Pra Sempre UNISAL | Ex-Alunos
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Li recentemente que para se ganhar a liberdade existencial, que é de direito dos humanos, precisamos arrancar os pinos da fechadura, pois muitas vezes as portas estão trancadas.

Caminhei observando a natureza e pensando…

Por que os seres humanos são tão incompetentes, não gerenciam suas vidas, deixam de viver grandes emoções, não constroem significados que transcendem nossa breve estada aqui?…

E como criam tantas amarras e estas se tornam tão fortes, que sequer ousam simplesmente abrir para conhecer o que existe deste outro lado, aguardam silenciosamente para arrancar os pinos…

E neste aguardo o tempo se foi, as promessas não se cumpriram, os desencantos aconteceram e perdeu-se as oportunidades de se viver “vida com vida”.

A natureza, com sua sabedoria simplesmente encontraria as chaves, abriria as portas e mostraria os caminhos…

Na natureza tudo é perfeito e as ações encadeadas…

Nós humanos insistimos em colocar uma ordem que não é a natural..

Neste caminhar com a neblina refletindo os raios solares, penso que há um ledo engano nesta pontuação lida, pois precisamos sim abrir todas as portas, mas jamais, arrancando-as

É muita violência!

As nossas portas merecem ser abertas dignamente com as próprias chaves que um dia as fecharam, e com a ousadia dos “jovens velhos de hoje” adentrar nestes novos caminhos com força, foco e fé mas, com a coragem de realmente SER!

Ser pessoa com a força necessária para auto conhecer-se visando focar nas alegrias que quer priorizar e com fé em Deus e na sua obstinação em realizar sua essência em busca de plenitude existencial e espiritual.

E com este caminhar consciente o mundo vislumbrado pelas portas abertas tranquilamente encadearão as ações que concretizarão nossos desejos trancados até então…

E…

Alegremente buscaremos viver nossa “vida com vida”!

Maria Berenice Ribas Rosa de Oliveira  concluiu os cursos de Psicologia em 1991 e Pedagogia em 1994 no UNISAL Lorena . Atualmente é palestrante.

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Talvez você tenha crescido com a ideia de que ou o aluno era “inteligente” ou não era. Talvez você tenha sido criado incentivado a participar das aulas, memorizar o conteúdo e realizar as tarefas de casa. Talvez você nunca tenha ouvido falar sobre a Taxonomia de Bloom.

Há mais de 50 anos Benjamim Bloom já sabia que o processo de aprendizagem vai muito além do falso ou verdadeiro e da múltipla escolha. Hoje em dia já sabemos que o aquilo que o professor americano estudava, cada vez mais vai ser tornando uma realidade para a educação: Os Domínios de Aprendizagem.

Trata-se de uma teoria extremamente complexa, mas que este texto se propõe a apresentar como um primeiro passo para que se compreenda as infinitas possibilidades que o assunto oferece para professores, psicólogos, gestores etc.

Claudio Moreira apresenta alguns caminhos para quem deseja se aprofundar no assunto. Veja um trecho tirado de seu site:

“A Taxonomia de Bloom sustenta o clássico “Conhecimento, Habilidades e Atitudes”. (…) Essa teoria oferece uma excelente estrutura para planejamento, projeto e avaliação da formação e a eficácia da aprendizagem. O modelo também serve como uma espécie de checklist, pelo qual você pode assegurar que a formação está seguindo a realização prevista de todo o desenvolvimento necessário para estudantes, estagiários e aprendizes, e um modelo pelo qual você pode avaliar a validade e cobertura de qualquer formação existente, seja ele um curso, um currículo ou uma todo o programa de formação e desenvolvimento para uma grande organização.”

Em princípio a Taxonomia de Bloom foi criada para ser utilizada na educação escolar, porém é muito comum ver empresas aplicando o modelo em seus processos seletivos, treinamentos ou avaliações de desempenho.

O Portal Educação nos auxilia com a informação de que a aprendizagem abrange 3 domínios fundamentais: Intelectual ou Cognitivo; Afetivo-social e Sensório-psiconeurológico.

Deixaremos para falar sobre eles em outra oportunidade, já que cada um, por si só, já rende um longo debate.

