos: colete a opinião de seus colaboradores sobre como o trabalho que realizam pode ser desempenhado com mais eficiência, com melhor qualidade e com menos custos. Reveja a forma como cada atividade é realizada. Uma pequena melhoria implementada em seus processos pode lhe trazer ganho de tempo e dinheiro. Produção mais barata, abre a possibilidade de rever os preços que pratica e com isso torna-lo mais competitivo no mercado.

– Inove: não faça mais do mesmo! Não espere deslanchar no mercado em um cenário econômico incerto se existem vários produtos / serviços exatamente iguais ao seu. É preciso ter um diferencial que o destaque de seus concorrentes, e ele precisa ser claro e evidente. Esse é um assunto extenso, abordarei melhor em outro post, mas por enquanto recomendo a leitura do livro Design Thinking – Uma metodologia poderosa para decretar o fim das velhas ideias.

– Busque novos mercados: que tal explorar novas regiões para atuar? Se o seu negócio opera de forma local, já pensou em buscar mercados em outros bairros, cidades, regiões ou a nível nacional? Caso já trabalhe em todo território, por que não vender para outros países? Acha complicada e cara essa nova perspectiva? Eu lhe digo que é mais simples e barato do que imagina. A tecnologia e a internet estão aí para encurtar distâncias e quebrar definitivamente barreiras geográficas. Com serviços como o Site Express, sua empresa pode estar operando na web de forma totalmente profissional em até 72h, e seus produtos / serviços estarão acessíveis para quem se interessar por eles.

É possível superar a crise?

Apesar da retração econômica e do pessimismo coletivo que se instala pelo país é possível sim superar a crise, e o melhor, tirar proveito dela.

Não estou dizendo que é uma tarefa fácil, claro que requer empenho, dedicação e muita força de vontade, assim como todas as coisas importantes da vida. Mas é algo totalmente possível e que inclusive podemos comprovar pelo sucesso de vários empreendedores da atualidade.

Não se deixe levar pelas lamentações e pela tendência que temos de tirar o ônus da culpa de nossos ombros. Fazer o seu negócio crescer e faturar mais depende exclusivamente de você.

Gaste energia pensando em soluções, não em problemas! Seja ousado, mas sem deixar de lado os 4 principais pilares que regem a gestão de qualquer empreendimento de sucesso, que são:

– Planejamento: organize suas ideias. Elabore um plano detalhado de como ir do ponto A (onde você está) ao ponto B (seu objetivo). Considere o máximo de detalhes possíveis de todos os aspectos que englobam sua ideia, como por exemplo: investimento, tempo, equipe, características do produto / serviço, logística, força de vendas, público-alvo, ações publicitárias, etc. Quanto mais informação, menos chances de dar errado.

– Execução: agora é a hora de colocar a mão na massa e ir à luta seguindo o planejamento definido no item anterior. Monitore de perto toda a execução de forma que se afaste o menos possível do que foi planejado.

– Verificação: esta etapa pode ser realizada paralelamente à execução e consiste na coleta de informações e dados de tudo que foi e está sendo executado. O objetivo é encontrar os pontos fortes e principalmente os fracos do projeto, servindo como base para a correção de suas falhas. “Não se pode administrar aquilo que não se mensura”.

– Correção: aqui o projeto se torna mais robusto e chega mais perto do ideal através de medidas corretivas que sanem as deficiências identificadas no item anterior. Cada vez que essa etapa é executada, seu negócio ganha força e se torna mais competitivo.

Os pilares constituem passos ininterruptos de um ciclo que jamais deve ser deixado de lado.

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Negócios que estão crescendo mesmo com a crise

Apesar das dificuldades econômicas alguns segmentos de mercado vem ganhando força com taxas de crescimento significativas, indicando a possibilidade de bons lucros a curto prazo.

Se você ainda não tem uma ideia de negócio para empreender, iremos listar abaixo alguns negócios que estão se expandindo e com isso se tornando tendência.

Caso já seja empresário, investir em novos produtos / serviços pode ser a chave para sair ileso deste momento turbulento.

Seja criativo, soluções complementares às oferecidas pelos segmentos a seguir também podem ser boas sacadas:

– Cosméticos: a vaidade é um sentimento presente na maioria das pessoas e algo que se tornou indispensável como fonte de alto-estima. A auto-estima situa-se quase no topo da pirâmide das hierarquias das necessidades básicas do ser humano identificadas por Maslow, o que impulsiona o consumo de produtos relacionados à beleza, mesmo que o orçamento esteja prejudicado por outras despesas.

– Alimentação: devido à falta de tempo da maioria das pessoas, principalmente nas grandes cidades, comer na rua e comprar alimentos prontos se tornou algo indispensável. Porém, a forte tendência da “geração saúde” quebrou os velhos hábitos e impulsionou o consumo de opções com menos gorduras e produzidas a base de grãos. Se optar por este segmento, lembre-se de fugir do comum!

– Consertos e reparos de produtos: com o intuito de priorizar o extremamente necessário, consertar aquele utensílio ou produto que parou de funcionar pode ser uma grande pedida quando se quer economizar. Na maioria das vezes, o reparo pode sair bem mais em conta que a compra de um novo produto, se tornando gradativamente a opção mais procurada por consumidores. Toda demanda pode gerar bons lucros!

