Unisal - Centro Universitário Salesiano de São Paulo Imprensa – Notícias e Clipping

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Por Gilson José Fidelis

Em meio às turbulências da economia e à instabilidade na relação de emprego no Brasil, a Gestão de Pessoas (GP) é uma estratégia que desempenha importante papel no planejamento da gestão organizacional, e amplia as pretensões de desenvolvimento e competitividade no âmbito do mercado corporativo e das pessoas. Se, por um lado, as empresas precisam entender a dinâmica do cenário econômico e decidir com especialização e inovação, por outro, os gestores precisam também assumir a responsabilidade por uma atuação mais abrangente e compartilhada com as pessoas, condição que aumenta o leque de oportunidades para se atingir resultados superiores com convergência de propósitos, e pode garantir sustentabilidade em termos de competências organizacionais e profissionais.

Um dos departamentos estratégicos que contribui para as ações de GP é o RH e seus subsistemas – em particular o Departamento de Pessoal (DP), considerado tradicional e burocrático, mas ganha novos contornos com a introdução do novo sistema de controle eSocial e pelas alterações da Reforma Trabalhista, ampliando seu foco de atuação para assuntos mais relevantes no contexto das relações trabalhistas.

Estas mudanças trazem também novos assuntos, até então pouco explorados pelo DP, ou seja, a integração de informações contábeis, jurídicas e de saúde e segurança do trabalho. Esta integração é um salto de qualidade nas atribuições do DP com os gestores na empresa, pois a proximidade com os gestores garante melhor entendimento das necessidades e atuação mais holística, ampliando suas responsabilidades e fomentando a administração das equipes com informações mais estratégicas.

Portanto, especializar-se em Departamento de Pessoal é fator preponderante. O mercado precisa de profissionais qualificados para atender as demandas estratégicas das empresas perante aos órgãos de regulação, além do domínio dos assuntos trabalhistas, tão importantes para uma administração de qualidade.

Sobre o autor

Mestre em Administração com ênfase em Gestão de Pessoas e Organizações – Universidade Metodista de São Paulo; MBA em Recursos Humanos e Talentos; MBA em Tecnologia da Informação pela Universidade de Mogi das Cruzes; Extensão MBA no Brasil pela California State University/Harvard College of Business and Economics; Graduado em Comunicação Social – Rel. Públicas pela Universidade Metodista de São Paulo; Professor de Graduação e Pós Graduação; Foi responsável pela Pós-Graduação em Gestão de Pessoas da Universidade Braz Cubas de Mogi das Cruzes; Escritor de 4 livros publicados, sendo 3 publicados sobre Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas pela Editora Erica/Saraiva SP e 1 sobre Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas pela Editora Qualytimark/RJ; Consultor Empresarial com larga experiência na área de Administração, com ênfase em Recursos Humanos.

Contato: www.ctcqualifica.com.br / gilsonfidelis@ctcqualifica.com.br

(11) 4125-8025 / (11) 99295-2868

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No dia 10 de novembro é comemorado o Dia Internacional da Contabilidade, profissão responsável por gerar informações importantes e inovar no gerenciamento e mensuração de atividades públicas e privadas. No campo acadêmico, a contabilidade também e é fonte de inovação constante, em especial no Curso de Ciências Contábeis no UNISAL Lorena.

O artigo “Experiência no ensino contábil: uso de práticas inovadoras de ensino, de recursos tecnológicos e de avaliações operatórias”, escrito pelo Prof. Wagner Godoi, narra algumas experiências de ensino aplicadas no UNISAL desde 2015, com a adaptação de práticas de instituições internacionais como a Universidade Wharton (Pennsylvania, EUA). O trabalho também demonstra como se dá o processo de ensino com a ferramenta tecnológica AVA/Moodle, em avaliações contínuas e operatórias que combinam outras características presentes nas metodologias adotadas no UNISAL Lorena.

O artigo foi submetido à seção “Experiências de ensino e aprendizagem” e está entre os trabalhos elegíveis para concorrer ao prêmio Olivio Koliver, premiação concedida ao melhor artigo com temática contábil produzido no país a cada ano. Acesse o artigo em http://rbc.cfc.org.br/index.php/rbc/article/view/1613/1144.

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*Euni Vieira

Um dos temas mais discutidos nos últimos tempos é a água. Isto se dá devido a vários fatores, dentre eles, as mudanças climáticas que causam impactos no país e no mundo, como o aquecimento global, a seca em alguns lugares e excesso de chuvas em outros, favorecendo a maior crise do século XXI, a escassez da água. Cientistas afirmam que a forma como o homem usa e ocupa o solo, ao longo do processo histórico, vem determinando alterações significativas no ambiente.

