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Americana / Maria Auxiliadora

Mestrado em Educação

Mestrado Educação UNISAL Americana

Prof. Dr. Renato Kraide Soffner | e-mail: renato.soffner@am.unisal.br

O UNISAL tem marcado a história do ensino superior na região de Americana pelo seu compromisso com a qualidade dos serviços prestados a comunidade e sua identidade, refletida na missão salesiana de educar e desenvolver pessoas que tenham como fundamento moral de sua existência a ética e compromisso com o próximo.

A pós-graduação, em sua forma stricto-sensu, volta-se para a realização da missão salesiana ao oferecer dentro do espírito de educação continuada o aprimoramento profissional de cidadãos que têm participado ativamente da construção de sua realidade social.

A unidade de Americana do UNISAL oferece desde 1999 o programa de Mestrado em Educação que atualmente congregam 110 alunos. O programa conta com uma equipe de doutores altamente qualificada que, além de atuar com ensino, pesquisa e orientação de trabalhos no Mestrado, têm também lecionado nos cursos de graduação e especialização do UNISAL. A entrada do UNISAL no campo de cursos stricto sensu mostra mais uma vez o pioneirismo da Instituição e seu compromisso com a educação de sua comunidade. Altos investimentos têm sido feitos para que os programas existentes atendam plenamente os requisitos de qualidade necessários à recomendação dos programas pela CAPES, órgão vinculado ao Ministério da Educação que aprova e avalia sistematicamente os programas de Mestrado e Doutorado existentes no país.

A pós-graduação do UNISAL, unidade Americana, tem como razão de sua existência o cumprimento da missão da Instituição, melhorando a cada dia suas atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Objetivos do Curso

Objetivos Gerais

O Programa de Mestrado em Educação do UNISAL é proposto tanto para atender à procura crescente pela qualificação em pesquisa e aperfeiçoamento docente, como atender à expansão e à evolução das organizações e das demandas sociais, oferecendo um ambiente de pesquisa e formação para a investigação científica e a docência.

Nesse momento histórico em que o progresso técnico-científico deveria ser tomado como indicativo de uma sociedade mais justa, mas que paradoxalmente tem feito recrudescer as desigualdades, a Educação retoma sua dimensão crítica e questionadora de um mundo cada vez mais desintegrado socialmente, apesar da informação cada vez mais globalizada.

Sem se arvorar como solução única, a Educação se percebe como produto de uma sociedade historicamente datada, mas também como coprodutora de uma outra que aponte para igualdade de direitos e oportunidades.

Cabe-lhe a tarefa, portanto, de realçar no ser humano a responsabilidade pelas respostas a serem dadas aos apelos da sociedade atual e da sociedade do século XXI, que estamos gestando agora.

Embora o discurso utópico possa mobilizar os processos políticos, há a necessidade de uma discussão de caráter científico sobre a possibilidade de desenvolver sociedades integradas por meio de valores e práticas emancipadoras, bem como sobre a possibilidade de articulação política das ações que dirimam desigualdades e injustiças locais, regionais e globais.

Há, deste modo, um lócus epistemológico para uma Ciência da Educação que instrua a práxis social e a práxis comunitária. É a esse núcleo de investigação que se dirige este programa de Mestrado, que assumiu, em conformidade ao o art. 2º de seu regulamento, as seguintes finalidades:

O Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação tem por finalidades:

  • desenvolver estudos e pesquisa na área Ciência da Educação, tendo por núcleo de investigação a Educação Sociocomunitária;
  • promover a formação de pesquisadores para a investigação científica qualificada e integrada à prática docente no âmbito da Ciência da Educação;
  • promover a iniciação à pesquisa por meio de integração de grupos e linhas de pesquisa dos cursos de graduação e pós-graduação do UNISAL no âmbito da Ciência da Educação e áreas afins;
  • promover, de forma preferencial e não-exclusiva, investigações relativas às comunidades e às realidades regionais, no âmbito de seu núcleo de investigação.”