No entanto, podemos afirmar que atualmente, na maioria das vezes, o sistema educativo foca quase que exclusivamente n 1º domínio (Cognitivo), talvez pelo fato de ser o único possível de ser mensurado objetivamente. O desafio é grande, mas algumas atitudes já estão sendo realizadas. O debate para que as escolas levem em consideração os demais domínios já vem sendo realizado, no entanto é preciso, cada vez mais que haja alinhamento das políticas públicas, bem como capacitação de profissionais para que a educação se torne algo completo e que realmente prepare o aluno para o mercado competitivo que o aguarda.

Por isso a importância de se pensar em ferramentas que auxiliem no controle deste processo complexo. A plataforma JUNTOS é um exemplo. Dentre outras funcionalidades, oferece recursos capazes de suprir a necessidade de alinhar os domínios de aprendizagem. Além disso, há de se pensar que a tecnologia auxilia, porém é preciso que toda a comunidade acadêmica se mobilize para contribuir para a melhoria da educação.

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

*Texto originalmente desenvolvido para a Plataforma JUNTOS.

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Quando se passa algum tempo trabalhando com executivos e empreendedores é impossível não observar e perceber o que funciona e principalmente o que não funciona para se alcançar sucesso nos negócios.

Embora para alguns pareça mito, existem comportamentos que estão presentes na maioria das pessoas que conseguem tirar suas ideias do papel e transforma-las em negócios lucrativos.

Características intrínsecas, hábitos, habilidades… muitos são os fatores que atuam diretamente sobre a nossa personalidade e são responsáveis por caracterizarem e formarem pessoas bem sucedidas.

O comportamento é o que difere os homens dos meninos, no caso, o que diferencia empreendedores de pessoas que não conseguem sair do lugar.

Todos nós possuímos alguma deficiência nesse sentido e o quanto antes conseguirmos identificar quais são elas, mais rápido poderemos adotar ações corretivas e assim minimizar seus impactos negativos em nossa vida pessoal e profissional.

Quando se é empreendedor ou quando se ocupa algum cargo de liderança, nem sempre é comum receber feedbacks. A importância do cargo ou o nível hierárquico dentro da empresa muitas vezes inibe que as pessoas sejam sinceras e nos indiquem possíveis pontos de melhoria, dificultando assim, a percepção de nossas ações negativas e suas consequências.

Assim como o empreendedor deve desenvolver a habilidade de se motivar para inspirar a outras pessoas, é necessário também que realize constantemente processos de auto análise, buscando se conhecer cada vez mais.

Pode parecer estranho, mas nos conhecermos a fundo é um processo de longo prazo que requer exercícios, percepção e inclusive a ajuda de pessoas especializadas.

O quanto você acha que se conhece? Vamos praticar?

Reflita e procure responder com o máximo possível de sinceridade:
> Como você reage sob estresse? Nessa condição tem dificuldade de tomar decisões?
> Você cumpre sempre compromissos? Nas exceções, sob quais circunstâncias?
> Como você interage com outras pessoas? Sua postura é sempre ética e igualitária?
> O quanto você está disposto a trabalhar para fazer algo bem feito?
> Você tem a preocupação de desenvolver suas atividades com o máximo de qualidade ou com o mínimo aceitável?
> Você é focado e disciplinado ou dispersa e se distrai com facilidade?

As respostas para essas perguntas podem dizer muito sobre você. E o principal, podem sinalizar o que desencadeia reações positivas e negativas em seu comportamento, mas isso é assunto para outro post.

Se você quiser transformar o seu negócio em algo realmente grande, mesmo que ainda não esteja empreendendo, dê uma boa olhada no espelho e procure identificar se algum desses comportamentos limitantes estão presentes em sua personalidade. Caso sim, procure trabalhá-los o mais rápido possível, assim estará trazendo seus objetivos para mais perto de você:

Ingenuidade

Aprenda a questionar tudo o que lê, ouve e aprende. Sempre considere também sua fonte.
Quem empreende ou pretende empreender, precisa buscar constantemente informações e transforma-las em conhecimento prático. Porém, é preciso sempre considerar se a informação é correta, ou se a fonte a está repassando de forma integral e imparcial, sem omissões ou interesses.
Não existem verdades absolutas. Não é porque a maioria das pessoas acredita em algo que ele está correto. Duvide, busque e tire sempre suas próprias conclusões.

Pânico

Situações de alta pressão são comuns no mundo dos negócios. As coisas quase nunca saem como planejado e, muitas vezes dão terrivelmente errado.
Se você não consegue conter a adrenalina e manter a calma em uma crise, certamente tomará muitas decisões erradas e impensadas.
Manter a serenidade favorece o raciocínio lógico e a lucidez, indispensáveis em situações de risco.