No Brasil, ao longo dos 500 anos, passamos por vários processos  de uso e de ocupação do solo: derrubada do pau- brasil, produções de cana de açúcar, café, carvão, leite, carne bovina, cereais, eucaliptos e construções de prédios residenciais.

A ONU (2016) declara que metade da força de trabalho mundial está empregada em oito setores dependentes de recursos hídricos e naturais: agricultura, silvicultura, pesca, energia, manufatura com uso intensivo de recursos, reciclagem, construção e transporte.

Considerado o mais importante recurso natural mundial, no qual dependem todas as espécies de vida, muitos se perguntam: será que a água irá acabar? Estudos afirmam que a água que utilizamos é a mesma desde a época dos dinossauros, sendo assim, ela não irá acabar, entretanto, teremos dificuldades em acessá-la.

A redução da disponibilidade de água irá intensificar ainda mais a disputa pela água por seus usuários, incluindo a agricultura, a manutenção de ecossistemas, assentamentos humanos, a indústria e a produção de energia. Isso afetará os recursos hídricos regionais, a segurança energética e alimentar, e potencialmente a segurança geopolítica, provocando migrações em várias escalas. Neste contexto, faz-se necessário compreender os processos de produção, conservação e gestão das bacias hidrográficas.(CONNOR E PAQUIN, 2016, p. 04)  Leia mais »

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A valorização de uma vida mais saudável, da beleza de um corpo bem cuidado e dos diversos espetáculos esportivos levou ao aumento da demanda por profissionais da Educação Física, cuja atividade hoje vai muito além do trabalho na rede escolar. Esse profissional pode atuar em cinco campos: educação, saúde, esporte, lazer e empresas. Só o mercado de atividade física movimenta mais de R$ 2 bilhões em negócios no Brasil. São pelo menos 1,5 milhão de frequentadores de academias e 3,5 milhões de adeptos de caminhadas e exercícios em casa.

O profissional de Educação Física poderá atuar também na organização e administração esportiva, em academias, clínicas, acampamentos, empresas, hotéis, hospitais, postos de saúde e como personal trainer.

É sob um cenário em franca expansão que os Alunos recém-formados em encontrarão o mercado de trabalho de Educação Física, no entanto, para a construção de uma carreira sólida, é importante que o formado na área goste não apenas de praticar esportes, mas também de ensinar e de lidar com pessoas.

Cada uma das 42 modalidades esportivas que foram representadas nos jogos olímpicos possuem particularidades com relação a preparação de seus atletas, daí a especificidade dos treinamentos que são prescritos e aplicados pelos profissionais de Educação Física (técnicos esportivos), para que cada atleta dentro de seu segmento esportivo chegue ao ápice.

Na Olimpíada e Paralimpíada, o profissional de Educação Física participa da organização, gestão, arbitragem, estatísticas ou como comentaristas esportivos. No aspecto organizacional, adequa os espaços físicos pertinentes a cada modalidade esportiva, considerando suas particularidades, para treinamentos e competições dos atletas. Junto às Federações Internacionais prepara e organiza toda a logística e recursos humanos envolvidos nas arbitragens dos diferentes esportes.

Uma outra área de atuação importante e em franca expansão é a dos estatísticos, profissionais que atuam com programas sofisticados de scoult, para que em tempo real possam passar informações valiosas aos técnicos relacionadas a mudanças técnicas e táticas em prol de uma melhor performance de atletas e equipes.

As grandes redes televisivas contrataram um contingente enorme de profissionais de Educação Física para comentassem a atuação dos atletas nas competições, pois na maioria das vezes o jornalista esportivo não detém o aprofundamento necessário para fazer comentários técnicos à prática esportiva. Essas são algumas das muitas possibilidades de atuação profissional em que o Educador Físico encontrará no mercado de trabalho.

Prof. Me. Claudia Terra Cortez – Mestre em Educação Física pelo Centro Universitário Metropolitano de São Paulo; Mestre Em Educação pelo Centro Universitário Salesiano.  Atualmente é Coordenadora do Curso de Educação Física do UNISAL São Paulo/Santa Teresinha.

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evangelli-gaudium

É preciso compreender a Doutrina Social da Igreja como uma construção histórica que se desdobra de um processo de compreensão hermenêutica do próprio movimento de Jesus. Buscando seguir Jesus Cristo bem de perto, a Igreja em sua atuação pastoral foi construindo documentos e mecanismos de ação no mundo, que a mantivessem em fidelidade criativa com os princípios fundamentais da prática de Jesus. Tendo como inspiração e modelo exemplar os valores basilares apresentados na dinâmica do movimento de Jesus, a Doutrina Social da Igreja desponta como referencial imprescindível a definir e nortear a presença e inserção da Igreja no mundo.