Objetivos Específicos

O Grupo de Pesquisa que estabelece esse Programa de Mestrado em Educação, ao discutir os objetivos gerais e ao definir como seu principal objetivo ser um núcleo de investigação da Educação Sociocomunitária, detalhou esse objetivo em dois focos de pesquisa correspondentes à necessidade de investigação e à capacitação em pesquisa promovidos pelo corpo docente estabelecido.

O primeiro foco de investigação se estabelece sobre o desenvolvimento histórico das instituições educativas, cuja instauração é provocada por vínculos e articulações de grupos sociais, resultando em projetos pedagógicos que se consolidam em instituições – a concretização sócio histórica da prática educativa. As tensões que consolidam ou rompem esses grupos como comunidades, as relações culturais e institucionais que os articulam em sociedades orientam essa concretização dos projetos educativos. Investigar essas relações e as determinações históricas dos projetos em instituições educativas permite criar visões e interpretações sobre a função histórica da educação na consolidação de comunidades e sociedades. Exige ainda que se discuta o fundamento dessa análise histórica, tanto por uma teoria da história da educação como pelos estudos específicos de práticas educativas que criaram identidades e características culturais.

O segundo foco de investigação se dirige ao presente, à sociedade contemporânea, e investiga a mediação educativa a partir das articulações das linguagens. Investiga como se articulam e como se comunicam ações e organizações comunitárias e sociais e também debate diferentes modos de interpretação e intervenção educativas. Assim o segundo foco se estabelece sobre as possibilidades de mediação entre pessoas, grupos, comunidades e sociedades, por meio das diferentes manifestações da linguagem.

Pela linguagem se estabelece a primeira ação de reconhecimento e direcionamento ao outro, que possibilita a ampliação da intersubjetividade à dimensão mais ampla da comunidade e da sociedade. Os projetos, ações e instituições educativas se expressam por uma multiplicidade de formas de dizer os valores e os conhecimentos debatidos e vividos em nosso tempo. Considerando o enfoque antropológico como unificador do aspecto teórico-prático do problema da linguagem em educação, estabelece-se um diálogo que principia da filosofia, como metalinguagem dos dizeres, e se concretiza na tecnologia, como prática desses mesmos dizeres que se estabelecem no processo educativo e que possibilitam ou dificultam o expressar da cidadania e da autonomia.

Vinculam-se esses dois focos pela necessidade de se examinar as possibilidades de intervenção educativa no presente – por meio das diferentes linguagens que abrangem a mídia, a corporeidade, a própria linguagem científica e as manifestações culturais – sob o crivo crítico da construção histórica desse presente e dessas linguagens, efetivada pela análise histórica. Tais objetivos do grupo de pesquisa passaram a orientar a ordenação dos projetos de pesquisa e da organização curricular, na direção de fazer convergir essas linhas dentro da especificidade do núcleo de investigação.

Público Alvo

Graduados em diferentes áreas, mas principalmente nas ciências humanas e sociais; profissionais da educação e educadores sociais.

Perfil do Profissional e Pesquisador a ser formado

Pesquisador para a educação sociocomunitária: intérprete e interlocutor

  • Pesquisador: intérprete e interlocutor

O profissional de alto nível formado por este Programa será, em primeiro plano, um pesquisador. Porém, como sempre cabe a pergunta: “Pesquisar para quê?”, não deverá o referido profissional permanecer no âmbito da abstração puramente teórica. Este profissional pesquisador deverá voltar-se para as questões sociocomunitárias que possam e devam ser articuladas de forma orgânica pelo pensamento educacional sistematizado. Em suma: em primeiro plano, pesquisador; derivadamente, partícipe de gestões sociocomunitárias as quais incluem as comunidades de educação formal e não-formal, como elementos dinâmicos da macrossociedade.

A caracterização desse profissional exige a elaboração de dois aspectos complementares, definidos em dois papéis fundamentais que o pesquisador deve desempenhar: o de intérprete e o de interlocutor.

