Unisal - Centro Universitário Salesiano de São Paulo Imprensa

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Esta história, que pretende homenagear todas as mulheres nesta gloriosa data de 8 de março nos mostra como o amor de uma mãe pode superar barreiras, aparentemente intransponíveis!

Certa vez, quando fazia uma de minhas visitas costumeiras em um asilo para idosos na região de Valinhos, conheci uma senhora de aproximadamente 80 anos que estava ali há mais de duas décadas. Ela era bastante lúcida e comunicativa, apesar de tantos contratempos vividos. Ficamos muito amigas e eu passei a visitá-la periodicamente.

Certo dia, essa senhora contou-me sua história. Era assim…

Quando seu marido faleceu, seu único filho, logo depois se casou. Ela então, passou a morar com o filho e a nora, em um cômodo independente, composto por um quarto grande e um banheiro, nos fundos da casa do casal.  Leia mais »

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A sociedade brasileira tem presenciado de maneira significativa a inserção da mulher no mercado de trabalho, por um resultado da combinação de diversos fatores econômicos, culturais e sociais. Nas três últimas décadas do século XX, com o crescimento da industrialização e do processo de urbanização, levando à redução das taxas de fecundidade nas famílias, as mulheres tiveram a oportunidade de inserção no mercado de trabalho. Mesmo de maneira lenta, porém, bem mais relevante que os homens no que se refere ao crescimento da população economicamente ativa.

Enquanto as taxas de atividades masculinas mantiveram-se semelhantes, entre 60,8% em 2003 e 63,4% em 2011, o crescimento do nível de ocupação das mulheres foi significativamente maior, sendo que em 2003 o indicador era de 40,5% e passou em 2011 para 45,3%, ainda que em patamar bem inferior ao dos homens.

Da mesma forma, tem-se percebido uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Porém, quando se fala da ocupação em cargos de liderança e igualdade salarial nessas posições, nota-se uma diferença ainda a ser superada, tendo sido mantida próxima à proporção de 1/3 nesta última década. Leia mais »

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Ainda em 2007, quando se discutia o fim da CPMF, escrevi um artigo no qual procurei demonstrar como este tributo, sendo um problema, o é em uma escala muito menor do que outros tantos fatores de ordem tributária e administrativa.

A retração da arrecadação do governo federal, reflexo da crise econômica, fez com que em 2015 a volta da CPMF se tornasse tema constante, motivando campanhas contrárias a sua ressurreição, além de discursos governamentais inflamados pela sua volta. O tributo foi  apontado como sendo a solução para o desequilíbrio orçamentário. Diversos importantes problemas, de gestão e tributários, têm sido levantados como a má gestão do erário público, o aumento da carga tributária, pressão sobre a inflação e as consequentes implicações para o consumidor. No entanto, há uma série de outros problemas que devem também pautar os mais diversos debates, inclusive em espaço midiático, e principalmente na consciência do cidadão pagador de tributos.  Leia mais »

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