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22 mar

Ser criativo e inovador é ser diferente!

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Em um ambiente corporativo cada vez mais agressivo devido a globalização, novas tecnologias, relação custo-benefício, qualidade e a busca incessante da conquista e satisfação do cliente, o foco em criatividade e inovação se faz cada vez mais premente e é a estratégia máster das organizações.  As empresas, em qualquer nível e porte, devem se organizar com rapidez e agilidade, pois senão ficarão obsoletas, devem estar atenta as novas tecnologias, buscar soluções criativas e inteligentes para superar os desafios da concorrência e se tornar cada vez mais competitiva.

Vivemos na Era da Informação, as pessoas são o centro das atenções nas empresas, afinal, são elas que vão vislumbrar oportunidades, nesse mundo globalizado e altamente competitivo, de novos negócios, produtos, enfim, hoje estamos a um clique do que está ocorrendo do outro lado do mundo e, descobrir o que há de novo por lá. Sem fronteiras, a concorrência pode estar a seu lado, no aspecto físico, porém ele pode estar do outro lado do oceano, portanto, as pessoas devem estar atentas e aproveitar as oportunidades que batem à sua porta, utilizando de sua capacidade criativa e ser diferente de seu concorrente.

Para obter o máximo de seus colaboradores, as empresas devem investir e incentivar, fazer aflorar a criatividade nas pessoas que atuam na organização. E como fazer isso? Os gestores devem ter isso enraizado na missão e objetivos da empresa, deve ser difundido entre os colaboradores de uma forma criativa que incentive cada vez mais a busca por novas ideias, em todas as esferas e áreas da corporação.

Os colaboradores, por sua vez, devem ser proativos, a todo momento devem estar atentos as oportunidades de desenvolver algo novo, dar uma sugestão que possa melhorar processos, sugerir um novo produto ou serviço, ou seja, não temer o não ou aquele que vai dizer isso não dará certo, desde um bate papo informal com colegas de trabalho até em uma reunião formal se aparecer a oportunidade se manifeste, pode ser a chance para o surgimento de um negócio que irá revolucionar o mercado.

Mas há pessoas que dirão, não sou criativo, muito menos inovador, não sei fazer isso! Ser criativo e inovador requer pesquisa, a busca por informação, ler livros, assistir a um filme, frequentar cursos de extensão, graduação e pós, conversar com as pessoas, por exemplo, são formas de estar ligado ao que acontece pelo mundo, isso faz com que você se inspire e, oportunidades surgirão.

Empreendedorismo? Sim, empreender. De acordo com o GEM (Global Entreperneurship Monitor, 2015), os brasileiros (entre 70% e 80% ) tem uma percepção favorável à atividade empreendedora e percebem que abrir um negócio é uma opção de carreira. Em 2015, aproximadamente 52 milhões de brasileiros estavam envolvidos com alguma atividade empreendedora, seja na criação ou manutenção de empresas novas ou já estabelecidas. A taxa total de empreendedorismo para o Brasil (TTE) foi de 39,3%, sendo que de 2014 para 2015, o empreendedorismo no Brasil  foi determinado pelo aumento significativo na taxa de empreendedores iniciais (TEA), que foi de 17,2% em 2014 e de 21% em 2015.

Segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia (2015), o crescimento no investimento das empresas privadas e estatais em ciências e tecnologia, no período de 2003 a 2013 foi de 320,65%. Se comparar nos dois últimos anos da pesquisa, o crescimento foi de 110,07%, entre 2012 e 2013.  Um crescimento significativo em inovação. Nesse sentido, tem-se percebido que há uma tendência em se fazer o que se gosta, aquilo que traz realização.

Quando se é apaixonado pelo que faz, isso faz diferença, e a manifestação de ideias surgem, afinal, se vai em busca de novas informações e aprendizados, transformando-se em diferencial competitivo no mercado. Preparar-se é uma realidade, desenvolver-se é uma necessidade.

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José Carlos Niero – Professor dos Cursos de Graduação e Pós-Graduação do UNISAL São Paulo/Santa Teresinha.

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Adiliana Peres – Professor dos Cursos de Graduação do UNISAL São Paulo/Santa Teresinha.

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