Como intérprete, esse pesquisador estará capacitado a ser um leitor e ouvinte das questões que lhe são propostas pelo seu entorno comunitário e social. Investigador das práticas educativas que já se apresentam como possibilidades de transformação e construção da autonomia, há que ser um pensador crítico, capaz de analisar as possibilidades histórico-sociais de intervenção.

  • Pesquisador-Intérprete

Essa dimensão de intérprete não se esgota na tarefa crítica, pois compreendemos que, como toda ciência, a Educação é também criadora de formas de intervenção social, portanto, a participação na gestão sóciocomunitária faz desse pesquisador, em primeiro lugar, um planejador e propositor de ações que dinamizem a práxis comunitária e a práxis social.

Deste modo, a capacitação para a análise histórica da práxis social e comunitária é um elemento constituinte do processo de investigação realizado por esse pesquisador-intérprete. A sistematização de uma leitura do processo histórico precede a qualquer proposta de intervenção educativa, pois a interveniência de uma “iluminação teórica” que se propõe como prática educativa desprovida da consideração histórica é o germe da “educação por pacotes”, que se tornou verdadeiro vício nas formas de educação promovidas pelo Estado, tanto no Brasil como em diferentes países.

O modelo de ciência fundado na incessante construção de abstrações teóricas a-históricas pode ter validade em outras áreas da Ciência e, mesmo, em campos de investigação da área de Educação. Entretanto, no vício do excesso, se aproxima do solipsismo, e não se presta à formação de um pesquisador em Educação que se proponha a investigar a intervenção educativa no âmbito da comunidade e da sociedade.

  • Pesquisador Interlocutor

A esse pesquisador é necessário propor a dimensão histórica, em suas macro relações, e a dimensão intersubjetiva, em suas micro relações. Se o papel de intérprete principia a preencher a dimensão histórica, a dimensão intersubjetiva, por meio da qual se concretiza a efetiva atuação do pesquisador, necessita de uma profunda compreensão da linguagem, pois o pesquisador, ao apartar-se de seu gabinete ou laboratório de pesquisa e dirigir-se ao mundo vivido, passa a ser, além de intérprete, um interlocutor.

Por algum tempo pensou-se na figura do pesquisador em educação segundo um modelo de intelectual orgânico que efetivaria a sistematização, o planejamento e a implantação das propostas junto a uma classe ou grupo social executor. Não foi pouca a polêmica sobre a legitimação dessa “vanguarda” intelectual. O saber, por si mesmo, seria um legitimador desse “poder dizer” como fazer e como ser. Essa figura do planejador supremo logo seria contaminada, pelo viés econômico, por aqueles que não conseguiram, pela racionalidade apurada da ciência, dobrar a dinâmica da natureza, da sociedade e da história.

De modo análogo, compreende-se contemporaneamente que o planejamento da intervenção social não é resultado de uma sistematização ou articulação privilegiada da racionalidade individual, mas a construção, por vezes conflituosa, de uma sistematização elaborada a partir da interlocução estabelecida entre os diversos sujeitos presentes ao ambiente comunitário ou social em questão.

A linguagem, como prática simbolizadora, isto é, como possibilidade de construção das representações tanto sobre as práticas produtivas como sobre as práticas sociais realizadas pela grande comunidade humana em sua relação com a natureza, vai muito além da esfera descritiva dessas representações. Não é apenas um elemento passivo, que aguarda o que deve ser descrito, mas é elemento ativo, na medida em que pela linguagem é possível propor o que ainda não existe – a utopia -, discutir os passos de sua construção – o projeto – e, finalmente, concretizar o novo – a práxis.

Em cada um desses momentos do vira-se de um projeto histórico de intervenção social educativa dá-se, pela intermediação da linguagem, uma interlocução entre os sujeitos pertinentes à ação.

