Pastorais de Fronteira

São Paulo / Pio XI

  1. Duração do curso

    28h
    De 12 de março a 25 de junho de 2018

  2. Turno das aulas

    Vespertino

  3. Horário das aulas

    Segundas-feiras
    15h10 às 16h50

  4. Investimento

    3x R$ 129,90

Justificativa

A proposta do curso responde à necessidade de refletir a missão evangelizadora na dimensão humanitária e social, fiel ao compromisso evangélico de defesa da dignidade da Pessoa Humana. Partindo da Sagrada Escritura, da Tradição e do Magistério da Igreja, a disciplina enfocará o testemunho da Caridade e a ação da Igreja junto às parcelas mais sofridas e excluídas: Mulheres Marginalizadas, Adolescentes, Crianças, Migrantes, Refugiados, Povo da Rua, Encarcerados, dependentes químicos e o acompanhamento pastoral a pessoas de diversas orientações afetivas-sexuais.

Objetivos

1. Oferecer a possibilidade de uma leitura da conjuntura social e as respostas da Doutrina Social da Igreja às várias situações que ameaçam a Dignidade da Pessoa Humana. 2. Refletir com os estudantes o papel da Teologia em relação às situações de vulnerabilidade social e os caminhos pastorais para sua separação. 3. Proporcionar o conhecimento das Pastorais sociais da Igreja, sua epistemologia, funcionamento, avanços e limites. 4. Despertar nos estudantes a compaixão e a criatividade pastoral para o enfrentamento das situações sociais vividas pelo Povo de Deus.

Pré-requisitos e público-alvo

Estudantes de Teologia e interessados.

Método de Ensino

Aulas expositivas. Leitura de notícias do dia-a-dia e reflexão do papel da Teologia. Utilização de filmes que ajudem a ilustrar a problemática abordada nas aulas. Partilha das reflexões em grupo. Convite a agentes de pastorais sociais para relatos de experiências.

Conteúdo

1. Definição de Pastorais de Fronteira; 2. Estudo dos pressupostos bíblicos a respeito do profetismo e da Caridade; 3. Conhecimento dos principais documentos do Magistério Social da Igreja. 4. Análise das situações de vulnerabilidade social em relação às crianças, adolescentes, jovens, mulheres marginalizadas, trabalhadores, migrantes e refugiados, dependentes químicos e pessoas com orientações afetivo-sexuais diversas e as possibilidades de acompanhamento pastoral.