Fanatismo

A paixão é um grande condutor de sucesso, mas em excesso pode transformar-se em fanatismo. Tenha cuidado para que ela não trabalhe contra você, levando-o a ter uma percepção distorcida da realidade.
Pessoas apaixonadas por uma ideia tendem a se fechar para opiniões divergentes. Tornam-se cegas, surdas e mudas, oferecendo um grande risco ao negócio.

Preguiça

Para se conseguir êxito em um empreendimento é preciso ter visão de longo prazo e trabalhar muito. É por isso que empreendedores bem sucedidos estão sempre tão focados e em constante atividade.
Infelizmente a grande maioria das pessoas é preguiçosa, procrastinam ao máximo suas tarefas, mesmo as que consideram importantes, o que as deixam cada vez mais distantes de seus objetivos.
Steve Jobs disse: “Metade do que separa os empreendedores de sucesso dos mal sucedidos é a perseverança.” Atualmente, tem se buscado cada vez mais gratificações instantâneas. Porém, no mundo real elas não vem antes de muita dedicação.

Egoísmo

Se você agir como se o mundo girasse em torno de você, o máximo que irá conseguir é que as pessoas se afastem. E isso diminuirá sua eficácia.
Com esse comportamento, como fará sua ideia prosperar? Negócios não se referem apenas a você. Eles envolvem pessoas e suas experiências com os seus produtos e serviços.
Lembre-se, clientes e colaboradores é você quem primeiro deve servir.

Nostalgia

Sem dúvida nós podemos aprender muito com o passado, mas se prender excessivamente ao que já passou é autodestrutivo. Da mesma forma, você pode planejar e sonhar com o futuro, mas se suas ações não estiverem focadas no presente, nunca irá conseguir transformar seus projetos em realidade.

Hipersensibilidade

Se você tem problemas para lidar com críticas e qualquer objeção lhe incomoda, certamente terá muitos problemas no mundo dos negócios.
Ninguém consegue estar certo 100% do tempo e errar faz parte de todo processo de aprendizado. É preciso saber lidar com opiniões divergentes e usá-las como feedback para o seu crescimento.
Líderes bem sucedidos costumam ter um apurado senso de humor e uma dose extra de humildade.

Uma última coisa. Se alguma dessas características está presente em seu comportamento, saia do piloto automático e reflita sobre elas.
O primeiro passo para solucionarmos problemas é sabermos que eles existem.

Alexandre Espada concluiu o curso de Ciência da Computação no UNISAL Lorena em 2010. Atualmente é gerente de projetos.

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O mês de abril traz em seu bojo o fato de lembrar do “índio”, o folclórico e legendário primeiro habitante do Brasil. Em muitas escolas os professores irão dedicar boas horas letivas para inculcar nas crianças ideias preconcebidas a respeito do nativo brasileiro. Talvez se encontre entre eles quem ainda acredite ser o silvícola um ser fora de moda e longe dos padrões econômicos em que vive. Este irá reproduzir antigas falas sobre o atraso tecnológico, a preguiça, o canibalismo e a selvageria. Haverá quem tenha ultrapassado essa visão tacanha e se preocupe em mostrar a outra face da moeda quem sabe até dando voz e vez aos primeiros habitantes. Haverá de tudo, certamente.

Nos meus 25 anos de atuação dentro das escolas brasileiras eu já vi de tudo. Vi crianças com medo “porque o índio canibal ia chegar”; vi professoras perguntando “se índio come gente”; vi adolescentes – com verdadeiro interesse – querendo saber sobre sexo na aldeia; presenciei pais e mães almejando caminhos possíveis para a educação dos filhos indagando sobre o método de educar dos povos indígenas, pois se sentem perdidos nos dias de hoje.

Vi coisas boas também: escolas levando a sério o tema, não permitindo que seus educandos se comportassem de maneira preconceituosa ou racista; vi educadores levando a sério o ato de contar histórias tradicionais; vi quem usasse as técnicas de luta corporal indígena para desenvolver habilidades físicas nas crianças; vi grupos de teatro escolares produzindo lindas releituras dos saberes indígenas.

