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Quais os desafios da educação no século XXI?  São muitos! Vão desde a violência no ambiente familiar até o mau desempenho do aluno em sala de aula.

A globalização exige do professor uma postura mais flexível e em constante transformação. Não há receita pronta. É necessário base técnica e uma pitada de emoções.

O Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Lorena – Campus São Joaquim, realiza constantemente eventos que tratam do assunto. No último mês de setembro, foram três dias de debates e conferências sobre o tema dentro da programação do II Congresso Internacional Salesiano de Educação, III SEVILES – Seminário de Violências, Educação e Saúde e VI Seminário de Educação Sociocomunitária.

Desta vez, a missão de explicar o tema foi dada à Ex-Aluna de Pedagogia e de Pós-Graduação em Psicopedagogia, Walquíria Silva, dentro do 9º “Debate sobre Carreiras”.

O encontro foi realizado no dia 30 de setembro e contou com (tirar dezenas de) alunos e representantes da comunidade.

De uma forma bem descontraída, a profissional apresentou questões sobre inteligência emocional, inclusão e inovação na escola.

Um dos momentos mais importantes foi a demonstração de um mapa mental com as  habilidades exigidas pelo mercado de trabalho e que precisam ser construídas desde a infância.

Ao longo do bate-papo ela avaliou quais  competências emocionais devem ser trabalhadas na escola, além de  propor aos participantes uma autoavaliação com a intenção de descobrir se estão preparados para atender à demanda desta geração.

Para ela, “Dialogar sobre a educação para século XXI, compreender as urgências e necessidades de se educar para vida, é o mesmo que deixar um legado de amor a nossa sociedade”.

A mensagem foi bem compreendida pela aluna de Pós-Graduação em Formação de Docentes para o Ensino Superior, Richiely Oliveira.

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9º Debate sobre Carreiras

“O professor deve se colocar no lugar do aluno. Ele precisa pensar a grande mudança do bem pode partir de dentro sua sala de aula”, revela a futura professora.

Leila Matias, professora em um programa para a Idade Ativa, afirma que a palestra foi muito positiva e vai ao encontro do que ela pensa. “Acredito que um dos papeis do professor é formar cidadãos equilibrados, que saibam resolver problemas da vida”, avalia a docente.