Unisal - Centro Universitário Salesiano de São Paulo Imprensa / Clipping

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Prof. Me.Diego Amaro de Almeida

Durante uma palestra sobre o período do café no Vale do Paraíba paulista, um participante me perguntou: “Professor, por que os escravos não se rebelavam contra os seus senhores? Pois se pensarmos, tínhamos mais escravos em uma fazenda que senhores!” Pensei um pouco e respondi: pelo mesmo motivo que não nos rebelamos contra os gestores e a elite de nosso país! É muito difícil nos preocuparmos com os problemas dos outros quando não nos vemos nele, apesar de sofrermos os mesmos dilemas e necessidades. Faltavam empatia e conhecimento! Sobravam cansaço e medo!

Agora faço uma reflexão sobre isso. A exemplo do povo escravizado, fomos ensinados que somos indivíduos e que temos pouco poder contra aqueles que nos oprimem. Assim como aquele povo, nós não conseguimos perceber que as MINORIAS são as MAIORIAS. Assim como aquele povo nós nos satisfazemos com pouco, e ainda acreditamos que o pouco que nos dão é tido como um favor, e não um direito.

Dividiram-nos em classes, nos enfraquecerem! Fazem parecer que tudo tem que estar como está. A nós só cabe esperar pela vinda de um super-herói que um dia irá salvar o Brasil de todos os problemas que vivemos. Atualmente vejo que as pessoas estão cansadas ou ocupadas demais para buscar certas informações e acabam aceitando qualquer discurso que parece ser uma solução. Quantos realmente estudam possibilidades? Quantos realmente estão preocupados com os rumos da nossa sociedade?

O que vejo, dia após dia, é uma sociedade demagoga e hipócrita. Não vejo solução para esse país se continuarmos sem uma educação de qualidade em condições dignas de acesso à ela. Não é possível acreditar que esse país tenha outro caminho que não o que passa por uma população estruturada e emancipada, por meio do pensamento crítico fruto do estudo.

Comparo classe média ao capitão do mato, ou seja, desamparada e manipulada. É  a que acredita que os problemas nacionais existem por causa do pobre, por causa do miserável, do mais humilde. Neste sentido, alguns acreditam que o povo se aproveita  desse benefício. Não vou dizer que isso não aconteceu ou acontece. Mas por que isso acontece? A resposta mais uma vez está na trajetória da educação. Um povo esclarecido não fará mau uso do benefício, pois entenderá que aquilo deve ser utilizado para abrir um caminho. Precisamos estender a mão e tomar a responsabilidade para as questões sociais. A classe média não é diferente do restante do povo, mas sim quem paga os erros provocados pelas elites políticas e econômicas do Brasil.

Aqueles que têm o mínimo do conhecimento precisam auxiliar a sociedade no processo de emancipação. É papel e dever de quem sabe e conhece os direitos e os deveres da população brasileira, cobrar e fazer valer nossa Constituição Federal (a constituição cidadã). E olha que não são poucos os itens da nossa carta maior que promovem as questões que demonstram a preocupação com a dignidade humana.

Muitos poderiam dizer que a violência só se resolveria por ela mesma, eu não acredito nisso. A violência que cresce a cada dia no Brasil nada mais é do que fruto da falta de dignidade humana. O nosso modelo econômico diz que se levantarmos cedo, estudarmos e trabalhamos iremos vencer! Será que é verdade? Não existe possibilidade para todos, vamos olhar os dados do nosso país? Primeiro precisaríamos de um curso para entender a sistematização dos dados, pois as informações não são claras.

Não querem que sejamos livres! Não querem que tenhamos consciência do orçamento, dos números e dos planos feitos para a nossa nação! Isso me faz lembrar o tempo em que os imigrantes italianos chegavam ao Brasil e ficavam à mercê dos senhores que manipulavam os dados dos débitos dos imigrantes na intenção de mantê-los reféns do trabalho nas lavouras do país.

Mas de quem é a culpa de todos os problemas do Brasil?

É da população brasileira, de toda ela, sim, mas principalmente daqueles que usam da demagogia para manipular o povo. Que enganam fazendo parecer que é um favor da casa grande nos permitir sermos escravos, e sermos felizes só pelo comer, que existe uma bondade na exploração e na opressão. Aquela opressão que diz “ou você aceita o que você tem, ou procura outro lugar!” Como se fosse fácil se libertar das amarras da ignorância e do capital. É mais fácil sofrer violências.