Como podem perceber diferentes concepções proporcionam diferentes abordagens. O que está em jogo nesse caso é o fato de que o sistema escolar não está conseguindo se atualizar – apesar da tão propalada tecnologia – para lidar de forma mais humana com os novos tempos que vivemos. Infelizmente, no entanto, acontecem ainda muitos equívocos que diminuem todos os povos indígenas brasileiros.

Já estive em escola, por exemplo, que para me recepcionar colocou todas as crianças cantando a música “vamos brincar de índio?”, executada pela voz esganiçante da rainha dos baixinhos. Apesar da beleza plástica da execução e da boa intenção de quem montou a coreografia, não pude deixar de dar minha opinião sobre o tema. O pior é que em uma outra instituição fui recebido com a também famosa canção one, two, three little indians… O menos ruim, eu diria, é ver jovens batendo na boca o sempre lembrado uh,uh,uh muito conhecido através dos filmes norte americanos que retratam as comunidades indígenas daquela região do mundo. Nessas horas fico sempre me perguntando qual tem sido o papel da escola na formação da consciência crítica de nossas crianças e jovens. Infelizmente quase incondicionalmente percebo que o caminho para a liberdade crítica é longo e deve estar a muitas léguas de todos nós brasileiros.

O mês de abril traz muitas possibilidades de reflexão e é bom que assim seja. Talvez a mais importante seja rever o conceito do “índio” que está introjetado no coração do brasileiro. As escolas e seus profissionais precisam fazer uma leitura crítica sobre como estão lidando com este conceito e, quem sabe, passar a tratar o tema com a dignidade que merece. Precisa começar a se dar conta que esta palavra traz consigo um fardo muito grande e pesado, pois se trata de um apelido aplicado aos habitantes dessa terra. Pensar que a palavra é um engano tão grande quanto considerar que estes grupos humanos podem ser reduzidos a ela. Não podem.

Isso seria continuar escondendo a diversidade cultural e linguística que o país traz em seu bojo desde a chegada dos europeus conquistadores. É colocar debaixo do tapete a existência, hoje, de 250 povos (e não tribos, como fomos acostumados a chamar) espalhados por todos os estados brasileiros, falando algo em torno de 180 línguas e dialetos (não apenas o tupi, como antes se ensinava). É também não lembrar que há mais de 50 grupos nativos que estão sem contato com isso que chamamos desenvolvimento; grupos que teimam em viver uma vida sem tanto aparato tecnológico por considerarem que o seu jeito de viver lhes é suficiente.

Além do mais é importante refletir qual o papel que estas populações ocupam no Brasil de hoje; seus principais problemas e dificuldades para manterem seu modo ancestral de viver; quais suas demandas principais e como interagem com o mundo moderno, global e localmente. É provável que, ao fazer uma boa pesquisa, encontre notícias muito alvissareiras com relação às respostas que estes grupos estão dando aos problemas que enfrentam.

Enfim, é necessário que a escola se reposicione enquanto instituição para assumir seu papel de formadora de opinião e de capacidades tão necessárias para banir do mundo a desigualdade, o preconceito, a banalização do outro, a visão de superioridade nacionalista, sentimentos que mancham a história da humanidade.

O mês de abril tem que superar, portanto, o próprio mês de abril.

Tenho certeza que agindo assim, nunca mais teremos que dizer aos nossos jovens e crianças: “Vamos brincar de índio?”.

Daniel Munduruku concluiu o curso de Filosofia no UNISAL Lorena em 1989. Atualmente é escritor.

*Texto originalmente desenvolvido para a série Mundurukando.

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Desde que iniciei a Faculdade de Tecnologia em Gestão Empresarial, em 2007, ouço falar em CHA. Algo tão bom quanto uma bebida, tradicionalmente quente, que além de ser saudável pode lhe trazer muitos ganhos.

O CHA que me refiro é a famosa abreviação de Conhecimentos, Habilidades e Atitudes, competências imprescindíveis para o profissional que quer se destacar no mercado de trabalho.

Em 2012, quando iniciei o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL, também ouvi muito sobre o CHA e pude compreender a importância dele, não só para o candidato a uma vaga de trabalho, mas também para o recrutador. Entretanto, demorou um tempo para que eu pudesse perceber como o CHA poderia ajudar-me efetivamente na construção de um currículo. Ora! Se o conceito apresenta as competências que o profissional precisa ter e que o mercado está precisando, por que não desenvolver um currículo com base nele?