A sociedade contemporânea, entretanto, propõe ao pesquisador um fenômeno, senão novo, ao menos, agravado, que é o da exclusão, ou seja, a negação da subjetividade do outro no processo histórico, a negação da intersubjetividade, pressuposto maior da interlocução construtiva.

Não se trata de fenômeno novo, pois o próprio discurso científico pode ser convertido ideologicamente em discurso tecnoburocrático: de discurso proposto a demonstrar e discutir racionalmente – próprio da interlocução – a ciência é deformada na forma de um discurso proposto para calar ao negar a competência do outro em permanecer no diálogo – próprio do autoritarismo velado que encontramos hoje, mesmo nas políticas sociais e educacionais.

A capacidade de interlocução qualificada pela investigação científica é fundamental a esse pesquisador, pois a forma adequada da ciência à sociedade contemporânea é aquela em que o cientista se propõe a ser não só um multiplicador do conhecimento, mas também um multiplicador da práxis. Sem perder a nota característica da ciência, que é a de ser uma forma de conhecimento fundada em paradigmas definidos por linguagens que procuram se distanciar do mito e se aproximar do logos e métodos que procuram estar permanentemente abertos ao questionamento tanto de procedimentos quanto de resultados, esse pesquisador propõe-se como interlocutor qualificado ante as vivências sociais e comunitárias que se expressam pela linguagem do senso comum.

  • Pesquisador Participante

O pesquisador participante da gestão sociocomunitária não pode fazer do conhecimento um sinal distintivo de seu status social ou de suas pretensões de legitimação sobre “dizer o que fazer”. A interlocução esclarecedora mantém o outro permanentemente como sujeito e não como objeto do conhecimento da Educação.

Como há de se ver na distribuição das linhas, cada mestrando, segundo sua história pessoal, segundo sua práxis e seus projetos, estará mais próximo de um aspecto ou de outro do perfil proposto para o pesquisador.

Todos, porém, serão formados para perceber a necessidade dessa articulação dialética entre a interpretação do entorno comunitário e social e a interlocução com os sujeitos constitutivos da contemporaneidade do lugar e do objeto da intervenção educativa.

Ora com uma maior ênfase em um aspecto, ora em outro, todos estarão capacitados a efetivar pesquisa direcionada a modificar contextos sociocomunitário por meio de intervenção educativa, quando solicitados.

Área de Concentração: Educação Sociocomunitária

Descrição

Entendido o comunitário como o predomínio das relações de interesses comuns, com características de intersubjetividade propiciadoras de modalidades organizacionais que podem construir a autonomia, e entendido o societário contemporâneo como a expressão da convivência caracterizada pelo conflito entre a normatização instaurada pela racionalidade burocrática e os direitos conquistados pela cidadania, este Programa se propõe investigar as condições da práxis educativa que intensifique esses processos de autonomia e cidadania.

Motivação da Área de Concentração

A proposta de Mestrado elaborada para a área de concentração em Educação Sociocomunitária está estreitamente articulada à investigação dos processos de construção da autonomia social entendida como o processo em que se relacionam os âmbitos econômico, social e cultural e por meio do qual sujeitos históricos se associam e vão produzindo sua identidade como agentes das práticas que lhes dizem respeito na vida cotidiana, tendo como característica principal a capacidade de administrar suas vidas com independência e criticidade. A autonomia social não deve, neste sentido, ser confundida com uma abstração ou ser associada à perspectiva neoliberal do indivíduo livre no mercado para reproduzir e sobreviver. Ela deve ser compreendida como expressão de uma necessidade histórica correspondendo a ela um conceito de práxis: como atividade produtiva transformadora da natureza – no próprio processo de transformação do homem, como atividade revolucionária dos homens no processo de transformação das relações sociais por eles engendradas e como prática social no processo de construção dos conhecimentos socialmente significativos, entre os quais encontramos os processos educacionais também provocados pelas necessidades históricas, sejam eles formais, não formais ou informais.

