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Fábio José Garcia dos Reis
Diretor de Operações

Em 1985 iniciei meu curso de História na chamada Faculdade Salesiana de Filosofia Ciências e Letras. Desde então circulo pelos pátios dela, hoje UNISAL. Nesses vinte e nove anos tornei-me uma pessoa convicta dos valores e pedagogia salesianos.

Ter a oportunidade de ler os textos e apresentar a cartilha é um orgulho e uma fonte de inspiração. Orgulho pelo aprendizado. São anos de convivência, de diálogo com os alunos nos pátios e de sonhos compartilhados e formação. No UNISAL formamos pessoas, no sentido amplo da palavra. Queremos ir além da formação de bons profissionais. No UNISAL a máxima de Dom Bosco de que é preciso formar “honestos cidadãos e bons cristãos” é algo em que, de fato, acreditamos. Como educador salesiano, as histórias relatadas nos textos inspiram e aumentam a responsabilidade em continuar a obra de Dom Bosco.

Para manter um diálogo e criar vínculos com alunos e ex-alunos criamos um setor que hoje chamamos de “Programa de Relacionamento com Ex-Alunos”. O primeiro objetivo do setor é reafirmar que as pessoas que estudaram no UNISAL são importantes para nós e para elas queremos criar eventos, formas de diálogo e cooperação.

A cartilha é uma forma de apresentar os vínculos. É comum ouvirmos que os nossos ex-alunos nunca se esquecem das histórias que vivenciaram nos pátios. Sempre ouço sobre as dificuldades em sair do trabalho e viajar para Lorena, sobre o sacrifício em arcar com os custos, sobre a dificuldade em ser aprovado em algumas disciplinas, sobre os bons diálogos com os colegas de classe, sobre o aprendizado com os professores e, acima de tudo, sobre o amadurecimento como pessoa e profissional nas histórias vividas no UNISAL.

Por isso, espero que os leitores possam sentir a mesma emoção que os escritores tiveram ao se lembrarem dos pátios do UNISAL. Todos nós que circulamos pela instituição sabemos que no pátio há muita energia, há juventude, há vontade de dialogar, de ser respeitado e de ser ouvido. No pátio do UNISAL ou nos “pátios virtuais”, já que os tempos mudam, os educadores salesianos devem manifestar o seu amor pela juventude.