Recentemente recebi um currículo de uma aluna de Ensino Superior com muitas falhas, não somente na escrita, mas também na clareza do documento, que pode ser a primeira porta de entrada no mercado. Isso mesmo! O currículo é um documento que, como todos os outros, merece ser tratado com cuidado.

Vejo a deficiência, não só de universitários, mas também de pessoas formadas ou pós-graduadas em desenvolver um currículo que “fale a língua” dos recrutadores. Por isso, gostaria de compartilhar aqui 5 passos para desenvolver um currículo com base no CHA:

1. Apresente-se!

A primeira atitude que você deve se adotar é inserir seus dados pessoais:

- Nome (sempre com destaque) – Telefone – E-mail – Endereço

Dependendo da vaga, é interessante inserir a informação referente à Carteira de Habilitação e se tem disponibilidade para viajar.

Insira foto somente se a vaga exigir.

2. Foque no objetivo!

Vejo muitas pessoas errarem justamente neste quesito. Ou seja, já começam errando.

Caso você pretenda enviar o currículo para uma vaga específica, vá direto ao ponto.

Por exemplo:

Você quer concorrer a uma vaga de Analista Financeiro. No objetivo você pode escrever: “Ser contratado como Analista Financeiro.” Ou “Ocupar a função de Analista Financeiro”.

Nada de “participando”, “colaborando”, “crescendo com a empresa”. Isso tudo, além de ser clichê, não diz muita coisa.

Caso você queira entregar um currículo para ficar armazenado em um banco de dados para vagas futuras, uma boa opção de texto é “Fazer parte da empresa de acordo com minhas competências”.

Caso não saiba o que escrever nos objetivos é recomendável que deixe em branco a escrever um monte de palavras bonitas que ninguém vai ler. As pessoas que pegam seu currículo já sabem que você deseja trabalhar ali. Ok?

3. Seja rápido e direto!

Cada vez mais as informações precisam ser concisas e claras. Com o Gestor de RH não é diferente, por isso a necessidade de um currículo apenas com as informações mais pertinentes.

Insira somente o que for mais relevante para a vaga. Utilize uma folha no máximo.

Somente pessoas muuuuuito experientes precisam de 02 folhas. Pense nisso: Uma folha é o suficiente!

4. Divida o currículo!

Com base no conceito do CHA, o seu currículo perde aquela velha divisão de Formação Acadêmica, Experiência Profissional etc. Não que essas informações não serão utilizadas, elas serão inseridas de uma nova forma:

Conhecimentos: Diz respeito ao SABER. Insira neste item a sua formação acadêmica, faça uma lista dos cursos mais atuais para os mais antigos. Elimine os mais antigos se precisar dar espaço para outros. Priorize aqueles que tiverem mais a ver com seu perfil ou com a vaga. Mais importante que a quantidade de cursos são as atividades realizadas a partir dele. Por exemplo: trabalhos, projetos, TCC, artigos etc. Essas atividades podem estar em baixo de casa curso citado.

Habilidades: Significa “SABER FAZER”. Aqui você pode inserir sua experiência profissional, das mais atuais para as mais antigas também. Em baixo de cada experiência, insira quais foram os ganhos profissionais e para a instituição, ou seja, como você conseguiu aplicar seus conhecimentos no seu ambiente de trabalho. Por exemplo: Algum projeto de melhoria de processo, redução de custo, aumento nas vendas etc. Por via das dúvidas, é importante sempre ter algum documento que comprove essas informações.

Atitudes: Quer dizer “QUERER FAZER”. Neste item você deve inserir as informações que comprovem sua capacidade de colocar em prática os conhecimentos e as habilidades apresentadas acima. Por exemplo: trabalhos voluntários, palestras ministradas, decisões arriscadas que foram tomadas, resultados a longo prazo etc.

5. Deixe um gostinho de “quero mais”!

Como já dito anteriormente, o currículo não pode ser algo extenso, por isso muitas informações acabam ficando fora.

Uma forma que encontramos de suprir esse possível problema está em deixar um endereço online que contenha mais informações sobre você.

Recomendo deixar o link do Currículo Lattes e do site pessoal, se houver.

Dependendo da sua área de atuação, você também pode divulgar o endereço de suas redes sociais. Mas para isso é preciso muuuito bom senso, ok? Não insira as redes sociais se você não estiver certeza do que os recrutadores irão encontrar e se irão gostar.