A construção da autonomia social corresponde, portanto, a um processo de organização independente, caracterizado, no entanto, por avanços e recuos de formas de organização, que ora significam avanços de formas autônomas – práxis criativa – e em outros momentos significam formas de ampliação de algo que já foi criado anteriormente – práxis reiterativa. No entanto, em virtude da historicidade fundamental da pessoa humana, o aspecto criador de sua práxis – concebido em escala universal – é o determinante. A autonomia social tem como fundamento a autonomia intelectual e cultural que significa a capacidade de construir conhecimentos socialmente significativos, porém relacionados aos processos universais de produção do conhecimento histórico.

A concepção de comunidade que funda esse Programa de Mestrado em Educação, com área de concentração em Educação Sociocomunitária é a de uma comunidade sociável, na qual as pessoas compartilham a ação coletiva tendo como fim a emancipação humana no interior do momento dialético particular-geral, visando a superar a noção de pulverização de resistências particulares e individuais baseadas mais em um “imaginário ideológico compartilhado” do que na construção intersubjetiva da ação como práxis de um imaginário histórico.

É, portanto, a partir da concepção de práxis e derivando dela o conceito de autonomia social e da educação como apropriação-construção de conhecimentos socialmente significativos que se busca a formulação das questões e do modo de respondê-las no âmbito deste Programa.

Linhas de Pesquisa

  • Linha 1 – Análise histórica da práxis educativa nas experiências sociocomunitárias e institucionais.

Descrição: Investigação e pesquisas de ordem teórico-metodológica e da práxis, centralizadas no reconhecimento das múltiplas contribuições históricas oferecidas pelas instituições educativas e a incidência dos projetos político pedagógicos por elas atuados nos seus contextos socioculturais. Esses estudos relativos às contribuições histórico-pedagógicas das experiências sociocomunitárias e institucionais têm por objetivo proporcionar subsídios que favoreçam a construção da autonomia e a transformação social.

  • Linha 2 – A intervenção educativa sociocomunitária: linguagem, intersubjetividade e práxis.

Descrição: Investigação das ações e das formas de intervenção educativa sociocomunitária a partir das articulações das linguagens como construção do conhecimento, apreensão e transformação do mundo. A construção do discurso pedagógico na contemporaneidade, como crítica à coisificação do educando, como desenvolvimento de alteridade e autonomia. Os instrumentos de elaboração e interpretação das linguagens para compreensão e significação histórica da práxis educativa.

Disciplinas

Articulada para a formação dos pesquisadores em educação sociocomunitária, a matriz curricular tem como única disciplina obrigatória o Seminário de Pesquisa, a partir da qual se abrem as demais disciplinas eletivas que, a critério dos orientadores e coordenadores de projetos serão indicadas aos mestrandos.

Além de propor disciplinas de fundamentação do núcleo de investigação, a Educação Sociocomunitária, busca-se a maior aproximação de disciplinas com uma determinada linha, para o devido aprofundamento da formação do pesquisador.

O propósito de desenvolvimento curricular implica na produção e participação em pesquisas para prover ao mestrando uma elaboração teórica consistente dos processos da educação como práxis.A capacitação teórica de pesquisa se dá como processo crítico de confronto de ideias e realidades que expressam as vivências sociais e comunitárias apresentadas como problemáticas pelos diferentes projetos contidos nas linhas de pesquisa.

Cada disciplina possui carga horária de quatro créditos, correspondentes a sessenta horas-aula.

Integralização do Curso

Integralização do programa de Mestrado em Educação do UNISAL Americana

Corpo Docente Permanente

Nucleação

  • SINPRO
  • IUS
  • ABES
  • APEOESP
  • HISTEDBR
  • Memória da FE
  • GEMEC
  • CMU
  • GEPESAC
  • Diretorias de Ensino e Secretarias de Educação
  • Prefeituras
  • IPES

Intercâmbios

O Mestrado em Educação Sociocomunitária mantém intercâmbios institucionais com:

• IUS no Brasil

IUS no Mundo

HISTEDBR - Grupo de Estudos e Pesquisa “História, Sociedade e Educação no Brasil”, sediado na Faculdade de Educação (FE) da UNICAMP.