Mais uma vez o povo queda desamparado como disse Getúlio Vargas em sua carta testamento. E o que vemos como as propostas que são apresentadas pelos nossos atuais candidatos à presidência e aos demais cargos públicos é de provocar um desânimo e um cansaço sem fim. Mas não podemos desistir, precisamos ser cidadão e lutar contra essa política que favorece a uma minoria (elite econômica do país) e explora (a maioria) o restante da nossa população. Precisamos entender que somos maioria e como maioria, podemos derrubar a estrutura da casa grande e, finalmente, sermos libertos à luz do conhecimento e dos direitos e deveres do cidadão.

diego-amaro-foto-oficial

Saiba mais sobre o autor
Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Licenciado em História pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo. Atualmente é Professor dos cursos de Direito, Ciências Contábeis, História, Pedagogia e Psicologia da Unidade Lorena, Pesquisador do Laboratório Inovação Acadêmica (LIA), do Portal valedoparaíba.com e do Centro Salesiano de Pesquisas Regionais – Prof. José Luiz Pasin. Membro efetivo do IEV (Instituto de Estudos Valeparaibanos) e da Academia de Letras de Lorena, onde ocupa a cadeira 7, cujo patrono é Darcy Leite Pereira.

diegoamaro.com | diego@diegoamaro.com

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Por Gilson José Fidelis

Em meio às turbulências da economia e à instabilidade na relação de emprego no Brasil, a Gestão de Pessoas (GP) é uma estratégia que desempenha importante papel no planejamento da gestão organizacional, e amplia as pretensões de desenvolvimento e competitividade no âmbito do mercado corporativo e das pessoas. Se, por um lado, as empresas precisam entender a dinâmica do cenário econômico e decidir com especialização e inovação, por outro, os gestores precisam também assumir a responsabilidade por uma atuação mais abrangente e compartilhada com as pessoas, condição que aumenta o leque de oportunidades para se atingir resultados superiores com convergência de propósitos, e pode garantir sustentabilidade em termos de competências organizacionais e profissionais.

Um dos departamentos estratégicos que contribui para as ações de GP é o RH e seus subsistemas – em particular o Departamento de Pessoal (DP), considerado tradicional e burocrático, mas ganha novos contornos com a introdução do novo sistema de controle eSocial e pelas alterações da Reforma Trabalhista, ampliando seu foco de atuação para assuntos mais relevantes no contexto das relações trabalhistas.

Estas mudanças trazem também novos assuntos, até então pouco explorados pelo DP, ou seja, a integração de informações contábeis, jurídicas e de saúde e segurança do trabalho. Esta integração é um salto de qualidade nas atribuições do DP com os gestores na empresa, pois a proximidade com os gestores garante melhor entendimento das necessidades e atuação mais holística, ampliando suas responsabilidades e fomentando a administração das equipes com informações mais estratégicas.

Portanto, especializar-se em Departamento de Pessoal é fator preponderante. O mercado precisa de profissionais qualificados para atender as demandas estratégicas das empresas perante aos órgãos de regulação, além do domínio dos assuntos trabalhistas, tão importantes para uma administração de qualidade.

Sobre o autor

Mestre em Administração com ênfase em Gestão de Pessoas e Organizações – Universidade Metodista de São Paulo; MBA em Recursos Humanos e Talentos; MBA em Tecnologia da Informação pela Universidade de Mogi das Cruzes; Extensão MBA no Brasil pela California State University/Harvard College of Business and Economics; Graduado em Comunicação Social – Rel. Públicas pela Universidade Metodista de São Paulo; Professor de Graduação e Pós Graduação; Foi responsável pela Pós-Graduação em Gestão de Pessoas da Universidade Braz Cubas de Mogi das Cruzes; Escritor de 4 livros publicados, sendo 3 publicados sobre Gestão de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas pela Editora Erica/Saraiva SP e 1 sobre Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas pela Editora Qualytimark/RJ; Consultor Empresarial com larga experiência na área de Administração, com ênfase em Recursos Humanos.

