Unisal - Centro Universitário Salesiano de São Paulo Imprensa

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A sociedade brasileira tem presenciado de maneira significativa a inserção da mulher no mercado de trabalho, por um resultado da combinação de diversos fatores econômicos, culturais e sociais. Nas três últimas décadas do século XX, com o crescimento da industrialização e do processo de urbanização, levando à redução das taxas de fecundidade nas famílias, as mulheres tiveram a oportunidade de inserção no mercado de trabalho. Mesmo de maneira lenta, porém, bem mais relevante que os homens no que se refere ao crescimento da população economicamente ativa.

Enquanto as taxas de atividades masculinas mantiveram-se semelhantes, entre 60,8% em 2003 e 63,4% em 2011, o crescimento do nível de ocupação das mulheres foi significativamente maior, sendo que em 2003 o indicador era de 40,5% e passou em 2011 para 45,3%, ainda que em patamar bem inferior ao dos homens.

Da mesma forma, tem-se percebido uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Porém, quando se fala da ocupação em cargos de liderança e igualdade salarial nessas posições, nota-se uma diferença ainda a ser superada, tendo sido mantida próxima à proporção de 1/3 nesta última década. Leia mais »

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Ainda em 2007, quando se discutia o fim da CPMF, escrevi um artigo no qual procurei demonstrar como este tributo, sendo um problema, o é em uma escala muito menor do que outros tantos fatores de ordem tributária e administrativa.

A retração da arrecadação do governo federal, reflexo da crise econômica, fez com que em 2015 a volta da CPMF se tornasse tema constante, motivando campanhas contrárias a sua ressurreição, além de discursos governamentais inflamados pela sua volta. O tributo foi  apontado como sendo a solução para o desequilíbrio orçamentário. Diversos importantes problemas, de gestão e tributários, têm sido levantados como a má gestão do erário público, o aumento da carga tributária, pressão sobre a inflação e as consequentes implicações para o consumidor. No entanto, há uma série de outros problemas que devem também pautar os mais diversos debates, inclusive em espaço midiático, e principalmente na consciência do cidadão pagador de tributos.  Leia mais »

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Muitas áreas estão envolvidas nos Jogos Olímpicos que ocorrerão no mês de agosto no Brasil: infraestrutura arquitetônica e material para alojamento e prática das modalidades esportivas, mobilidade urbana, infraestrutura hoteleira, segurança, pessoal de atendimento aos espectadores, e outras. São aspectos que podem deixar um legado para a cidade do Rio de Janeiro, seja ele bom ou ruim.

A área de treinamento a atletas, na qual atuam preparadores físicos, técnicos, médicos e fisioterapeutas vem sendo dirigida pelos profissionais de Educação Física. Segundo o diretor de Recursos Humanos dos jogos olímpicos, Henrique Gonzales, em matéria de 16.09.15 publicada pelo G1, as oportunidades de trabalho chegarão a mais de 90 mil, sendo cinco mil diretamente ligadas ao comitê olímpico em cargos de lideranças, líderes de voluntários, coordenação de fotografia, atendimento de atletas, gestão de transportes e equipamentos esportivos. As outras 85 mil oportunidades serão atendidas aos fornecedores de serviços dos jogos. Uma dica bem interessante para os professores de Educação Física aplicarem nas escolas que trabalham são os cursos oferecidos pela plataforma de ensino a distância Transforma, uma parceria com o Ministério da Educação, com conteúdos e atividades sobre os jogos Rio 2016 (http://www.rio2016.com/educacao/ensino-distancia).  Leia mais »

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