– Educação: na minha opinião este é o segmento do momento. A necessidade de crescimento ou recolocação profissional tem estimulado cada vez mais pessoas a procurarem capacitação. Então, porque não aproveitar aquela sua habilidade que está adormecida para ajudar pessoas e ainda ganhar um bom dinheiro? A hora é essa!

Conclusão

Mesmo com as incertezas e inseguranças é possível sim iniciar um novo negócio durante a crise.

Se você já faz parte do time dos empreendedores, profissionalize e aprimore o máximo possível o seu negócio. Atenda às necessidades e entenda cada vez mais o seu cliente.

Negócios que se sustentarem e crescerem nesse período, tem grandes chances de se solidificarem e se consolidarem como líderes em seu segmento quando tudo isso passar.

Perseverança, resiliência, persistência e visão soam como o Mantra da vez! “Quem tem um porque, enfrenta qualquer como (Viktor Frankl), então arregace as mangas sem “mimimi” e faça o seu negócio prosperar!

Alexandre Espada concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2010. Atualmente é gerente de projetos.

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Será que, apesar da crise, é a hora de se investir em uma Pós-Graduação?!

O ano de 2016 começou com uma preocupação maior, estamos vivendo um período de crises econômica/financeira/política, que há muito tempo não vivíamos. As preocupações que tais crises nos trazem, as incertezas com o futuro e o medo do amanhã, nos fazem refletir se o momento é propício para se investir em educação, principalmente em cursos de Pós-Graduação, ou se devemos esperar a poeira baixar e termos uma visão mais clara do que virá, para aí sim tomarmos tal decisão.

Para tentar ajudar a responder essas dúvidas, façamos a seguinte analogia: imagine você em uma comunidade que depende da caça, agricultura e da pesca para viver. Nela a natureza tem sido extremamente generosa, fornecendo chuva, sol, vento e calor em quantidade ótima para que se tenha uma abundância de animais e peixes, bem como colheitas recordes, gerando até excedentes que são doados a comunidade vizinha. Nesta comunidade existem exímios caçadores, pescadores e agricultores, pessoas que dominam as técnicas e sabem com perfeição e maestria como extrair da natureza aquilo que necessitam para sobreviver. Do mesmo modo, existem algumas pessoas que possuem desempenho mediano, não são tão bons assim, sofrem mais para caçar, pescar ou plantar, mas, como a natureza está ‘dando’ tudo em excesso, acabam também se sobressaindo e garantindo o que necessitam para sobreviver.

Pois bem, imagine agora, que essa comunidade seja acometida por uma terrível seca, assim os rios secam e os peixes começam a faltar, da mesma maneira, os animais começam a morrer de sede e não mais se reproduzem e nem fornecem alimentos, e as colheitas não são mais tão ‘gordas’ como eram antes. Imaginando esse cenário, façamos então a seguinte pergunta, quem estará pronto para conseguir de maneira satisfatória, garantir a sua sobrevivência e de seus familiares? O pescador/caçador/agricultor especialista ou o mediano?. Bom, não precisa ser nenhum gênio para responder que, no momento como o retratado acima, são os melhores que se sobressaem.

Assim também funciona no mercado, quando estamos em alta, em período de crescimento e prosperidade econômica, com fartura de empregos e de demanda por produtos, o bom se diferencia, mas o mediano, aquele que não se especializou, acaba também encontrando seu espaço. Porém, no momento que a situação fica ruim, quando começa a faltar espaço para todos, são os especialistas, aqueles que se preparam é que se garantem. Os que não se especializaram sofrem mais, e muitas vezes se veem obrigados a ocupar cargos com salário menor, ou mesmo ficar desempregados por um período.

Por isso, principalmente em momentos de crise, é a hora sim de se investir em formação, os empregadores estão mais seletivos e aqueles profissionais que se mostram engajados, preparados e que demonstram ainda que são pró-ativos e não estão acomodados, se destacam dos demais, do mesmo modo, a especialização, os estudos e as técnicas trarão para o profissional, ferramentas que, quando aplicadas no dia a dia das organizações, geram resultados bem maiores. Mesmo aqueles que têm negócios próprios, precisam entender que, provavelmente, o que fará seus negócios prosperarem na crise é o conhecimento, que, aliás, é a maior e mais eficaz vantagem competitiva que um negócio pode ter.

unisal_lorena_pos_banner250x250pxSe ainda assim você ficou na dúvida, uma pesquisa realizada pela empresa Produtive e exibida no Jornal Hoje, da Rede Globo em 16 de março de 2015, mostra que, entre os 400 executivos entrevistados, aqueles que têm Pós-Graduação ou MBA ganham, em média, salários 60% maiores. Outro estudo realizado pela empresa Catho em 2014, aponta que a diferença salarial de um Pós-Graduado para alguém sem curso de Pós-Graduação, pode chegar até 70%.

É claro que deve se somar ao estudo, as experiências profissionais e o Know How de cada um, mas é inegável que os estudos, a formação e a especialização, são investimentos prioritários nesses períodos de crise e fatores de sobrevivência profissional em um mercado que começa a faltar espaço para todos.

Pois como disse o mega investidor norte-americano Warren Buffet:

“É só quando a maré baixa que você descobre quem estava nadando nu!!!”

Portanto, prepare-se, invista em você, invista em sua formação, pois a hora é agora!

Marcos Aurélio Correa dos Santos se formou em Administração no UNISAL Lorena em 2008. Atualmente é professor, consultor e supervisor de cursos de MBA.