Contato: www.ctcqualifica.com.br / gilsonfidelis@ctcqualifica.com.br

(11) 4125-8025 / (11) 99295-2868

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No dia 10 de novembro é comemorado o Dia Internacional da Contabilidade, profissão responsável por gerar informações importantes e inovar no gerenciamento e mensuração de atividades públicas e privadas. No campo acadêmico, a contabilidade também e é fonte de inovação constante, em especial no Curso de Ciências Contábeis no UNISAL Lorena.

O artigo “Experiência no ensino contábil: uso de práticas inovadoras de ensino, de recursos tecnológicos e de avaliações operatórias”, escrito pelo Prof. Wagner Godoi, narra algumas experiências de ensino aplicadas no UNISAL desde 2015, com a adaptação de práticas de instituições internacionais como a Universidade Wharton (Pennsylvania, EUA). O trabalho também demonstra como se dá o processo de ensino com a ferramenta tecnológica AVA/Moodle, em avaliações contínuas e operatórias que combinam outras características presentes nas metodologias adotadas no UNISAL Lorena.

O artigo foi submetido à seção “Experiências de ensino e aprendizagem” e está entre os trabalhos elegíveis para concorrer ao prêmio Olivio Koliver, premiação concedida ao melhor artigo com temática contábil produzido no país a cada ano. Acesse o artigo em http://rbc.cfc.org.br/index.php/rbc/article/view/1613/1144.

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*Euni Vieira

Um dos temas mais discutidos nos últimos tempos é a água. Isto se dá devido a vários fatores, dentre eles, as mudanças climáticas que causam impactos no país e no mundo, como o aquecimento global, a seca em alguns lugares e excesso de chuvas em outros, favorecendo a maior crise do século XXI, a escassez da água. Cientistas afirmam que a forma como o homem usa e ocupa o solo, ao longo do processo histórico, vem determinando alterações significativas no ambiente.

No Brasil, ao longo dos 500 anos, passamos por vários processos  de uso e de ocupação do solo: derrubada do pau- brasil, produções de cana de açúcar, café, carvão, leite, carne bovina, cereais, eucaliptos e construções de prédios residenciais.

A ONU (2016) declara que metade da força de trabalho mundial está empregada em oito setores dependentes de recursos hídricos e naturais: agricultura, silvicultura, pesca, energia, manufatura com uso intensivo de recursos, reciclagem, construção e transporte.

Considerado o mais importante recurso natural mundial, no qual dependem todas as espécies de vida, muitos se perguntam: será que a água irá acabar? Estudos afirmam que a água que utilizamos é a mesma desde a época dos dinossauros, sendo assim, ela não irá acabar, entretanto, teremos dificuldades em acessá-la.

A redução da disponibilidade de água irá intensificar ainda mais a disputa pela água por seus usuários, incluindo a agricultura, a manutenção de ecossistemas, assentamentos humanos, a indústria e a produção de energia. Isso afetará os recursos hídricos regionais, a segurança energética e alimentar, e potencialmente a segurança geopolítica, provocando migrações em várias escalas. Neste contexto, faz-se necessário compreender os processos de produção, conservação e gestão das bacias hidrográficas.(CONNOR E PAQUIN, 2016, p. 04)  Leia mais »

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A valorização de uma vida mais saudável, da beleza de um corpo bem cuidado e dos diversos espetáculos esportivos levou ao aumento da demanda por profissionais da Educação Física, cuja atividade hoje vai muito além do trabalho na rede escolar. Esse profissional pode atuar em cinco campos: educação, saúde, esporte, lazer e empresas. Só o mercado de atividade física movimenta mais de R$ 2 bilhões em negócios no Brasil. São pelo menos 1,5 milhão de frequentadores de academias e 3,5 milhões de adeptos de caminhadas e exercícios em casa.

O profissional de Educação Física poderá atuar também na organização e administração esportiva, em academias, clínicas, acampamentos, empresas, hotéis, hospitais, postos de saúde e como personal trainer.

É sob um cenário em franca expansão que os Alunos recém-formados em encontrarão o mercado de trabalho de Educação Física, no entanto, para a construção de uma carreira sólida, é importante que o formado na área goste não apenas de praticar esportes, mas também de ensinar e de lidar com pessoas.

Cada uma das 42 modalidades esportivas que foram representadas nos jogos olímpicos possuem particularidades com relação a preparação de seus atletas, daí a especificidade dos treinamentos que são prescritos e aplicados pelos profissionais de Educação Física (técnicos esportivos), para que cada atleta dentro de seu segmento esportivo chegue ao ápice.