Dentre tantos aspectos fundamentais a emergirem da proposta de vida e sociedade ofertada pelo movimento de Jesus, a dignidade e centralidade da vida humana talvez possam constituir-se como o ponto mais genuíno, o elemento síntese de tudo que Jesus Cristo nos comunica. Os gestos, palavras e ações de Jesus se colocam sempre na direção de elevar e dignificar a vida humana, que é compreendida como dom e graça divina. A partir dos ensinamentos de Jesus, a legitimidade de estruturas políticas, de sistemas econômicos, de organizações sociais, de tradições culturais etc, deve ser mensurada tendo como referência a capacidade de promover mais vida, de maneira abrangente, abundante e plena. Leia mais »

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Disputando as atenções com as Olimpíadas Rio-2016, o jogo mobile Pokémon GO é um sucesso desde seu lançamento, em Julho de 2016.

Superou o total de usuários do Twitter e deve superar o Google Maps e o Snapchat pelas projeções de empresas especializadas.

É o jogo mobile com maior número de usuários ativos dos EUA, superando o Candy Crush Saga.

O jogo explora a tecnologia de realidade aumentada que combina elementos virtuais, no caso os Pokémons, com o mundo real em uma mapa, que usa a geolocalização para localizar pokestops, ginásios e os Pokémons que aparecem aleatoriamente de acordo com suas características e habitat.

Eventos para caçar Pokémon são organizados, promovendo integração social, permitindo conhecer lugares novos, reunindo famílias e amigos que fazem caminhadas.

O jogo foi criado pela empresa Niantic, que foi startup da Google em projetos do Google Earth e Google Maps. É fruto de uma brincadeira feita no dia primeiro de abril de 2014 pela Google e a Pokémon Company que criaram o “Pokémon Challenge”, que visava encontrar Pokémons pelo Google Maps.  Leia mais »

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Eduardo Nunes*

O que era para ser um artigo intelectual, sério, inacessível para alguns e compreensível para outros, tem a intenção de ser um espaço aberto para discussão. Há inúmeros direitos universais, mas para assegurá-los devemos participar efetivamente da vida política do nosso país, estado e município. Acompanhando de perto nossos vereadores, deputados, prefeitos etc, fiscalizando, cobrando, propondo e acima de tudo, participando dos conselhos municipais, audiências públicas, conferências, na formulação dos  planos, programas, ações e outras atividades.

É nesse cenário que nascem as Políticas Públicas. No Brasil, há muitos exemplos, em todos os setores. Melhorias no meio ambiente, na educação e  na saúde, fatores fundamentais para  o desenvolvimento de um país, são efetivadas em grande parte, por meio dos apontamentos por parte da população.

A palavra pública é o feminino singular do adjetivo de 1ª e 2ª declinação publicuspublica, publicum, que é por sua vez derivado de uma forma mais antiga, poplicus – “relacionada apopulus -povo”. Ou seja, o termo “público” refere-se a algo que é de todos. E não há dúvida nisso.

As Políticas Públicas podem ser formuladas principalmente por iniciativa dos poderes executivo, ou legislativo, separada ou conjuntamente, a partir de demandas e propostas da sociedade, em seus diversos segmentos.

Mas a forma com que atuamos para que elas de fato existam é que evidencia o quanto elas são públicas, passam a ser um direito e um dever, e podem ser alteradas com a força de gestores de lei e eleitores. Leia mais »

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Todos os dias quem fala e escreve sobre educação se pergunta: qual o efeito e a credibilidade desse tema no Brasil?

Carregamos em nossas costas o peso da herança de um país desde os tempos coloniais. A corrupção passa pelo nosso sangue desde antes de o Brasil ser país.

Num campo minado como esse impossível formar cidadãos honestos, certo?

Errado! Pelo menos é nisso o que acreditam jornalistas que escrevem sobre educação todos os dias, sejam em redações, à frente de assessorias de imprensa de órgãos educacionais e instituições de ensino ou ainda nas salas de faculdades, ainda como estudantes ou até mesmo como professores de comunicação.

Um tema tão profundo, pois envolve interesses legítimos de vários campos, provenientes do poder público, passando pelo privado e chegando até a sociedade civil, é, em muitos casos, escrito de uma forma superficial ou tratado como algo irrelevante.

Superficial, pois 99% dos jornalistas que trabalham nessa área disseram não ser preparados para falar de um tema tão crítico, é o que revela a tese de doutorado  sobre Jornalismo e jornalistas de educação no Brasil: Um olhar multifocal sobre história, estrutura, agentes e sentidos, de autoria do jornalista e pesquisador Rodrigo Ratier, e que foi defendida na Universidade de São Paulo (USP).