Projetos em andamento

  • Conceitualização da educação sociocomunitária: Histórico, reflexões e propostas para a construção de uma educação sociocomunitária:
    • Conceitualização e história da educação sociocomunitária;
    • Quadro de referência de indicadores da educação sociocomunitária.
  • Memória de educadores no contexto sociocomunitário e salesiano.
  • Tecnologias sociais e educação para a práxis sociocomunitária.
  • A formação do educador na perspectivada educação sociocomunitária.
  • Intervenções Educativas Sociocomunitárias:
    • Uma interpretação sociológica da Educação Sociocomunitária na Região Metropolitana de Campinas/SP;
    • Educação sociocomunitária e educação para a autonomia.
  • Linguagens, subjetividades e educação sociocomunitária:
    • Os registros de fazeres e saberes dos educadores da Educação formal e não formal como instrumento de memória e reflexão;
    • Educação, subjetividade e psicodrama;
    • Linguagem em educação sociocomunitária: uma pedagogia poiética.

Eventos Realizados

Jornada UNISAL/UNICAMP de Pedagogia Social

Seminário sobre Educação Sociocomunitária

Seleção de bolsistas do Programa Nacional de Pós-Doutorado – CAPES

Resumo do curso

  • Duração do curso

    1500 horas

  • Turno das aulas

    Várias possibilidades de horários

  • Horário das aulas

    De segunda a quinta-feira. *Reuniões dos grupos de pesquisa uma sexta-feira por mês

  • Valor da Mensalidade

    24 parcelas de R$ 1.199,00

    *Reajuste a cada 12 meses pelo índice IGPM – FGV.

  • Autorização/Reconhecimento

    Portaria MEC nº 1.077 e Recomendado pela CAPES-CES/CNE 102/2011

  • Matriz Curricular

    Clique aqui

Bolsas e Financiamentos

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Extensão e Ação Comunitária

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Infra estrutura por Unidade

Americana / Maria Auxiliadora

São Paulo | Americana

A Obra Salesiana de Americana nasceu com o Oratório São Domingos Sávio aos 16 de outubro de 1949. Desde de então os Salesianos acompanham bem de perto o crescimento e o progresso da cidade. Já os cursos de Ensino superior: Administração de Empresas, Pedagogia e Serviço Social, receberam autorização para funcionamento em 1972.

  • Secretaria
    Segunda a sexta-feira, das 09h às 22h  e aos sábados, das 9h às 12h.
  • Tesouraria
    Segunda a sexta-feira das 9h às 21h - Sábado das 9h às 12h
  • Biblioteca
    Segunda a sexta-feira das 7h às 22h30 - Sábado 8h às 13h
  • NPF - Núcleo de prática jurídica
    Segunda-feira das 10h às19, terça a sexta-feira das 13h às 19h e Sábado das 8h às 12h
  • SPA - Psicologia Aplicada
    Segunda a sexta-feira das 15h às 21h - Sábado 8h às 12h

1/23

Banca de Mestrado

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Auditório Vermelho

3/23

Atendimento a Comunidade

4/23

Atendimento a Comunidade

5/23

Atendimento a Comunidade

6/23

Biblioteca

7/23

Biblioteca

8/23

Brinquedoteca

9/23

Biblioteca

10/23

Brinquedoteca

11/23

Brinquedoteca

12/23

Capela

13/23

Empresa Junior

14/23

Entrada

15/23

Entrada

16/23

Estacionamento

17/23

Estacionamento

18/23

Estacionamento

19/23

Atendimento a Comunidade

20/23

Laboratório de Informática

21/23

Laboratório de Informática

22/23

Sala de Aula

23/23

Sala de Aula

+ UNISAL