Na Olimpíada e Paralimpíada, o profissional de Educação Física participa da organização, gestão, arbitragem, estatísticas ou como comentaristas esportivos. No aspecto organizacional, adequa os espaços físicos pertinentes a cada modalidade esportiva, considerando suas particularidades, para treinamentos e competições dos atletas. Junto às Federações Internacionais prepara e organiza toda a logística e recursos humanos envolvidos nas arbitragens dos diferentes esportes.

Uma outra área de atuação importante e em franca expansão é a dos estatísticos, profissionais que atuam com programas sofisticados de scoult, para que em tempo real possam passar informações valiosas aos técnicos relacionadas a mudanças técnicas e táticas em prol de uma melhor performance de atletas e equipes.

As grandes redes televisivas contrataram um contingente enorme de profissionais de Educação Física para comentassem a atuação dos atletas nas competições, pois na maioria das vezes o jornalista esportivo não detém o aprofundamento necessário para fazer comentários técnicos à prática esportiva. Essas são algumas das muitas possibilidades de atuação profissional em que o Educador Físico encontrará no mercado de trabalho.

Prof. Me. Claudia Terra Cortez – Mestre em Educação Física pelo Centro Universitário Metropolitano de São Paulo; Mestre Em Educação pelo Centro Universitário Salesiano.  Atualmente é Coordenadora do Curso de Educação Física do UNISAL São Paulo/Santa Teresinha.

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evangelli-gaudium

É preciso compreender a Doutrina Social da Igreja como uma construção histórica que se desdobra de um processo de compreensão hermenêutica do próprio movimento de Jesus. Buscando seguir Jesus Cristo bem de perto, a Igreja em sua atuação pastoral foi construindo documentos e mecanismos de ação no mundo, que a mantivessem em fidelidade criativa com os princípios fundamentais da prática de Jesus. Tendo como inspiração e modelo exemplar os valores basilares apresentados na dinâmica do movimento de Jesus, a Doutrina Social da Igreja desponta como referencial imprescindível a definir e nortear a presença e inserção da Igreja no mundo.

Dentre tantos aspectos fundamentais a emergirem da proposta de vida e sociedade ofertada pelo movimento de Jesus, a dignidade e centralidade da vida humana talvez possam constituir-se como o ponto mais genuíno, o elemento síntese de tudo que Jesus Cristo nos comunica. Os gestos, palavras e ações de Jesus se colocam sempre na direção de elevar e dignificar a vida humana, que é compreendida como dom e graça divina. A partir dos ensinamentos de Jesus, a legitimidade de estruturas políticas, de sistemas econômicos, de organizações sociais, de tradições culturais etc, deve ser mensurada tendo como referência a capacidade de promover mais vida, de maneira abrangente, abundante e plena. Leia mais »

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Disputando as atenções com as Olimpíadas Rio-2016, o jogo mobile Pokémon GO é um sucesso desde seu lançamento, em Julho de 2016.

Superou o total de usuários do Twitter e deve superar o Google Maps e o Snapchat pelas projeções de empresas especializadas.

É o jogo mobile com maior número de usuários ativos dos EUA, superando o Candy Crush Saga.

O jogo explora a tecnologia de realidade aumentada que combina elementos virtuais, no caso os Pokémons, com o mundo real em uma mapa, que usa a geolocalização para localizar pokestops, ginásios e os Pokémons que aparecem aleatoriamente de acordo com suas características e habitat.

Eventos para caçar Pokémon são organizados, promovendo integração social, permitindo conhecer lugares novos, reunindo famílias e amigos que fazem caminhadas.

O jogo foi criado pela empresa Niantic, que foi startup da Google em projetos do Google Earth e Google Maps. É fruto de uma brincadeira feita no dia primeiro de abril de 2014 pela Google e a Pokémon Company que criaram o “Pokémon Challenge”, que visava encontrar Pokémons pelo Google Maps.  Leia mais »

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Eduardo Nunes*

O que era para ser um artigo intelectual, sério, inacessível para alguns e compreensível para outros, tem a intenção de ser um espaço aberto para discussão. Há inúmeros direitos universais, mas para assegurá-los devemos participar efetivamente da vida política do nosso país, estado e município. Acompanhando de perto nossos vereadores, deputados, prefeitos etc, fiscalizando, cobrando, propondo e acima de tudo, participando dos conselhos municipais, audiências públicas, conferências, na formulação dos  planos, programas, ações e outras atividades.