Independentemente de qualquer endereço que você coloque, fique atento para que ele direcione o recrutador para um conteúdo atualizado e de acordo com a imagem que você deseja passar.

Essas foram algumas singelas recomendações para que seu currículo tenha um diferencial nas mãos do seu futuro empregador. Mas atenção!  Não há uma regra pronta. O currículo é seu cartão de visita e merece ser apresentado da melhor forma possível. Cuide da aparência e também do conteúdo. Caso você ainda não conheça esse tal de CHA, deixo aqui a indicação de uma leitura: “CHA – Conhecimento, Habilidade e Atitude”.

Bom trabalho a todos!

Sou Adriana Neves, do PROGRAMA PRA SEMPRE. Abraço!

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

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Há algum tempo tive acesso a Pesquisa Brasileira de Mídia de 2015, organizada pela Secretaria de Comunicação social da Presidência da República. Algumas informações batem com nossas percepções, mas alguns números farão você se surpreender.

Vamos aos 5 fatos que você não sabia sobre os meios de comunicação no Brasil:

95% dos brasileiros assistem TV, sendo que 73% deles tem o hábito de assistir diariamente.

55% ouvem rádio. Um número surpreendente pra quem acredita que esta mídia está morrendo. O rádio é a 2ª mídia mais acessada.

Apenas 48% dos brasileiros possuem acesso à internet. Os usuários ficam conectados, em média, 4h59 por dia durante a semana. 92% deles estão conectados por meio de redes sociais.

21% deles leem jornais ao menos uma vez por semana. O uso de plataformas digitais de leitura de jornais ainda é baixo: 79% dos leitores afirmam fazê-lo mais na versão impressa, e 10% em versões digitais.

13% dos brasileiros leem revistas durante a semana. As versões impressas (70%) também são mais lidas do que as versões digitais (12%).

Gostou de conhecer esses dados? Então aproveite e baixe a pesquisa completa para mais informações. Bons acessos!

Adriana Neves concluiu o MBA em Gestão de Pessoas no UNISAL Lorena em 2014. Atualmente é Assistente de Comunicação e Marketing.

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Nestes 53 anos de Psicologia no Brasil, muitas foram as conquistas, avanços democráticos, ações e inserções da profissão nos mais variados campos de atuação profissional.

Uma profissão que se transformou, acompanhando a transformação da sociedade brasileira, com ênfase na atenção e prevenção; na saúde e no trabalho.

- Na educação, ensinando a aprender para ensinar.
- Na perspectiva  individual e coletiva.
- Na rua, no trânsito, ou nas varas de família, tratando gente como gente.

Sabendo ouvir para ajudar o outro a falar. Uma Psicologia de “todo o dia”, em “todos os lugares”.

De acordo com o Cadastro Nacional de Psicólogos do Sistema Conselhos de Psicologia, o Brasil possui o maior número de Psicólogos ativos do mundo. São 216 mil profissionais em atividade.

Diante da extensão das áreas de trabalho e atuação profissional e do número, cada vez mais crescente, de entrada de profissionais no mercado, a preparação e a atualização contínua do psicólogo é, hoje, uma   urgência. Há que se preparar para responder aos inúmeros desafios dessa realidade que se impõe.

Sabe-se que a Graduação, é um espaço plural de formação generalista a respeito do conhecimento psicológico, que capacita o profissional para trabalhar com diversos tipos de campos   e necessidades humanas, sendo estes, cada vez mais complexos, exigindo desse profissional uma atualização que o capacite a ser mais eficiente e diretivo na resposta à essas necessidades.

unisal_lorena_pos_banner250x250pxFrente   ao   exposto, a questão passa a ser:  Que futuro você quer para a Psicologia e para você, enquanto Psicólogo?

Se você nunca parou para pensar a respeito, este pode ser o momento certo. Nos cursos de Pós-Graduação em Psicologia você pode encontrar a resposta para a questão posta, pois, ao se especializar é possível desenvolver competências e habilidades necessárias para garantir a sua presença e o seu papel no mercado profissional.

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Ana Carlota Pinto Teixeira concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 1981 (Antiga Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena). Atualmente é professora e supervisora de cursos de Pós-Graduação em Psicologia.

Antonia Cristina Peluso de Azevedo concluiu o curso de Psicologia no UNISAL Lorena em 1973 (Antiga Faculdade Salesiana de Filosofia, Ciências e Letras de Lorena). Atualmente é pesquisadora e professora.