Pouca experiência, falta de espaço nos veículos de comunicação, falta de interesse publicitário pelo tema, o nascimento e a morte de cadernos especializados sobre o assunto. É realmente um campo minado sim,  mas não de bombas, e sim de desafios a serem cuidados com certa atenção.

Como nós, assessores de imprensa, iremos levar histórias mágicas de personagens, até então anônimos, para grandes veículos e, consequentemente, mudar a sociedade, se não temos pela frente uma perspectiva positiva de mercado?

A Pátria Educadora chamada Brasil é formada por todos nós. É para construí-la de fato que devemos usar como fator motivacional o ato de escrever todos os dias com paixão, não cessar na busca por novos temas, fontes, números, olhares.

Poderia ficar aqui falando e falando, mas prefiro descobrir. E a descoberta passa pela união de forças e pensamentos diferentes com quem pensamos que sabe muito e que se mostra humilde em dizer que precisa aprender. É aí que surge a Jeduca (Associação de Jornalistas de Educação), lançada oficialmente neste dia 23 de junho, durante o 11º Congresso da ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Invesgativo), em São Paulo. O grupo conta com jornalistas especializados em educação de veículos de  nacionais.

Afinal, pauta não falta dentro e fora das redações. Tudo passa pela educação. Um tema tão abrangente como esse pode até perder espaço por conta da falta de incentivo publicitário nos grandes meios de comunicação, mas deve ganhar vida a cada contato nosso no teclado de nossos celulares ou computadores, por meio de nossos olhares e discursos e pela principal missão de um jornalista: ser mensageiro de boas histórias. Ser um bom contador de histórias.

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Sempre esteve evidenciada, ao longo da história, a importância da contabilidade. Ainda, na pré-história, sabe-se que a necessidade do homem em controlar seu patrimônio, por meio de registros em cavernas, pedras, ossos etc, foi fator relevante para o surgimento e desenvolvimento da escrita. Marcou o desenvolvimento de todas as grandes civilizações. Fez parte de um conjunto de obras que influenciou a introdução dos algarismos arábicos na Europa. Também em alguns momentos foi enredo para um roteiro instigador: Quando, por exemplo, Al Capone ao usar seus conhecimentos como contador alcançou um império no crime. No entanto foi vencido com a ética e a técnica trazidas pelo também Contador e comandante do Internal Revenue Service, responsável pelas investigações, senhor Frank Wilson.

No Brasil da crise econômica, política e até de identidade, você deve se perguntar: “Onde a contabilidade se faz atuante”? Exemplo diário estampado em jornais, revistas, internet, rádio e tv, a chamada operação Lava-Jato, ganha destaque por seus personagens polêmicos, mas nunca pelo foco da ação, ou seja, o desvio de verbas. A todo momento o que está em evidência  são o caráter e a má gestão de quem deveria zelar pelo Brasil. Onde ficam as contas? Sim, aquelas tão bem analisadas e que serviram até de roteiro  para os filmes de Hollywood? Em 2014, com a descoberta dos desvios da Petrobrás, chamou-se a atenção uma análise feita por mim e compartilhada com colegas de profissão  e Alunos: o patrimônio físico da Petrobras é cinco vezes maior que a representatividade da empresa no mercado de capitais (cerca de 60 bilhões no mercado, tendo cerca de 300 bilhões em ativos físicos).  Leia mais »

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Anualmente a Receita Federal do Brasil determina que contribuintes entreguem a Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (DIRPF) referente aos rendimentos recebidos no ano anterior. Entretanto, muitas pessoas não possuem conhecimentos e habilidades necessárias para o preenchimento das informações no formulário eletrônico disponibilizado no site da Receita Federal (Programa Gerador de Documentos – PGD IRPF).

O Curso de Ciências Contábeis do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Americana – há cinco anos, disponibiliza equipes de alunos e professores para orientar gratuitamente a população sobre o preenchimento da declaração do Imposto de Renda, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura Municipal, uma ação para esclarecer dúvidas sobre a declaração do IR – Imposto de Renda de pessoa física. Esta atividade normalmente é realizada na Praça Comendador Müller, área central da cidade de Americana.

Neste ano de 2016 serão mencionadas as novidades na declaração tais como: à forma de preenchimento de alguns dados; CPF do dependente; CPF de clientes; Importação de dados; Botão de entrega; Dados do cônjuge. A equipe, composta por professores e alunos do UNISAL, irá orientar também sobre como lançar bens comprados a prazo, por financiamento ou leasing, como apurar o IR devido ou a restituir e como saber qual o melhor modelo de declaração, completo ou simplificado.  Leia mais »

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