É nesse cenário que nascem as Políticas Públicas. No Brasil, há muitos exemplos, em todos os setores. Melhorias no meio ambiente, na educação e  na saúde, fatores fundamentais para  o desenvolvimento de um país, são efetivadas em grande parte, por meio dos apontamentos por parte da população.

A palavra pública é o feminino singular do adjetivo de 1ª e 2ª declinação publicuspublica, publicum, que é por sua vez derivado de uma forma mais antiga, poplicus – “relacionada apopulus -povo”. Ou seja, o termo “público” refere-se a algo que é de todos. E não há dúvida nisso.

As Políticas Públicas podem ser formuladas principalmente por iniciativa dos poderes executivo, ou legislativo, separada ou conjuntamente, a partir de demandas e propostas da sociedade, em seus diversos segmentos.

Mas a forma com que atuamos para que elas de fato existam é que evidencia o quanto elas são públicas, passam a ser um direito e um dever, e podem ser alteradas com a força de gestores de lei e eleitores. Leia mais »

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Todos os dias quem fala e escreve sobre educação se pergunta: qual o efeito e a credibilidade desse tema no Brasil?

Carregamos em nossas costas o peso da herança de um país desde os tempos coloniais. A corrupção passa pelo nosso sangue desde antes de o Brasil ser país.

Num campo minado como esse impossível formar cidadãos honestos, certo?

Errado! Pelo menos é nisso o que acreditam jornalistas que escrevem sobre educação todos os dias, sejam em redações, à frente de assessorias de imprensa de órgãos educacionais e instituições de ensino ou ainda nas salas de faculdades, ainda como estudantes ou até mesmo como professores de comunicação.

Um tema tão profundo, pois envolve interesses legítimos de vários campos, provenientes do poder público, passando pelo privado e chegando até a sociedade civil, é, em muitos casos, escrito de uma forma superficial ou tratado como algo irrelevante.

Superficial, pois 99% dos jornalistas que trabalham nessa área disseram não ser preparados para falar de um tema tão crítico, é o que revela a tese de doutorado  sobre Jornalismo e jornalistas de educação no Brasil: Um olhar multifocal sobre história, estrutura, agentes e sentidos, de autoria do jornalista e pesquisador Rodrigo Ratier, e que foi defendida na Universidade de São Paulo (USP).

Pouca experiência, falta de espaço nos veículos de comunicação, falta de interesse publicitário pelo tema, o nascimento e a morte de cadernos especializados sobre o assunto. É realmente um campo minado sim,  mas não de bombas, e sim de desafios a serem cuidados com certa atenção.

Como nós, assessores de imprensa, iremos levar histórias mágicas de personagens, até então anônimos, para grandes veículos e, consequentemente, mudar a sociedade, se não temos pela frente uma perspectiva positiva de mercado?

A Pátria Educadora chamada Brasil é formada por todos nós. É para construí-la de fato que devemos usar como fator motivacional o ato de escrever todos os dias com paixão, não cessar na busca por novos temas, fontes, números, olhares.

Poderia ficar aqui falando e falando, mas prefiro descobrir. E a descoberta passa pela união de forças e pensamentos diferentes com quem pensamos que sabe muito e que se mostra humilde em dizer que precisa aprender. É aí que surge a Jeduca (Associação de Jornalistas de Educação), lançada oficialmente neste dia 23 de junho, durante o 11º Congresso da ABRAJI (Associação Brasileira de Jornalismo Invesgativo), em São Paulo. O grupo conta com jornalistas especializados em educação de veículos de  nacionais.

Afinal, pauta não falta dentro e fora das redações. Tudo passa pela educação. Um tema tão abrangente como esse pode até perder espaço por conta da falta de incentivo publicitário nos grandes meios de comunicação, mas deve ganhar vida a cada contato nosso no teclado de nossos celulares ou computadores, por meio de nossos olhares e discursos e pela principal missão de um jornalista: ser mensageiro de boas histórias. Ser um bom contador de histórias.

