Unisal - Centro Universitário Salesiano de São Paulo Imprensa

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Ainda em 2007, quando se discutia o fim da CPMF, escrevi um artigo no qual procurei demonstrar como este tributo, sendo um problema, o é em uma escala muito menor do que outros tantos fatores de ordem tributária e administrativa.

A retração da arrecadação do governo federal, reflexo da crise econômica, fez com que em 2015 a volta da CPMF se tornasse tema constante, motivando campanhas contrárias a sua ressurreição, além de discursos governamentais inflamados pela sua volta. O tributo foi  apontado como sendo a solução para o desequilíbrio orçamentário. Diversos importantes problemas, de gestão e tributários, têm sido levantados como a má gestão do erário público, o aumento da carga tributária, pressão sobre a inflação e as consequentes implicações para o consumidor. No entanto, há uma série de outros problemas que devem também pautar os mais diversos debates, inclusive em espaço midiático, e principalmente na consciência do cidadão pagador de tributos.  Leia mais »

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Muitas áreas estão envolvidas nos Jogos Olímpicos que ocorrerão no mês de agosto no Brasil: infraestrutura arquitetônica e material para alojamento e prática das modalidades esportivas, mobilidade urbana, infraestrutura hoteleira, segurança, pessoal de atendimento aos espectadores, e outras. São aspectos que podem deixar um legado para a cidade do Rio de Janeiro, seja ele bom ou ruim.

A área de treinamento a atletas, na qual atuam preparadores físicos, técnicos, médicos e fisioterapeutas vem sendo dirigida pelos profissionais de Educação Física. Segundo o diretor de Recursos Humanos dos jogos olímpicos, Henrique Gonzales, em matéria de 16.09.15 publicada pelo G1, as oportunidades de trabalho chegarão a mais de 90 mil, sendo cinco mil diretamente ligadas ao comitê olímpico em cargos de lideranças, líderes de voluntários, coordenação de fotografia, atendimento de atletas, gestão de transportes e equipamentos esportivos. As outras 85 mil oportunidades serão atendidas aos fornecedores de serviços dos jogos. Uma dica bem interessante para os professores de Educação Física aplicarem nas escolas que trabalham são os cursos oferecidos pela plataforma de ensino a distância Transforma, uma parceria com o Ministério da Educação, com conteúdos e atividades sobre os jogos Rio 2016 (http://www.rio2016.com/educacao/ensino-distancia).  Leia mais »

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.Ou continuar nadando nu?

O ano de 2016 começou com uma preocupação maior, estamos vivendo um período de crises econômica/financeira/política, que há muito tempo não vivíamos. As preocupações que tais crises nos trazem, as incertezas com o futuro e o medo do amanhã nos fazem refletir se o momento é propício para investir em educação, principalmente em cursos de Pós-Graduação, ou se devemos esperar a poeira baixar e termos uma visão mais clara do que virá, para aí sim tomarmos uma decisão.

Para tentar ajudar a responder essas dúvidas, façamos a seguinte analogia: imagine você em uma comunidade que depende da caça, agricultura e da pesca para viver. Nela, a natureza tem sido extremamente generosa, fornecendo chuva, sol, vento e calor em quantidade ótima para que se tenha uma abundância de animais e peixes, bem como colheitas recordes, gerando até excedentes que são doados à comunidade vizinha. Nesta comunidade existem exímios caçadores, pescadores e agricultores, pessoas que dominam as técnicas e sabem com perfeição e maestria como extrair da natureza aquilo que necessitam para sobreviver. Do mesmo modo, existem algumas pessoas que possuem desempenho mediano, não são tão boas assim, sofrem mais para caçar, pescar ou plantar, mas, como a natureza está ‘dando’ tudo em excesso, acabam também se sobressaindo e garantindo o que necessitam para sobreviver. Leia mais »

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