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Sempre esteve evidenciada, ao longo da história, a importância da contabilidade. Ainda, na pré-história, sabe-se que a necessidade do homem em controlar seu patrimônio, por meio de registros em cavernas, pedras, ossos etc, foi fator relevante para o surgimento e desenvolvimento da escrita. Marcou o desenvolvimento de todas as grandes civilizações. Fez parte de um conjunto de obras que influenciou a introdução dos algarismos arábicos na Europa. Também em alguns momentos foi enredo para um roteiro instigador: Quando, por exemplo, Al Capone ao usar seus conhecimentos como contador alcançou um império no crime. No entanto foi vencido com a ética e a técnica trazidas pelo também Contador e comandante do Internal Revenue Service, responsável pelas investigações, senhor Frank Wilson.

No Brasil da crise econômica, política e até de identidade, você deve se perguntar: “Onde a contabilidade se faz atuante”? Exemplo diário estampado em jornais, revistas, internet, rádio e tv, a chamada operação Lava-Jato, ganha destaque por seus personagens polêmicos, mas nunca pelo foco da ação, ou seja, o desvio de verbas. A todo momento o que está em evidência  são o caráter e a má gestão de quem deveria zelar pelo Brasil. Onde ficam as contas? Sim, aquelas tão bem analisadas e que serviram até de roteiro  para os filmes de Hollywood? Em 2014, com a descoberta dos desvios da Petrobrás, chamou-se a atenção uma análise feita por mim e compartilhada com colegas de profissão  e Alunos: o patrimônio físico da Petrobras é cinco vezes maior que a representatividade da empresa no mercado de capitais (cerca de 60 bilhões no mercado, tendo cerca de 300 bilhões em ativos físicos).  Leia mais »

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Anualmente a Receita Federal do Brasil determina que contribuintes entreguem a Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (DIRPF) referente aos rendimentos recebidos no ano anterior. Entretanto, muitas pessoas não possuem conhecimentos e habilidades necessárias para o preenchimento das informações no formulário eletrônico disponibilizado no site da Receita Federal (Programa Gerador de Documentos – PGD IRPF).

O Curso de Ciências Contábeis do UNISAL – Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unidade Americana – há cinco anos, disponibiliza equipes de alunos e professores para orientar gratuitamente a população sobre o preenchimento da declaração do Imposto de Renda, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura Municipal, uma ação para esclarecer dúvidas sobre a declaração do IR – Imposto de Renda de pessoa física. Esta atividade normalmente é realizada na Praça Comendador Müller, área central da cidade de Americana.

Neste ano de 2016 serão mencionadas as novidades na declaração tais como: à forma de preenchimento de alguns dados; CPF do dependente; CPF de clientes; Importação de dados; Botão de entrega; Dados do cônjuge. A equipe, composta por professores e alunos do UNISAL, irá orientar também sobre como lançar bens comprados a prazo, por financiamento ou leasing, como apurar o IR devido ou a restituir e como saber qual o melhor modelo de declaração, completo ou simplificado.  Leia mais »

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Em um ambiente corporativo cada vez mais agressivo devido a globalização, novas tecnologias, relação custo-benefício, qualidade e a busca incessante da conquista e satisfação do cliente, o foco em criatividade e inovação se faz cada vez mais premente e é a estratégia máster das organizações.  As empresas, em qualquer nível e porte, devem se organizar com rapidez e agilidade, pois senão ficarão obsoletas, devem estar atenta as novas tecnologias, buscar soluções criativas e inteligentes para superar os desafios da concorrência e se tornar cada vez mais competitiva.

Vivemos na Era da Informação, as pessoas são o centro das atenções nas empresas, afinal, são elas que vão vislumbrar oportunidades, nesse mundo globalizado e altamente competitivo, de novos negócios, produtos, enfim, hoje estamos a um clique do que está ocorrendo do outro lado do mundo e, descobrir o que há de novo por lá. Sem fronteiras, a concorrência pode estar a seu lado, no aspecto físico, porém ele pode estar do outro lado do oceano, portanto, as pessoas devem estar atentas e aproveitar as oportunidades que batem à sua porta, utilizando de sua capacidade criativa e ser diferente de seu concorrente. Leia mais »

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Esta história, que pretende homenagear todas as mulheres nesta gloriosa data de 8 de março nos mostra como o amor de uma mãe pode superar barreiras, aparentemente intransponíveis!

Certa vez, quando fazia uma de minhas visitas costumeiras em um asilo para idosos na região de Valinhos, conheci uma senhora de aproximadamente 80 anos que estava ali há mais de duas décadas. Ela era bastante lúcida e comunicativa, apesar de tantos contratempos vividos. Ficamos muito amigas e eu passei a visitá-la periodicamente.

Certo dia, essa senhora contou-me sua história. Era assim…

Quando seu marido faleceu, seu único filho, logo depois se casou. Ela então, passou a morar com o filho e a nora, em um cômodo independente, composto por um quarto grande e um banheiro, nos fundos da casa do casal.  Leia mais »

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A sociedade brasileira tem presenciado de maneira significativa a inserção da mulher no mercado de trabalho, por um resultado da combinação de diversos fatores econômicos, culturais e sociais. Nas três últimas décadas do século XX, com o crescimento da industrialização e do processo de urbanização, levando à redução das taxas de fecundidade nas famílias, as mulheres tiveram a oportunidade de inserção no mercado de trabalho. Mesmo de maneira lenta, porém, bem mais relevante que os homens no que se refere ao crescimento da população economicamente ativa.

Enquanto as taxas de atividades masculinas mantiveram-se semelhantes, entre 60,8% em 2003 e 63,4% em 2011, o crescimento do nível de ocupação das mulheres foi significativamente maior, sendo que em 2003 o indicador era de 40,5% e passou em 2011 para 45,3%, ainda que em patamar bem inferior ao dos homens.

Da mesma forma, tem-se percebido uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Porém, quando se fala da ocupação em cargos de liderança e igualdade salarial nessas posições, nota-se uma diferença ainda a ser superada, tendo sido mantida próxima à proporção de 1/3 nesta última década. Leia mais »

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Ainda em 2007, quando se discutia o fim da CPMF, escrevi um artigo no qual procurei demonstrar como este tributo, sendo um problema, o é em uma escala muito menor do que outros tantos fatores de ordem tributária e administrativa.

A retração da arrecadação do governo federal, reflexo da crise econômica, fez com que em 2015 a volta da CPMF se tornasse tema constante, motivando campanhas contrárias a sua ressurreição, além de discursos governamentais inflamados pela sua volta. O tributo foi  apontado como sendo a solução para o desequilíbrio orçamentário. Diversos importantes problemas, de gestão e tributários, têm sido levantados como a má gestão do erário público, o aumento da carga tributária, pressão sobre a inflação e as consequentes implicações para o consumidor. No entanto, há uma série de outros problemas que devem também pautar os mais diversos debates, inclusive em espaço midiático, e principalmente na consciência do cidadão pagador de tributos.  Leia mais »

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Muitas áreas estão envolvidas nos Jogos Olímpicos que ocorrerão no mês de agosto no Brasil: infraestrutura arquitetônica e material para alojamento e prática das modalidades esportivas, mobilidade urbana, infraestrutura hoteleira, segurança, pessoal de atendimento aos espectadores, e outras. São aspectos que podem deixar um legado para a cidade do Rio de Janeiro, seja ele bom ou ruim.

A área de treinamento a atletas, na qual atuam preparadores físicos, técnicos, médicos e fisioterapeutas vem sendo dirigida pelos profissionais de Educação Física. Segundo o diretor de Recursos Humanos dos jogos olímpicos, Henrique Gonzales, em matéria de 16.09.15 publicada pelo G1, as oportunidades de trabalho chegarão a mais de 90 mil, sendo cinco mil diretamente ligadas ao comitê olímpico em cargos de lideranças, líderes de voluntários, coordenação de fotografia, atendimento de atletas, gestão de transportes e equipamentos esportivos. As outras 85 mil oportunidades serão atendidas aos fornecedores de serviços dos jogos. Uma dica bem interessante para os professores de Educação Física aplicarem nas escolas que trabalham são os cursos oferecidos pela plataforma de ensino a distância Transforma, uma parceria com o Ministério da Educação, com conteúdos e atividades sobre os jogos Rio 2016 (http://www.rio2016.com/educacao/ensino-distancia).  Leia mais »

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.Ou continuar nadando nu?

O ano de 2016 começou com uma preocupação maior, estamos vivendo um período de crises econômica/financeira/política, que há muito tempo não vivíamos. As preocupações que tais crises nos trazem, as incertezas com o futuro e o medo do amanhã nos fazem refletir se o momento é propício para investir em educação, principalmente em cursos de Pós-Graduação, ou se devemos esperar a poeira baixar e termos uma visão mais clara do que virá, para aí sim tomarmos uma decisão.

Para tentar ajudar a responder essas dúvidas, façamos a seguinte analogia: imagine você em uma comunidade que depende da caça, agricultura e da pesca para viver. Nela, a natureza tem sido extremamente generosa, fornecendo chuva, sol, vento e calor em quantidade ótima para que se tenha uma abundância de animais e peixes, bem como colheitas recordes, gerando até excedentes que são doados à comunidade vizinha. Nesta comunidade existem exímios caçadores, pescadores e agricultores, pessoas que dominam as técnicas e sabem com perfeição e maestria como extrair da natureza aquilo que necessitam para sobreviver. Do mesmo modo, existem algumas pessoas que possuem desempenho mediano, não são tão boas assim, sofrem mais para caçar, pescar ou plantar, mas, como a natureza está ‘dando’ tudo em excesso, acabam também se sobressaindo e garantindo o que necessitam para sobreviver. Leia mais »

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A Educação Física faz parte do nosso cotidiano. Segundo o Conselho Federal de Educação Física – CONFEF, são  37.150 bacharéis e 284.622 licenciados formados no Brasil. É importante que tenhamos educadores físicos no mercado de trabalho, que tanto precisa do profissional para mudar as estatísticas da OMS, que revela que a obesidade atinge 2,1 bilhões de pessoas em todo o planeta. E os problemas de saúde, por falta de exercício ou má alimentação, crescem em ritmo acelerado.

Especialistas e estatísticas não deixam mentir sobre o fato de que não é possível ter uma saúde completa se pensarmos somente na saúde financeira, é necessário também ter atenção com as condições da vida em geral, o que engloba a saúde física, mental e espiritual, educação, além de equilíbrio entre o lado pessoal e profissional. E isso pressupõe muitos aspectos, entre os quais adotar hábitos saudáveis, reservar tempo para cultura e lazer, obter satisfação profissional e cultivar relações sociais e familiares positivas e consistentes.

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As tragédias originalmente representavam dramas ou comédias gregas, um tema ligado à arte, normalmente traduzido em belos espetáculos da era antiga. Hoje, tragédias significam acontecimentos catastróficos, dolorosos e, nesses termos, tornaram-se destaque no Brasil e no mundo. Seja pelos noticiários acerca dos refugiados Sírios, dos atentados em Paris, do caso de Mariana/MG entre vários outros, a tragédia tornou-se evidente e incorporada ao cotidiano das pessoas, se naturalizou. Contudo, esses dramas que envolvem o Homem nos atingem a alma, a psique, traz-nos medos, desesperança, além de sentimentos contraditórios como a compaixão e o ódio, este melhor representado na vontade de vingança aos responsáveis pelos danos, pelo sofrimento causado naquele espetáculo, agora com significação afastada da arte e próxima da dor.

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A Moda faz parte do nosso cotidiano. No dia a dia é responsável por empregar milhões de pessoas em todo o planeta, gerando negócios bilionários que se ampliam a cada dia. Foi pensando nisso que o UNISAL criou o CST em Design de Moda. O Curso é fundado em valores cristãos e busca atender as necessidades do mercado e formação sociocultural de um aluno capaz de transformar sua realidade social.

Americana é a cidade sede do Polo Têxtil e faz parte da região metropolitana de Campinas, propicia ao aluno possibilidades múltiplas de empregabilidade nas empresas de Moda, design e em toda a indústria e varejo. As expectativas da economia são voltadas à personalização de atividades e produtos para um consumidor cada vez mais exigente. Isto coloca a Moda em posição de destaque no cenário regional, nacional e internacional.

A instituição vem realizando investimentos constantes e maciços no Curso, que conta com avançada tecnologia. O laboratório de informática é dotado de computadores com processadores Intel X7 com capacidade considerada superior pelo mercado. Além disso, são equipados com os softwares necessários para a elaboração de desenhos, ilustrações, estampas, fichas técnicas de produtos e modelagens, que podem ser impressas em ambiente do Curso. O laboratório de costura e produção têxtil possui mais de 30 máquinas industriais e profissionais, mesa de corte e estação de passadoria industrial. Tais equipamentos dão capacidade para a produção de coleções diferenciadas de alta qualidade.  Leia mais »

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